04 março, 2015

Paulo Morais revela os nomes dos devedores e o destino dos 3 mil milhões do BES.




Mais uma vez Paulo Morais expõe a incompetência do Banco de Portugal, dos partidos da oposição, das comissões de inquéritos, dos próprios administradores ou presidente do Banco, etc etc ... revelando mais factos do que qualquer um, dos que tem por dever, fazê-lo.
O presidente do BESA garante que não sabe onde ou com quem estão os empréstimos que desfalcaram e abalaram o BES, no entanto Paulo Morais desmascara-o e garante que sabe quem são e onde estão, inclusive revela tudo. Estranhamente, Paulo Morais, sabe coisas que mais ninguém sabe, ou queriam que não se soubesse. Sabe mais do que os próprios responsáveis pela comissão de inquérito e do que os administradores do banco. Mas mais estranho ainda é que a comissão de inquérito, só após os depoimentos dos administradores que tudo ignoram, é que decidiram chamar Paulo Morais, que já tinha garantido possuir informação importante.
Neste video limita-se a referir devedores da elite angolana, assegurando que os nomes da elite portuguesa, serão revelados numa próxima oportunidade.
“BES Angola emprestou 800 milhões a irmã de José Eduardo dos Santos”
Marta dos Santos é uma das devedoras a quem o BES Angola “perdeu o rasto”, garante Paulo Morais.
A Associação Transparência e Integridade assegura que não é difícil perceber quem são os destinatários dos empréstimos concedidos pelo BES Angola, e a que o banco alegadamente perdeu o rasto.
Rui Guerra, o ex-Presidente do BES Angola, disse aos deputados da comissão parlamentar que investiga o caso BES, que o banco não foi capaz de identificar os beneficiários de muitos dos empréstimos concedidos pela instituição e que estes já estavam em incumprimento antes de o Estado angolano conceder uma garantia. Em causa podem estar mais de 5,7 mil milhões de euros.
Mas Paulo Morais, contesta os argumentos de Rui Guerra e acrescenta que tem documentos capazes de contrariar o ex-banqueiro.
“Nessa lista de empréstimos estava, à cabeça, a Marta dos Santos, irmã do presidente José Eduardo
dos Santos, que teve um crédito de 800 milhões de dólares, para desenvolver em Talatona um projecto imobiliário, curiosamente em parceria com o empresário português José Guilherme, o tal que deu os 14 milhões a Ricardo Salgado.”
“Só no Comité Central do MPLA houve todo um conjunto de personalidades, como Roberto de Almeida, Maria Mambo Café e Ferreira Pinto, entre outros, que receberam 10 milhões de dólares para desenvolver os projectos que bem entendessem, sem terem de prestar quaisquer garantias ao banco”, acrescenta.

Investimentos em Portugal feitos com dinheiro do BES
Paulo Morais diz que muitos dos investimentos angolanos em Portugal foram feitos com esse dinheiro emprestado pelo BES Angola: “Há um aspecto ainda mais perverso. Muitos dos investimentos que a elite angolana fez em Portugal, que foram vendidos como sendo dinheiro angolano que vinha para Portugal, de facto não era. Era dinheiro dos depositantes do BES, disponibilizada à elite angolana para adquirir em Portugal propriedades, imobiliário. Os próprios filhos de José Eduardo dos Santos têm uma propriedade em Aveiras de Cima, que adquiriram com crédito do BES, mas isto multiplicou-se por todo o país.”
Paulo Morais lamenta que nada esteja a ser feito em Portugal em relação a esta situação: “O que é incompreensível é como o Estado português não faz exercer os seus direitos, desde logo confiscando as propriedades compradas com este tipo de empréstimos. Relativamente aos empréstimos utilizados em território angolano, é evidente que a situação é mais difícil, mas dadas as óptimas relações que existem entre os dois Governos, teria de haver uma manobra diplomática para recuperar esses milhares de milhões de euros, que neste momento representam um prejuízo no BES e no Novo Banco, e que teriam de ser recuperados”, diz Paulo Morais, que considera pouco plausível o argumento do ex-presidente do BESA, que diz não ser possível identificar os destinatários dos empréstimos concedidos pelo banco. Em causa podem estar mais de 5,7 mil milhões de euros que o BESA nunca recuperou.

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Braga, a fábrica de milionários.Melhor que tráfico de droga?








3 comentários :

  1. Não sei o que fica pior nesta historia o Rui Guerra a mentir sobre o facto que não sabe que são os beneficiários de empréstimos de 5.7 mil milhões de euros ou admitir o facto que o BESA emprestou milhões de euros e não ficou com o nome e a morada dos beneficiários dos empréstimos. Se eu pedir um credito de 100 euros ao banco, ate o tamanho das cuecas me pedem.

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  2. Porque é preciso: Ver, Ouvir e Ler.

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  3. Paulo Morais faz falta à política em Portugal. Onde ele estiver como candidato terá sempre o meu voto.

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