15 novembro, 2011

Em Portugal os cargos são moeda de troca de favores.

Cargos pagam silencio politica
Narciso Miranda, antigo presidente da Câmara de Matosinhos revela que lhe ofereceram sete cargos de empresas públicas para se calar.
«Ofereceram-me o cargo de presidente da Metro do Porto, presidente dos transportes públicos do Porto, presidente das Águas do Rio Douro e Paiva, presidente do ex-Instituto Nacional de Habitação e para uma eventual holding para gerir as infra-estruturas marítimo-portuárias...», enumera .
(...)afirma que Pedro Silva Pereira e Rui Pedro Soares são «paus-mandados» do líder do PS.
«Acho que o país idealizado ou construído por José Sócrates é perturbador. É o país do laxismo, do facilitismo, do favor, da ficção, do discurso fantasmagórico e... das cunhas descaradas».
«Esta nova cultura política de novo-riquismo, do facilitismo, da balda provoca-me angústia». fonte

Eis a razão porque temos tantos boys e tantos prejuízos, NO ESTADO...
Desta forma se gere um país, fazendo uso do dinheiro público e brincado aos gestores, para pagar silêncios. Mais grave ainda, oferecendo cargos de chefia e gestão de empresas públicas, vitais para a boa saúde da economia portuguesa, não a pessoas competentes mas a pessoas a quem se devem favores.
Óbvio que o resultado seja prejuízos graves das empresas públicas...
Falências de serviços públicos...
Rupturas de serviços públicos...
Preços sempre a subir da electricidade, água, gás, transportes, SNS, etc etc
Há que pagar os salários a estes senhores que somam cargos inúteis, e soma prejuízos por falta de currículo ou competência. Pois a sua contratação tem por base fazer um favor aos boys e não gerir bem a empresa.
O Metro do Porto, que faz parte da lista acima referida, é um desses casos, com constantes prejuízos que tem forçado o povo a ter que injectar dinheiro para fazer face ás dividas. "Estado garante empréstimo de 100 milhões de euros à Metro do Porto" 15/11/11- JN
Mas há mais... exemplos de gestão danosa, com prejuízo para o povo.
  1. Transportes
  2. Aguas de portugal
  3. CP
  4. Estradas de portugal
  5. BPN
  6. EDP sem prejuízo
  7. Madeira
  8. Prémios de mérito
  9. Lista dos tachos

2 comentários :

  1. Não sei onde isto vai parar com a maioria dos que têm altos cargos roubam o mais que podem:Presidentes de Câmaras, outros que fizeram parte anteriores governos e actuais já defraudaram o Estado,as PPP são milhões que roubaram e continuam a fazê-lo,sem data marcada para parar com escânlos desta natureza,os principais culpados são Assembleia da República e alguns Presidentes da República são eles aprovam todas essas leis.Não vejo como sair deste pântano em que nos meteram.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O FIM DO ABUSO DOS POLITICOS ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS
      TEMOS OS POLÍTICOS QUE MERECEMOS SOMOS NÓS QUE OS MOLDAMOS
      UM POVO QUE NÃO VOTA NEM SABE USAR O VOTO JAMAIS SERÁ REPRESENTADO, TEMIDO OU SEQUER RESPEITADO E JAMAIS SABOREARÁ AS VANTAGENS DA DEMOCRACIA...
      Em Portugal nas eleições, vence sempre a abstenção, a ignorância e os corruptos.
      O voto é a a nossa avaliação, o nosso concordar e discordar, a nossa forma de punir os que abusam. Mas o povo não vota
      O povo não sabe que o voto não serve apenas para votar a favor dos que mais se apoiam, serve também para votar contra os que mais roubam e mentem.
      O critério decisivo da democracia é a possibilidade de votar contra os partidos que há 40 anos destroem o país
      Karl Popper, sobre democracia, responsabilidade e liberdade.
      (…)
      Inicialmente, em Atenas, a democracia foi uma tentativa de não deixar chegar ao poder déspotas, ditadores, tiranos. Esse aspecto é essencial. Não se tratava, pois, de poder popular, mas de controlo popular. O critério decisivo da democracia é – e já era assim em Atenas – a possibilidade de votar contra pessoas, e não a possibilidade de votar a favor de pessoas.
      Foi o que se fez em Atenas com o ostracismo. (…)
      Desde o início que o problema da democracia foi o de encontrar uma via que não permitisse a
      ninguém tornar-se demasiado poderoso. E esse continua a ser o problema da democracia. (…)

      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/o-criterio-decisivo-da-democracia-e.html#ixzz3qcV7Aoi8

      Eliminar