29 outubro, 2014

Mesmo que crescêssemos 4%, a dívida aumentará sempre 9,2 mil milhões por ano.

A Grécia pediu ao BCE a devolução de tudo o que o BCE ganhou com a sua divida. Portugal tem direito a pedir 4,6 mil milhões ao BCE e não o fez? Veja no video...


NESTE VIDEO: Os números da Ruína portuguesa.
Portugueses prisioneiros e escravos de uma divida que não terá fim e crescerá sempre de forma insustentável.
1 - Tínhamos que crescer 12% ao ano para conseguir travar o aumento da dívida. Crescemos realmente 0,5 ou 0,6%. 20 vezes menos. Mesmo que crescêssemos 4%, a dívida aumentará sempre 9,2 mil milhões por ano.
2 - A Grécia exigiu de volta os milhões que o BCE ganhou com o resgate grego, apesar de mais de metade da dívida lhe ter sido perdoada.
Portugal não pediu o reembolso desse lucro. Por isso perdeu mais de 4,6 MIL MILHÕES de euros. Só até 2016. Equivale a 13 vezes o buraco do Tribunal Constitucional, com que o governo e comentadores enchem a boca.
3 - O nosso desemprego aumentou em 9% enquanto na Irlanda diminuiu 20%
4 - Apesar disso a asfixia fiscal aumentou 69% o que significa que quem paga impostos está a pagar o dobro do que pagava em 2009.
5 - E tudo isto para quê? Para que a dívida portuguesa continue a aumentar 9,2 MIL MILHÕES /ano. Mais do que o que gasta o maior dos ministérios por ano: o da Educação que se fica pelos 8 Mil milhões
Não é possível a sobrevivência de um país nestas condições. Nunca conseguiremos diminuir sequer os juros da dívida, quanto mais diminuir a dívida total, que crescerá, de facto 9,2 mil milhões por ano.
Em 2016 teremos novo resgate. E novos 50 ou 60 mil milhões para pagar a dívida entretanto acumulada.
Não sei porque só há 2 ou 3 economistas a explicar isto ao povo.



"Dívida (De)vida
Além de absurdo, é iníquo e até antieconómico.
Pagar dívidas. Esta é hoje a primeira missão do estado português.
O povo passa dificuldades crescentes, sobretudo para alimentar um orçamento de estado cuja maior despesa resulta da dívida pública. E esta é, assim, a causa maior da nossa pobreza.
Esta situação não é admissível. Um estado democrático não pode gastar mais em juros do que em educação, saúde ou qualquer outra função social. Mas esta é, infelizmente, a nossa condição. Sucessivos governos têm celebrado contratos de dívida a juros agiotas, comprometendo-se a cerca de oito mil milhões em juros todos os anos. Esta atitude é irracional: ter o serviço da dívida como maior despesa de estado é equivalente a não haver comida no frigorífico duma habitação, porque se gasta todo o orçamento familiar na manutenção dum carro luxuoso. Além de absurdo, é iníquo e até antieconómico.
O estado português paga de juros cerca de 5% do seu produto interno bruto, o dobro do plausível em países cumpridores. Com esta atitude economicamente insustentável, deixará de cumprir e encaminhar-nos-emos para novo resgate.

Ainda por cima, Presidente, Governo e até a oposição assumem que o pagamento integral da dívida é sagrado! Face a estes sinais, os sacralizados mercados assumiram a dívida pública portuguesa como o mais seguro dos negócios. Em 2013, foi mesmo das mais rentáveis do mundo! Não é pois de estranhar que, em conjunto, os bancos portugueses detenham cerca de 30 mil milhões de euros em títulos de dívida. Aliás, até o apoio internacional (doze mil milhões) destinado à recapitalização do setor financeiro, foi utilizado para especular com a dívida soberana nacional.
Urge pois cortar com este paradigma. O estado deve assumir os seus compromissos financeiros, mas desde que os possa honrar de forma sustentada. Em primeiro lugar, promovendo uma auditoria no sentido de apurar qual a dívida legítima e passível de ser paga. De seguida, negociando juros aceitáveis e formas de pagamento compatíveis. Sobretudo, há que estabelecer um limite máximo anual ao pagamento de dívida, em cada orçamento de Estado. Desta forma, extinguem-se financiamentos agiotas e pode cessar esta insuportável tradição de extorsão fiscal." CM

QUEM FEZ A DIVIDA? 


OS DESVIOS DO ORÇAMENTO PARA SUSTENTAR PADRINHOS









16 comentários :

  1. É este o retrato, esta cambada de chulos que nos desgoverna, cortam no estado social para um povo inteiro pagar milhões de juro atrás de juros. E esta treta da impunidade politica terá de acabar, quem lesa o estado no presente ou com negociatas daqui a uma década que são ruinosos para o estado tem de pagar pelo acto ilícito, já chega o povo ser tratado como burros, tomados por parvos. Estes políticos são uma merda, mas os culpados somos nós metemos só escumalha no poder ps ou psd. não pensem que este António Costa resolve alguma coisa. Temos de ser mais exigentes com quem gere o dinheiro público.
    Enquanto o povo não pensar um bocadinho que esta situação é insustentável os políticos não se preocupam porque as mordomias continuam tudo na mesma, se somos um Pais pobre, logo a frota dos carros dos políticos terão de ser mais modesta, carros do banco de Portugal não podem ser bmw ou porsche. Chega de andarmos a viver pelas aparências, temos de reduzir na dívida cortar nas ppp´s como renegociar estes pornográficos juros, cortar na frota automóvel, cortar nos boys pessoas que nada produzem não podem receber dinheiro. Temos um povo cada vez mais pobre é este o retrato, os nossos políticos não são pessoas de bem, são sim uns fantoches do grande capital. Aquele parlamento não representa nada do povo nenhum interesse. E com esta treta da impunidade a ocasião faz o ladrão, se fossem julgados por lesar os interesses do estado logo teriam mais juizinho. Esta cambada dos jotinhas da maçonaria é tudo gente da pior especie.

    Fernando

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    1. Pronto, pronto... agora que desabafou e está mais calmo, podemos começar a discutir soluções?

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    2. TEMOS OS POLITICOS QUE MERECEMOS SOMOS NÓS QUE OS MOLDAMOS
      UM POVO QUE NÃO VOTA NEM SABE USAR O VOTO JAMAIS SERÁ REPRESENTADO, TEMIDO OU SEQUER RESPEITADO E JAMAIS SABOREARÁ AS VANTAGENS DA DEMOCRACIA...
      Em Portugal vence sempre a abstenção e a ignorância e os corruptos.
      O povo não sabe que o voto não serve apenas para votar a favor dos que mais se apoiam, serve também para votar contra os que mais roubam e mentem.
      O critério decisivo da democracia é a possibilidade de votar contra os partidos que há 40 anos destroem o país
      Karl Popper, sobre democracia, responsabilidade e liberdade.
      (…)
      Inicialmente, em Atenas, a democracia foi uma tentativa de não deixar chegar ao poder déspotas, ditadores, tiranos. Esse aspecto é essencial. Não se tratava, pois, de poder popular, mas de controlo popular. O critério decisivo da democracia é – e já era assim em Atenas – a possibilidade de votar contra pessoas, e não a possibilidade de votar a favor de pessoas.
      Foi o que se fez em Atenas com o ostracismo. (…)
      Desde o início que o problema da democracia foi o de encontrar uma via que não permitisse a
      ninguém tornar-se demasiado poderoso. E esse continua a ser o problema da democracia. (…)

      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/o-criterio-decisivo-da-democracia-e.html#ixzz3qcV7Aoi8

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  2. Os socrates deste país nunca são julgados pelos crimes. E os eleitores segundo rezam as cartas ainda se preparam para eleger o próximo 1º um "parente" muito proximo : d.sebastiao Costa

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    1. o socrates tem as costas largas,

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    2. ele tem é as costas quentes e os bolsos largos

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    3. O António Cristóvão até parece bruxo. O homem está agora a preparar uma tese...lá para os lados de Évora.

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  3. Todos sabemos pelo menos um pouco sobre a actual situação do país.
    A maioria sente-o na pele, pois já pouco lhes resta para sobreviver, os restantes não querem saber na sua maioria, pois ainda estão confortáveis, muito confortáveis e exageradamente confortáveis.
    No entanto a situação não vai melhorar e TODOS o sabem, mais ou menos.
    Os que ainda estão confortáveis vão deixar de o estar, mas a restante minoria pode viver em qualquer parte do Planeta.

    Mas eu quero é falar sobre a maioria, a esmagadora maioria.
    Porque são eles que podem mudar o rumo dos acontecimentos, porque eles é que têm a necessidade de mudar.
    Entre eles têm de se agrupar com os que deles têm mais instrução, mais competências. No entanto, não podem deixar de relembrar aos mais dotados que são todos iguais. Uns pensam, outros distribuem panfletos, outros organizam a casa, outros tratam das redes sociais, etc..., cada um com o seu papel, com a sua competência a ajudar o grupo, a comunidade.

    Começar a reconstruir uma nação não é uma tarefa para levar de ânimo leve, nem para haver excluídos, todos participam com o que têm para oferecer.

    No entanto... não penso que a sociedade portuguesa na sua esmagadora maioria, esteja assim tão mal. Porquê?
    Porque se o estivesse, já teria mudado.

    Mas posso estar errado na minha análise. Embora não o creia. Porque aquilo que ouço no dia a dia leva-me a crer que afinal ainda não batemos no fundo.

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  4. Utiliza aí uma metáfora interessante... Mas não concordo totalmente com ela. Acho mais apropriado dizer que o modo como encaramos a gestão da nossa dívida pública se assemelha a ter um bruto e enorme frigorífico todo xpto e depois, graças a esse capricho, chegar ao ridículo de, para pagar o frigorífico, não ter dinheiro para o encher de comida...

    A reforma do estado é uma tarefa de uma complexidade gigantesca, subir a carga fiscal aumenta a receita pública mas, subindo a carga fiscal, estrangula se a economia e arrastam se famílias inteiras para uma posição de precariedade intolerável que os faz sentir maior necessidade de recorrer a prestações sociais o que tem por consequência o aumento da despesa pública... É um ciclo vicioso.
    Renegociar Ppp's, juros da dívida, prazos, acabar com rendas a certos sectores lobbistas etc é essencial, contudo é apenas o primeiro passo de alguém que queira fazer uma política diferente, mais honesta e verdadeiramente focada no interesse público.

    Depois, há a parte desagradável, há que explicar que não podemos manter o frigorífico que temos, é necessário discutir que estado queremos afinal e, com base nesta discussão aberta a todos, partir para a sua remodelação.

    Só seguindo esta lógica teremos uma hipótese de desenvolvimento sustentável.

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    1. Quando diz que a reforma do Estado é uma tarefa "dantesca", só posso concordar se a mesma tiver de ser refeita para os mesmos que desfrutam dela neste momento, ou seja, remodelar a mentira, para que eles continuem a roubar na legalidade e a passar impunes aos crimes que cometem.
      Enquanto, por outro lado, se quisermos reformar o Estado para o bem de todos, mesmo não sendo fácil, é em comparação, uma brincadeira de crianças.
      Difícil, é acabar com os tachos e sair vivo.

      Fala também em fazer uma politica mais honesta.
      Politica honesta é coisa que não existe pois honesto é a antítese de politica. Politica = Mentira ou se quiser, numa forma mais "light", "puxar a brasa à nossa sardinha", que vai dar no mesmo, já que a partir da exaustão dos argumentos sobre os pontos fortes e fracos de cada politica, passa-se à mentira, normalmente através de jogos de palavras, para se defender a nossa politica. Resumindo, politica = mentira.
      Mas mesmo que pudesse existir uma politica mais honesta, é diminuidor.
      Pois se podemos plantar a árvore direita, porque o faremos torto?
      Porque temos de fazer concessões na nossa casa?
      Porque não damos a oportunidade a todos os que queiram participar no desenvolvimento da sociedade que nos é comum?
      Cada um tem as suas apetências! Com certeza têm lugar!
      Não estou a ver um advogado a fazer o trabalho de trolha.
      Cada um é para o que é! Quero dizer com isto, que nos completamos, que não prescindimos uns dos outros, que juntos somos mais fortes.
      Porque razão um advogado deve receber estupidamente mais que um trolha? Não foi o trabalho que ele escolheu? E se escolheu aquele trabalho porque se ganhava mais, não podemos questionar a sua competência profissional?
      É o primeiro ministro ou o presidente da república mais que um varredor de rua? E porque não pode um varredor de rua ser primeiro ministro?

      É este racismo, este preconceito que destroem uma nação, que a despedaçam, que a tornam vulnerável.

      Alguém tem dúvidas, que se todos pudéssemos desempenhar um papel na sociedade por mérito próprio, pelas nossas competências, não disparavam os índices de empenho, de produtividade.
      Alguém tem dúvidas, que se a remuneração salarial tivesse diferenças mínimas entre o que ganha um gestor e uma mulher a dias, todos viveríamos melhor.
      Porque não remunerar melhor aquelas profissões em que faltam pessoas?

      Ao invés, temos uma sociedade, em que o desinteressada, apática, moribunda, aguardando a sua próxima reencarnação.
      Assistimos à criação de monstros que nós mesmos ajudámos a criar.
      A perca de liberdades faz parte do quotidiano.
      Esperamos que as verdinhas falem connosco e nos indiquem o caminho a seguir, como se o papel tivesse sentimentos ou falasse.

      Não podemos fazer um bolo em casa para vender no nosso café, porque inventaram um monte de desculpas, para nos obrigar a comprar às grandes corporações.
      O mesmo acontece com a porcaria de rissóis, croquetes, pastéis de bacalhau que somos obrigados a comer.
      Perdemos o paladar de repente?

      Aaaahhh! Mas se eu tiver dinheiro, já posso ir a uma pastelaria, restaurante, comer um bolo saboroso, feito tradicionalmente, quase como aquele que a minha avó costumava fazer

      Existem regras de sanidade que é necessário respeitar, aí estou de acordo.
      Mas então porque não excluem as pessoas que desrespeitam essas regras, tipo: "se não cumprir estas regras deixa de poder exercer esta profissão"

      Outro exemplo: Tanto se falou e fala nos taxistas que enganam e roubam os seus clientes. Então porque é que não excluem essa pessoa da profissão, nem que seja por 5 anos, por exemplo? Se é o dono, porque não lhe retiram a licença?
      Porque não se queixam as pessoas, da Câmara, que permite esta situação?

      Mais outro: Alguém estaciona o carro impedindo os transportes públicos de circular, prejudicando a vida a dezenas de pessoas directamente e a centenas indirectamente. Porque não tiram a carta a essa pessoa, que obviamente não conhece as regras de trânsito?

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    2. Então, na sua opinião, acabam se os tachos e estão solucionados todos os problemas da sustentabilidade do estado e do pais?

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  5. Eu por acaso pretendi solucionar os problemas de sustentabilidade do Estado?

    Para solucionar a sustentabilidade do Estado exige um pouco mais que cortar os tachos, mesmo que não seja muito mais, nos tachos incluo tudo aquilo que mencionou anteriormente, excluindo os prazos e juros da divida.

    Para ser sincero começava pela Constituição, recuperando a inicial, e partia daí. Depois queimava todos os Códigos e deixava só alguns exemplares para o Museu. Depois fazia uma lista de todas as pessoas envolvidas em negócios ruinosos para o Estado e convidava-as a sair do país, ou, depois de expropriadas, ficar a trabalhar com o ordenado mínimo e a pagar as dividas que criaram.
    Depois era assassinado.

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    1. "Depois fazia uma lista de todas as pessoas envolvidas em negócios ruinosos para o Estado e convidava-as a sair do país..."

      Sim sair do país mas sem cabeça, alias há muito que falta uma guilhotina a porta da AR. Mesmo que fosse uma obra d'arte simbólica para relembrar aos políticos que o balão português esta prestes a rebentar.

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  6. O espirito português morreu com D. Sebastião e está, aparentemente, irrecuperável!!
    Maldita sorte a nossa!

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  7. A abstenção afinal obtém um resultado contrário, ao que pretendem os abstencionistas
    Por isso, o que me chateia na vossa abstenção é a falta de colaboração num trabalho importante. Não é uma questão de direitos ou deveres cívicos em abstracto. O problema é concreto. Temos uma tarefa difícil, da qual depende o nosso futuro, e vocês ficam encostados sem fazer nada.
    Isto tem consequências graves para a democracia. Quando a maioria não quer saber das propostas dos partidos, está-se nas tintas para o desempenho dos candidatos e nem se importa se cumprem os programas ou não, o melhor que os partidos podem fazer para conquistar votos é dar espectáculo. Insultarem-se para aparecerem mais tempo na televisão ou porem o Marinho Pinto como cabeça de lista, por exemplo. Vocês dizem que se abstêm porque a política é uma palhaçada mas a política é uma palhaçada porque vocês não votam.
    A culpa é vossa porque não é preciso muita gente votar em palhaços para os palhaços ganharem. Basta que a maioria não vote. Também é por vossa culpa que os extremistas estão a ganhar terreno, e pela mesma razão. É fácil pôr os fanáticos a votar. Basta abanar o pano da cor certa e, se mais ninguém vota, eles ficam na maioria. Mas se vocês colaborassem e se dessem ao trabalho de avaliar as propostas dos partidos, se os responsabilizassem pelas promessas que fazem e votassem de acordo com o que acham ser a melhor solução, deixava de haver palhaços, interesseiros e imbecis na política.

    Quando opta por não votar pode estar a atingir o resultado contrário daquilo em que acredita.
    Esclareça-se e compreenda porque é importante votar em consciência contra os partidos corruptos.
    Faça uma escolha, opte por votar com quem mais se identifica, e quem menos o lesou, o poder é seu! Use-o para ajudar todos nós.
    http://apodrecetuga.blogspot.pt/2015/10/percebam-que-abstencao-afinal-obtem-um.html#more

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  8. TEMOS OS POLITICOS QUE MERECEMOS SOMOS NÓS QUE OS MOLDAMOS
    UM POVO QUE NÃO VOTA NEM SABE USAR O VOTO JAMAIS SERÁ REPRESENTADO, TEMIDO OU SEQUER RESPEITADO E JAMAIS SABOREARÁ AS VANTAGENS DA DEMOCRACIA...
    Em Portugal vence sempre a abstenção e a ignorância e os corruptos.
    O povo não sabe que o voto não serve apenas para votar a favor dos que mais se apoiam, serve também para votar contra os que mais roubam e mentem.
    O critério decisivo da democracia é a possibilidade de votar contra os partidos que há 40 anos destroem o país
    Karl Popper, sobre democracia, responsabilidade e liberdade.
    (…)
    Inicialmente, em Atenas, a democracia foi uma tentativa de não deixar chegar ao poder déspotas, ditadores, tiranos. Esse aspecto é essencial. Não se tratava, pois, de poder popular, mas de controlo popular. O critério decisivo da democracia é – e já era assim em Atenas – a possibilidade de votar contra pessoas, e não a possibilidade de votar a favor de pessoas.
    Foi o que se fez em Atenas com o ostracismo. (…)
    Desde o início que o problema da democracia foi o de encontrar uma via que não permitisse a
    ninguém tornar-se demasiado poderoso. E esse continua a ser o problema da democracia. (…)

    ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/o-criterio-decisivo-da-democracia-e.html#ixzz3qcV7Aoi8

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