14 novembro, 2012

GREVES PARA QUÊ? Alinhamos em tudo e eles ganham sempre.




"(...) por ano as confederações patronais e as centrais sindicais com assento na Concertação Social recebem cerca de 500 mil euros do Orçamento do Estado, através do Conselho Económico e Social (CES). Mas a este valor ainda acrescem mais 551 mil euros de despesas com pessoal do próprio CES e cerca de 90 milhões destinados aos centros protocolares e participação na concertação social."Fonte

Se realmente estes senhores quisessem resolver os problemas dos trabalhadores, sufocados por impostos e massacrados pelo flagelo do desemprego, convocavam uma greve contra a corrupção.  colocando em evidencia, o reconhecimento da corrupção como o maior flagelo de Portugal. 
Se realmente estes senhores defendessem os interesses que fingem defender, e não os interesses dos políticos, denunciavam a corrupção e criavam movimentos anti corrupção, pois é devido a ela que os trabalhadores estão a ser sacrificados.
Estas paralisações a frio, ordeiras e pacíficas, são na verdade a cara metade do circo eleitoral da democracia dos ricos.
Vão todos comer ao mesmo tacho, e beber o mesmo suor. O de quem trabalha. 

UGT - Central sindical tem quatro empréstimos no valor global de 3 milhões. ESTADO É O FIADOR
O Estado anda a conceder há vários anos garantias pessoais de 2,6 milhões de euros a empréstimos bancários contraídos pela UGT. Esta central sindical está a beneficiar destas garantias pelo menos desde o ano 2000, de acordo com os mapas das contas gerais do Estado (CGE). O i não conseguiu apurar nas contas de entre 1997 e 1999 se foram dadas garantias semelhantes, mas uma coisa é certa: em 1996 a UGT recebeu um aval de 600 mil contos (3 milhões de euros), concedido pelo ex-ministro das Finanças António Sousa Franco, para que a central pudesse pagar dívidas. A decisão causou uma grande polémica pois foi assinado pouco dias antes de o então secretário-geral João Proença ter celebrado o Acordo de Concertação Estratégica.
(...) A central sindical tinha activos que totalizavam os 7,5 milhões de euros em 2012 (+ 12 585) e fechou o ano com um resultado líquido positivo de 116 979 euros.
As quotas representaram 1,1 milhões dos 1,6 milhões de euros de receitas em 2012. Os restantes rendimentos vieram essencialmente de subsídios a projectos e seminários (247 mil euros) e reembolsos de despesas realizadas (73 888) e reembolsos das deslocações à União Europeia (59 798 euros).
Quanto aos custos, o documento refere "os importantes esforços efectuados no pagamento de dívidas relativas à formação profissional passada", os quais totalizaram "mais de 500 mil euros de 2009 a 2012". Em 2003, a UGT vendeu a sua sede, em Lisboa, por 2,5 milhões a um fundo de investimento imobiliário do Grupo Espírito Santo precisamente com o objectivo de pagar dívidas.
Apesar de o Processo Fundo Social Europeu ter finalmente chegado ao fim, o fecho de contas de formação profissional 1988/89 continua por regularizar.
Os gastos com pessoal totalizaram os 737 258 euros em 2012, mais 6% que em 2011.

greve sindicatos financiados estado
Se não aderes à greve não
podemos mamar do pote 
VÃO GOZAR COM OUTRO
Denunciar o que está mal nos sindicatos, não significa estar contra as greves em geral e contra a revolta popular. Ou contra os sindicatos. Quando muito podemos estar contra a hipocrisia destes sindicatos, e temos o direito de exigir melhor. 
Porque razão o bi sindicalismo do regime partidocratico da oligarquia portuguesa não convoca uma greve sem fim determinado? Até obter o que se pretende? 
Porque insistem em convocar greves que no fundo apenas visam negociar aumentos dos subsídios sindicais? Nada de positivo e definitivo é conseguido para os trabalhadores? Para o país, para a luta contra o flagelo da corrupção. Ou o flagelo do desemprego.
Os problemas de raiz poderiam ser resolvidos se eles quisessem. Possuem força para isso e são pagos para defender os trabalhadores. 
Mas o circo partidocratico negoceia com o circo sindical. 
" Eu mantenho, ou até aumento, os subsídios se me controlarem o povo e canalizarem a revolta para uma grevezita tranquila e organizada, de um só dia." 
" Ok. Eu faço a grevezita então para justificar os nossos subsídios e calar os afiliados"

"O economista Luís Bento elaborou um estudo, dividindo o Produto Interno Bruto (PIB) pelo número de dias de trabalho, e conclui que um dia de paralisação equivale a uma perda de 764 milhões de euros a Portugal, alertando, porém, que este é apenas um valor de referência." fonte
Em suma, os portugueses, contribuintes, são mais uma vez os únicos que ficam a perder.
Perdem impostos para pagar sindicatos, pagam cotas, empobrecem o país pois as greves tem um custo real, geram o caos geral que apenas afecta cidadãos pobres e trabalhadores, e contribuem para alimentar o circo deles. A ganhar? Nada... como vem sendo habitual.
As greves devem ser uma manifestação em desobediência ao sistema, e não a obedecer aos servos pagos pelo sistema. O desemprego, os cortes aos desfavorecidos e a corrupção prosseguem, devastadores e imutáveis.
Mas...  "The show must go on"

Miguel Sousa Tavares, "Tem de Haver Alternativa", Expresso, 2012
(...)Mas tenho como indiscutível que só chegámos aqui porque a esquerda, a esquerda europeia, não foi capaz de se livrar de dogmas paralisadores e entender como o mundo estava a mudar e a própria noção de justiça social tinha de mudar com ele.
Portugal é um bom exemplo de como toda a esquerda, desde as múmias leninistas aos socialistas deslumbrados com o dinheiro fácil, passando pelo BA (esquerda Bairro Alto) passaram décadas a venerar como boi sagrado uma legislação e doutrina laboral que tornava impossível despedir o pior dos trabalhadores, assim protegendo os mediocres, os calões e os batoteiros das falsas baixas, nivelados com os que queriam trabalhar e nunca conseguiram sair da cepa torta.
Os baixos salários, uma das características endémicas da nossa economia, não foram apenas impostos por patrões sem escrúpulos, mas também por um sindicalismo que sempre quis nivelar todos por igual, acabando a nivelar todos por baixo. Sem um estremecimento de apreensão, a nossa esquerda sentou-se confortavelmente em cima dos "direitos adquiridos", recusando-se a entender que não podia ser adquirido o que não era financeiramente sustentável- nas reformas, na saúde publica, na imensa panóplia de actividades subsidiadas. A cegueira e a má fé da esquerda prepararam o caminho para a ruína dos países e para a vingança histórica da direita económica a que agora assistimos."
Assim...
- as sistemáticas greves debilitam o já frágil tecido produtivo nacional
- a chaga do desemprego afecta mais de 600.000 portugueses, a atitude da CGTP e de outras centrais sindicais, todas elas partidarizadas, configura uma falta de respeito para com estes e uma irresponsabilidade face ao país.
- os líderes do sindicato, vivem à custa da população e necessitam destas acções de folclore para justificarem a sua existência.
- Além de danosas, estas greves não servem ninguém, visto que nada irão alterar nas políticas do governo servo da Troika.
- É legítimo que as pessoas protestem, mas nesta fase, talvez seja de ponderar que se façam ao sábado e não prejudiquem a liberdade daqueles que querem trabalhar e a economia de um país à beira da ruína.
  1.  O caso da NAV. 
  2. O caso da CP, e o poder de subjugar os governos.
  3. O caso da TAP... 
  4. O caso da CGD.. 
  5. Marinho Pinto denuncia instrumentalização do sindicato da justiça
  6. As mordomias da justiça
  7. Um sindicato assim para todos era o ideal?
  8. Este sindicato teve formação profissional no Dubai?
  9. Quanto ganham os sindicatos?


14 comentários :

  1. Muito bom este artigo.
    Estes sindicatos não prestam. Fazem parte do sistema podre instalado.
    Estas greves servem apenas para os incautos libertarem e amansarem alguma raiva. São ancoras do próprio sistema Orewliano que nos consome e nos corroi diariamente.

    Um verdadeiro sindicato de trabalhadores nunca poderia andar de trela com partidos políticos.
    E os trabalhadores que não simpatizem com as causas desses partidos?Como é?

    E ouvimos recentemente os novos lideres do Barrete de Esquerda a dizer que o BE se deve associar mais a movimentos sociais. Ou seja ira simplesmente descredibilizá-los e politizá-los afastando deles muita gente.

    Alguma vez um governo mudou de rumo devido a uma greve geral?
    Portanto isto só serve para enganar incautos e iludidos com certos slogans que lhes soam bem ao ouvido.

    Essa de uma greve sem fim determinado, poderia de facto ser interessante, embora pudesse abrir um precedente um pouco perigoso.
    Mas ainda assim para tentar vergar esta corja de ladrões acho que tudo deve ser válido.


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    1. Como é que pode ser fiável um sindicato ser sustentado pelos políticos aos quais teriam de se opor, para defender quem se sente lesado pelos políticos? Isto é apenas mais do mesmo.
      A justiça de nomeação partidária. Com regalias decididas pelos partidos.
      A policia receberá agora um aumento no meio de milhares de portugueses a afundarem-se em cortes.
      As entidades reguladoras são também outro esquema viciado.
      E nós somos as marionetas que ainda acreditamos, ingénuos, que teremos um dia alguém que vá resgatar os nossos direitos e os nossos impostos, das mãos dos ricos burgueses.
      Tarde demais descobriremos que teremos de ser nós mesmos a fazê-lo com a força e garra que urge e se impõe. Com a mesma força e garra com que nos é usurpado pelos nossos carrascos.

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  2. Zita,

    Essa manobra de dar um aumento ás policias é uma coisa tão ignóbil que dá vontade de os degolar.
    É que canalhas tem medo que a policia se junte aos movimentos de protestos e permita que os manifestantes ataquem livremente políticos e seus parceiros de saque. Assim dão estas papas para os calar e tentar manter a obediência.
    Que insanidade!!!

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    1. Pois e nem isso é suficiente para milhares de portugueses perceberem que se eles estão a construir um exército de protecção é porque estão a atacar alguém. E quem será que eles estão a atacar? O povo que supostamente deveriam governar.

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  3. Têm algum artigo sobre a greve dos estivadores do Porto de Lisboa?
    É verdade que ganham mais de 6.000 ou 7.000 por horas extra que promovem por boicote ao trabalho normal??

    Temos um país inteiro a procurar sobreviver, exportando, que fica refém de 100 lords? Percebi bem o que se passa? Que faz a imprensa para informar o que ali se passa?

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  4. http://www.youtube.com/watch?v=uFP9ihHDx6s

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  5. Artigo e comentários esclarecedores.
    Reforço a opinião: " Eu mantenho, ou até aumento, os subsídios se me controlarem o povo e canalizarem a revolta para uma grevezita tranquila e organizada, de um só dia."
    " Ok. Eu faço a grevezita então para justificar os nossos subsídios e calar os afiliados"
    Ainda há pouco tempo alguém também influente veio a público afirmar que as manifestações não resolvem nada. Amansar e disciplinar o bom aluno da banca internacional é a palavra mágica. Gostaria de saber como pensam estas pessoas em garantir através da sociedade os direitos dos desempregados a caminho e um milhão, dos assaltos sucessivos aos pensionistas e reformados, e exigir das instituições a boa gestão dos impostos e do produto de quem trabalha ou trabalhou.
    Subscrevo: VÃO GOZAR COM OUTRO.


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    1. Era bom era que alguém estivesse realmente a pensar nos direitos dos desempregados a caminho e um milhão, dos assaltos sucessivos aos pensionistas e reformados, e exigir das instituições a boa gestão dos impostos e do produto de quem trabalha ou trabalhou.

      Criticar a subserviência dos sindicatos, aos políticos, em nada implica que se esteja a insinuar sequer, que devemos cair na inércia e na indiferença. Siognifica que talvez esteja na hora de ver que os sindicatos não são suficientes, para deter as nossas perdas.

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    2. “talvez esteja na hora de ver que os sindicatos não são suficientes, para deter as nossas perdas”

      A minha indignação prende-se com o facto de que a grande maioria das ações de luta, em quase nada acrescentam à solução do problema que se chama o rumo à pobreza e ao abismo social que nos impõem à descarada.
      Infelizmente a meu ver os sindicatos, tais como os partidos que os lideram não chegam a ser parte da solução. Pelo contrário protagonizam o oportunismo do descontentamento e revolta generalizada para assim ganharem espaço político
      em futuros atos eleitorais. Não esqueço que por vontade do BE e do PCP, o Engº por fax ou o antigo operador da rádio Argel estariam hoje no poder. Não será preciso dizer muito mais sobre o caráter patriótico destes senhores.
      Há algo que todo o combatente deverá saber. Ir para o combate para perder é ingenuidade. Ou se organiza algo com a certeza de virar o rumo dos acontecimentos, ou no mínimo fazer recuar os ataques adversos, ou então será apenas um desgaste de energias que na maioria das vezes é irreparável. Esta greve tal como muitas outras foi apenas isso.
      O O.G.E. que em breve será promulgado pelo PR, e apesar do cepticismo gerado em quase toda a sociedade quanto ao rumo da economia, o marasmo popular alimentado por estes "beliscos" da oposição apenas adia uma decisão que urge tomá-la. A 15 de Setembro passado, estiveram cerca de 1 milhão em protesto que resultou numa mensagem mais convincente aos políticos que nos conduziram à situação atual. Ao contrário esta greve e manifestação de hoje, parece não ter persuadido o suficiente. Se porventura numa próxima manifestação mais abrangente a 2 ou 3 milhões, também participarei, porque só assim perceberão que a fonte do poder não está na trafulhice partidária, nem cai do céu como outros ainda continuam a afirmar.
      Termino com esta posição: Tal como no futebol é espectável para jogadores demasiado bem pagos que marquem mais golos para a sua equipa, assim na política e na sociedade também aos mais bem pagos não só é expectável como exigível que deem o seu melhor para todo o eleitorado, votante ou não, pois todos lhes pagam essas funções.

      Cumprimentos

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  6. A CGTP faz parte do esquema/palhaçada
    .
    .
    Eleições em todos os "trimestres"... PS... PSD... 'vira o disco e toca o mesmo'... e os lobbys - manobrando à Esquerda e à Direita - continuarão a fazer tudo o que muito bem entenderem!!!
    (nota: e a CGTP vai mantendo o seu protagonismo na sociedade!)
    .
    GREVE GERAL... sim mas... para reivindicar um sistema semelhante ao suíço:
    - os cidadãos teriam (por exemplo) uma semana para recolher (por exemplo) 100 mil assinaturas para referendar algo que considerem importante!
    Exemplos:
    - referendar um orçamento de Estado;
    - referendar o negócio 'madoffiano' BPN... {nota: assim não seria nacionalizado pela Esquerda (PS)}.
    Pois é... este sistema - semelhante ao suíço - tem um 'problema': retira protagonismo às greves gerais... e também à CGTP...
    .
    Em vez de andarem por aí a reivindicarem eleições em todos os "trimestres" ('vira o disco e toca o mesmo')... os cidadãos estariam muito mais atentos à actuações dos governos... e os governos seriam julgados em eleições ao fim do seu mandato de 4 anos.
    Nota: O número de referendos durante a legislatura... seria um indicador do resultado desse julgamento nas urnas ao fim de 4 anos de governação.
    .
    .
    P.S.
    Aprofundando o sistema suíço: blog «fim-da-cidadania-infantil».

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  7. Voltamos ao esquema da ditadura:

    - Controlo da polícia...check...aumento de 11% quando a tendência são cortes e mais cortes.

    - Propaganda política...mais que check!! A bipolarização política das últimas DÉCADAS é mais que prova disso mesmo.

    - Na parte da educação, é difícil controlar esse aspecto, visto que as novas gerações são adeptas das redes sociais, mas mesmo assim têm feito um bom trabalho na estupidificação das pessoas ao controlá-las com futebol e casas dos segredos.

    Quanto às "greves"...uma treta. Vamos analisar friamente uma greve geral tradicional:

    - Transportes públicos praticamente fecham a 100%, quais as consequências? Quem não vai trabalhar do sector público perde o valor do dia, ou seja, redução na despesa do Estado, visto que o Estado não produz, as ausências do trabalhador só prejudicam o próprio Povo com atendimentos mais deficientes. E quanto aos transportes públicos...menos uso de combustíveis, menos desgaste de material, mais redução na despesa.

    No sector privado, ninguém se atreve a fazer greve devido às represálias que podem levar (indirectamente) ao despedimento.

    Quem vai e tem mesmo de ir trabalhar, usa o seu carro e gasta gasolina, ou usa um táxi, ou usam transportes privados para os quais não têm passe e gastam do seu bolso. Ou seja, o Povo sustenta as transportadoras em dias de greve.

    Nova falácia...."Os cafés perdem muito negócio". Mentira, quem vai para as manifestações acaba sempre por consumir por passar horas e horas no local de piquete. Portanto, os negócios em redor dos locais de trabalho de quem possa ter greve é que se ressentem, os que ficam em redor de piquetes de greve têm dias de lucro excepcional.

    Resumindo, em dia de greve geral o Estado reduz a despesa! E um extra, a GALP faz mais uns trocos porque as pessoas levam a sua viatura própria!

    Quanto aos sindicatos, já foi tudo dito, são mais um cancro da sociedade que impede o Povo de usar a cabeça para promover iniciativas mais sérias. Piquete de greve? Ficar de pé horas e horas a ouvir marmanjos a discursar propaganda política?

    Já há muito que abri os olhos...aconselho os outros a fazer o mesmo.

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    1. Homo economicus12 maio, 2014 16:54

      Na educaçao tambem ha um check.

      O estado ganha milhoes num dia de greve: Os funcionarios descontam mais por dia de greve do que ganham por dia.Os alunos nao perdem muito porque a educaçao foi transformada numa instituição para lavar cerebros a parvinhos, as escolas nao os ensinam a pensar, a esforçarrem-se, todos passam, efim.

      O estado tem desinvestido em Economia, nao se quer cidadaos a perceber muito de economia, nao voa perceber mais do que eles e descobrirem que ninguem anda a governar o apis, mas a fazer um faz de conta para se governarem a eles.

      CHECK.OT OUT.

      Na verdade o estado criminos nao perde nada, se perdesse, andava ai aos pulos, todos á nora.

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  8. concordo com tudo o que dizem, mas vamos a coisas palpáveis. O que vamos fazer para acabar com esta merda toda? Será que há heróis? Eu sou um cobarde vivo. Organizem-se par a acabar com estes parazitas.

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