28 fevereiro, 2014

Portugal a arder em nome dos tachos, boys, e outros interesses obscuros


O ALBERGUE PARA PARASITA QUE ESTAVA EM EXPANSÃO ACELERADA.
NESTE VIDEO TENTE PERCEBER PARA QUE SERVIA A EMA. UMA EMPRESA COM APENAS 3 ANOS, JÁ TINHA 15 DEPARTAMENTOS, E DISTRIBUÍA SALÁRIOS DE LUXO.
Portugal que arda que eles precisam do tacho. (em 2014 o governo tenta liquidar a EMA, mas não consegue)




Mais um atentado contra a nação, cujos traidores deveriam ser condenados à pena respectiva.
Queimam-se casas e terrenos, matas e animais, morrem inocentes, tudo porque o importante é manter as negociatas e os tachos.
Governo tenta liquidar a EMA e parar o parasitismo, mas eles não deixam??
Foi publicado em Diário da República, o Decreto-Lei nº 8/2014, que procede à dissolução da EMA. SITE
EMA deveria fechar portas a 31 de OUT/2014, já com um atraso de três anos, mas o OE para 2015 ainda reserva quase 20 milhões para a empresa. 
Ainda não é este mês que a Empresa de Meios Aéreos (EMA) vai ser extinta.
Miguel Macedo anunciou que a EMA seria extinta em Outubro de 2011. Na altura, o ministro explicou que o fecho da empresa, criada em 2007 para gerir dez aeronaves do Estado, permitiria poupar cerca de oito milhões de euros aos cofres do Estado. Porém, o encerramento nunca chegou a avançar.
Entretanto e antes que a mama acabasse, em 3 anos aproveitaram para ir tirando máximo que puderam?
Olhando para o portal Base, verifica-se que desde o anúncio de Miguel Macedo, há três anos, a empresa gastou mais de 11 milhões de euros.
Entretanto, dois dos seis Kamov foram penhorados por uma empresa privada, a Heliportugal, que tem tratado da manutenção dos helicópteros pesados e que se queixa de uma dívida de milhões por parte do MAI. Jornal I
Ten. Cor. Piloto Aviador -Brandão Ferreira expõe o regabofe e abuso dos impostos. 
"Uma das primeiras intervenções do Ministro da Defesa (MDN), efectuada numa visita à Força Aérea (FA), foi a de perspectivar o regresso daquele Ramo militar ao combate aos incêndios florestais (IF).
A ideia é boa, apesar de requentada, e mereceu desde logo – e bem – um alerta do respectivo Chefe de Estado Maior, lembrando que tal desiderato não seria viável de um dia para o outro.
Como as pessoas em Portugal têm a memória curta por esquecimento ou conveniência, vamos tentar dilucidar, sucintamente, todo este imbróglio. Porque de um imbróglio se trata, apesar da aparente candura das palavras ministeriais.

O Governo tinha adquirido, em 1982, equipamentos com o acrónimo “MAFFS”, que foram adaptados aos aviões C-130, e que permitiam largar sobre os incêndios uma quantidade apreciável de uma calda retardante. Custaram, na altura, cerca de 200.000 contos.
Para além disto, na “época dos fogos” distribuíam-se pelo país meia dúzia de helicópteros AL III, que ficavam em alerta aos incêndios. Estes helicópteros tinham uma capacidade muito reduzida de actuação, pois apenas podiam transportar equipas até cinco elementos e largar um pequeno balde de água sobre o fogo.
Com o agravamento anual do número de fogos e área ardida, cada vez foi necessário alugar mais hélis e aviões a empresas privadas, o que gerou um negócio de muitos milhões.

Em 1997, durante o governo do Eng. Guterres, o Secretário de Estado da Administração Interna, Armando Vara, decidiu (presume-se que com o assentimento do MDN), retirar a FA do combate e prevenção aos IF. Tal decisão abriu o caminho para se vir a adquirir, mais tarde, meios aéreos para esta missão, que foram colocados na dependência do MAI.
A fundamentação para tudo baseou-se – como se encontra descrito em vários documentos – na pouca capacidade que a FA possuía para atacar os IF, já que as poucas aeronaves C-130 existentes (cinco, mais tarde seis), o reduzido número de tripulações e o número substancial de outras missões cometidas à esquadra, nunca ter permitido o uso simultâneo dos dois equipamentos MAFFS existentes, a que acrescia as limitações do AL III (para o fim a FA já tinha muitas dificuldades em comprar a calda, pois esta já estava adjudicada a terceiros).
Para além disto, referia-se, o Estado gastava muitos milhões de contos a alugar, sazonalmente, aviões e hélis, não era dono de nenhum e estava sujeito ao mercado.

Salvo melhor opinião, as principais razões que levaram à alteração da política governamental não têm nada a ver com a argumentação aduzida, ou tem pouco a ver.
As razões, creio, radicam-se na “luta de capelinhas”; na proeminência que o MAI passou a ter sobre a Defesa; na paranóia em querer afastar os militares de tudo o que não tivesse exclusivamente a ver com a vida nos quartéis, substituindo-os por “boys e girls”uma peça insaciável dos partidos – e, também porque nos negócios a efectuar, a FA a Armada e o Exército não terem por hábito pagar comissões ou horas extraordinárias. Senão não teriam feito o disparate que fizeram que é sempre pago pelo contribuinte.

Tudo, aliás, tem resultado num desastre: os fogos não param, a legislação não é adequada, não há prevenção, há muitos acidentes com os bombeiros (os poucos que se apresentam dos cerca de 30.000 inscritos…), etc.
Não se sabendo o que fazer com o que restava dos Guardas Florestais, nem como os enquadrar, resolveu-se incorporá-los na GNR que, por ser um corpo militar, é pau para toda a obra; e até se inventou um grupo especial de intervenção contra os fogos, dentro daquela corporação, cuja missão nada tem a ver com isto.

Ora se tivesse havido boa mente na apreciação da situação, o que deveria ter sido feito era ter aumentado os meios da FA (já que eram insuficientes…) e, ou, dotá-la de meios apropriados que pudessem ser aproveitados noutro tipo de missões, de modo a rentabilizá-los todo o ano. Manter-se-ia, deste modo, os meios aéreos sob comando e controle centralizado (sem embargo da descentralização da execução), a serem operados por quem sabe e tem experiência e capacidade de os operar e manter.
Mas não, decidiu-se pegar no dinheiro – que pelos vistos nunca faltou no MAI – e ir-se inventar a pólvora, pois no nosso desgraçado país os últimos 30 anos têm sido um farró! E o “negócio dos Incêndios” lá continuou de vento em popa.
Constituiu-se mais um dos inúmeros grupos de trabalho (GT), que pulularam no país, como cogumelos, para se equacionar a coisa. As conclusões deste GT foram entregues, em 6 de Setembro de 2005 e daqui surgiu a EMA, Empresa de Meios Aéreos (de capitais públicos), na dependência do MAI.
Do plano inicial fazia parte a compra de hélis ligeiros (quatro) e pesados (seis) e aviões pesados (quatro). Mas continuava a advogar-se o aluguer de 20 (!) hélis e 14 (!) aviões ligeiros e médios. Afinal…
Só para se ter uma ideia da insanidade em que se caiu, em 2010 chegaram a operar, em simultâneo, 56 meios aéreos, o que representa 40% da totalidade das aeronaves do inventário da FA!
Acabou por só se adquirir os helicópteros, um negócio atribulado com a Rússia (os Kamov) e, ainda os AS350B3, da Eurocopter (tudo cerca de 54-56 Milhões de euros), e já não se adquiriram os aviões por não haver dinheiro. Os hélis chegaram entre Junho de 2007 e Março de 2008.
O intermediário foi a empresa Heli Portugal, a quem foi adjudicado, também, por cinco anos, a manutenção das aeronaves, o que vale 16 Milhões de euros/ano.

A chefia da FA ainda fez uma proposta, em finais de 2004, avançando com a ideia de uma esquadra de aviões tipo Canadair (oito a 10), de multiuso. Este avião tem a vantagem de já ter dado boas provas e ser operado por Marrocos, Espanha, França, Itália e Grécia, podendo-se equacionar uma futura “poole“ destes meios. Ficou, ainda, em aberto a hipótese de reconfiguração dos 10 SA 330 Puma existentes e em desactivação, mas aproveitáveis, apesar de não serem os ideais. Hoje estão à venda e não se lhes encontra comprador.
Não deixa de ser curioso notar, contudo, que a chefia da FA, entre 1997 e 2000, não se ter mostrado nada interessada na questão dos IF, nem nos “Canadair”.

A FA, com realismo militar, mas com falta de “perspicácia” política, sempre foi dizendo que necessitava de cinco anos para tudo estar operacional, o que logo foi aproveitado pelos políticos, como óbice pela falta de celeridade. Menos, certamente, por preocupação com os fogos, mas por estarem sempre de olho nas próximas eleições e no papelinho do voto…
É claro que a proposta ficou na gaveta da política e só não temos a certeza do grau de assertividade com que esta dama foi defendida. E devia tê-lo sido, não só pela FA mas pelo Conselho de Chefes.
E, assim, se avançou para a organização de uma empresa para operar helicópteros num organismo que sabia rigorosamente nada sobre tal “negócio”. O Estado Português tem destas coisas e é, como se sabe, rico.
Faltava agora decidir sobre o dispositivo, isto é, onde estacionar os meios. A Autoridade Nacional de Protecção Civil pretendia meios colocados em Loulé e S. Comba Dão (e outros locais) mas, para além disto, era necessária uma base central.

O MAI António Costa, ainda tentou colocá-los na antiga base de Tancos (que tem todas as infra-estruturas, espaço e está despido de meios aéreos, e para isso reuniu com os Chefes do Exército e da FA. A reunião correu mal (para variar), e nenhum acordo foi atingido.
Resultado, foi-se gastar uma nota gorda (cerca de 15 Milhões de euros), a fazer uma “base” no aeródromo municipal de Ponte de Sor (a 50 km de Tancos…), que foi completamente remodelado.
Como houve dificuldades, no inicio, em recrutar pilotos para os “Kamov”, a EMA foi generosa e passou a oferecer 6000 euros/mês a um comandante, fora as alcavalas. Afinal só não há dinheiro é para os hélis dos Ramos, nem para aumentar o risco de voo dos pilotos militares… Para já não falar nos diferentes pesos e medidas, que o mesmo patrão (o Estado), usa para com os seus servidores.

Como ninguém, aparentemente, explicou com algum detalhe aos senhores do MAI, que operar meios aéreos não é propriamente o mesmo que colocar uma asa num carro de bombeiros, os custos da empresa não mais pararam de derrapar e o passivo (dividas) já ultrapassa os 40 milhões, se é que se podem acreditar nas contas que por aí correm. Tentou-se,” in extremis” impor quotas de horas de voo à GNR, PSP, ANPC, SEF, IMTT, etc., o que tem gerado uma apreciável confusão.
E agora ninguém sabe o que fazer. Daí o anzol lançado pelo MDN.
A desintonia e os desencontros, entre MDN, MAI, bem como entre as principais entidades que têm andado ligadas a esta problemática, têm sido a regra.
Os incêndios, esses, continuam a surgir por geração espontânea e fazem o seu percurso placidamente. Deve ser das alterações climáticas. "
Por: Brandão Ferreira, Ten. Cor. Piloto Aviador - Cmd. Linha Aérea

"CORPORAÇÕES DE BOMBEIROS ENVOLVIDAS NO INCÊNDIO DO ALGARVE RECEBERAM CERCA DE 154 MIL EUROS DE
ADIANTAMENTO" FONTE

Leia ainda:
Os incêndios e as negociatas, segundo Paulo Morais
Os incêndios e as negociatas segundo Gomes Ferreira



18 comentários :

  1. Zita, quero lhe dar os meus Parabéns. Realmente é das poucas vezes que um assunto destes é denunciado de forma pormenorizada. Claro tantos incêndios, não aparecem só devido as elevadas temperaturas. Muitos incêndios aparecem porque há muitos interesses e factores para se incendiar determinadas áreas. Vamos por partes, uma empresa que seja contratada para combater os incêndios, caso não haja incêndios, não pode facturar horas extras. Porque não se vê a força aérea no combate aos incêndios? E o pinhal que é ardido é vendido basicamente quase ao mesmo preço para as serrações, mas esse pinhal é vendido a trocos para os madeireiros. E o pinhal que arde muitas vezes é só a casca, logo a parte interior ainda está em bom estado. Mas caso esse pinhal não seja cortado ao fim de um ano ele seca. Portanto quem tem pinhal é simplesmente o elo mais fraco. E outra situação, sabiam que quanto mais área ardida, mais a corporação dos bombeiros dessa área recebe dinheiro. Não devia ser o contrário??? Neste País está feito, para nada funcionar ou funcionar ao contrário. Outra situação, os incêndios grande parte são dos privados, nas matas nacionais há poucos ou nenhuns, isto não será premeditado? Muitas dúvidas ficam no ar. O pinhal de Leiria nas matas da Marinha Grande para São pedro de Moel, nunca vi la nenhum incêndio, ou raramente assiste uma coisa dessas para aquelas bandas. Atenção não estou a defender incêndios em matas públicas, mas sim a comparar as 2 situações (mata privada e mata nacional).
    Conheço um caso real (o meu pai) tinha um pinhal, que não o vendia por 3.000€, no ano 2008 passou lá o fogo e deve de o vender por cerca de 600€, para não perder tudo.
    Neste ano 2008 ia para o interior do País, ao fim de tudo ardido, vejo que os militares iam para auxiliar os bombeiros. Mas ao fim de tudo ardido, porque esta gente ia lá, para passear os carros militares. E mais porque quem ganha o rendimento mínimo, não pode fazer a limpeza das matas que não são limpas?

    Isto não é teoria da conspiração, basta pensar um bocadinho, já alguém questionou tantas caravelas para aproveitar a energia eólica, no interior do País. Aposto que certos incêndios já foram pensados em futuros negócios. Porque uma determinada região com um bom pinhal vale x, caso arde essa riqueza essa determinada região, vale um terço.

    Portanto, não tenham ilusões, há muitos incêndios porque há muito dinheiro em causa, ou negocio de muitos milhões. No ano de 2009, veio um grupo de bombeiros do Chile, e diziam que os bombeiros portugueses gastavam muita agua no combate aos incêndios.

    Falta de prevenção, acessos difíceis todos os condicionantes para alimentar este negócios de milhões.

    Fernando

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    1. TEMOS OS POLITICOS QUE MERECEMOS SOMOS NÓS QUE OS MOLDAMOS
      UM POVO QUE NÃO VOTA NEM SABE USAR O VOTO JAMAIS SERÁ REPRESENTADO, TEMIDO OU SEQUER RESPEITADO E JAMAIS SABOREARÁ AS VANTAGENS DA DEMOCRACIA...
      Em Portugal vence sempre a abstenção e a ignorância e os corruptos.
      O povo não sabe que o voto não serve apenas para votar a favor dos que mais se apoiam, serve também para votar contra os que mais roubam e mentem.
      O critério decisivo da democracia é a possibilidade de votar contra os partidos que há 40 anos destroem o país
      Karl Popper, sobre democracia, responsabilidade e liberdade.
      (…)
      Inicialmente, em Atenas, a democracia foi uma tentativa de não deixar chegar ao poder déspotas, ditadores, tiranos. Esse aspecto é essencial. Não se tratava, pois, de poder popular, mas de controlo popular. O critério decisivo da democracia é – e já era assim em Atenas – a possibilidade de votar contra pessoas, e não a possibilidade de votar a favor de pessoas.
      Foi o que se fez em Atenas com o ostracismo. (…)
      Desde o início que o problema da democracia foi o de encontrar uma via que não permitisse a
      ninguém tornar-se demasiado poderoso. E esse continua a ser o problema da democracia. (…)

      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/o-criterio-decisivo-da-democracia-e.html#ixzz3qcV7Aoi8

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  2. E já me esquecia, na zona de Arganil, houve um incêndio. É engraçado, quem coordena o pessoal, não é o comandante da corporação de bombeiros daquela zona, mas sim o mais graduado, sem conhecer a região. Como é possível isto acontecer. Nesse incêndio que me recordo, sei que um incêndio pequeno, mas mal gerido por pessoas que não conheciam a região, este mesmo incêndio tornou-se o maior na região, andou uma semana a lavrar naqueles pinhais. E só se apagou devido na semana seguinte choveu. Mas alguém foi chamado a responsabilidade, claro que não. Só perde quem tem alguma coisa, e muita gente ficou sem nada, mas sim a ver navios. Há determinadas situações que acontecem devido à má gestão.

    Fernando

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  3. Este pais tem problemas graves, um deles é que este povo só vê dinheiro e diversão à sua frente. Ao contrario do que nos querem atirar para os olhos, a verdadeira crise é de falta de valores e de princípios. Há cerca de 2 anos saiu num jornal uma noticias a dizer que só na zona de Lisboa em 3 festivais se faturaram 15 milhões $$$, afinal onde está a crise ??? É disto que este povo inculto gosta, de circo, e por isso este país transformou-se num circo onde temos carnaval o ano todo! Este circo interessa muito ao poder pois é uma manobra de diversão e assim incentiva-o constantemente. O verdadeiro problema deste país é referido neste excelente artigo, mas como não fala de dinheiro não sei se vão compreende-lo. O artigo mete o dedo na ferida, é aqui que nos devemos concentrar (o artigo completo está aqui http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/11/sem-justica-nao-existe-democracia-este.html#ixzz2uT0wFgM4). Outra problema é que mesmo os chamados bons só vêm aquilo que querem ver, há coisas graves que eles ignoram. Eis parte do artigo:
    - Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora continua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido.
    - A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
    - Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso (mas os português só vêm dinheiro e diversão à sua frente)
    - Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.
    - E habituamo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
    - Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. --->Este é o maior fracasso da democracia portuguesa<----".
    Perceberam? Acordem que estão a ser manipulados pelos media.
    Eu acrescento, os portugueses só não acham normal 2 coisas, "irem-lhes ao bolso" e o seu clube de futebol perder.

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  4. O que eu gosto mesmo é da história do Ten. Cor. Piloto Aviador - Cmd. Linha Aérea, Brandão Ferreira com o seu "amigo" Manuel alegre...:) dou-lhe os meus parabéns por não deixar passar...

    "Para já não falar nos diferentes pesos e medidas, que o mesmo patrão (o Estado), usa para com os seus servidores"... Não estou a perceber... O estado deveria olhar para um militar como mais um funcionário do estado??...

    Eu sei que a gestão da EMA é difícil de igualar mas o problema é que a competente gestão publica é transversal, por isso nada garante que se fosse a FAP a gerir os helis ficaria mais barato...

    Já se queixam que os comandantes ganham muito e que a nós nem o subsidio de risco aumentam... também digo, que 6000 euros para voar naqueles helis não paga o risco...




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  5. Pais pequeno com tantos gatunos e estes do PS ainda são piores

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  6. Pais pequeno com tantos gatunos e estes do PS ainda são piores

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  7. Parabéns,estou abismado com o conteúdo, ainda bem que existe alguém que exponha estes temas.
    Mto/Obrigado Zita Paiva.

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  8. Isto é a vulgar admnistração do Estado português com o dinheiro dos contribuintes. Um regabofe permanente.

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  9. Este blog esta merecedor de aplausos, nao fosse o disclaimer contra os que nao votam. Ha pessoas que nao conseguem fazer escolhas entre ladroes e assassinos... se os vemos a todos como criminosos e moralmente impossivel votar-se num ou noutro. Eu creio que ha que respeitar e muito quem opta por nao votar. E ja agora, fica aqui a opiniao de George Carlin sobre essa mesma materia: https://youtu.be/qxsQ7jJJcEA

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    1. Ora vamos lá entender uma coisa voce tem que votar pq a abstenção favorece os partidos mais corruptos e que já se apoderaram do país, então pense, se tem que votar, vote nos menos ladrões e assassinos pq a unica forma de os tirar de lá e nao os ajudar, é VOTAR contra eles simples, o resto são teorias... nao há partidos honestos? isso é pq dá ouvidos aos partidos que há décadas dominam a informação e a assembleia, desde os maiores aos mais pequenos. Portanto votemos em massa em partidos novos e sem ligação aos velhos. simples... Dado que só votos em partidos entram nas contagens, o que penaliza um partido, não é a abstenção ou votos brancos/nulos, é votar noutro partido - porque se não votarmos, não estamos a negar o voto a ninguém. Estamos apenas a deixar que as decisões se concentrem num conjunto mais restrito do eleitorado, uma minoria - que inclui sempre as clientelas dos partidos e os clubistas acríticos.
      Temos também de esquecer o hábito da idolatria onde os maiores partidos são instituições que muitos acreditam que se devem preservar ao longo do tempo, independentemente do seu desempenho: com as regras actuais, temos sim de mostrar aos partidos que são descartáveis e têm de se esforçar para obter o apoio do eleitorado, caso contrário serão descartados.

      Acesse a Postagem Original: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/so-votos-em-partidos-entram-nas.html#ixzz4lDpHWyWo

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  10. Enquanto nos o povo nao se convencer que somos os verdadeiros culpados porque o povo unido derruba governos e seus exercitos mas nada fazemos somos roubados diariamente mas esta tudo bem aja paciencia choram choram mas gostam .

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    1. A abstenção afinal obtém um resultado contrário, ao que pretendem os abstencionistas
      Por isso, o que me chateia na vossa abstenção é a falta de colaboração num trabalho importante. Não é uma questão de direitos ou deveres cívicos em abstracto. O problema é concreto. Temos uma tarefa difícil, da qual depende o nosso futuro, e vocês ficam encostados sem fazer nada.
      Isto tem consequências graves para a democracia. Quando a maioria não quer saber das propostas dos partidos, está-se nas tintas para o desempenho dos candidatos e nem se importa se cumprem os programas ou não, o melhor que os partidos podem fazer para conquistar votos é dar espectáculo. Insultarem-se para aparecerem mais tempo na televisão ou porem o Marinho Pinto como cabeça de lista, por exemplo. Vocês dizem que se abstêm porque a política é uma palhaçada mas a política é uma palhaçada porque vocês não votam.
      A culpa é vossa porque não é preciso muita gente votar em palhaços para os palhaços ganharem. Basta que a maioria não vote. Também é por vossa culpa que os extremistas estão a ganhar terreno, e pela mesma razão. É fácil pôr os fanáticos a votar. Basta abanar o pano da cor certa e, se mais ninguém vota, eles ficam na maioria. Mas se vocês colaborassem e se dessem ao trabalho de avaliar as propostas dos partidos, se os responsabilizassem pelas promessas que fazem e votassem de acordo com o que acham ser a melhor solução, deixava de haver palhaços, interesseiros e imbecis na política.

      Quando opta por não votar pode estar a atingir o resultado contrário daquilo em que acredita.
      Esclareça-se e compreenda porque é importante votar em consciência contra os partidos corruptos.
      Faça uma escolha, opte por votar com quem mais se identifica, e quem menos o lesou, o poder é seu! Use-o para ajudar todos nós.
      http://apodrecetuga.blogspot.pt/2015/10/percebam-que-abstencao-afinal-obtem-um.html#more

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  11. Tudo muito bem e bonito no artigo , mas o tal Sr Coronel aviador , esqueceu-se de dizer que a profissão dele (piloto) e a sua carreira foi paga pelos contribuintes , por isso ele deveria servir o País para compensar os gastos que com ele foram feitos , por isso não se deveria queixar dos ordenados daqueles pilotos que pagaram do seu bolso 75 Mil euros para fazer o curso e os anos que andaram a receber baixos ordenados até adquirirem experiência suficientes para comandantes.
    Esta gente têm telhados de vidro.....não falem muito ,que algums estilhaços podem sair descontrolados.

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  12. Somos roubados todos os dias,fala-se e escrevesse muito denuncia-se mas continua tudo na mesma as denunias ja não preocupa os piliticos eles sabem que podem saquear a vontade o povo e acomodativo

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  13. O vício de roubar já é tão forte e está tão enraizado que não há maneira de o derrubar . A única maneira era através do voto , mas infelizmente "os portugueses não sabem escolher quem os representem " ...

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