27 fevereiro, 2013

Esquema de vigarice que empurra Portugal para a pobreza.

Aqui têm a prova do esquema de vigarice lançado pelos governantes portugueses e a Troika formada pela UE, BCE e FMI para roubar o povo português, aumentar os impostos e liquidar os serviços públicos:

A dívida pública (em milhões de euros);
2011 - 174.895
2012 - 196.146
2013 - 207.624
Juros especulativos pagos pelos contribuintes portugueses (em milhões de euros);
2011 - 6.881
2012 - 7.523
2013 - 7.276
Total = 21.680
Juros que se pagariam à taxa de 0,75% cobrada pelo BCE aos bancos (em milhões de euros);
2011 - 1.312
2012 - 1.471
2013 - 1.557
Total = 4.340
(Fonte: Relatório do Orçamento do Estado 2013)

Em apenas três anos, os contribuintes portugueses pagarão 21.680 milhões € de juros pela divida pública portuguesa. No entanto, se tivessem da pagar a taxa de juro que é cobrada pelo BCE nos empréstimos que concede à banca privada (apenas 0,75%), Portugal pagaria apenas 4.340 milhões €, ou seja, menos 17.340 milhões €.
O BCE empresta à banca privada a uma taxa de 0,75% para esta depois especular com a divida pública impondo pesados sacrifícios aos portugueses.

Como já vários órgãos de informação incluindo o próprio presidente do BCE divulgaram, a divida publica portuguesa tem sido um negócio altamente lucrativo para a banca, para os fundos especulativos e para muitos governos da União Europeia. E tudo isto é pago com sacrifícios dos portugueses, em que o governo antes do PS e agora do PSD/CDS e a Troika são os instrumentos utilizados para impor isso.
Passos Coelho e Vítor Gaspar até se ufanam de não querer mudar esta situação de pura especulação, prestando-se a isso até com satisfação, e a nossa comunicação social mais os seus habituais comentadores, empenham-se em técnicas clássicas de manipulação da opinião pública para que o povo se mantenha pouco informado de outras alternativas e soluções e continue sereno e resignado, comendo e calando.
Por isso e mais uma vez deixo a transcrição do alerta deixado pelos militares não submissos ao poder corrupto e apelo aos meus concidadãos que nos unamos e saiamos às ruas e praças para combater pela recuperação da nossa soberania já perdida para a ditadura do capital e em defesa do povo português que está sendo brutalmente saqueado e arremessado para um futuro de miséria e infelicidade... "
Email enviado ao Blog, Baseado neste artigo/ estudo, se quiser consultar mais dados e quadros consulte a fonte. 

"Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia.
Portugal é tratado com arrogância por poderes externos, o que os nossos governantes aceitam sem protesto e com a auto-satisfação dos subservientes.
O nosso estatuto real é hoje o de um ?protectorado?, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão nos nossos destinos.
O contrato social estabelecido na Constituição da República Portuguesa foi rompido pelo poder. As medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável. Condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social atingem a dignidade da pessoa humana. Sem uma justiça capaz, com dirigentes políticos para quem a ética é palavra vã, Portugal é já o país da União Europeia com maiores desigualdades sociais.
O rumo político seguido protege os privilégios, agrava a pobreza e a exclusão social, desvaloriza o trabalho.
A linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa. O poder político que actualmente governa Portugal, configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores.
Por isso apelamos ao povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia e a soberania.
Mobilizemo-nos e revoltemo-nos! Viva Portugal!"  fonte

  1. Toda a verdade da Troika 
  2. Na Grécia negociaram melhor!
  3. Verdade do BCE
  4. A verdade do golpe
  5. A verdade da divida
  6. A verdade que chega à troika
  7. A verdade sobre os culpados


9 comentários :

  1. oa tarde sra. Zita

    esta imagem demonstra bem o esquema que os portugueses são roubados. Estes políticos portugueses são uma cambada de mentecaptos que não servem para nada, nem para lesar pelo interesse do próprio País.
    "Portugal pagaria apenas 4.340 milhões €, ou seja, menos 17.340 milhões € se a taxa fosse 0.75%", isto demonstra bem que os lideres Políticos de Portugal não valem nada, só dá vontade de manda-los a todas a p... que os pariu.
    Já estamos todos fartos de ser ROUBADOS.

    Quando em nossa casa, não temos alguém que lese pelo bem da casa, certamente que mais tarde se irá desmoronar. O Estado do País é a mesma coisa, os Políticos dizem tudo que sim as estâncias europeias. Porque os Políticos Portugueses são corruptos e cúmplices no Roubo de Portugal.

    Estamos a caminhar para o abismo, temos de fazer cair o governo o quanto antes. Isto não tem futuro nem é sustentável.

    Acabar com os parasitas e já.

    Fernando

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    1. Derrubar o governo agora ia resolver alguma coisa?

      O senhor merece passar fome! em 3 anos não aprendeu nada!

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  2. Eles não são mentecaptos são é traidores e vigaristas, até os acho muito espertos e criativos nas formas de gamar o povo. Mas o povo tem o que merece, é uma carneirada que só se mexe para a merda do futebol!

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  3. Aqui é que mora a traição globalizante.
    Mais propriamente no artigo 123 do Tratado de Lisboa.

    O que de melhor vi sobre este assunto está no vídeo abaixo, falado em francês, legendado em inglês:

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=P8fDLyXXUxM


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  4. Sabiam que o BES patrocinou o sindicato do magistério público?
    In "O Jumento":

    Vivemos num Estado de direito onde o sindicato dos magistrados quase festeja a demissão de um alto responsável do Ministério Público, por coincidência a responsável pelos grandes processos deste país. Já é um hábito os nossos sindicatos terem tiques soviéticos e quase não opinarem sobre questões laborais. Mas o sindicato do pessoal da toga é ainda mais original, opina sobre o alto responsável pelas investigações onde se inclui a banca, precisamente a mesma banca que patrocinou o seu luxuoso congresso, com agradáveis programas para que os e as conjugues não se aborrecessem durante os trabalhos.
    O BPN já não veio a tempo de patrocinar os sacerdotes da toga, mas o BES teve mais sorte e lá estava entre os banqueiros generosos, o BES presidido por um senhor que anda às voltas com investigações e que já é recordista na correcção das declarações de IRS, com mais de 20 milhões em falta. E por falar em impostos outro sindicato com tiques soviéticos é o dos trabalhadores dos impostos, não há notícia em relação á qual o seu presidente não se auto designe analista oficioso.
    Não admira que o país viva neste verdadeiro PREC da bandalhice em que o famoso estado de direito se tenha transformado num albergue espanhol..."

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  5. AQUELE (NOSSO) TRATADO DE MAASTRICHT ! por Juan Torres López (Professor de Teoria Económica na Universidade de Sevilha)

    1ª Parte

    "É curioso que tão pouca gente se recorde agora do Tratado de Maastricht , o qual está a origem dos problemas actuais da União Europeia. Na base de muitas mentiras tenta-se fazer crer às pessoas que aquilo que acontece aos países que sofrem as maiores perturbações é que realizaram demasiada despesa pública social [NR] e que isso aumentou até níveis insuportáveis o peso da dívida pública, de onde deduzem a exigência de executar políticas de austeridade baseadas no corte de direitos e prestações sociais.

    A REALIDADE É OUTRA E BEM DIFERENTE: O QUE VERDADEIRAMENTE FEZ COM QUE CRESCESSE A DÍVIDA PÚBLICA (ALÉM DO IMPACTO MAIS RECENTE DA CRISE FINANCEIRA INTERNACIONAL E DA QUEDA SUBSEQUENTE DOS RENDIMENTOS PÚBLICOS) NÃO FOI O INCREMENTO DA DESPESA PÚBLICA PRIMÁRIA (OU SEJA, A ASSOCIADO A DESPESAS CORRENTES OU DE INVESTIMENTO) E SIM OS RECURSOS DEDICADOS A PAGAR JUROS E A DÍVIDA QUE FOI SENDO NECESSÁRIA PARA ENFRENTAR A DÍVIDA ANTERIOR.

    Calcula-se que os Estados europeus vêm pagando à banca privada uns 350 mil milhões de euros por ano a título de juros desde que deixaram de ser financiados pelos seus antigos bancos centrais e depois pelo Banco Central Europeu (Jacques Holbecq e Philippe Derudder, 'La dette publique, une affaire rentable: A qui profite le système?' , Ed. Yves Michel, Pari´s, 2009). É esse, portanto, o verdadeiro fardo que agora lastreia as economia europeias e não o peso insuportável, como querem fazer crer, do Estado Previdência. Não podemos cansar de repetir que se os saldos primários que o Estado espanhol foi tendo desde 1989 houvessem sido financiados a uma taxa de juro de 1% por um banco central (como é lógico que deveria ter sido) o peso da dívida pública espanhola seria agora de 14% do PIB e não os 87% actuais (Eduardo Garzón Espinosa. 'Situación de las arcas públicas si el estado español no pagara intereses de deuda pública': http://eduardogarzon.net/?p=328 ). Essa é a demonstração concreta de que são os juros financeiros e não a despesa social a verdadeira origem da dívida, que se quer combater na base de cortes nos direitos e na democracia.

    E esquece-se agora que foi O ARTIGO 104 DO TRATADO DE MAASTRICHT que consagrou essa proibição de que os bancos centrais financiassem os governos. Uma condição totalmente absurda do ponto de vista económico e financeiro, que só beneficia a banca privada a qual pôde assim fazer um negócio de dimensões autenticamente astronómicas: é fácil calcular que graças a isso os bancos europeus terão recebido graciosamente cerca de sete millhões de milhões (billones) de euros, desde que foi ratificado o Tratado de Maastricht, a título de juros. Um dinheiro que, além disso, ao invés de ser dedicado a financiar preferencialmente o desenvolvimento produtivo europeu, alimentou a especulação financeira, a formação de borbulhas. Estas, ao explodirem, levaram em frente economias inteiras e as contas multimilionárias que os bancos europeus mantêm nos paraíso fiscais ou que dedicam ao financiamento de todo tipo de crimes e delitos, o tráfico de armas, de pessoas, de droga ou a corrupção política.

    Para que isso fosse possível, o Tratado também estabeleceu outra medida igualmente carente de fundamento científico: a independência dos bancos centrais que, na realidade, simplesmente foi o procedimento que permitiu que actuassem com liberdade total ao serviço da banca privada. Prova disso é que a gestão dos bancos centrais desde que se tornaram independente foi aquela com menos êxito de toda a sua história, pois foi nessa época que se verificou o maior número de crises financeiros e os episódios mais graves de instabilidade monetária. Ainda que, deve-se dizer, a maior distribuição de rendimento em favor dos poderosos graças à política de taxas de juro e ao manejo da quantidade de dinheiro em circulação. "

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  6. AQUELE (NOSSO) TRATADO DE MAASTRICHT ! por Juan Torres López

    2ª Parte

    "Com o objectivo de favorecer a banca privada, o Tratado de Maastricht é o responsável original pelo facto de os Estados europeus estarem manietados na hora de fazer política económica, cujo êxito baseia-se sem dúvida na coordenação constante entre seus diferentes responsáveis e entre suas diferentes manifestações e instrumentos. E daí, desde Maastricht, serem tão impotentes para controlar o que agora nos cai em cima.

    Também foi esse Tratado que pela primeira vez estabeleceu regras igualmente absurdas de convergência nominal, que o tempo encarregou-se de demonstrar serem completamente inúteis para conseguir o equilíbrio e a harmonia que uma união monetária precisa para funcionar correctamente e sem gerar mais problemas do que aqueles que resolve. Ou as de estabilidade orçamental, tão infundadas e injustificadas do ponto de vista científico que foram incumpridas numas 140 ocasiões pelos diferentes Estados. E cuja perversão demonstra-se simplesmente perguntando-nos em que situação se encontrariam hoje em dia os países, agora mais avançados do mundo, se houvessem estado submetidos a essas normas de estabilidade orçamental desde há 100 ou 150 anos.

    Mas o Tratado de Maastricht não foi decisivo só pela introdução destas ataduras económicas e privilégios que condenaram os povos da Europa e as suas diferentes nações à situação em que agora nos encontramos. Foi decisivo também pela forma anti-democrática como foi ratificado, evitando o debate social sobre este tipo de aspectos essenciais, ou melhor, ocultando aos cidadãos suas conclusões e inclusive fazendo truques na hora de aprová-lo.

    Por isso Maastricht foi o primeiro e o mais claro alerta de que os construtores e beneficiários da Europa neoliberal que ali se punha em andamento não necessitavam democracia e sim muito pelo contrário. E que, portanto, com o Tratado começava o seu desmantelamento real.

    O lado positivo de Maastricht é que demonstra a origem ilegítima que teve a dívida que injustamente se faz recair sobre os povos europeus. E, portanto, a primeira razão para auditá-la em toda a Europa e repudiá-la o quanto antes."

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  7. meeeeeee
    meeeee
    meeeee

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  8. Isto já não vai com manifestações, precisamos é de uma guerra civil, uma revolução
    mundial.

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