01 abril, 2015

Governo Sócrates aumentou 500% os subsídios políticos que enchem os cofres da EDP.

Governo Sócrates aumenta 500% subsídios da EDP
O gráfico é ASSUSTADOR e mostra a nossa triste realidade. A política energética de Sócrates foi uma tragédia calculada, pois usou o mesmo esquema que nas PPP, onde os aumentos do custo são diferidos, ou seja, apenas se tornaram visíveis no futuro, para assim responsabilizar os governantes que se seguissem.
CIEG - CUSTO DE INTERESSE ECONÓMICO GERAL - (É um valor que podemos encontrar nas nossas facturas por baixo de "Quantia Total" no verso. Está a letra pequena e a cinzento para disfarçar a vergonha.)
Representa, em média, quase 50% daquilo que pagamos em electricidade e nada tem a ver com a produção e distribuição de energia.
O CIEG são Rendas e já chegam aos 2500 milhões de euros por ano. Em 2005 e 2006, que se saiba, Portugal não estava às escuras! Em 2013 Portugal consumiu a mesma electricidade do que em 2006. O CIEG em 2006 era 500 milhões de euros. Em 2013, o CIEG atingiu 2500 milhões de euros. Aumentou 500%, durante o Governo Sócrates.

NESTE VIDEO A PARTIR DO MINUTO 4 VEJA OS GRÁFICOS E A EXPLICAÇÃO 


O CIEG SÃO TAXAS QUE NADA TÊM A VER COM CONSUMO
ENERGIAS FÓSSEIS - 1075 milhões de euros (Carvão e Gás Natural. Esta parcela é quase igual a 45% do CIEG)
ENERGIAS RENOVÁVEIS - 747 milhões de euros (31%do CIEG)
CÂMARAS MUNICIPAIS - 241 milhões de euros (10% do CIEG)
AÇORES E MADEIRA - 88,7 milhões de euros (3,7% do CIEG)
Esta soma corresponde quase a 90% do CIEG
"Henrique Gomes, que esteve menos de 9 meses no Governo, foi o governante que disse que o "Estado tem de impor o interesse público ao excessivo poder da EDP" e voltou a reafirmar que "os contratos de produção de energia foram feitos na perspetiva de proteção dos produtores e não dos consumidores". O défice tarifário já vai nos 5,4 mil milhões de euros com juros.
Henrique Gomes voltou a referir que existe um forte lóbi da energia eólica que está a desequilibrar o sistema elétrico nacional, onde, apesar de indicações da 'troika' em reduzir as rendas excessivas na eletricidade, no caso da eólica pouco foi aplicado. "Se a EDP Renováveis vende a energia eólica a 60 euros mw/h em Espanha, nos Estados Unidos a cerca de 50 euros, porque em Portugal a vende a 100?" (video)
O especialista em energia Clemente Pedro Nunes também foi bastante crítico às opções feitas pelos últimos governos em matéria energética: "A energia eólica é ruinosa para o país por causa da sua intermitência", disse.
Clemente Pedro Nunes adiantou que o consumidor está a pagar caro toda a energia produzida pelo vento e, para além disso, tem que "sustentar" as centrais térmicas como 'back-up' para quando não há vento. "Este é um sistema que só existe em Portugal e em Espanha, e a própria Espanha já arrepiou caminho", frisou.
Para o especialista "esta é a razão de ser de uma catástrofe no sistema elétrico nacional, em que existe um lóbi que controla as rendas excessivas e que controla 95% da comunicação social"." DN

A proposta da ERSE de um aumento de 2,8% na tarifa da eletricidade a partir de janeiro de 2013 revelou um inaceitável agravamento dos CIEG, os custos extra que favorecem os produtores à custa dos consumidores, e que por isso são combatidos pela DECO.
A LUTA DA DECO
No gráfico que reproduzimos em baixo, e que consta do comunicado da ERSE (Entidade Reguladora do Setor Elétrico), verificamos que os CIEG (Custos de Interesse Económico Geral) aumentam em 2013 face ao ano corrente (ver coluna a azul).

Estes custos são diferidos, isto é adiados, para o futuro, e contribuem para agravar o défice tarifário, que passa assim de 2,8 milhões de euros em 2012 para 3,6 milhões em 2013.
A verdade é que só o adiamento de custos permite manter o aumento da fatura em 2,8% em 2013. Tal poupa ao consumidor uma sobrecarga suplementar num contexto de aumento de impostos sem precedentes. Contudo, o agravado défice tarifário será mais tarde ou mais cedo imputado ao consumidor (via fatura) ou ao contribuinte (via IRS).
A DECO continuará atenta aos impactos dos CIEG na fatura, presente ou futura, da eletricidade que os consumidores pagam. Isto porque o Governo, de acordo com a própria ERSE, ainda não produziu os diplomas que permitem reduzir todas as parcelas desses custos extra.
Neste momento, o Governo só legislou sobre a Cogeração e a Garantia de Potência, faltando os diplomas relativos aos cortes nos Renováveis e nos CMEC (Contratos de Manutenção do Equilíbrio Contratual, celebrados com a EDP) sobre os quais terão sido firmados com as empresas produtoras acordos que não foram divulgados. É legítimo duvidar da eficácia desses acordos quando se assiste a uma subida, em vez da anunciada redução, dos CIEG no seu conjunto em 2013. DECO

Bolha eólica vai acabar por rebentar
António Mexia e José Sócrates deveriam ser julgados pela patifaria em que ambos comungaram: o embuste da energia eólica e das concomitantes barragens que tem provocado, pelo preço que custaram, custam e vão custar se nada fizermos (2), o corte de fornecimento de eletricidade a quase um milhão de portugueses.
Só a EDP ganhou com as taxas de reativação mais de 50 milhões de euros!
Há quantos anos é que a EDP anda a pedir empréstimos alguns meses antes da distribuição de dividendos? E porquê? Ninguém investiga estas coisas? Quem cobre quem, o quê e a que preço?
Portugal suporta os mais elevados custos de energia (em paridade do poder de compra) da Europa!

EDP com rendas garantidas de 46%, mais altas da Europa e EUA. 


“O custo da energia é 40% superior a França o que é uma penalidade muito grande, porque a indústria automóvel usa muita electricidade sobretudo na pintura. Os custos de energia para um país como o nosso têm de ser os mais baixos possíveis e é difícil, obviamente.”
“Este é um factor de não competitividade. Tudo o que puder ser feito para melhorar os preços da energia vai ajudar não só a indústria automóvel mas muitas outras indústrias. Temos uma força que é a nossa energia renovável, e podemos trabalhar para fazer com que a energia limpa baixe os custos para sermos mais competitivos”, salientou. ARTIGO COMPLETO: 

A armadilha da Goldman Sachs
José Sócrates e António Mexia (isto é, o miolo do Bloco Central) foram, consciente ou inconscientemente, testas de ferro da operação de transferência de dívida americana da Goldman Sachs —ex-proprietária de negócios eólicos especulativos, como a Horizon Wind Energy (3)— para Portugal. Esta compra e uma série de compras induzidas por este passo para a morte levou a um endividamento descomunal da EDP: 18 mil milhões de euros, o equivalente ao que custariam à época dezoito pontes Vasco da Gama. O relatório e contas de 2013 menciona uma dívida de 17 mil milhões, o que só prova quão difícil é pagá-la. O negócio especulativo com a energia solar deixou de o ser desde que na Cimeira de Copenhaga de 2009, pela voz da China, Índia e Brasil se esvaziou o embuste do mercado global de créditos de CO2 equivalente. A Goldman Sachs impingiu assim um negócio envenenado à EDP em março de 2007, que o cabotino Mexia comprou alegremente.

As compras americanas da EDP, induzidas pela Goldman Sachs, são, pois, a principal causa do endividamento excessivo da empresa, do subsequente embuste do dito Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroelétrico e, finalmente, do preço escandaloso que os portugueses pagam pela energia elétrica fornecida pelo oligopólio da energia.
Quase um milhão de portugueses é anualmente atingido por cortes de fornecimento de energia em razão do preço excessivo da mesma. Como se isto não bastasse, o estado e a partidocracia parasitária que temos subsidiam com taxas a RTP para que esta possa concorrer com as operadoras privadas.

Já todos demos pela falcatrua. Então porque é que governo e partidos políticos não fazem nada e, pelo contrário, despedem ministros e secretários de estado que tentam corrigir o crime diariamente cometido? Porque preferem substituir ministros independentes (Álvaro Santos Pereira).
Mais cedo ou mais tarde as concessões aos rendeiros da energia e seus testas de ferro pagos a peso de ouro (600 mil euros/ano para António Mexia, 490 mil para Eduardo Catroga), mas também aos rendeiros e cleptocratas da água, das autoestradas e pontes, etc. serão compreendidas como o que verdadeiramente são: assaltos a coberto de leis iníquas, cortesia do parlamento populista que temos.
A mais recente aquisição é António Vitorino, do PS. Será mais um ex politico para integrar os quadros da EDP para assim reforçar o batalhão da EDP, que de forma desigual, luta contra o interesse dos contribuintes e dos consumidores, de forma a manter os lucros elevados e os PORTUGUESES explorados. 
Quando o crime for completamente percebido não restará outra alternativa que não seja fazer regressar a exploração destes recursos à esfera pública, com regras claras e vigilância democrática transparente e apertada.

Um negócio sujo, onde a EDP sai sempre a ganhar!?
EDP corta luz a mais de 400 mil famílias por ano. Em três anos, EDP terá ganho 50 milhões com taxa de reactivação. Genial?
A Comissão Europeia está, desde setembro de 2013, a realizar uma investigação aprofundada aos contratos que a EDP assinou com o Estado em 2007 para continuar a gerir as barragens e a receber uma tarifa fixa. A investigação está agora em consulta pública e segundo Bruxelas o Estado terá recebido menos do que devia, ou seja, alegadamente, o governo Sócrates vendeu barato e a EDP terá tido um ganho que não devia.
O programa Olhos nos Olhos da TVI esclarece finalmente a tramóia das eólicas (LINK)

A fraude eólica
Os geradores eólicos quase nunca produzem a energia que anunciam. Raramente vão além de 20 % da capacidade máxima de produção anunciada.
A energia eólica não é confiável, pois só é capaz de responder se houver vento, ao contrário das fontes fósseis e das barragens se estas tiverem água nas albufeiras.
A energia eólica não é limpa. É preciso uma grande quantidade de energia suja para extrair as matérias primas, fabricar os componentes e instalar as turbinas.
Os geradores eólicos não são amigos do ambiente. São barulhentos, feios, matam morcegos e pássaros, interferem com os radares e são responsáveis por uma série de problemas de saúde humana.
Os geradores eólicos consomem eletricidade, quer estejam a trabalhar ou não. Frequentemente a energia consumida pelos geradores em repouso nem sequer é contabilizada. É fácil adivinhar quem paga este consumo invisível...
Em teoria, se 20% da geração de energia elétrica dos EUA fosse substituída pela energia eólica, a diminuição das emissões de CO2 seria da imperceptível ordem dos 0,00948 %.
Tudo somado, a energia eólica não tem qualquer impacto na redução das emissões de CO2, porque as imprescindíveis centrais de backup, alimentadas a energia fóssil, têm agora que operar em regime de pára-arranca, com grandes perdas de eficiência, para poderem compensar o funcionamento errático da energia eólica.
A energia eólica não vai, em caso algum, substituir as energias fósseis. A Alemanha estima que em 2020 até 96 % da sua capacidade de produção de energia eólica terá que ser apoiada por novas centrais a carvão.
A energia eólica não vai reduzir a dependência dos países que importam grandes quantidades de petróleo e gás natural, como é o caso dos EUA, pois se a energia eólica substituir apenas 20% da energia elétrica necessária nos EUA, as importações de petróleo cairão apenas uns ridículos 0,292 %.
Os geradores eólicos têm um EROEI (retorno energético da energia investida) vergonhosamente baixo: 0,29.
O fabrico, instalação e operação de parques de energia eólica consomem mais de 3 vezes a energia que alguma vez produzirão!
A energia eólica é um grande negócio. Os grandes ganhadores são os promotores, os proprietários de terras, os agentes e corretores, os bancos, as empresas de construção, os fabricantes de equipamentos, os governos, os beatos da ecologia e os ambientalistas, os investigadores, as universidades, os meios de comunicação. Os grandes perdedores são os contribuintes e quem paga as contas da eletricidade.

EDP, 60% da factura é um saque descarado. PS+PSD ajudam ao saque. 




O custo das barragens construídas para alimentar as eólicas, é mais um embuste da parelha Sócrates-Mexia, não é tido em conta, nem para calcular o preço real da energia eólica produzida, nem para o cálculo das emissões de CO2 equivalente, nem para conhecer o custo catastrófico da erosão da costa portuguesa junto aos estuários de rios segmentados por sucessivas barragens. Querem praias e turismo, querem salvar as vossas casas? Perguntem ao Mexia e ao Sócrates porque as querem destruir... Um video esclarecedor.


“O fabrico, instalação e operação dos parques de energia eólica consomem mais de três vezes a energia que alguma vez produzirão” — Charles S Opalek 
"Está na hora de acabar com os subsídios ao vento" Paul Driessen é consultor politico do "Committee For A Constructive Tomorrow" e autor do Eco-imperialismo: Poder verde - Morte negra.

Perguntem ao Sócrates porque foi contra as barragens quando estava fora do governo... e aceitou encher o país de barragens assim que chegou ao governo?



Penalizam empresas e a competitividade e afastam investidores. O governo não toma medidas eficazes, apesar das imposições do FMI e TROIKA? 
"Os custos da electricidade em Portugal voltam a ser apresentados pelo FMI como um dos principais constrangimentos à competitividade da economia portuguesa e à sua capacidade de captar investimento. “Os retornos garantidos aos produtores da energia, independentemente da procura, pressionam os preços em alta” e penalizam os custos de produção da indústria de bens transaccionáveis, reafirma a instituição."
"As empresas que consomem mais electricidade em Portugal acusam o presidente da EDP, António Mexia, de esconder a verdade quanto aos preços que a eléctrica cobra às maiores indústrias, alegando que esses preços as penalizam e lhes retiram competitividade.
O presidente executivo da EDP “observa apenas parte da verdade” quando afirma que o custo da electricidade “não é problema de competitividade de Portugal”, e que, “especialmente na indústria, Portugal tem preços de energia eléctrica abaixo da média europeia e tipicamente abaixo de Espanha”, acusou em declarações à Lusa José Baptista Pereira, director executivo da Associação Portuguesa dos Industriais Grandes Consumidores de Energia Eléctrica (APIGCEE).
António Mexia “faz como aquele pintor famoso que, contratado por um zarolho para o pintar, o coloca de perfil para lhe pintar apenas um olho”, ironiza Baptista Pereira.
A APIGCEE alega que as estatísticas do Eurostat, nas quais a EDP se fundamenta para demonstrar que o preço da electricidade é mais baixo em Portugal do que na média da União Europeia, são cegas ao tipo de consumos de energia destas empresas e, por conseguinte, não validam totalmente as afirmações de Mexia.

“Algumas destas empresas detêm fábricas em Portugal e Espanha, e pagam em Portugal mais cerca de 20 a 25% do que em Espanha, o que é devido, em grande parte, ao forte agravamento das tarifas de acesso a partir de 2010, em resultado da subida exponencial das designadas rendas excessivas, onde se integram os Contratos de Aquisição de Energia (CAE), os Custos de Manutenção de Equilíbrio Contratual (CMEC) e os subsídios às renováveis e que o Governo, impulsionado pela troika, se tem proposto reduzir”, sustentou Baptista Pereira.
“Para as nossas empresas, em que se incluem a Siderurgia Nacional, Cimpor, Secil, Portucel Soporcel, Solvay, CUF, Sakthi Portugal, Ar Líquido e Somincor, o peso da electricidade no preço final de produção é de, pelo menos, 10% e nalguns produtos chega a atingir 50%, pelo que o preço da energia eléctrica é factor crítico da sua competitividade”, acrescentou. É neste contexto, argumentou o mesmo responsável, que se “compreendem” as notícias recentes que apontam a possibilidade da Siderurgia Nacional poder vir a deslocalizar a sua produção para Espanha.
Por outro lado, acrescenta o director da APIGCEE, as empresas que o organismo representa “exportam mais de 75% da sua produção, o que assume uma importância primordial no equilíbrio da balança de transacções do país”.
O presidente da EDP afirmou que “Portugal tem, especialmente na indústria, preços da energia eléctrica abaixo da média europeia e tipicamente abaixo de Espanha” e “a electricidade não é um problema de competitividade de Portugal no contexto europeu”.
António Mexia respondia desta forma ao ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, que alertou para a necessidade dos países europeus encontrarem formas de reduzir os custos da energia, uma vez que estão a penalizar a competitividade do tecido empresarial europeu comparativamente com as companhias norte-americanas e asiáticas."

As rendas excessivas ou, para ser mais claro, os lucros indevidos das empresas de eletricidade são tão escandalosas que são referidos no próprio "Memorando de entendimento" assinado com a "troika" em Maio de 2011 na parte dedicada aos "Esquemas de apoio à produção de energia em regime especial" (pontos 5.7 a 5.12), prevendo-se a sua redução. No entanto, nada de significativo foi feito até à data (até se agravou como mostramos) o que aumenta as dificuldades das famílias e reduz a competitividade das empresas obrigadas a pagar preços elevadíssimos pela energia.

A EDP É UM MONSTRO
Lista dos videos que expõem os abusos da EDP em conluio com os governos
- MIRA AMARAL EXPLICA COMO ANTÓNIO MEXIA DOMINA OS GOVERNOS
- MEXIA DEMITE MINISTROS?
- QUANTO MAIS CALADOS MAIS ROUBADOS
Aqui podem ver como os governos foram somando mais e mais taxas
à factura da EDP, o governo PS fez disparar o abuso.

- PS criou as rendas excessiva da EDP
- Privatização da EDP, lesa portugueses em 117 milhões
- Como eliminar pessoas que se opõem aos lobies
- Como aumentar o poder dos lobies?
- A equipa maravilha de ex políticos da EDP
- PS aumentou 500% os subsídios que se pagam à EDP
- 16 mil milhões para as barragens?
- Da politica para a EDP.
- Sócrates justifica investimento nas barragens, com mentiras?
- EDP coloca os portugueses a pagar energia aos espanhóis?
- Quanto pagamos de saque?
- Histórias do Mexia que explicam muitas coisas
- PS ajuda a EDP
- EDP e o Moedas
- O esbanjamento
- Mais influencias...
- As amizades que já vêm de longe
- A poderosa EDP, ganha terrenos
- Não perdem uma oportunidade para ir ao bolso
- Subsídios encapotados

12 comentários :

  1. É escandaloso que os cidadãos dẽm o voto a deputados que aprovam tais barbaridades na AR. Precisam de mais informação ou pertencem a vossa religião?

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    1. O povo anda na lua... só quer novelas e futebol e eleger sempre os mesmos para não ter que pensar nisso, ou de preferência nem votar que ainda dá menos trabalho. Um povo que ainda não percebeu que a abstenção não é um protesto nem uma revolta, mas sim dar a vitória aos de sempre, sem oferecer luta.

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    2. O medo que os políticos têm, que os eleitores indignados, comecem a votar...
      Há quem apele à abstenção tentando convencer os eleitores que os políticos têm muito medo da abstenção porque se esta for elevada, pode derrubar o regime. Uma espécie de golpe de estado de "sofá"! Que cómodo...
      No entanto essa teoria cai por terra quando percebemos que são os próprios políticos que mantêm deliberadamente 1,25 milhões de eleitores fantasma, portanto, só da parte dos políticos, estão garantidos 1,25 milhões de abstencionistas...
      Tal é o medo que eles têm da abstenção, que apesar de muitas criticas, para que haja em Portugal uma actualização dos cadernos eleitorais, eles, os que dominam o poder, insistem em manter este exército de falecidos e emigrados, registados como eleitores.
      E sabem porque não temem, os corruptos, a abstenção? Porque criaram uma lei que faz da abstenção uma nulidade, não existe um numero de votos mínimos para validar a conversão de votos em mandatos. Mesmo que votem 2 mil pessoas apenas, é suficiente para legitimar mandatos.
      Por isso pensem por vós mesmos e olhem para os factos: a quem a abstenção tem garantido poder e governação nestes anos de abstenção elevada? Não se deixem enganar... não permitam que vos conduzam para a nulidade, que vos impeçam de usar o voto contra eles.
      Pensem... se é a abstenção elevada que os mantém lá, então só quando todos os revoltados e indignados forem votar contra eles, é que eles sairão de lá. Já basta de governos PS e PSD, os que são contra eles, que votem. E veremos se Portugal não começa a mudar. Mais uma vez fica claro que os que apelam à abstenção servem a perpetuação da corrupção.
      Comece a votar em partidos pequenos e com propostas mais democráticas, veja neste link os partidos que propõem democracia directa e que querem mudar a lei eleitoral.

      "Número de eleitores em Portugal não bate certo, existem cerca de 1,25 milhões eleitores-fantasma... mais uma artimanha que permite aos partidos, albergar mais boys e alargar o seu poderio, através do poder local.
      A listagem total das freguesias aponta para 9,62 milhões de portugueses registados nos cadernos eleitorais, mas as contas feitas pelo jornal «CM» revelam que há 1,25 milhões eleitores-fantasma em Portugal. O jornal «i» também fez as contas com base em números oficiais e dá conta de 800 mil eleitores-mistério. E se há divergência em relação aos números, o mesmo não se verifica em relação à justificação. Emigrantes, mortos e duplicação de registos são explicação consensual para a diferença entre a base de dados eleitoral e a população portuguesa.
      O «CM» avança que entre os cerca de 1,25 milhões de eleitores-fantasma no país estão pessoas que já faleceram e ainda não foram eliminadas nas listas das freguesias. Aos falecidos somam-se emigrantes que mantêm o local de voto em Portugal apesar de se encontrarem no estrangeiro.
      As contas do «CM», com base no Instituto Nacional de Estatística (INE), foram feitas por Jorge de Sá, director da Aximage. O responsável explica que, se aos 10,6 milhões de cidadãos residentes, dos dados do INE, se retirarem os menores de 18 anos, que não podem votar, e dois terços dos estrangeiros em Portugal, que não têm direito de voto (290 mil), chega-se a um total de 8,37 milhões de eleitores. A listagem total das freguesias aponta para 9,62 milhões. A diferença revela que há 1,25 milhões de eleitores-fantasma no país. fonte
      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2014/06/saiba-porque-os-corruptos-insistem-em.html#ixzz4YE1tbi1R

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    3. A abstenção afinal obtém um resultado contrário, ao que pretendem os abstencionistas
      Por isso, o que me chateia na vossa abstenção é a falta de colaboração num trabalho importante. Não é uma questão de direitos ou deveres cívicos em abstracto. O problema é concreto. Temos uma tarefa difícil, da qual depende o nosso futuro, e vocês ficam encostados sem fazer nada.
      Isto tem consequências graves para a democracia. Quando a maioria não quer saber das propostas dos partidos, está-se nas tintas para o desempenho dos candidatos e nem se importa se cumprem os programas ou não, o melhor que os partidos podem fazer para conquistar votos é dar espectáculo. Insultarem-se para aparecerem mais tempo na televisão ou porem o Marinho Pinto como cabeça de lista, por exemplo. Vocês dizem que se abstêm porque a política é uma palhaçada mas a política é uma palhaçada porque vocês não votam.
      A culpa é vossa porque não é preciso muita gente votar em palhaços para os palhaços ganharem. Basta que a maioria não vote. Também é por vossa culpa que os extremistas estão a ganhar terreno, e pela mesma razão. É fácil pôr os fanáticos a votar. Basta abanar o pano da cor certa e, se mais ninguém vota, eles ficam na maioria. Mas se vocês colaborassem e se dessem ao trabalho de avaliar as propostas dos partidos, se os responsabilizassem pelas promessas que fazem e votassem de acordo com o que acham ser a melhor solução, deixava de haver palhaços, interesseiros e imbecis na política.

      Quando opta por não votar pode estar a atingir o resultado contrário daquilo em que acredita.
      Esclareça-se e compreenda porque é importante votar em consciência contra os partidos corruptos.
      Faça uma escolha, opte por votar com quem mais se identifica, e quem menos o lesou, o poder é seu! Use-o para ajudar todos nós.


      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/10/percebam-que-abstencao-afinal-obtem-um.html#ixzz4VIExhUcU

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  2. Cara Zita, que belo texto!
    Um post pertinente e importante.
    O que interessa que estamos envididados até ao pescoço, estamos no top das energias renováveis! Rio-me tanto com este argumento...
    Infelizmente a partidarite aguda não permite ver o óbvio, os indefectíveis do Socrates que o digam.
    E isto não é só por ser PS, o PSD também tem um Carlos Pimenta que segue esta maldita cartilha.

    Ando farto de ver "notícias" com loas às energias renováveis como se fosse a salvação da dependência do petróleo.
    o Expresso, através do jornalista Vitor Andrade, de vez enquanto solta uma notícia encapotada, anunciando que a determinado dia em que houve muito vento Portugal conseguiu (adora esta! foi Portugal, não a EDP) produzir 100% das necessidades do país. Esquecendo-se que nos restantes dias temos que ir buscar a energia a algum lado...
    Chegou ao cúmulo de publicar um notícia destas num dia de tempestade em que houve mortos, congratulado-se com o facto de haver vento para aproveitamento para energia sem ter em conta os prejuízos materiais e humanos.

    A EDP renováveis só sobrevive porque tem subsidiozinhos pagos por todos nós, no dia em que acabarem aquilo estoura.

    Continue com o bom trabalho!
    Divulgue estas vergonhas para nunca serem esquecidas.

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    1. Na Costa Rica que vive desde o principio do ano com energia de renovaveis a electrecidade desceu 15%. Aqui onde os corruptos desenharam o seu "esquema" pagamos mais pela electrecidade renovavel. Votem neles outra vez que a seita agradece.

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    2. O problema não é apenas os que votam neles, que esses até nem são muitos. O Pior são os que não votam ou votam branco e nulo e PERMITEM QUE OS CORRUPTOS GANHEM HÁ 40 ANOS COM POUCOS VOTOS POR FALTA DE UM POVO QUE LHES FAÇA FRENTE E SE OPONHA À SUA ELEIÇÃO.

      PS E PSD há 40 anos ganham o poder porque só os seus fãs votam, militantes, amigos, família, boys, e os ricos é que votam... o povo indignado não vota e depois queixa-se que os ricos estão sempre a ser favorecidos e os pobres a serem lixados, ora que outra coisa seria de esperar? Se os ricos escolhem quem os defende e os pobres não escolhem ninguém quem acham que políticos representam? Quem os elege, claro, por isso vivemos num país que é um paraíso para os boys, para os corruptos, para os ricos e para familia e amigos de politicos e um inferno para todo o resto do povo

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    3. O facto de não se votar ou votar branco ou nulo, tem a ver com a falta de alternativas. O bloco PS-PSD-CDS/PP está minado de corruptos e criminosos, os restantes só apregoam demagogia para as massas que os apoiam, soluções viáveis não tem.
      Os portugueses precisam que alguém tenha a coragem de romper com esta corja e iniciar uma "revolta" politica que corra com estes criminosos. Tem de ir buscar os melhores tanto à direita como à esquerda que coloquem a nação à frente da ambição. Mas, até ver é apenas utopia.

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    4. Essas pessoas existem , existem partidos novos honestos e integros sem cadastro, sem vicios, e sem tachos, basta pensar um pouco e deixar de dar ouvidos ao que os corruptos inventam sobre eles. Os corruptos tudo fazem e pagam à imprensa para denegrir os novos partidos que lutam contra a corrupção

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    5. O voto branco e nulo, tem poder?
      As mentiras são muitas, são estratégias sujas para manter as vitimas longe do tribunal onde os seus carrascos estão a ser julgados, e poderiam ser condenados: as urnas.
      "É de respeitar a posição de quem prefere não optar, mas o voto branco não funciona para quem quer tomar posição na luta social e política.
      Uma impressionante cadeia de emails anónimos tem divulgado uma mentira.
      Um apelo ao voto branco "contra estes políticos" garantia que, "se a maioria da votação for de votos em branco, são obrigados a anular as eleições e fazer novas, mas com outras pessoas diferentes nas listas".

      Tanto circulou a mentira, que a Comissão Nacional de Eleições teve de lançar um esclarecimento sobre a lei: "Os votos em branco e os votos nulos não têm influência no apuramento dos resultados - será sempre eleito, à primeira ou segunda volta, o candidato que tiver mais de metade dos votos expressos, qualquer que seja o número de votos brancos ou nulos." A abstenção nem é digna de referencia pois todos sabem que a esta tem diversas causas, e portanto não pode ser uniformizada. Não se pode apurar que o abstencionista quer isto ou aquilo, porque na realidade o abstencionista apenas não quis ou não pode votar, porquê? Apenas se pode especular.

      Os votos brancos e nulos já atingiram percentagens importantes. Somados, em eleições presidenciais anteriores, chegaram a 2% a 3%, ultrapassando mesmo alguns candidatos. Cabe perguntar: quem o recorda? Quem se incomodou? Quem vibrou e quem tremeu? Os votos brancos e nulos são uma má opção de protesto, desde logo porque podem não ser protesto nenhum. São apenas uma expressão vazia, onde cabe o apelo autoritário, a hesitação radical (que não se decide a tempo), a desilusão do momento. É de respeitar quem prefere não optar, mas o voto branco não funciona para quem quer tomar posição na luta social e política. Jorge Costa, Jornalista

      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/11/o-poder-do-voto-voto-em-branco-e-nulo.html#ixzz4YE29VO6z

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  3. cercar a assembleia e pendura-los em praça publica, e o povo esta prestes a explodir !

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  4. From Dec 2011, added text identified by date:

    Global Economy - the THREE BASIC FACTS
    1. All major global companies but two: totally controlled by the Illuminati or more precisely by the Grand Master.
    All major corporations, from computers to chemicals, from cars to real estate, are owned by one and the same secret society.
    Whenever a new company emerges as a global player, thanks to technological innovation, it will not take long to be overtaken by the illuminati.
    Only exceptions, the two resisters: Google and Samsung, "coincidentally" the duo that does stand for innovation.

    2. Stock market: totally rigged.
    It was prevously used to mock and strip human cattle from financial assets.
    As this role became too obvious: participation of outsiders was reduced to gambling addicts.
    The role of "stock markets" is now reduced to make headlines in "reaction" type of psy-ops.
    Examples from 2016: plunge after Brexit; skyrocket after polls have Clinton leading.

    3. National Accounts are either totally rigged (such as BRICS states) or meaningless already per definition (such as all EU states).
    Illuminati not only totally control all governments (read governors) but also ALL "leaders" of the political parties participating in "elections".
    In other words: illuminati transfer national assets to their central safes at will.

    2016 Update: Samsung now also controlled
    Illuminati's revenge on Samsung for what was one of the only real global markets, smartphones, came with literal bombs: the mockery staged as "exploding Galaxies".
    Illuminati now also control all christian churches, the Vatican since 1958, starting with "pope" John XXIII.
    As for the pedophile bomb: it was planted by the fake popes, the full detonation is one of the missions assigned to "pope Francis No Number".
    Talk of this actor and the smartphones market before it was reduced to the same status as all other "markets:
    Jul 2015 - "Pope signs up for World Youth Day using iPad":
    This episode illustrates one "church" marketing one of the few illuminati companies that still faced concurrence: Apple v Samsung

    ALL
    http://good-economics.blogspot.com/2011/12/global-economy-basic-facts-about.html

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