17 abril, 2013

BPN/SLN o buraco negro do dinheiro dos portugueses. O ninho dos corruptos

BPN lugar para todos políticos corruptos
...os corruptos 
(Este artigo está foi actualizado neste link.)Sente-se no ar a desconfiança, o medo e a retracção... de um povo que percebe que a corrupção minou toda a nação. Camuflado de SLN, ou de BPN, comandado sempre pelos mesmos, o polvo da corrupção alastra os seus tentáculos por todo Portugal.
Um parasita voraz, insaciável alimentado há anos.  
Em baixo consulte, uma lista de 70+ (sempre a subir) crimes, cometidos em nome dessa divindade intocável, BPN .
Fingindo que gere, arruína. 
Fingindo que investe, perde. 
Fingindo que paga, endivida-se
Fingindo que empresta, dá.
Fingindo que poupa, esbanja
Fingindo que governa, governa-se
BPN / SLN eram uma teia que continua a destruir tudo que envolva dinheiro do estado. 
BPN/SLN foi a forma mais disfarçada e simultaneamente mais descarada, que os políticos encontraram, de colocar o dinheiro do ESTADO, ao serviço do enriquecimento ilícito, da nossa elite de políticos e companhia. 
Sem medo, sem vergonha... seguros da impunidade que grassa entre eles, pois os cabecilhas do Gang são amigos do Presidente da República??!
Navegue por este oceano de crimes cobardes contra um povo inocente que já não tem a capacidade de se defender... Ou porque desconhece que o saqueiam, ou porque mesmo conhecendo os crimes não encontra justiça que lhe valha. 

"A bomba atómica dos impostos dos portuguesesA SLN e o BPN geriam várias empresas, cerca de 200. As que davam lucro ofereciam os lucros à SLN e aos accionistas as que davam prejuízo desfalcavam e deixavam buracos nas contas do BPN, pois iam-se financiar ao BPN, sem garantias, muitas vezes. 
Quando a situação  ficou insustentável, para o BPN e já o buraco era demasiado visisvel, este foi nacionalizado, ofereceram-no aos cidadãos, e a SLN seguiu a sua vida. Agora mudou de nome, chama-se Galilei, tem negócios de castanhas em trás os montes, negócios na praia dos salgados, etc etc.
O BPN foi comprado, pelo Mira Amaral/ BIC mas todas as dividas e desfalques que ele possuía, muitos dos quais ainda se vão descobrir, ficaram para os portugueses irem pagando à medida que aparecem. Criaram a PARVALOREM, é o banco que assume as dividas do BPN e oferece ao zé povinho. 
O BPN possui um buraco de cerca de 2 mil milhões só de terrenos que falsamente  foram dados como garantia de milhares e não valiam mais de 100. Por esquemas que eles faziam em que iam à câmara valorizar o terreno, alterando o PDM.
Também usavam a artimanha de financiar o mesmo bem em duplicado, tudo servia para retirar dinheiro do banco. 
Cavaco Silva é economista, ele sabia que o BPN servia para lavar dinheiro. "Estas afirmações estão disponíveis neste video de Paulo Morais.
1O advogado e ex-deputado do PSD Duarte Lima foi detido, é suspeito de envolvimento em fraudes ao banco BPN de quase 50 milhões de euros.
Lima usou dois testas-de-ferro para adquirir 35 parcelas de terreno na zona para onde chegou a ser anunciada a construção das novas instalações do Instituto Português de Oncologia (IPO), em Oeiras.
Os negócios com os terrenos terão sido feitos em 2007 pelo filho do ex-deputado, Pedro Lima, e pelo empresário e também ex-deputado do PSD Vítor Raposo, sócios maioritários do fundo imobiliário Homeland, que realizou o negócio. Fraude fiscal, falsificação de documentos, burla e tráfico de influências serão crimes em que incorre. Homeland terá conseguido um empréstimo no BPN de 43,4 milhões de euros.
Vítor Raposo está a ser ouvido no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), em Lisboa pelo juiz Carlos Alexandre, depois de ter sido entregue, sob detenção, pela Polícia Judiciária. fonte  
Hoje, sabe-se que os milhões que Lima pediu emprestados ao BPN e não pagou, foram pagos ao BIC, pelo estado, ou seja por todos nós.
No início deste ano, a Parvalorem, empresa pública criada para acolher os activos tóxicos (maus negócios) do BPN, comprou ao BIC. novo dono desse banco, os créditos concedidos (nunca pagos) pelo BPN ao Fundo Homeland. fonte
 - A Cimentos Nacionais e Estrangeiros, a chamada cimenteira da SLN é declarada insolvente em setembro de 2010, vai ver o seu futuro decidido em assembleia de credores com dois planos a votação. No sentido de recuperar o funcionamento daquela companhia, que tem um total de dívidas de 153 milhões de euros. O plano de insolvência da CGD prevê o pagamento dos créditos sobre a insolvência "até ao valor máximo de 42 milhões(...)
(Lusa) - Sindicalistas e trabalhadores da CNE, participaram hoje numa ação de protesto, contra a alegada "má gestão" e a insolvência da empresa, que poderá pôr em causa 72 postos de trabalho. A CNE é uma empresa do antigo grupo SLN (Sociedade Lusa de Negócios),fonte
- O Banco Insularuma instituição do BPN em Cabo Verde, que o banco encobriu ás autoridades de supervisão bancária durante quase seis anos.
Grupo BPN, transferiu para o Brasil, entre Abril de 2003 e Setembro de 2008, mais de 439 milhões de
euros. Só o Banco Insular, (propriedade da SLN) um dos alvos das investigações do Banco de Portugal e do Ministério Público, enviou verba superior a 232 milhões de euros – montante que representa 64% do seu próprio buraco financeiro, de 360 milhões de euros, e 33% do prejuízo oficial, 700 milhões de euros.
Os dados do Banco Central do Brasil, que o C.Manhã consultou, não deixam margem para dúvidas: em apenas cinco anos o Banco Insular em Cabo Verde, o BPN PortugalMadeira (SLN)BPN Cayman, off-shore nas ilhas Caimão, Banco Africano de Investimento (BAI), em Angola, Banco Efisa, Seac Banche,em Itália, e Erei – Excellence Real Estate Investments, na Holanda, transferiram para várias empresas do SLN 439 449 342 milhões de euros, ao câmbio actual. Ao todo, esta transferência de capital concretizou-se em 207  operações. Rota do dinheiro
9,7 mil milhões de euros foi a verba desviada, segundo a acusação do Ministério Público, do balanço contabilístico do Banco Insular, detido pelo BPN.
4 - A casa de férias que Cavaco Silva tem na Aldeia da Coelha, em Albufeira, foi adquirida através de uma permuta com uma empresa de construção civil que tinha uma participação de Fernando Fantasia, um dos principais nomes associados à SLN, antiga proprietária do BPN.
Na Aldeia da Coelha, Cavaco Silva tem por vizinhos Oliveira Costa e Fernando Fantasia, homens-fortes da SLN. O lote 8 comprado por Oliveira Costa. Segundo a investigação judicial ao BPN, o banqueiro terá pago a casa com verbas do próprio banco (via Banco Insular de Cabo Verde da SLN, um "veículo financeiro" por onde circulavam operações fictícias )
Fantasia, recorde-se, era o acionista das empresas Opi 92 e Pluripart, ambas em sociedade com a SLN, que adquiriram os terrenos da herdade de Rio Frio, Alcochete.
Uma aquisição muito bem calculada,  concluída poucos dias antes do anúncio da localização, nas imediações, do futuro aeroporto de Lisboa (6MIL HECTARES)
Para áreas semelhantes, há desde casas compradas por 100 mil euros (Teófilo Carapeto Dias e Cardoso Alves, em 1992) até à casa de Eduardo Catroga (que não faz parte do loteamento inicial, mas confina com a de Cavaco) por 750 mil euros.
Meses antes, Oliveira Costa comprara a sua por menos de metade: 362 500 euros.
A discrepância é ainda mais evidente na avaliação patrimonial que as Finanças fazem das propriedades. A de Catroga vale 52.322 euros. A de Oliveira Costa vale 158.690. A de Cavaco Silva está avaliada em 199.469 euros. A de Fernando Fantasia (que não tem piscina) em 307 440 euros.
5 - Cavaco comprou acções da SLN a um preço mais baixo que os accionistas. A polémica tem estado centrada no valor de venda; mas é sobre o valor de compra que ainda subsistem dúvidas. Qualquer economista saberia que dar 140% de lucro numa empresa que tem este tipo de actuação é impossível que seja legitimo. Mesmo que hoje considere que foi beneficiado com 350 000 euros de lucro (ele e a filha) não deveria branquear tal actuação. Não existe justiça neste País. Era preciso lançar um desafio ao Cavaco Silva para que voluntariamente devolvesse esses lucros ao BPN uma vez que tem origem numa fraude que prejudicou todos os portugueses.
Cavaco Silva "nunca podia ter dito que não teve ligações ao BPN. Se teve acções da SLN, teve ligações ao BPN. Se é economista, ele sabe isso", afirmou Manuel Alegre à Lusa. O candidato considerou ainda “ao criticar a actual administração do BPN, Cavaco Silva está a procurar desviar as atenções do essencial, que é a gestão danosa da anterior administração".
Quando os seus amigos rebentavam com o BPN Cavaco esteve calado. Quando Dias Loureiro mentiu ao Parlamento defendeu-o. Agora fala. Para atacar quem recebeu o presente envenenado.
6 - MAIS UM ESCÂNDALO ENVOLVENDO SLN/ DIAS LOUREIRO/ OLIVEIRA COSTA. ACEDA NESTE LINK. O Estado está a pagar por uma rede de comunicações do Ministério da Administração Interna um total de 485,5 milhões de euros, cinco vezes mais do que poderia ter gasto se tivesse optado por outro modelo técnico e financeiro. Contudo valores mais altos se levantaram e ganhou o compadrio da SLN e companheiros.
7 - Ex-administrador do BPN revela pagamentos ilegais. Meira Fernandes, um dos antigos administradores da equipa de Miguel Cadilhe, no BPN, diz que o banco efectuou pagamentos ilegais de vários milhões de euros a antigos administradores, colaboradores e outras entidades. ASSISTA NESTE VIDEO À ANARQUIA E LADROAGEM QUE PAUTA OS NOSSOS ILUSTRES SENHORES.
8 - SLN comprou 6 mil hectares à volta do novo aeroportoFantasia, recorde-se, era o acionista das empresas Opi 92 e Pluripart, ambas em sociedade com a SLN, que adquiriram os terrenos da herdade de Rio Frio, Alcochete. E foi também através destas empresas que se venderam as moradias no Algarve a Cavaco Silva, Dias Loureiro, etc.
O gestor foi chamado a uma Comissão de Inquérito Parlamentar sobre a acusação de que teria tido acesso a informação privilegiada sobre a nova localização do aeroporto (antes previsto para a Ota)
A última propriedade a ser adquirida pelas empresas da SLN, e que o SOL noticiou há um ano, foi registada a 7 de Dezembro de 2007, dias antes de o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) ter informado o Governo de que Alcochete era a melhor opção para a construção do novo aeroporto.
Uma sociedade com sede na Holanda, a Trasset Investment BV, adquiriu as acções da empresa dona dessa propriedade (a Gestoprata), sendo essa sociedade participada por empresas ligadas à SLN. 
- Os contratos de Luís Figo e de Catarina Furtado serviram para lavar milhões de euros no Grupo BPN.
Uma empresa offshore que apresenta 48 milhões de euros a título de crédito malparado ligados aos contratos que a SLN estabeleceu com a Fundação Luís Figo e com Catarina Furtado, entre outras estrelas, é uma das surpresas mais recentes no já volumoso dossier judicial sobre este banco. Acredita-se que as estrelas desconheciam este esquema.
O CM sabe que esta operação e estes valores, sem correspondência com as somas realmente pagas às estrelas que colaboraram em campanhas publicitárias do banco, estão a ser investigados pelo Ministério Público, por haver indícios de branqueamento de dinheiro. Trata-se de uma sociedade offshore detida pelo BPN-SGPS (holding da SLN que controlava o BPN e que não foi nacionalizada), que pagava os contratos publicitários. O beneficiário final era o banco. O objectivo deste esquema era retirar custos ao banco, pois cabia a uma entidade externa ficar com a despesa, embora fosse o BPN que de facto pagava. Um processo utilizado em muitos outros casos dentro do universo BPN.
O envolvimento da Fundação Luís Figo com o universo do grupo BPN foi grande e passou, para lá dos contratos publicitários, pela presença de Oliveira e Costa nos corpos dirigentes desta instituição com fins de beneficência. A presidência do conselho fiscal da Fundação foi um dos cargos que ocupou. Por seu lado, o próprio Luís Figo chegou a ser accionista da SLN.
10 - Compra de empresas a Abdul Rahman El-Assir traficante de armas, amigo libanês de Dias Loureiro, e que veio a ser um negócio ruinoso para a SLN.
Segundo afirmou Oliveira e Costa, Dias Loureiro e El Assir pressionaram a SLN a investir milhões de euros em duas empresas de El Assir, a NewTech-NewTechnologies e a Biometrics, para que este os ajudasse num outro negócio em Marrocos.
Muito dinheiro foi investido no negócio, a maior parte dele canalizado através de offshores. No entanto, ainda hoje ninguém sabe a quem e por quanto é que as empresas foram afinal vendidas. Certo é que os valores não batem certo e há alguns milhões em falta...
Afirmou que o negócio parecia seguro pois a Biometrics dispunha de um volume de negócios anual na ordem dos oito milhões de euros. O plano de negócios para o primeiro ano após o investimento da SLN previa um aumento daquele volume para 100 milhões de euros. Tamanha disparidade não surpreendeu Dias Loureiro?
No mesmo dia, a empresa Biometrics foi vendida três vezes. Da primeira vez, foi vendida por 30 milhões de dólares. Depois, a própria empresa foi integrada num fundo, que detinha mais património. Na última operação, realizada no mesmo dia, o fundo e a empresa foram vendidos por apenas 20 milhões de dólares. Para onde foram os 10 milhões de dólares em falta? Com esta aquisição, o BPN Cayman não só assumiu os prejuízos do negócio, como ainda pagou mais 7,2 milhões de euros pela Biometrics do que pagara a SLN pouco mais de um ano antes.
Dias Loureiro NEGOU ter tido algum papel importante nos negócios de Porto Rico. Negou mesmo ter assinado documentos neste negócio, mas quando apareceram provas do contrário, desculpou-e com "Lapsos de Memória".
Quando questionado pelo deputado João Semedo se conhecia sequer o "Excellence Assets Fund", fundo através do qual foram compradas estas empresas, declarou nunca ter ouvido falar nesse nome.
Oliveira Costa desmentiu isto categoricamente, reafirmando o papel activo de Dias Loureiro, conjuntamente com El Assir. Existem mesmo documentos entregues à Comissão, que revelam a assinatura e o papel de Dias Loureiro em muitos aspectos do negócio.
Se o negócio da compra está envolto em polémica, o da venda ainda não ficou totalmente esclarecido.
Refere Dias Loureiro que, como o negócio entretanto arriscava fracassar, Oliveira e Costa se quis desvincular a qualquer preço.
Documentos que chegaram à Comissão dizem que a empresa foi vendida por António Coutinho Rebelo, administrador do fundo Excellence Assets Fund, contou que este fundo (que comprou a Biometrics à SLN em 2001 por 35 milhões de dólares) a vendeu a 19 de Março de 2003 por cerca de 35 milhões de euros.
No entanto, o deputado João Semedo exibiu documentos que indicam que as contas da SLN registam a venda da Biometrics por apenas "um dólar".!!!!!!???
Os contratos de venda das empresas estão assinados por Dias Loureiro, em representação de muitas entidades da SLN. No entanto, o administrador do Fundo, Coutinho Rebelo, nega alguma vez ter conferido poderes a Dias Loureiro para assinar esses contratos. Coutinho Rebelo ficou até espantado com o facto de Dias Loureiro os ter assinado. A dúvida subsiste: Dias Loureiro assinou por incumbência de alguém ou de mote próprio? Certo é que assinou por empresas em relação às quais não tinha quaisquer poderes de representação. Videos do inquérito, para os mais minuciosos, que gostam de perceber nas mãos de quem anda Portugal, em baixo no ponto 39.
11 - A existência de uma lista, divulgada com os  beneficiários de avultados créditos sem garantias, no valor de 97 milhões de euros, concedidos pelo BPN, através de sociedades offshores, confirma a tese que a investigação policial e o inquérito parlamentar em curso têm vindo a construir. Um dos nomes da lista é o de José Albano de Oliveira, empresário e parceiro de negócios da SLN. No seu caso, são-lhe atribuídos créditos no valor de 5,6 milhões de euros, através da offshore Abnerka Trading and Services. Outro dos beneficiários é o arquitecto Capinha Lopes, autor do Freeport e de vários projectos da SLN (8,3 milhões de euros), e também accionista, com 5% da Sociedade de Desenvolvimento e Exploração da Marina da Barra, detida em 50% pelo BPN. O amigo libanês de Dias Loureiro, Abdul Rahman El Assir, interveniente na operação de Porto Rico, que resultou num prejuízo de 38 milhões de euros para a SLN, também está na lista. Quando foi ouvido na comissão parlamentar de inquérito, Francisco Sanches, ex-administrador do BPN, confirmou que as três offshores associadas a El Assir, através das quais este contraiu um crédito sem garantias de 8,2 milhões de euros, pertenciam ao próprio BPN. O que permite deduzir que o libanês funcionava, mais do que como um "testa-de-ferro", como um parceiro de negócios do grupo SLN
12 - Dezenas e dezenas de empresas foram criadas dentro e fora da  SLN, durante os anos em que Oliveira e Costa se manteve à frente do grupo, tinha uma única finalidade: fazer circular o dinheiro. Decorridos quase cinco meses após a nacionalização do BPN, sabe-se que as nebulosas sociedades offshores, sediadas em distantes paraísos fiscais, não foram o único instrumento usado para aquele fim. Ao seu lado, estavam muitas empresas transparentes, obedecendo a todos os requisitos legais e situadas em território nacional. À sua frente, a dar o nome, podem estar clientes, accionistas, parceiros de negócios ou "testas-de-ferro " da SLN, a quem Oliveira e Costa pagava o "favor" com a entrega de prémios, comissões e, por vezes, avultados créditos bancários, sem que fosse exigido qualquer tipo de garantias. Em certos casos, esses créditos acabavam por ser assumidos por offshores, cujo último beneficiário era a própria SLN.
E ali "morriam", tornando-se apenas necessário varrer o prejuízo para debaixo do tapete tarefa que o Banco Insular de Cabo Verde (o banco que a SLN "escondia" do Banco de Portugal) desempenhava muito bem. O resto da história já é mais ou menos conhecida, e terminou com o colapso do BPN, sua posterior nacionalização e descoberta de um prejuízo de 1,8 mil milhões de euros, que, muito provavelmente, os contribuintes vão ser chamados a suportar, pelo menos em parte. Serão, assim, os únicos a queixar-se do caso BPN. Todos os outros administradores, altos quadros, accionistas, parceiros de negócios, clientes, "testas-de-ferro", parecem ter lucrado bastante, durante os anos em que Oliveira e Costa mandou no grupo. O dinheiro circulou, foi aplicado em bons e em maus negócios, multiplicou-se e muitas operações "suspeitas" acabaram por gerar lucros, que a SLN dividiu, generosamente, com os seus homens de confiança entre prémios, ordenados, comissões e empréstimos bancários. E algumas das sociedades criadas para fazer circular esse dinheiro nem sequer activos tinham no seu balanço.
13 - A S.I. Fábrica do Gelo foi uma das empresas investigadas pelo economista Periquito Costa, contratado por Cadilhe para dar corpo à Operação César, destinada a detectar as offshores escondidas da SLN. No Parlamento, Periquito Costa disse ter encontrado "entre 94 e 96 offshores" do grupo, e que em apenas "seis ou oito" o beneficiário último não era a própria SLN. A maioria servia para esconder prejuízos, resultantes de operações cambiais, créditos incobráveis ou de cobrança duvidosa. Noutros casos, eram usadas para canalizar investimentos da SLN para destinos incertos.
Novas sociedades criadas em cascata faziam circular o dinheiro, dentro e fora da SLN. Nos negócios imobiliários, o rasto revela novas figuras, como José Albano Oliveira.
14 - O grupo SLN movimentou 9,7 mil milhões de eurosentre 2003 e 2008, através do balcão virtual do Banco Insular, revelou hoje uma testemunha durante o julgamento do caso BPN, entidade que controlava o banco cabo-verdiano.
Segundo o inspector tributário Paulo Jorge Silva, que participou na investigação, este montante passou pelas contas detidas pela Solrac Finance (offshore do grupo SLN) no Banco Insular (BI) de Cabo Verde e exclui a duplicação de movimentos cujo total ascendeu a 20 mil milhões de euros registados nas contas do balcão virtual (também denominado balcão 2 do BI). Na altura estava José Oliveira Costa na liderança, foram apreendidos documentos que permitem concluir que existiam «5.200 registos de forma viciada para (a conta da Solrac) chegar ao final de cada mês sempre no valor zero».
Todo o financiamento que passou pelo balcão virtual do Banco Insular de Cabo Verde era oriundo de contas de clientes do BPN Cayman, referiu a testemunha, alegando que estas eram mexidas sem o conhecimento dos seus titulares, num total de 4.157 contas
José Oliveira Costa está ser julgado por burla qualificada, branqueamento de capitais, fraude fiscal qualificada e aquisição ilícita de acções. Outras 14 pessoas ligadas ao universo SLN, como Luís Caprichoso, Ricardo Oliveira e José Vaz Mascarenhas, e a empresa Labicer estão também acusadas por crimes económicos graves.
Desde que o BPN foi nacionalizado, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) já injectou cerca de 5 mil milhões de euros no banco fundado por Oliveira Costa.
15 - Gerente de balcão BPN Lisboa, desviou 1,5 milhões e fugiu,  no fim de 2008, de nome, José Pereira; "José Mário Pereira era gerente da agência do BPN das Amoreiras e prometia juros de 30% a quem investisse nas suas aplicações financeiras. Como era impossível pagar aqueles juros de forma legal, o Dr. Pereira sacava dinheiro de outras contas, daquelas contas de gente rica que nunca são mexidas. O esquema durou 10 anos, deu um rombo de 10 milhões ao banco e 1 milhão de lucro ao Dr. Pereira. O jornal (JN) diz que grande parte desta soma "terá sido gasta na prostituição e em casas de alterne". Não, o Dr. Pereira não entrou no empreendedorismo da alcova. Não, o Dr. Pereira não quis ser empresário do sexo. O sujeito em apreço limitou-se a gastar um milhão em serviços sexuais. Um milhão em servicinhos: se não é record do Guiness, deve andar lá perto. Entretanto, o Dr. Pereira andou fugido durante dois anos e lá acabou por ser preso pela PJ no ano passado. Já foi julgado? Não. Aquando da revisão das medidas de coação, o Dr. Pereira foi libertado. Pelo que percebo, o Dr. Pereira está livre. E nós continuamos a pagar o BPN e, já agora, os magistrados que já deviam ter julgado o Dr. Pereira." fonte 
Nos desfalques seguiu-se Artur Alho, em Gondomar, que desviou 2,5 milhões e que está em Espanha; e agora José Ribeiro, em Fafe. É o terceiro caso, em poucos meses, no BPN.

16 - Oliveira e Costa construiu ‘bunker’ na Vidigueira
Os investigadores do caso BPN depararam-se com uma insólita descoberta: um bunker na herdade da Vidigueira,- O Paço dos Infantes. Com parte já edificada e outra em projecto. Câmaras de vídeo gravavam todos os movimentos. E os empregados teriam chips nas fardas como nos filmes de James Bond 
Pensava-se ser um dos maiores investimentos turísticos do grupo BPN no Baixo Alentejo.
Com cerca de 100 metros quadrados e preparado para integrar um ultramoderno sistema de segurança e vigilância, este bunker, que o SOL descobriu, não chegou a ser terminado.
As autoridades só se aperceberam da sua existência quando, durante as recentes buscas realizadas na herdade, descobriram a entrada para este ‘abrigo’.  (Por Felícia Cabrita)
17 - "O homem mais rico de Portugal e a Isabel Dos Santos, também foram ao “pote” do BPN, buscar 1,6 mil milhões de euros, que ainda não pagaram.
O BE diz que tomou conhecimento do crédito recentemente através da comunicação social, pelo jornal i, onde foi revelado que «o crédito, na ordem dos 1,6 mil milhões de euros, teria sido concedido pelo BPN à Amorim Energia em 2006», mantendo-se assim a dívida de 1,6 mil milhões de euros» durante o período em que o banco esteve na posse do Estado. A Amorim Energia é uma 'holding' detida «não apenas por Américo Amorim» e que tem como accionistas a Santoro Holding Financial, de Isabel dos Santos, e a Sonagol. «Como é conhecido, a Santoro Holding Financial, além de accionista da Amorim Energia, é também accionista maioritária do Banco Internacional de Crédito (BIC), a quem o Estado irá vender o BPN», notam os bloquistas. «Desta forma, a venda do BPN, com os seus créditos, ao BIC, poderá implicar que o crédito de 1,6 mil milhões de euros seja pago pela Amorim Energia a um banco que tem como principal accionista a própria devedora», escreve o deputado João Semedo, para quem o caso, a confirmar-se, «acrescenta mais um episódio inaceitável de falta de transparência associado a todo o processo de reprivatização do BPN».
18 -  A Plêiade, empresa comprada pela SLN e ligada aos casos BPN, é alvo de um pedido de insolvência. Inserida no grupo que sucedeu à gestão de Oliveira e Costa, é acusada de gestão ruinosa e tem um passivo de 48 milhões de euros. 
O processo que visa a declaração de falência daquela firma que deu a ganhar oito milhões de euros a Dias Loureiro (ex-administrador do BPN, investigado por este negócio) foi apresentado no Tribunal de Comércio de Lisboa por um casal, accionista da cimenteira "CNE", que alega ter sido prejudicado pelos novos donos da Plêiade e reclama 25 milhões de euros. Hoje, a CNE está insolvente.

19 -  Duarte Lima obteve do BPN, em 2008, pouco antes da nacionalização do banco, um empréstimo de 6,6 milhões de euros, «contraído sem a apresentação de qualquer garantia». O affaire Duarte Lima é um caso de polícia. Mas o affaire BPN, sendo também um caso de polícia, é sobretudo um assunto de Estado. BPN serviu para financiar muitos políticos e amigos em apuros, aos poucos vão-se descobrindo personagens beneficiados com "empréstimos" chorudos, provavelmente empréstimos sem retorno... Emprestar 6 milhões sem garantias, é um procedimento pouco usual dos bancos... normais.
(Estando Duarte Lima  presentemente a ser, investigado os valores vão crescendo diariamente, neste momento já se fala em mais de 9 milhões de empréstimos, até mais ver...)
20 - EDP paga ‘luvas’ a amigo de Dias Loureiro, El Assir, empresário libanês. Oliveira e Costa, durante a investigação ao BPN, disse ao DCIAP que a participação na Redal foi colocada na SLN Madeira de forma a, ficticiamente, gerar ganhos fiscais por ocasião da sua venda.
A EDP terá pago uma comissão (luvas) de quase 2,9 milhões de euros a El Assir,  amigo de Dias Loureiro, que a SLN contratou para facilitar os contactos na venda da Redal, firma marroquina de água e electricidade, à francesa Vivendi, em 2002.
depoimento de Oliveira e Costa ao DCIAP, foi categórico: 'Nesse negócio, o Grupo BPN/SLN simulou ter actuado como intermediário por conta dos restantes detentores do capital social da Redal, no caso a EDP e uma empresa espanhola do grupo Dragados, cobrando valores que representaram, afinal, a realização de pagamentos de comissões (LUVAS) a um indivíduo designado El Assir'.
Ao todo, através da EDP e da Urbaser, o amigo de Dias Loureiro recebeu em comissões (luvas) 5,76 milhões de euros.
A Redal foi adquirida pela SLN por via da compra da Pleiade a José Roquette, em 2000. O negócio da Redal originou um inquérito autónomo do DCIAP.
Dias Loureiro reafirmou ao CM, que o pagamento das comissões (LUVAS) a El Assir, foi da responsabilidade de OLIVEIRA E COSTA, ex--presidente do Grupo BPN/SLN. Oliveira e Costa é acusado da prática de sete crimes económicos.
21 - BPN deu 80 milhões sem garantias. As autoridades detectaram empréstimos do BPN - num total de 80 milhões - com falsas garantias bancárias. Luís Duque surge no processo porque, enquanto vereador e vice-presidente da autarquia de Sintra, atestou o valor de alguns dos bens dados como garantia dos empréstimos.  Luís Duque, advogado, actual vereador da Câmara de Sintra e ex-presidente da SAD do Sporting, foi ontem constituído arguido pela PJ e notificado para ser ouvido no Tribunal Central de Instrução Criminal, por suspeita de burla qualificada, corrupção e fraude na obtenção de empréstimo.

Também outros três advogados, um empresário dos ramos imobiliário e automóvel e mais cinco pessoas foram alvo da visita das autoridades. O empresário é Carlos Marques, sócio do genro de Oliveira e Costa, e um dos advogados é Filipe Baião Nascimento, representante do ex-patrão do BPN.
A PJ acredita que Oliveira e Costa tinha conhecimento do esquema, podendo ter beneficiado com estes empréstimos, feitos com o objectivo de dissipar o património do banco. O lesado foi o BPN que nunca conseguiu cobrar, quando os beneficiários deixaram de pagar.
As buscas ocorreram em vários pontos do País e foram apreendidos muitos milhares de euros em carros de luxo e até um iate ancorado em Vilamoura. Na zona de Sintra foram apreendidos um Porsche e também viaturas de outras marcas, como Mercedes e um Lamborghini. A recuperação de bens é central nesta investigação que está centrada no desfalque de 80 milhões ao BPN. Alguns dos bens em causa são terrenos sobrevalorizados, na zona de Lisboa mas também noutros pontos do País.
22 - Crédito do BPN a accionistas da SLN chega aos 300 milhões. Arlindo de Carvalho militante do PSD aparece ligado ao BPN fundado por Oliveira Costa por ter recebido,  perto de 20 milhões de euros em operações de crédito.
Confrontado com o facto de ter recebido um empréstimo pessoal neste valor, o ex-mandatário de Pedro Santana Lopes no último congresso do PSD negou. Mas admitiu que as empresas de que é accionista "possam ter financiamentos contraídos junto do BPN, como, aliás, fazem junto de outros bancos com os quais trabalham". Arlindo de Carvalho diz desconhecer o montante do crédito junto do BPN, mas garante que tudo correu dentro da legalidade.
A auditoria preliminar extraordinária da Deloitte concluiu, entre outras matérias, que as perdas não reconhecidas associadas ao banco (imparidades) atingiam, a 14 de Outubro deste ano (quando o relatório foi entregue), 330 milhões de euros, dos quais 120 milhões dizem respeito a empresas do universo da holding.
23 - Estado paga 3,5 milhões de euros a padres enganados pelo BPN. Uma instituição religiosa de Fátima entregou, ao longo de um ano, 3,5 milhões de euros a um gestor do BPN. Esse valor foi desviado e perdido na Bolsa e é agora o Estado que vai devolver o dinheiro na totalidade, avança o Jornal de Notícias.O colectivo de juízes do Supremo Tribunal de Justiça condenaram o Estado a pagar. Os padres foram entregando cheques e dinheiro vivo ao gestor Leonel Gordo, de 46 anos, para investimentos de alto risco.
24 -  BRITISH HOSPITAL / SLN / BPN /  MENDES RIBEIRO
José Mendes Ribeiro foi presidente do Grupo Português de Saúde entre 2004 e 2007.
Adquiriu, para o Grupo Português de Saúde, o British Hospital, financiado pelo BPN.
Mendes Ribeiro ao ser presidente do GPS, pertencia à SLN que era dona do BPN!  Nesta promiscuidade facilita-se o financiamento de um negócio que se revelou ruinoso.
O British Hospital entra em ruína, recuou de uma média anual de 12 mil consultas para cerca de 1800.
Mendes Ribeiro foi acusado de ter feito aquisições ruinosas para o grupo, entre elas o IMI (Imagens Médicas Integradas), e o British Hospital. E a preços muito superiores aos de mercado: "Duas ou três vezes o seu valor real"!! Abandona o grupo GPS deixando um passivo de 100 milhões de euros.
O British Hospital de Campo de Ourique, em Lisboa, fechou portas com dívidas a médicos e fornecedores. Donos do Hospital - Grupo Português de Saúde, pertencente à SLN - (50%)
- Mendes Ribeiro é nomeado por Miguel Macedo, no actual governo, apesar do quadro recambolesco, intrincado e enredado de negócios estranhos e ruinosos em que esteve envolvido, nomeiam este ex-gestor do BPN, Mendes Ribeiro, para estudar cortes no SNS. Provavelmente aproveitará para tapar os buracos que causou ao "privado" e favorecer o privado em detrimento do público.
Isto permite antever um final muito infeliz, onde os interesses de uma nação se irão vergar novamente a interesses económicos privados.
25 - Provedor de Justiça diz-se "ignorado" por causa do BPN. O Provedor de Justiça está cansado de ser ignorado pelos Governos, que não ouvem os avisos que tem feito sobre o BPN.
Alfredo José de Sousa enviou hoje uma carta à Presidente da Assembleia da República na qual pede ajuda ao Parlamento para que ouçam o que ele diz. Foram apelos sucessivos aos últimos titulares da pasta das Finanças, jornalista Paula Véran. RTP  
Já Vitor Constancio deixou bem claro o quanto as autoridades máximas se preocupam com os crimes contra o estado.
26 - “Não há fim para este buraco do BPN”. O BIC vai comprar o BPN por 40 milhões de euros, um valor que será pago se ao fim de cinco anos der um lucro de 60 milhões!! 
Ao que parece o Orçamento do Estado tem mais dinheiro para oferecer ao BPN, que venderá por 40 milhões com a condição de colocar lá 600 milhões de euros para aumentar o capital do Banco, que será realizado até 15 de Fevereiro. Este valor é superior aos 500 milhões de euros admitidos pelo Governo no final do ano passado.
O Governo está sempre a mudar a versão sobre o dinheiro do BPN. "A cada nova notícia, maior é o buraco, maiores são as despesas para os contribuintes, porque em outubro passado eram 350 milhões de euros, em dezembro Passos Coelho dizia que eram 500 milhões de euros e agora, apenas um mês depois, passou a 600 milhões de euros. Não há, portanto, rigor nesta gestão de todo o dossier do BPN e nós percebemos que esta venda que foi efetuada é uma venda de favor”.
27 - O caso BPN vai assombrar a nossa vida e economia até quando? Esta deve ser uma questão que atormenta muitos portugueses. Mais 47 milhões de euros em indemnizações aos trabalhadores do BPN, efectivos.
O cordão umbilical, do BPN, vai permanecer ligado ao dinheiro dos portugueses.
Parece que a CGD ainda vai financiar o BPN ...até quando e até quanto? É a questão que se coloca. A Caixa vai continuar a financiar o BPN? Tudo indica que sim, mas é uma das questões menos claras. A secretária de Estado do Tesouro referiu que o BPN ia manter uma emissão de papel comercial financiada pela Caixa de 400 milhões de euros, mas que teria de reembolsar em activos outros mil milhões de euros de financiamento. A CGD deve ainda continuar a garantir linhas de liquidez ao BPN, mas em condições de mercado, assegurou Maria Luísa Albuquerque."  fonte 
28 -  Pedro Passos Coelho presidiu 2 empresas de Horácio Luís de Carvalho possui 20% da Tejo Ambeinte, que detém duas empresas de resíduos. Está a ser julgado por ter depositado 59 mil euros numa conta offshore de António Morais, o célebre professor de José Sócrates na Universidade Independente. 
Segundo a acusação, António Morais terá favorecido Horácio de Carvalho através da sua consultora que prestava assessoria no concurso para o aterro da Cova da Beira na segunda metade dos anos 90. Os construtores de Santa Maria da Feira, António e Manuel Cavaco, são parceiros da Fomentinvest na SDEL (uma empresa de mini-hídricas) e foram sócios na Ecoambinete (segunda maior empresa do Pais na recolha de lixo) até Dezembro de 2009.
Antigos accionistas da SLN grupo que controlava o BPN – foram acusados pelo Ministério Público por participarem num esquema para iludir o Banco de Portugal através da compra fictícia da SLN Imobiliária, através de uma empresa offshore, com dinheiro do próprio BPN.
Passos Coelho não quis prestar declarações. Mas Ângelo Correia, presidente do grupo Fomentinvest, diz nada ter a ver com as empresas.
29 - Empresa que comprou acções a Cavaco Silva era um instrumento de poder do antigo presidente do BPN.
A empresa SLN/Valor, que comprou as 105 378 acções de Cavaco Silva, era utilizada pelo antigo presidente do BPN José Oliveira Costa para controlar todo o grupo da Sociedade Lusa de Negócios, assim como para manter próximo de si um núcleo forte de accionistas que lhe permitisse manter o poder. Era através daquela empresa que Oliveira Costa controlava todo o grupo SLN. fonte
30 - Tribunal protege Oliveira e Costa . Juíza indefere arresto de bens ao banqueiro e à sua mulher. 
O antigo presidente do banco que gerou prejuízos superiores a dois mil milhões de euros aos contribuintes.
Em causa está o arresto de bens de montante superior a 214 mil euros, relativos a PPR e investimentos financeiros em sociedades detidas pelo BPN, que foram descobertos desde o final de 2010. fonte
31 - O e-mail de Abdool Vakil para Oliveira Costa. O Saque BPN/SLN  foi orquestrado com a garantia de que no final, depois de todos "servidos e bem aviados", se ia "oferecer o BURACO aos portugueses"... e para isso ser consensual, convinha que os partidos tivessem a sua dose de culpa e de benefícios, para consentirem e colaborarem. 
"Abdool Vakil, então presidente do Banco Efisa, sugeriu a Oliveira Costa, a pedido deste e segundo critério definidos pelo ex-presidente da SLN, um conjunto de nomes do universo do PS para integrarem os órgãos sociais do Efisa, a instituição financeira que funciona como braço de investimento do BPN. 
"Meu caro, (O e-mail de Abdool Vakil para Oliveira Costa.)
No tocante a este assunto, para além do nome que sugeriu que foi o do Doutor Oliveira Martins que julgo não ser o mais provável porque não é para Presidente, lembrei-me de alguns outros nomes que lhe submeto para uma apreciação prévia e para estabelecermos uma hierarquização para que eu possa então seguir a lista por essa ordem.
Vera Jardim - advogado com nome na Praça, Deputado pelo PS e ex-Ministro da Justiça; muito próximo do actual PR (e também amigo do Neto Valente dado que este foi há anos colega do escritório Jardim, Sampaio e Caldas);
João Cravinho - nome bem conhecido, Deputado do PS e ex-Super Ministro do Equip Social, etc, conheço-o bem, já fez o favor de dar alguma colaboração ao Banco Efisa a título gracioso porque quando saiu do governo achou que não devia logo trabalhar para o banco que era prestador de serviços ao Ministério que comandou. Entretanto, como isso já foi há algum tempo, pode ser que já possa aceitar. (Disse-me na altura que tinha aceite um lugar no Conselho Consultivo do Banco do Rendeiro).
Prof. Augusto Mateus - PS muito bem inserido na máquina do Partido ; ex-Ministro da Economia; meu antigo aluno e com quem tenho excelente relação.
Dr. Fernando Castro- que foi Ch de Gabinete e ao que se diz o Mentor do então Ministro Pina Moura, muito bem inserido dentro dos meios políticos onde se move com muita discrição mas com grande eficácia. Dou-me bem com ele; veio há dias almoçar comigo ao banco; está de momento ligado à General des Eaux em Portugal.
Alberto Costa - Deputado pelo PS, advogado e muito ligado ao António Vitorino com quem também me dou bem. Foi Ministro da Administração Interna e é também uma pessoa discreta.
Também o Mário Cristina de Sousa poderia ser um bom nome mas está neste momento ligado à CGD e daí que, mesmo sendo um bom amigo, não possa. Mas fica aqui como uma mera sugestão mas que não me parece viável."
característica corruptiva fica bem evidenciada na forma como se escolhem as pessoas para os cargos... Neste caso a ideia era envolver, no saque BPN, pessoas do PS que influenciassem. 
Características de peso;
- ter ocupado um cargo politico
- proximidade com políticos no activo
- provas dadas de gostar de fazer "favores"
- "bem inseridos na maquina do partido"
- "bem inseridos meio politico e discretos"
- boas "relações pessoais"
Em momento nenhum os intervenientes usam as palavras comuns, quando se trata de escolher profissionais para cargos... apodrecetuga.
32 - O Banco Caixa Geral, a instituição financeira do Grupo Caixa Geral de Depósitos em Espanha, no último relatório e contas, referente a 2011, o passivo que estava fora do balanço por se considerar "irrecuperável" era da ordem dos 4,6 mil milhões de euros (tudo crédito concedido a clientes do banco), mais do dobro das perdas registadas no BPN. Trata-se de um motivo de preocupação para o presidente da CGD, Faria de Oliveira, que conhece bem as dificuldades do negócio bancário do lado de lá da fronteira. CM ( actualizado 18/4/12)
33 - Ex-diretor do BPN rouba criança. Braço-direito de Óscar Silva morreu e tinha deixado cheque de 45 mil euros para a filha, de nove anos. Economista recusou entregar verba, que passou por "offshore" O economista que liderou o BPN-Créditus foi condenado a pagar 58 mil euros à filha do seu antigo braço-direito. Em tribunal foi dado como provado que desviou dinheiro destinado à criança, então com nove anos.
Responsável por um desfalque de cinco milhões de euros na concessão irregular de crédito naquela instituição financeira, Óscar Silva soma a esta condenação das Varas Cíveis do Porto uma outra, relativa a 231 mil euros de honorários não pagos aos seus antigos advogados da sociedade "Nuno Cerejeira Namora, Pedro Marinho Falcão & Associados".JN ( actualizado 7/5/12)
34 - Victor Constâncio e Teixeira dos Santos enganaram os portugueses. "O ex-ministro das Finanças Teixeira dos Santos e o ex-Governador do BdP Vítor Constâncio «enganaram» os portugueses quando justificaram a nacionalização do BPN com o risco sistémico, considerou o ex-presidente do banco, Miguel Cadilhe.   Para Miguel Cadilhe, estes dois responsáveis não podiam ter invocado o argumento de que o BPN poderia provocar o colapso do sistema financeiro português quando o banco tinha uma quota de mercado de apenas dois por cento.  «Quando coisas tão graves não têm consequências, há qualquer coisa que não está bem na República em Portugal», concluiu". fonte  ( actualizado 15/5/12)
35 -  Miguel Relvas, Antes da nacionalização, o então deputado intermediou para o Banco Efisa, do grupo BPN, um negócio da ordem de 500 milhões de dólares, que envolveu o município do Rio de Janeiro. Abdool Vakil, ex-presidente do Efisa, confirmou ao PÚBLICO que Relvas, na altura membro da bancada parlamentar do PSD, o ajudou "a abrir portas no Brasil", mas o actual ministro explica que a sua colaboração ocorreu sempre "no quadro" da Kapakonsult, onde era administrador, e que teve um único cliente: o banco de negócios do BPN - Efisa. fonte 
( actualizado 06/06/12)
36 - PARVALOREM empresa criada para o estado assumir os buracos do BPN. Como é do conhecimento de todos, uma das causas dos maiores buracos do BPN, foram os empréstimos (ofertas) de milhões de euros a amigos, primos, políticos e assassinos.
Mesmo quando a lei obriga a que apenas se concedam empréstimos com garantias, no caso do BPN, não era preciso garantias, pois a ideia era mesmo essa... ninguém tinha que devolver nada... o povo, depois iria assumir os buracos. Quem precisasse de muitos milhões, era só pedir ao BPN. Só o Duarte Lima pediu cerca de 50 milhões. O BIC comprou o BPN, mas rejeitou as dividas dele. E assim o povo vai assumindo ou pagando as dividas que vão aparecendo... sabe-se lá quais e até quando.
"O Estado assumiu a dívida bancária do grupo de Aprígio Santos, presidente da Naval 1º de Maio, ao BPN. Com a venda do BPN ao Banco BIC, o crédito de cerca de 130 milhões de euros do grupo de Aprígio Santos foi transferido para a Parvalorem, sociedade pública, criada para absorver/ pagar com o dinheiro público os buracos do BPN.  fonte actualizado 08/06/12)
37 - O  BPN, passou a ser responsável por créditos de 203,69 milhões de euros do Banco Insular. Deste valor, 40 milhões são dívidas de Oliveira e Costa e outros ex-dirigentes do banco, de acordo com um contrato. Segundo a Lusa, o Banco Insular (BI) passou para o BPN os créditos atribuídos pela instituição de Cabo Verde, uma das culpadas pela queda do banco português.  fonte actualizado 08/06/12)
38 - Inquérito ao BPN- Vítor Constâncio e Teixeira dos Santos foram alvo de duras críticas na comissão de . Meira Fernandes, administrador do Banco Português de Negócios na altura da nacionalização, acusou o ex-governador do Banco de Portugal de negligência e de erros de comportamento que agravaram a situação do banco. Meira Fernandes acusou ainda o ex-ministro das Finanças de dar explicações sem fundamento para justificar a decisão de nacionalizar o banco. Fonte actualizado 22/06/12) 
O video com as afirmações de Meira Fernandes.



39 - Libanês que apoiou Dias Loureiro em negócios do BPN foi detido na Suíça. Mais uma vez a justiça estrangeira detém criminosos com pegadas criminosas em Portugal, mas que só no estrangeiro são apanhados, os cúmplices portugueses permanecem intocáveis e inocentes, contra toda a lógica!!!O que é crime no estrangeiro não é crime em Portugal, a justiça em Portugal não existe?
Foi o caso dos submarinos, o caso dos Pandur,  ou mesmo o caso BPN, que na Islândia resultou em condenações de políticos e bancários. 
Porém a nossa justiça permanece inerte mas de pé. Sempre dura com os fracos e mole com os grandes criminosos.  El-Assir referenciado internacionalmente como "traficante de armas" foi beneficiado com empréstimos de mais de 50 milhões de euros concedidos pelo BPN. 
"Dias Loureiro fez pressões para que os negócios de Porto Rico se concretizassem", caso contrário "El-Assir deixaria de fazer lobying em Marrocos para que a Redal fosse vendida à Vivendi [francesa]".
Apesar de existir um relatório desaconselhando o negócio, este relatório foi desprezado, como se  refere neste video.
Mais cómico foi que Dias Loureiro ao ser questionado sobre a sua ingenuidade que lhe permitiu chegar ao ponto de financiar um traficante de armas e negociar com ele, Dias Loureiro responde que nunca tinha percebido que El-Assir era uma pessoa envolvida no tráfico de armas e sem garantias ou indigno de confiança, antes pelo contrário, sentiu-se seguro porque El-Assir convivia com o rei de Espanha e com o presidente Bill Clinton.(como afirma neste video)


"Com efeito, a Biometrics, sem qualquer actividade, viria a "mudar de mãos" três vezes no mesmo dia. A SLN pagou pela empresa 30 milhões de euros, depois vendeu-a por um dólar a um fundo do BPN, o Excellence Assets Fund, transacção validada por escrito por Dias Loureiro . De seguida, a Biometrics e o fundo foram adquiridos por uma imobiliária espanhola de El-Assir, a La Granjilla (que é devedora do BPN). O esquema não passou despercebido ao Ministério Público, que tem feito diligências ao mais alto nível para apurar o rasto dos 30 milhões que "desapareceram" do circuito.
Em declarações ao PÚBLICO o deputado do BE, João Semedo, um dos intervenientes na primeira comissão de inquérito ao BPN, não tem dúvidas: "A minha convicção é que 26 milhões de euros de empréstimos concedidos pelo BPN ao sr. El-Assir foram luvas pagas pelo BPN/Plêiade pelos préstimos prestados em Marrocos na venda da Redal à Vivendi." Para João Semedo, El-Assir "moveu influências, desbloqueou a venda e arranjou comprador. Em contrapartida recebeu, pelo menos, estes 28 milhões disfarçados de empréstimo." Terminou: "Recordo que foi o dr. Dias Loureiro que introduziu El-Assir no grupo SLN/BPN."
As duas sociedades do libanês beneficiaram ainda de múltiplos empréstimos concedidos pelo grupo. Um deles, de 14 milhões de euros, sem garantias reais, foi contraído no BPN Cayman e a verba, no final, foi desembocar no Excellence Assets Fund. Já o BPN financiou três imobiliárias espanholas, La Granjilla e Miraflores e Gran Soto, com 38 milhões de euros (verba que ascendeu, com juros, a 48 milhões). Nenhum dos créditos foi pago. fonte
40-Antes da nacionalização, o então deputado Miguel Relvas intermediou para o Banco Efisa, do grupo BPN, um negócio da ordem de 500 milhões de dólares, que envolveu o município do Rio de Janeiro. Abdool Vakil, ex-presidente do Efisa, confirmou ao PÚBLICO que Relvas, na altura membro da bancada parlamentar do PSD, o ajudou "a abrir portas no Brasil", mas o actual ministro explica que a sua colaboração ocorreu sempre "no quadro" da Kapakonsult, onde era administrador, e que teve um único cliente: o banco de negócios do BPN - Efisa. Relvas é também maçon. Fonte 


41- Rejeitaram proposta de compra do BPN, por 121 milhões  Venderam por 40 Milhões....
Jaime Pereira dos Santos esteve a ser ouvido na Comissão de Inquérito ao BPN. (18/07/12)
O porta-voz do Núcleo Estratégico de Investidores (NEI), grupo que se propôs a adquirir o BPN ao Estado, afirmou hoje no Parlamento que a entidade chegou a oferecer 100 milhões de euros a pronto pagamento para comprar o banco.
"Primeiro apresentámos uma proposta formal de 106 milhões de euros e depois melhorámos, numa segunda proposta, para 121 milhões de euros. Na única reunião que tivemos com a senhora secretária de Estado do Tesouro e das Finanças [Maria Luís Albuquerque],(...)
Depois de já ter escolhido o BIC para encetar as negociações finais da compra do BPN, Maria Luís Albuquerque explicou no Parlamento que a proposta do NEI não era credível, algo que deixou Pereira dos Santos perplexo.
Pereira dos Santos queixou-se de uma atitude de diferente comportamento entre o NEI e os outros concorrentes à compra do BPN (BIC e Montepio)."Mira Amaral tinha uma atitude imperial. Entrava e saía das Finanças quando queria", lançou, dizendo que recebeu ameaças para deixar o NEI. Fonte
42 - Negócio de 150 milhões envolve nomes do PSD (SLN) O estudo encomendado pelo Ministério da Administração Interna sobre a estratégia de combate aos incêndios florestais conclui pela necessidade de compra de seis aviões Canadair. Negócio no valor total de 150 milhões de euros e que será concretizado através da Omni - Aviação e Tecnologia, representante exclusiva das aeronaves em Portugal. A Omni faz parte do universo do Banco Português de Negócios (BPN), ao qual o ministro da Administração InternaDaniel Sanches, esteve ligado como administrador de várias empresas antes de entrar para o Governo de Santana Lopes. E o BPN, por sua vez, está integrado na holding Sociedade Lusa de Negócios (SLN), à qual está ligado o deputado e dirigente do PSD Manuel Dias Loureiro.
O estudo não refere ter sido feito qualquer contacto com outra empresa tendo em vista a possível aquisição. A Omni foi mesmo a única contactada no estudo. Fonte

Queria aqui recordar alguns factos que não deixam duvidas sobre o "negócio" dos incêndios:
Em 2003 e 2004, bateram-se records de incêndios e os meios aéreos para o combate eram fornecidos pela SNL de Dias Loureiro, figura de proa do PSD. Quando o PS foi empossado em abril de 2005, já encontrou um contrato assinado com a mesma entidade com um aumento de custos de 93%. Foi anulado sem que viesse a lume os personagens que o negociaram. fonte
Paulo Morais alertou já... Andamos a pagar incêndios e não a apagar.

43 - BPN vendido com 60% de desconto - Lisboa, 31 out - O Bloco de Esquerda considerou hoje que a existência de duas avaliações que atribuem ao BPN um valor médio de 110 milhões de euros prova que a sua venda ao BIC "foi de favor".
João Semedo falava em conferência de imprensa sobre o processo de reprivatização do BPN, que acabou por ser vendido aos angolanos do BIC por 40 milhões de euros.
"Ou seja, o Governo vendeu o BPN ao BIC com um desconto de 60 %. Fonte  
Tal como o pavilhão atlântico, outro saldo para La família.
44 -  11 figuras ligadas à SLN entre os financiadores da campanha de Cavaco Silva a Belém em 2006. O processo BPN é claramente uma das balas mais perigosas para o atual Presidente da República. Além dos negócios com o banco (ainda que altamente lucrativos, todos legais) e de ex-ministros seus estarem envolvidos. Fonte 
45 - Detectada fraude no valor de 80 milhões de euros. No Verão do ano passado, os investigadores conseguiram recuperar o conteúdo de um portátil de um antigo administrador do grupo SLN que tinha sido escondido num armazém. O backup acabou por conduzir os investigadores a novos processos. A informação terá conduzido às buscas realizadas à Caixa de Crédito Agrícola Mútuo por suspeitas de uma fraude no valor de 80 milhões de euros. fonte
46 - «Estado paga casas de luxo do BPN» - O buraco originado por operações ruinosas do banco ameaça o défice público, o que será suportado pelos impostos.
O Grupo BPN financiou a compra de casas de luxo na Quinta do Lago, no Algarve, e em São Paulo, no Brasil. As moradias foram adquiridas com créditos de quase 5,4 milhões do banco Insular, que era detido pelo BPN e duas offshores.
Como estas firmas não pagaram aqueles empréstimos, o Estado, no âmbito da venda do BPN, ficou com as dívidas, créditos tóxicos, e terá agora que os recuperarCom juros, a dívida total ronda os 5,7 milhões de euros. fonte
47 - Genro de Cavaco Silva também recorreu aos créditos BPN. Renegociou dívida com o BPN. Dois meses depois da nacionalização do banco, Luís Montez foi chamado ao BPN para pagar 260 mil euros de uma conta caucionada e de uma livrança, escreve a "Sábado". DN
48 - Porque é que o estado injectou 5,7 mil milhões de euros para salvar o BPN evocando um risco sistémico quando este banco representava apenas 2% de quota de mercado?
Porque, para além da corrupção e das altas personalidades envolvidas, o que muita gente não sabe, porque não foi divulgado,  é que muito dinheiro da Segurança Social estava lá depositado, e essa verdade não convêm a ninguém. Jogaram na bolsa o dinheiro das reformas. Fonte e complemento
49 - Ninguém paga dívidas ao BPN! Arlindo de Carvalho ex-ministro de Cavaco Silva, não reconhece que deve 60 milhões de euros. Duarte Lima entrou em incumprimento total em março.
El-Assir, amigo de Dias Loureiro, um outro ex-ministro do atual Presidente da República. Duarte Lima, ex-líder parlamentar do PSD. Todos com dívidas pesadas ao banco.
Segundo o que Expresso apurou, nenhum daqueles grandes clientes da instituição tem pago qualquer prestação sobre os créditos que estão pendurados agora na Parvalorem, um veículo criado pelo Estado para recuperar o que for possível. O Estado assumiu, também, através da empresa pública Parvalorem, a dívida de quase 10 milhões de euros de duas empresas de Vítor Baía ao BPN. fonte, fonte 
"Estado assume dívida de mil milhões de euros do BPN à CGD." fonte
"Estado assume dívida de 130 milhões do grupo de Aprígio Santos. fonte



50 - Ao minuto 30, deste video, Paulo Morais, relata que recentemente, assistiu na TV a uma cerimónia onde viu avançar um ex administrador da SLN (BPN), e ironiza "pensei que lhe iam dar umas algemas e fiquei admirado quando vi que era mesmo uma medalha."
51 - Ex-ministro reclama 53,6 milhões ao BPN, Arlindo Carvalho pede indemnização milionária. Após ter saído do Governo, tornou-se num bem-sucedido gestor numa empresa de nome Pousa Flores. Com o apoio do - adivinhem - BPN comprou património e fez negócios, os quais, aliás, passavam pela recompra do BPN de alguns ativos. Acontece que o BPN, devido às solicitudes por que passou (chamemos assim à vigarice) não comprou os tais ativos. E eis que o ex-ministro, representando a empresa que fez os negócios vem pedir 53,6 milhões. Fonte
52 - Se Duarte Lima deve cerca de 53 milhões ao BPN/portugueses, porque razão o estado português lhe permite vender património? Duarte Lima vendeu a casa no Algarve por 6,5 milhões, em Maio 2012, ganhou fortuna com a venda. fonte
53 - Miguel Cadilhe ganhava 55 mil euros por dia no BPN - notícia SIC  Em seis meses na presidência do BPN recebeu 10 milhões de euros em salários.
54 -  PS aprova proposta de nacionalização do BPN, oposição votou contra  Também Cavaco Silva, promulgou o diploma que nacionaliza o Banco Português de Negócios, argumentando que teve em conta a "protecção dos depositantes e a estabilidade do sistema financeiro". "Entendi face às informações que me foram dadas, em particular a protecção dos depositantes e a estabilidade do sistema financeiro"  fonte
54 -  PS aprova proposta de nacionalização do BPN, oposição votou contra  Também Cavaco Silva, promulgou o diploma que nacionaliza o Banco Português de Negócios, argumentando que teve em conta a "protecção dos depositantes e a estabilidade do sistema financeiro". "Entendi face às informações que me foram dadas, em particular a protecção dos depositantes e a estabilidade do sistema financeiro"  fonte
Dos vários créditos malparados do BPN que envolvem figuras públicas, há depois casos ainda mais difíceis, por causa dos seus contornos complexos, e em que a recuperação do dinheiro pelo veículo do Estado é virtualmente impossível.
55 - Presidente do Benfica em dividas ao BPN? "Um dos dossiês à espera de resolução diz respeito a um empréstimo que envolve uma empresa do presidente do Benfica — a Inland. Uma sociedade espanhola, a Administradora Transibérica, pediu um crédito ao BPN para comprar ações da SLN (ex-dona do banco) detidas pela Inland. Já após a nacionalização do BPN, os advogados do banco entregaram uma queixa-crime ao DCIAP em que levantam suspeitas sobre aquela transação e sobre a relação entre as duas empresas, já que eram ambas representadas por Almerindo Duarte, sócio de Luís Filipe 1 Vieira. De acordo com essa queixa-crime, a Inland recebeu €12,6 milhões, a Transibérica não pagou uma única prestação ao BPN, deixando de ter atividade, e as ações desapareceram. Fonte próxima da Inland defende que o negócio foi claro, que as ações foram vendidas ao valor de mercado e que o sócio de Luís Filipe Vieira só foi procurador da sociedade espanhola nesse contrato." fonte
56 - Amigo de Oliveira Costa ganhou 113 milhões à custa do BPN. Ricardo Oliveira, o advogado que se tornou accionista daSLN e é apontado como o testa-de-ferro de Oliveira Costa nos negócios imobiliários, terá ganho cerca de 113 milhões de euros à custa do BPN. O advogado terá recebido 8,6 milhões com o negócio da venda de alguns terrenos (Almancil e Palácio das Águias), além de 1,6 milhões de mais-valia na venda de um imóvel situado na Quinta do Lago, em 2006, pelo dobro do valor em que foi avaliado. Terá ainda ganho 33 milhões como contrapartida pelos 15 milhões de quotas que entregou ao grupo na sua saída, em 2005, e obtido uma mais-valia de 15,3 milhões com a entrega dos activos que tinha adquirido com financiamento daquele banco (comprou-os por 40,2 milhões e vendeu-os ao grupo por 55,5 milhões). Para chegar aos 113 milhões de euros arrecadados por via do banco de Oliveira Costa, é preciso ainda juntar 37,4 milhões de euros em dívidas ao BPN que nunca terão sido pagos, 30 milhões que terá arrecadado de um montante de 79,3 milhões recebido do grupo para saldar outras dívidas, e 20 milhões de euros de dívidas de empresas que detinha e que terão sido “perdoadas”. Ou seja mais um que pede emprestado e não paga e que compra ao banco ou ao grupo, acções com empréstimos do próprio banco... fonte
57 - Escapando ao Banco de Portugal Segundo o DCIAP, José Oliveira Costa e os administradores do BPN Francisco Sanches e Luís Caprichoso terão acordado um plano para que o grupo BPN/SLN pudesse fazer investimentos e adquirir património de forma dissimulada (escapando assim ao controlo do Banco de Portugal). Para isso, terão criado vários empresas offshore e recrutado pessoas da sua confiança para serem testas-de-ferro naqueles negócios. O BPN e o Banco Insular financiavam os investimentos, muitas vezes na totalidade, sem pedirem as garantias que defendessem as instituições de crédito. fonte
58 - A mais recente acusação do MP no caso BPN desmonta uma teia de cerca de 50 empresas, a maioria offshores, através das quais foram feitos negócios em série, sempre financiados pelo BPN e sem prestação de garantias.
O banco teve um prejuízo de mais de 100 milhões de euros, sendo descrita no despacho uma teia complexa de centenas de transacções, entre 2000 e 2005. Pelo meio, houve quem ganhasse muito dinheiro.
São acusados Oliveira Costa, Luís Caprichoso, Francisco Sanches, José Monteverde, Coelho Marinho – todos antigos gestores do grupo BPN/SLN –, os empresários Ricardo Oliveira, Arlindo de Carvalho e José Neto, e a empresa destes dois, a Amplimóveis. Feitas as contas, segundo o MP, Ricardo Oliveira, que foi testa-de-ferro nos negócios, terá ficado com 45 milhões de euros. Já Arlindo de Carvalho e José Neto, que lhe sucederam no esquema, beneficiaram de empréstimos, «que não pagaram», no total de 63 milhões de euros.
Foi isso que aconteceu com uma dezena de imóveis. Entre estes, um terreno da Guia (em Cascais, que no total custou ao banco 19 milhões de euros, valendo menos de 4), o Palácio das Águias (em Lisboa, 11 milhões), três terrenos em Almancil (3,2 milhões, para um hotel que não foi autorizado), a Herdade da Miséria (Lagos, que não deveria ter ido além de seis milhões, mas que teve uma avaliação forjada de 60 milhões para suportar operações de crédito e liquidar os empréstimos a Ricardo Oliveira), a Herdade da Barroca d’Alva (Alcochete, três milhões) e vários lotes de terreno na Quinta do Lago (Loulé, com largas dezenas de milhões de euros gastos).  fonte
59 - A lata destes senhores, a ver se pega...  SLN, antiga dona do BPN, pretende receber do Estado, como indemnização decorrente da nacionalização do banco, 403,8 milhões de euros, como revelou recentemente o actual presidente da empresa, Fernando Lima, na apresentação das contas da "holding", que teve prejuízos em trono do 170 milhões em 2008. fonte  (Provavelmente pegou... quem somos nós, para saber quanto dinheiro nos roubam?)
60 - Portugueses foram obrigados a ficar com as dividas do BPN e com os depedimentos...  BIC apenas é obrigado a ficar com 750 trabalhadores do BPN, sobrando outros 830, cujas indemnizações terão de ser pagas pelo Estado português. Deverá pagar cerca de 23,5 milhões de euros pela totalidade das compensações. Isto é, uma média de 31 mil euros por indemnização. fonte
61 - 9,7 milhões, mais um empréstimo sem garantias, o povo é o garante e paga.  «Estado assume dívida de empresário do futebol» - «O Estado assumiu, uma dívida ao BPN do empresário de futebol António Araújo, que foi apanhado ao telefone com Pinto da Costa nas escutas do caso Apito Dourado.
A dívida de António Araújo, que resulta de um crédito do BPN ascendia a 9,7 milhões de euros no final de 2011.» fonte
62 - Ex donos do BPN a prosperar, enquanto os portugueses pagam as suas dividas, maçon ao leme - SLN, ex-dona do BPN, agora chamada Galilei, desdobra-se em negócios nacionais e internacionais, como se fosse apenas virtual a dívida que o Estado atribui ao grupo, superior a 1,3 mil milhões de euros
Oliveira e Costa é o 2.º maior detentor de capital da "rebatizada" holding - legalmente, SLN e Galilei são a mesma pessoa jurídica, mantendo-se, na substância, o corpo acionista anterior à eclosão do escândalo do BPN -, embora ao leme do grupo se encontre agora Fernando Lima, cuja notoriedade subiu em flecha a partir de junho de 2011, quando foi eleito grão-mestre maçónico, do Grande Oriente Lusitano.
Da saúde (é dona do British Hospital, em Lisboa, e das clínicas IMI) ao turismo (por exemplo, um mega resort a construir na Lagoa dos Salgados, dos condomínios de luxo (como o que, com projeto de Souto Moura, pretende fazer nascer, já este ano, em Alcântara, na capital) à exploração de petróleo em Angola, onde também vai arrancar, em parceria com o "gigante" alemão Heidelberg, com uma grande cimenteira, a dinâmica da Galilei mostra-se imparável. E, por todos os motivos, surpreendente, no mínimo. fonte
63 - Ex-ministro da Saúde Arlindo Carvalho e o seu sócio José Neto, acusados de terem ficado indevidamente com mais de 80 milhões de euros do BPN não estavam indiciados por abuso de confiança, no início de Fevereiro, mas somente por burla qualificada e fraude fiscal qualificada. Contudo, quando os dois apresentaram documentos a provar que não fugiram ao fisco no que diz respeito a alguns juros depositados nas suas contas, acabaram por se incriminar também por abuso de confiança. Escreve o jornal i que os investigadores entenderam, pela primeira vez, que a conduta dos dois arguidos tinha lesado uma das empresas de que eram sócios e não apenas o BPN. fonte
64 -Estado contrata empresas de grandes devedores do BPN. Para além de não os punir, os governos continuam a apoiar e a beneficiar a malta do BPN/SLN.
Contas feitas por baixo, a Galilei - grupo que sucedeu à SLN, ex-dona do BPN - já cobrou ao Serviço Nacional de Saúde mais de €50 milhões. Isto apesar de dever mais de €1,5 mil milhões, que o Tesouro atribui àquela holding e aos seus acionistas de referência, em créditos e ativos tóxicos.  "Parecia que estávamos a tratar de segredos de Estado. Após dias a fio de troca de "e-mails" e telefonemas, o gabinete do ministro da Saúde, Paulo Macedo, lá "libertou" a informação de que o SNS, em 2011 e 2012, tinha pago (contratado) perto de €5 milhões à IMI e à Cedima, clínicas de exames complementares de diagnóstico detidas a 100% pela Galilei, que as herdou da SLN.
Mas a VISÃO, através de fontes absolutamente fidedignas, descobriria, numa escala financeira bem maior, mais €46,5 milhões em contratos hospitalares públicos com a Galilei, que até incluem uma PPP e a gestão de um Serviço de Imagiologia. Assunto polémico - no mínimo. fonte
65 - Bancos, mesmo falidos pagam milhões a advogados. (O povo paga claro), a liquidação do BPP pagou cerca de 1,4 milhões em 2010 quando foi iniciado o processo de insolvência. O Banco Português de Negócios pagou quase 600 mil euros pela  privatização .
O ex-comissário europeu António Vitorino, o eurodeputado Paulo Rangel )PSD) e a deputada Francisca Almeida (PSD) são associados deste escritório. fonte
Mesmo no último estertor, ainda se ajudam uns amigos...
66 - Oliveira Costa recebeu uma indemnização de quase 800 mil euros, quando abandonou a Sociedade Lusa de Negócios (SLN) e o Banco Português de Negócios (BPN)... acordo entre a SLN e o ex-banqueiro... prevê ainda que Oliveira Costa receba uma pensão mensal de nove mil euros... FONTE 
67- Promiscuidade? Líder da Comissão de Orçamento e Finanças presta assessoria ao BPN. Jorge Neto lidera comissão que decidiu realizar um inquérito à supervisão bancária e presta assessoria a instituição investigada pelo Banco de Portugal.
O deputado social-democrata Jorge Neto tem vindo a prestar assessoria jurídica ao BPN/ SLN, entidade que se encontra sob investigação das autoridades de supervisão bancária e financeira, e do Ministério Público, no âmbito da Operação Furacão...fonte,  fonte
68 - Estado perde 12 milhões dos nossos impostos, pois comprou casas e um hotel ao BPN, sabendo que com a crise iam desvalorizar. Foi mais uma forma de disfarçar injecções de dinheiro do estado no BPN. O Estado pagou ao BPN 18 moradias de luxo e um hotel de quatro estrelas na Quinta do Lago, no Algarve, em Dezembro de 2010, já perdeu 12,1 milhões de euros devido à desvalorização no mercado imobiliário.
A Parups está a tentar vender as vivendas e a unidade hoteleira, mas desde 2010 que o património no Algarve desvalorizou devido à crise imobiliária. fonte
69 - Anexo do processo BPN, desapareceu do DCIAP. A falta destes documentos essenciais para a defesa já terá mesmo motivado reclamações para o Tribunal Central de Investigação Criminal (TCIC), onde irá decorrer a fase de instrução do processo que acusa o ex-ministro da saúde Arlindo Carvalho, o seu sócio José Neto e outros sete arguidos de uma burla ao BPN que ascenderá a um montante superior a 160 milhões de euros. fonte
Esta já é tão velha, mas resulta sempre. Destruir provas, ocultar provas, prescrever processos, anular processos, atrasar, etc etc etc. O importante é não haver políticos,  ex políticos e amigos, nas prisões. Aqui um artigo sobre o assunto. Ou este Rejeitar provas é outra forma de ilibarDeixar prescrever é das mais comunsNão ouvir as testemunhas,  Esquecer-se de pagar a taxa ao tribunal, anulando o processo
Esta então é de bradar aos céus. "BPN: processo está atrasado porque computador do juiz é velho. Processo que vale milhões está em banho-maria devido a um mero computador que, diz o juiz, está «obsoleto» 2012-06-06 fonte
70 - Homem do BPN ouvido no inquérito a Camarate. O ex- administrador da Plêiade, grupo que foi comprado pelo BPN, Lencastre Bernardo, será ouvido à porta fechada na X comissão de inquérito parlamentar à tragédia de Camarate. Lencastre Bernardo foi diretor-adjunto da PJ entre 1977 e 1979, surgiu no testemunho de José Esteves, além de ser mencionado numa carta de Farinha Simões, em que este reclama ter participado na preparação do atentado. fonte
71 - Manso Neto admitiu ao juiz do Tribunal de Lisboa ter conhecimento das irregularidades no BPN mas não informou o Banco de Portugal.
O atual presidente da EDP Renováveis, João Manso Neto, admitiu em tribunal que enviou uma carta secreta a José Oliveira e Costa. fonte
72 -  Caso BPN ganha tempo em tribunal, e protege o saque - 2011 - Tribunal absolve Oliveira e Costa e Dias Loureiro. Juíza considera tribunal comum incompetente para apreciar acção do BPN contra Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outros ex-responsáveis do grupo, pois a acção é da competência dos tribunais do comércio. A juíza do processo recusou também o pedido do BPN, para que fosse declarada "a nulidade, por simulação, da separação de bens e de partilha" entre Oliveira e Costa e a mulher, Maria Yolanda.
Segundo o despacho, só no caso de Oliveira e Costa ser condenado a pagar uma indemnização e a mulher ser absolvida é que o BPN teria interesse em que os bens dos dois voltassem a ser comuns. O casal foi também absolvido da instância. fonte
73 - Ao estilo BPN, mas na Irlanda - Como os banqueiros brincaram com o dinheiro dos contribuintes- Foi gravada uma chamada que expõe o quanto a banca se diverte a roubar o povo, com a ajuda dos governos.
Uma conversa entre dois altos executivos bancários irlandeses, gravada em 2008, em vésperas de o Estado meter mil milhões de euros no Anglo-Irish Bank, uma instituição falida - o BPN de lá. Um dos executivos pergunta ao outro como chegou ao número de sete mil milhões como a soma ideal que vai pedir ao Estado. O outro ri e diz que o tirou do rabo. Mas a conversa ganha contornos criminais quando os 11 minutos de gravação são frequentemente pontuados por sonoras gargalhadas.
Mais a sério, explica que inicialmente não convém pedir muito (!). Melhor deixar que o financiamento pelo Estado vá crescendo discretamente, sempre usando o argumento de que deixar o banco cair seria pior para toda a gente. Explicam ainda como e porquê meter os arrastar políticos para o banco.
Acima de tudo, sugere o executivo (rindo mais alto que nunca, juntamente com o seu colega) não se pode deixar os contribuintes perceberem que nunca vão recuperar o que é deles. A cada nova solicitação de fundos, tem de se explicar que é para o cidadão comum proteger "o seu dinheiro".
Ao todo, o Estado irlandês já investiu 30 mil milhões de euros, só naquele banco. Estas novas revelações, surgidas no diario Irish Independent, podem vir a ter consequências. fonte
Ainda estranhamos como é que os países caem nas crises e nas mãos da banca estrangeira. Somos roubados, espoliados e eles ainda se riem e divertem. E nós portugueses, continuamos a achar que a crise é geral? 
74 -Arguido fez 150 milhões ‘à boleia’ do BPN/SLN. Os negócios de Ricardo Oliveira, arguido em dois processos do ‘caso BPN', com o Grupo BPN/SLN contribuíram para que o património das firmas desse empresário imobiliário ascendesse a quase 150 milhões de euros, em 2003. Seis meses depois, após pressões do Banco de Portugal por causa dos créditos concedidos pelo BPN, Oliveira e Costa acordou com Ricardo Oliveira a saída deste das sociedades que tinham como sócias sociedades do Grupo BPN/SLN. A dívida de Ricardo Oliveira e das suas empresas ao BPN superava então, segundo o Ministério Público, 63,5 milhões de euros. fonte
75 -Mais uma vez a exemplar Ministra das Finanças a negociar contra os portugueses e a proteger os larápios? 
BIC exige 100 milhões de euros ao Estado por causa do BPN. O Estado já deve ao BIC mais do dobro do que recebeu. Exige a Portugal cerca de 100 milhões de euros de reembolsos relacionados com o acordo de privatização do BPN celebrado com a atual ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque.
A compra do BPN custou 40 milhões de euros ao BIC e vai ficar cara ao Estado português tudo porque este se comprometeu a restituir ao grupo luso-angolano todas as verbas que pagar no contexto de processos judiciais. Mais um que se demitiu por tentar defender o interesse nacional - Lourenço Soares demitiu-se, por discordar completamente deste contrato que considerou ruinoso para os interesses do estado. fonte

76 -  Novo ministro dos Negócios Estrangeiros com fortes ligações ao BPN e ao BPP. Na década de 2000, antes dos dois bancos serem intervencionados e alvo de investigações policiais, Rui Machete ocupou funções ao mais alto nível no BPN e no BPP. fonte 
Ainda sobre esta personagem sabe-se que, tal como Cavaco, vendeu ações da SLN ao BPN com um lucro de 150%. Comprou mais de 25 mil ações por um euro e vendeu-as por 2 euros e meio. fonte
Machete terá sido remunerado com seguros de vida para fugir ao Fisco, enquanto presidente do Conselho Superior da SLN, terá sido pago através de dinheiro transformado em apólices de seguro de vida para fugir ao Fisco.O dinheiro das apólices era depois levantado com direito a juros.
Outros membros do Conselho Superior foram, também pagos através deste mecanismo constituído em seu nome na Real Vida Seguros, pertencente ao grupo, segundo o Sol.
77 - A campanha de Cavaco e o BPN- José Oliveira e Costa, o presidente do BPN, doou a título pessoal 15 mil euros para a campanha presidencial de Cavaco Silva.
Na lista de apoiantes da candidatura do Presidente da República, em 2006, estão outros accionistas do BPN, entre eles Joaquim Coimbra, que terá feito a doação mais generosa, com mais de 22.482 euros, o máximo permitido por lei. Cavaco Silva terá recebido quase 100 mil euros de homens ligados ao BPN. A lei proíbe donativos de pessoas colectivas. fonte
78 - Avião do BPN para prostitutas. Óscar Silva, o economista que Oliveira e Costa foi buscar à Credifin para fundar no Porto, em 1998, a BPN- Créditus, esteve em Inglaterra com alguns amigos a assistir a uma prova de automobilismo viajando no jacto privado do BPN. Para animar a viagem fez-se uma escala num país do Leste para recolher prostitutas. fonte
79 - Cândida Almeida, afirmou que não havia corrupção em Portugal. Agora afirma que: - A fraude do BPN foi construída “com todo o à-vontade científico e cirúrgico” e “com gente de poder envolvida”... não se coíbe de falar de um caso que envolve corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influências: “Aquilo é um mundo, um mundo... Mexe-se na terra e sai minhoca por todo o sítio”. fonte
80 - O Estado assumiu uma dívida do Boavista ao BPN de mais de 3,4 milhões de euros.  Um empréstimo que terá sido concedido ao Boavista durante a presidência de João Loureiro. Ao abrigo do PER, o Estado perdoou ao clube mais de 1,2 milhões de euros, para receber 64% da dívida. fonte
81 - Burla para financiar clubes de futebol. Ex-presidente do BPN e mais três ex-administradores acusados de burla e abuso de confiança.
Em causa estão 23 milhões de euros utilizados em crédito irregular, além de um desfalque de 3,7 milhões de euros. Dinheiro este que terá sido utilizado para financiar clubes de futebol e outros negócios.
Entre os beneficiários DO DESFALQUE estão, ainda o ex-líder do Tirsense, José Maria Fonseca, o presidente do Leça F.C, Manuel Rodrigues, o ex-líder do Salgueiros, e já falecido José António Linhares, o administrador do FCP Reinaldo Teles e o irmão Joaquim Pinheiro, além do empresário de futebol e ainda dirigente do Vila-novense, Nelson Almeida.FONTE
82 - Ainda dizem que há alternativas? O PCP votou a favor de que fosse dada autorização à CGD para financiar o BPN sem limite e com o aval do Estado. Fonte
83 - Já depois do BPN nacionalizado, continuaram os empréstimos sem garantia. A gestão do BPN liderada por Francisco Bandeira concedeu um empréstimo de 135 milhões de euros à SLN Valor, sem garantias que suportassem o financiamento. A operação foi realizada já depois da nacionalização do banco. fonte
84 - BIC terá comprado BPN com dinheiro do BPN. Pouco depois de ter adquirido o BPN por 40 milhões de euros, a administração do BIC procedeu a uma distribuição de dividendos no valor de 40 milhões de euros (uma operação proibida no acordo que celebrou com o Estado). No fundo, os investidores angolanos e Mira Amaral adquiriram o BPN com dinheiro do próprio BPN. Bloco quer ouvir Maria Luís Albuquerque no Parlamento. fonte
ESTADO LIMPOU O BPN, FICOU COM AS DIVIDAS, COM OS DESPEDIMENTOS, COM AS REFORMAS, E AINDA OFERECEU 1000 MILHÕES DE EUROS A QUEM O COMPRASSE POR 40 MILHÕES?
Antes de ser privatizado, o Banco Português de Negócios (BPN) foi "expurgado de activos indesejáveis e de passivos avultados, foi libertado de responsabilidades com pensões, viu reduzido em 640 o número dos seus trabalhadores e recebeu mais de mil milhões de euros em dinheiro".
Este é o balanço que o Tribunal de Contas (TC) faz do processo de venda do BPN ao BIC Portugal, realizado em 2012, e do impacto que a operação, liderada pela então secretária de Estado Maria Luís Albuquerque, teve nas contas daquele ano. FONTE
85 - Mesmo depois de nacionalizado e sob gestão da CGD, o BPN emprestou milhões sem garantia? Uma corrida ao crédito!!! O Ministério Público está a investigar a gestão feita pela Caixa Geral de Depósitos no BPN, nomeadamente porque foram concedidos 526 milhões de euros de crédito a cerca de 80 empresas, que deram apenas 81 milhões de euros como garantias. fonte 01 Nov, 2013
86 -  Emprestavam milhões mesmo a quem já estava atolado em dividas? Mais 9 milhões para o povo pagar. «Estado fica com dívida de empresa de Cardoso e Cunha, que queria explorar algodão em Moçambique e pediu um empréstimo ao BPN. Deu um aval pessoal como garantia de cumprimento. A Parvalorem, empresa pública que assumiu a dívida do BPN, detetou um buraco de 9 milhões» fonte
António Cardoso e Cunha, que foi dirigente do PSD, ministro da Agricultura e Pescas da coligação AD, comissário em Bruxelas e da Expo-98, para além de presidente não executivo da TAP, por indicação do então primeiro-ministro, Durão Barroso - está falido.
É o culminar do processo judicial accionado, em 2004, Santander-Totta - por avultados créditos concedidos ao conhecido engenheiro, que não foram liquidados dentro dos prazos.
Além do Totta, outras quatro instituições bancárias - Caixa de Crédito Agrícola, Banco Português de Investimento, Caixa Geral de Depósitos e Banco Comercial Português - não conseguiram reaver os empréstimos concedidos ao empresário. fonte
87 - BPN e generais angolanos deixam dívida de milhões ao Estado português.Desde os tempos de Oliveira e Costa que a Galilei (ex-SLN) investe no imobiliário em Angola, associada a figuras do regime. Estes investimentos foram financiados pelo BPN através de offshores que ficaram até hoje no grupo Galilei. Mais de 10 milhões de euros de dívidas incobráveis passaram para o Estado. Entretanto, já limpo de ativos tóxicos (das dividas), o BPN ficou para o luso-angolano BIC. fonte
88 - SLN E O NEGÓCIO DOS INCÊNDIOS- Em Dezembro de 2004, a compra de seis aviões Canadair para o combate aos incêndios florestais, decidida pelo Governo do PSD, constituiu mais um bom negócio para a SLN. A OMNI, do grupo de Dias Loureiro, representante exclusiva em Portugal daquelas aeronaves, já era responsável pelo aluguer de aviões à Protecção Civil. A decisão correspondeu a um contrato de 150 milhões de euros, assente num estudo pedido pelo MAI de Daniel Sanches a uma consultora, a Roland Berger. Pormenor relevante: a OMNI foi a única empresa do sector contactada no âmbito daquele estudo. Loureiro alegou desconhecimento de qualquer assunto relacionado com a OMNI. A mudança de Governo acabaria por bloquear o negócio, mas a posição dominadora da SLN nesta área, e, em particular de Dias Loureiro, continuou sob suspeita. Em Setembro desse ano, Francisco Louçã acusou-o de promover um negócio assente na continuação dos incêndios. Loureiro apelidou o bloquista de terrorista político e anunciou que o ia processar. Ainda hoje Louçã aguarda a notificação. FONTE
89 -  Arlindo Carvalho e José Neto acusados já de desvio de dinheiro para benefícios próprios.
 3 administradores do Banco Português de Negócios (BPN) angariavam "terceiros", entre os quais Arlindo Carvalho e o sócio José Neto, "a quem prometiam e proporcionavam ganhos indevidos".
"Os arguidos Arlindo Carvalho e José Neto foram idealizados como parceiros ideais para o Grupo [BPN] pelo arguido Coelho Marinho, que conhecia o primeiro arguido por proximidade da terra de naturalidade e porque tinha estado ligado ao Ministério da Saúde, como administrador hospitalar, num período em que Arlindo Carvalho desempenhou funções como ministro da Saúde", lê-se nos autos.
Os arguidos "quiseram alcançar um objetivo negocial com ocultação da intervenção do BPN, mas aceitaram, para conseguir essa ocultação, gerar uma perda para o BPN pela concessão de financiamentos que nunca vieram a ser pagos". JAN/2014
90 - A estratégia de Oliveira e Costa para atrasar processo do BPN. Um simples piscar de olhos serve para atrasar o processo, quando prescrever, avisem. Assim é a lei dos países da ditadura, frágil com os criminosos ricos, e dura com os mais desprotegidos.
Oliveira e Costa, apresentou um recurso ao Tribunal Constitucional alegando que não pode ser julgado por mais do que um crime, enquanto líder da instituição bancária. O Tribunal Constitucional ainda não tomou uma decisão quanto ao recurso, mas o Diário de Notícias recorda que, com isto, Oliveira e Costa já conseguiu arrastar o processo por oito meses. JAN 2014
91 - Descoberto novo buraco que pode custar 14 milhões aos portugueses
"A venda de um terreno do Grupo BPN/SLN na Herdade do Almada, no concelho de Benavente, terá gerado o pagamento de eventuais comissões ilegais a terceiros no valor de quatro milhões de euros. O negócio foi efetuado através da venda da Imopinhão, imobiliária detida pela offshore Noverton Limited, ao empresário António Leal da Silva, e o dinheiro passou por uma conta dessa offshore em Gibraltar. Como a operação foi financiada pelo BPN, o Estado, através da Parvalorem, corre o risco de perder mais de 14,4 milhões de euros",  (jan/2014) CM video
92 - Em 2006 o BPN tinha 200 obras de Miró. Desfizeram-se das restantes?Do actual lote de 85 obras que o Governo pretende vender, a larga maioria pertencia a três sociedades off-shores (Zevin,Talcot e Karoma) detidas pela Sociedade Lusa de Negócios (hoje Galilei), dona do BPN. fonte
93 - Estado/ zé povinho já pagou mais de 10 milhões de prejuízos financeiros que resultem de ações contra o BPN.
Um saque sem fim à vista. Como vem sendo hábito, os defensores do estado adoram assumir buracos alheios e prejuízos alheios. Desta vez, o estado assumiu todas as desgraças que apareçam, em nome da divindade do BPN, os defensores do estado português, certificaram-se de que os interesses do BPN e dos seus novos e velhos donos, ficassem bem protegidos, já os interesses dos portugueses, continuam a ser arrastados pela lama, e para tudo, são chamados a pagar.
O Supremo Tribunal condenou o BPN a pagar indemnização ao dono dos cafés Delta, mas é o Estado quem paga os 4,2 milhões. No âmbito da privatização do BPN, o Estado ficou com a responsabilidade de assumir os prejuízos financeiros que resultem de ações contra o BPN". O jornal indica ainda que o valor corresponde a 3,5 milhões de euros de indemnização, acrescidos de juros remuneratórios devido desde 1 de janeiro de 2008. fonte
É sempre a esbanjar, 6 anos de atraso custam mais 700 mil euros... o que vale é que somos um povo rico e podemos pagar a injustiça e os atrasos da injustiça.
(Não deixe de ler o nrº 75, que está relacionado com este)
Já foram pagos 10 milhões só entre 2011 e 2013, mas o montante reclamado supera os 300 milhões de euros, lembra a Parvalorem. fonte
94 - Empresário milionário reclama 24 milhões aos portugueses, porque coitado, pensava que estava a fazer depósitos no BPN, e nem via que estava a assinar aplicações?
Ganhou o primeiro julgamento porque a juíza considerou que foi ingénuo e enganado pelo BPN, mas no video o advogado de acusação pergunta como é que um homem que tem mais de 100 milhões de euros é ingénuo??? A sua fortuna foi construída em Braga paralelamente ao reinado de de 37 anos, de Mesquita Machado na Câmara de Braga. Comprava terrenos agrícolas baratos, pedia à câmara licenciamentos de projectos de urbanização, que a câmara aprovava, e fazia disparar o valor dos terrenos. E assim mais um vez sem produzir nada, apenas especulando e enfim... nasceu mais um milionário? fonte com video (como podem ver a sic apagou o video e o artigo, algo a que já me habituei, no entanto eu gravei o video, que podem ver neste link)
Entretanto os 18 milhões de euros, com os atrasos na justiça, já vão em 24 milhões? Esta justiça sai-nos muito cara, basta ver o ponto anterior (93) e temos mais um exemplo.
Actualização... JUÍZA VOLTA A DAR RAZÃO A EMPREITEIRO CONTRA BPN
95 -A falta de vergonha e a ilegalidade, raposas a guardar o galinheiro?
-- A Telles de Abreu e Associados é um escritório de advogados, que trabalha com a Parvalorem, a famosa empresa que está a tratar das dividas do BPN. Espantosamente é também este escritório de advogados que representa a ex-Sociedade Lusa de Negócios, SLN agora chamada Galilei, grupo que foi dono BPN. Ou seja a mesma empresa de advogados trata das dividas do BPN e trabalha com a empresa onde estão a maior parte dos que SAQUEARAM o BPN ou foram responsáveis pelas dividas impagáveis do BPN. fonte
PROMISCUIDADE!! O filho de Oliveira e Costa é também gestor da Parvalorem? José Augusto Oliveira e Costa era administrador do BPN desde a sua fundação, mas foi trabalhar para a Parvalorem, para manter as dividas dos amigos do pai debaixo de olho?
Foi agora despedido(maio/2015) porque deve ter melhor tacho nas empresas do pai.
Contabilista da Tecnoforma, e amigo de devedores do BPN, contratado pela Parvalorem, empresa pública que gere as dividas ao BPN? 
Não é a primeira vez que Francisco Banha presta consultoria a empresas onde Nogueira Leite é administrador: foi o contabilista da Tecnoforma e já trabalhara para o atual presidente da Parvalorem na Ecosaúde e na Fernave. E Banha terá uma relação estreita com um dos maiores devedores da Parvalorem, Arlindo de Carvalho, que foi ministro da Saúde do PSD. O ex-governante e o seu sócio no Grupo Pousa Flores, José António Neto, têm uma dívida de 65 milhões à Parvalorem, mas são ambos membros de um clube dinamizado por Francisco Banha, dos "business angels", que investem em novas empresas a necessitar de capital.
As preocupações da comissão de trabalhadores, que contesta o facto de a Parvalorem estar a despedir gente ao mesmo tempo que contrata os serviços de uma empresa externa, a Gesbanha, com quem o administrador terá alegadamente relações estreitas. Os trabalhadores dizem que, em todas as empresas pelas quais Francisco Nogueira Leite Passou, cruzou-se com a Gesbanha, sugerindo algum tipo de favorecimento, mas o presidente da empresa nega que haja tratamento especial.
96 - Montepio fez proposta sobre o BPN. O Montepio ofereceu entre 35 e 50 milhões de euros pelos balcões e meios de pagamento do BPN em 2011, disse o presidente do banco, adiantando que fez uma oferta aquando da nacionalização que poderia ter rendido 150 milhões.
Tomás Correia disse que o Montepio não se propunha comprar o BPN, mas a rede de agências, depósitos e meios de pagamento, numa proposta de um «montante global entre 35 e 50 milhões de euros».
Tomás Correia disse também que o banco mutualista ficaria com 350 trabalhadores do BPN e que se propôs colaborar com o Estado na recuperação dos créditos do BPN, escreve a Lusa.
Para a deputada socialista, Ana Catarina Santos, a proposta do Montepio contrasta com a do luso-angolano BIC, que este ano concretizou a compra do BPN, numa transacção que implicou a recapitalização do BPN pelo Estado em 600 milhões de euros.
«O BIC adquiriu o BPN por 40 milhões, dos quais escolhe ativos com que fica, o Estado encarrega-se das indemnizações dos trabalhadores, dos processos judiciais que correm e do conjunto dos ativos não escolhidos pelo BIC. Nas palavras de Lourenço Soares [antigo administrador do BPN], será um encargo ao longo de dez anos para os contribuintes portugueses», afirmou a deputada, questionando Tomás Correia se a sua proposta era mais «vantajosa» para o Estado do que a do BIC. O responsável preferiu não fazer comparações.
O deputado do CDS João Almeida questionou então Tomás Correia sobre o que aconteceria ao BPN se o Governo PSD/CDS tivesse aceite a sua proposta: «Continuaria nas mãos do Estado, que promoveria sua liquidação», afirmou o presidente do Montepio.

97 - Vítor Gaspar ignora avisos do BPN. "O provedor de Justiça queixou-se de estarem a ser ignorados pelos governos os repetidos alertas que fez para ilegalidades no processo de reprivatização do BPN e pediu a intervenção da Assembleia da República.
Numa carta dirigida à presidente do Parlamento, o provedor Alfredo José de Sousa aponta a "recusa de colaboração" do anterior ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, e do actual, Vítor Gaspar, em relação aos sucessivos apelos para que o Governo crie "uma reserva de capital a favor dos pequenos subscritores" na operação de reprivatização do banco.
Sem essa reserva, a operação de reprivatização tem uma "manifesta ilegalidade", indica o provedor, que salienta que "as opções de política económica e financeira não podem sobrepor-se à ordem jurídica". fonte
98 - O Estado assumiu o risco jurídico dos processos pendentes contra o BPN quando vendeu o banco ao BIC. O BIC exige 100 milhões de euros ao Estado por causa do BPN. O Estado já deve ao BIC mais do dobro do que recebeu. Exige a Portugal cerca de 100 milhões de euros de reembolsos relacionados com o acordo de privatização do BPN celebrado com a atual ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque. A Ministra comprometeu o estado a restituir ao BIC todas as verbas que pagar no contexto de processos judiciais. Todas as centenas de processos contra o BPN, é o contribuinte que paga. Pagamos o saque dos ladrões e as suas despesas futuras?
Lourenço Soares demitiu-se, por discordar completamente deste contrato que considerou ruinoso para os interesses do estado. fonte 
Sendo assim o estado foi condenado a pagar mais uma multa do BPN(Mai 2015) Será responsável pela multa de 200 mil euros da CMVM. 

99 - Mais um negócio ruinoso para os contribuintes. As moedas comemorativas do Euro 2004, emitidas com o apoio do banco fundado por Oliveira Costa, causaram perdas de 9,7 milhões de euros à sociedade estatal que recebeu aqueles activos. Em 2003 e 2004, o Estado patrocinou a cunhagem de cinco milhões de moedas (quase 70 toneladas) em moedas comemorativas do Euro 2004, numa parceria feita com o BPN. Com a nacionalização, essas moedas foram dadas como garantia ao empréstimo da CGD. Agora, ninguém as quer e o seu destino parece estar traçado... Ou seja pedem 200 milhões e dão como garantia 40 milhões que afinal nem isso valem? Um "presente" herdado da anterior administração do banco nacionalizado, liderada por José de Oliveira Costa. Neste momento o destino das moedas parece ser a fundição, já que não há ninguém que queira. DN

Em suma - Os crimes proliferam num sistema permissivo e impune, de compadrio claro.  Num país onde o responsável máximo pelo destino dos impostos de milhões de portugueses, exibiu uma postura molenga e apática, perante crimes de grande magnitude, permitindo arruinar uma nação. Repare-se na citação das palavras de Victor Constâncio, revelando conformismo e tolerância, nada compatíveis com o cargo que desempenhava. 
O nosso dinheiro merecia alguém com mais garra.
 "Num sistema de organização capitalista de mercado de livre iniciativa, há fraudes, há corrupção, há tudo isso, em todos os países e em todos os sectores, e não há regulação e supervisores que descubram todas essas fraudes quando elas estão a ser cometidas."
"Não há garantias absolutas em nenhum país e em nenhum sistema, nessa matéria, a menos que queiram, de facto, que se constitua uma espécie de polícia de supervisão com milhares de pessoas que se instalem ao pé de cada administração e de cada direcção de serviço dos bancos, e de outras actividades, já agora, e que controlem tudo. Não é esse o sistema em que vivemos, de facto, e, portanto, não tenham ilusões de que haverá fraudes e corrupção nestas actividades, em todos os países e também em Portugal."
Com esta postura só devemos acreditar que nem as autoridades máximas estão dispostas a aliar-se ao povo e à justiça. Apenas exigimos que quando há crime, que haja castigo.
No caso BPN, todos sabiam e ninguém fez nada, como mostra  neste video. Ou no Banco Insular que todos o avisaram e não fez nada.
A Finlândia é um dos países onde os níveis de corrupção são mínimos, graças ao cerco cerrado que se faz aos corruptos.
Portugal, graças ao comodismo, e ao povo obtuso, que ainda defende políticos e vota neles, está num nível de corrupção muito superior à Finlândia.
Temos ainda o exemplo da Islândia, onde os banqueiros também tinham o seu BPN. Mas a justiça não fez o mesmo que Portugal.

"Ex-primeiro-ministro islandês julgado por negligência governativa
Em Setembro de 2010, o parlamento islandês decidiu processar por "negligência" o antigo chefe do Governo, que liderava o país na altura em que o sistema financeiro islandês entrou em colapso, em Outubro de 2008.
Para julgar Haarde, foi criado um tribunal especial, o Tribunal Superior de Justiça (Landsdomur). O tribunal deverá confirmar a acusação, esta terça-feira, mas segundo a comunicação social islandesa o início do julgamento só deverá ocorrer depois do verão, uma vez que a instância judicial irá atribuir um prazo ao antigo governante para apresentar objecções." (JN)

'Se quiser pôr à prova o carácter de um homem, dê-lhe poder'
(Abrahan Lincoln)
FONTES CONSULTADAS.
.publico.pt/Sociedade/auditoria-aponta-credito-do-bpn-a-arlindo-de-carvalho-e-duarte-lima_
.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/actualidade/bpn-deu-80--milhoes-sem-garantias
cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/edp-paga-luvas-a-amigo-de-loureiro
cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/bpn-emprestou-68-milhoes-a-duarte-lima
aeiou.visao.pt/as-empresas-fantasmas-de-oliveira-e-costa
.publico.pa/cavaco-comprou-accoes-da-sln-a-um-preco-mais-baixo-que-os-accionistas
.visao.pt/anatomia-de-um-intocavel  ,  .misturagrossa.net/?
Dias Loureiro diz ter "lapsos de memória" sobre a passagem pela SLN
fontesol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_
expresso.pt/bpn-escondeu-operacao-virtual-e-banco-insular-durante-
corrupcaoemportugal.blog.pt/
http://economico.sapo.pt/noticias/dias-loureiro-refuta-interesse-pessoal-em-negocio-ruinoso
.ionline.pt/conteudo/147361-macedo-nomeia-ex-gestor-do-bpn-estudar-cortes
.ionline.pt/conteudo/12602-british-hospital-fecha-em-campo-ourique
/antigo.esquerda.net  .  http://aeiou.visao.pt/a-aldeia-do-cavaquistao-artigo-na-integra
sapo.pt/noticias/dias-loureiro-refuta-interesse-pessoal-em-negocio-ruinoso
/corrupcaoemportugal.blog.pt/  -  fonte  -- cmjornal.  ... http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocios.

18 comentários :

  1. E O. e Costa, Dias Loureiro, Sanches e outros, irão passar por julgamentos cómicos, lentos, PAGOS POR NÓS durante 10 ou mais anos em ordenados a juízes, procuradores, pessoal dos tribunais, instalações...

    Depois, vide Isaltino, os seus crimes prescreverão.

    E todos voltarão, felizes, para a urbanização da Coelha, gastando o resto dos seus dias gozando o dinheiro que nos roubaram e que o sistema perdoou.

    Justiça em Portugal? Talvez no Carnaval...

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    1. O País que somos e que assiste impávido e sereno ao delapidar de fundos que a nós pertencem...nós contribuintes que todos os dias somos assaltados por um bando de gente que á nossa custa enriquece e não tem qualque pudor...não dá pra aguentar mais e de uma vez por todas temos que bater o pé á Europa da Merd...kle e dizer-lhes que se a sua grande Alemanha suporta juros de 1% para se financiar, a nós que estamos em dificuldade extrema não mos poderão cobrar quase 4%...dia 27 todas a Lisboa protestar...sem pedras...sem fogo mas com determinação

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    2. Em Portugal andamos a raciocinar ao contrário e por isso a democracia não funciona.
      Não são os corruptos que vão deixar de ser corruptos por opção, é o nosso voto contra os corruptos que os expulsará do poder obrigará a ser honestos, os futuros governos. Os eleitores ainda não perceberam o erro de afirmar que só votam quando os políticos deixarem de ser corruptos, porque é precisamente por não votarmos, por os deixarmos impunes, que eles se tornam corruptos e que os corruptos sentem apetência por ingressar na carreira politica. É o mesmo que alguém estar a ser assaltado e dizer que só chama a policia se os ladrões pararem de roubar. Não faz sentido mas é isto que os eleitores portugueses fazem.
      É imprescindível, urgente e VITAL nesta equação democrática, o exercício do poder do povo que através do voto pode fazer justiça, punir, educar, travar e eliminar os abusos, e só assim equilibrar e moderar o poder dos políticos.

      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/05/partidos-portugueses-que-propoem.html#ixzz3i5e3ibIP

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  2. ...podíamos poupar muito dinheiro ao erário público contratando um jagunço brasileiro e a pagarmos-lhe por cabeça...

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  3. E ENTÃO AONDE ANDAM ESTES SENHORES E SENHORAS QUE VOTARAM NELES E AGORA CRITICAM PORQUE GANHAVAM 2.000 EUROS OU MAIS E CORTARAM AGORA NO SEU BOLO JÁ SÃO MAUS QUE GIRO E FALTA O PAVILHÃO ATLÂNTICO E AQUI A UNS ANOS TRANSACTOS QUE EXISTIA UM PARTIDO QUE COMIA CRIANCINHAS,QUE RAPTAVA CRIANÇAS,MATAVA OS IDOSOS E AGORA COMO É

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  4. Eu tenho ódio aos políticos. Força Zita. Cambada de ladrões e corruptos.

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  5. Bom dia, Zita !

    Grandes "negócios" ... à portuguesa.

    O pior é que o DCIAP junta ao processo tudo o que "cheire" a BPN e o dito processo, volumoso, está-se mesmo a ver que está destinado a prescrever.

    Esperemos que o regime seja derrubado para que ainda seja possível extrair do processo os crimes um a um porque é mais fácil julgá-los e, desta forma, não os deixar prescrever.

    Bom domingo para todos.

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  6. O que eu digo é só isto uma " BOMBA" quanto estivessem todos reunidos, pois só assim nos livramos desta escumalha e de parasitas da sociedade, que andam a gozar com o povo português

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  7. Todos os comentários possíveis estão no próprio artigo. Limito-me a partilhá-lo como uma peça que me parece importantíssima para despertar consciências e acordar os distraídos.

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    1. Partidos portugueses que propõem democracia directa ou participativa e nova lei eleitoral.
      Após anos a ouvir os portugueses a inventarem desculpas, sem fundamento legal ou real, para não votar, fantasiando que não votar derruba governos ou generalizando, que não adianta votar porque os partidos são todos iguais, decidi reunir, neste artigo, o enquadramento legal dos actos eleitorais e uma lista dos partidos que poderão ser uma alternativa, se os portugueses se informarem, em vez de optarem por permanecer na ignorância e em casa sem agir. Um recente estudo mostrou que os abstencionistas desconhecem a maioria dos partidos e o que eles defendem.
      Na lista, reuni partidos que propõem mudanças na lei eleitoral e uma nova democracia: participativa/directa.
      Para dar inicio ás mudanças em Portugal, já existem alternativas, faltam eleitores informados com coragem e activos, que saibam colaborar no inicio da mudança, votando diferente. Há milhões de eleitores que não votam porque rejeitam a democracia representativa e a actual lei eleitoral, nem se dão ao trabalho de se informar e descobrir que há partidos que querem mudar isso.
      1º Partidos que defendem democracia participativa:
      --PDR - Partido Democrático Republicano (Video) - defende mudanças na lei eleitoral e democracia participativa e o recurso ao referendo. Defende a possibilidade de os cidad
      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/05/partidos-portugueses-que-propoem.html#ixzz3i5haxPCi

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  8. "VEMOS GENTE BEM VESTIDA,
    NO ASPECTO DESASSOMBRADA;
    SÃO TUDO ILUSÕES DA VIDA,
    TUDO É MISÉRIA DOURADA."
    (António Aleixo)

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  9. As vigarices de Dias Loureiro no caso da Redal em Marrocos começaram logo na compra. O negócio foi montado por Dias Loureiro, que graças às suas ligações com o Ministro do Interior todo-poderoso de Hassan II, Driss Basri, garantia o sucesso. Dias Loureiro juntou ao negócio a Dragados espanhola, um mafioso espanhol residente em Rabat de nome Benedito Gimenez amigo de Driss Basri e convenceu a EDP presidida por António Almeida a dar suporte técnico à negociação da REDAL, já que a Dragados e a Plêiade de Roquette/Dias Loureiro não detinham o mínimo know-how do funcionamento duma utility. Na administração da EDP passou a seguir o negócio Navarro Machado que, como em tudo, nunca se empenhou em perceber o negócio. A equipa técnica negociadora por parte da EDP percebeu desde cedo, que a EDP servia a Dias Loureiro apenas par credibilizar o negócio, e que havia o risco de Dias Loureiro de conluio com a Dragados poderem transformar a natureza do negócio. Para tentar evitar isso propôs a Navarro Machado a assinatura dum pacto parassocial, assinatura a ter lugar ainda na fase de negociações, garantindo à EDP a liderança dum negócio de concessão, por trinta anos, da distribuição de electricidade e água potável e da recolha e tratamento de águas residuais na Wilaya de Rabat –Salé. Todavia Navarro Machado nunca avançou com tal pacto parassocial. O Contrato de Concessão foi assinado em 14-05-1998 em Rabat por José Roquette pela Plêiade, Jaime Alvarez pela Dragados e pela EDP o recém-empossado Cristina de Sousa. Tal como receava a equipa técnica da EDP, na falta de pacto parassocial prévio, Dias Loureiro joga com a Dragados e ambos nomeiam um Director Geral originário da Dragados e com absoluto desconhecimento dum negócio daquele tipo. Assinado o Contrato de Concessão, Dias Loureiro apresenta, à Dragados e à EDP de Cristina de Sousa, várias facturas para pagamento de chorudas ” gentilezas” a vários marroquinos envolvidos no negócio que são aceites e entregues a DL para as fazer chegar aos destinatários. Seguem-se duas facturas de cerca de 90 mil contos cada apresentadas à Dragados e à EDP, pelos seus serviços prestados que também lhe são pagas, muito embora nunca tal pagamento tenha sido sequer discutido, como na altura foi afirmado pelos administradores das duas empresas. A gestão da Redal começa logo muito mal, porque o que interessava à Dragados era apenas fazer obras, e veio a cair-se na venda da Redal com os contornos já relatados.

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    1. Obrigada pelo seu contributo na denuncia deste longo filme de terror que tem sido o gang BPN.

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  10. so necessario fazer uma coisa: em vez de fazer mainifestaçoes a moda de farnel e palinha de vinho: levantem o dinheiro dos bancos , e coloquem em vossa casa , e deixem de pagar IRS , Impostos em geral , e voces vao ver de que forma , o governo vai reagir... pois tera mesmo que vergar..se nao ha entradas de capitais , a maquina do estado , congela. e terao , novo governo.....alem disso : saiam do Euro , e da uniao europeia( uniao sovietica moderna)...........

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  11. Olá Zita... Recomendo a criação de uma medalha patriótica MARIA DA FONTE, e lhe seja atribuida essa medalha pelos valiosos contributos que está a prestar à denúncia da vagabundagem política que descaradamente nos surripam...Parabéns et Força!
    José Reis

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  12. J Marques de Sá24 agosto, 2013 11:14

    Existe um "pecado original" de falta de rigor neste blog, apesar da muita informação de interesse que o torna útil. É quando diz: "BPN/SLN foi a forma mais disfarçada e simultaneamente mais descarada, que os políticos encontraram, de colocar o dinheiro do ESTADO, ao serviço do enriquecimento ilícito, da nossa elite de políticos e companhia".
    Quais políticos? Todos os políticos? Políticos de que partidos? De todos os partidos representados na AR?
    Estranha omissão de rigor do autor... que muito justamente deplora os "crimes cobardes contra um povo inocente" Quererá o autor fazer-nos o favor de explicitar quais os políticos e partidos envolvidos no "polvo da corrupção", a fim de que o povo se torne menos "inocente"? É que a inocência só se perde com factos "duros" e rigor de análise e não com a expressão de emoções em "!!?", "!!!!!!!!", "????", etc.

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