31 outubro, 2011

Jorge Coelho e o percurso atribulado e duvidoso da Mota-Engil.

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Por incrível que pareça ao consultar a compilação que se segue, irá perceber que em Portugal os "suspeitos" reincidem uma e outra vez, sem pudor, o que reflecte falta de medo, de vergonha e excesso de impunidade. Sem medo nem vergonha, sem justiça e sem um povo atento, quem os trava?
Salta à vista que todos os personagens interagem em promiscuidade entre o sector público e o privado, entre a politica e os negócios, lesando o estado e esgueirando-se entre as malhas da lei, demasiado esburacada, feita para eles escaparem sempre ilesos.
Neste caso os protagonistas são Jorge Coelho, Paulo Campos e a Mota-Engil... 

António Mota é decididamente o empresário do regime.
Nos partidos do arco do poder, contrata políticos de todos os quadrantes.
A Mota-Engil controla desde esta semana mais um setor económico em Portugal, a recolha e tratamento de lixos. Como este negócio é um monopólio, os consumidores ficam à mercê deste grupo empresarial, a quem doravante pagarão uma taxa vitalícia.
António Mota é decididamente o empresário do regime. Nos partidos do arco do poder, contrata políticos de todos os quadrantes.
Já nos anos 80, Duarte Lima, enquanto líder parlamentar do PSD, representava os interesses do grupo Mota. Até aos dias de hoje, em que encontramos o ex-ministro laranja Valente de Oliveira na Administração do grupo Mota.
Também o ex-ministro Ferreira do Amaral, presidente da Lusoponte, está na sua esfera de influência. Rui Rio prestou-lhe tributo, condecorando-o. E estão agora sob investigação judicial os seus negócios com Luís Filipe Menezes...
António Mota contrata também na área socialista. Jorge Coelho, ex-governante nas obras públicas, presidiu durante anos a este poderoso grupo. A ele se juntaram outros responsáveis da governação socialista, desde o ex-secretário de Estado Luís Parreirão a Rangel de Lima, antigo presidente da Estradas de Portugal. Mota pesca também nas águas do CDS. Ao seu núcleo duro de gestão pertence António Lobo Xavier. E até Paulo Portas já foi a Angola promover as relações entre a construtora e o governo de Eduardo dos Santos.
Não é pois de estranhar que o grupo Mota seja dos que mais se alimentam da manjedoura que é o orçamento de estado. Constrói estradas e pontes, é o maior detentor de negócios na área das parcerias público-privadas rodoviárias, o que lhe dá acesso a receitas milionárias garantidas. Através da Liscont, controla o porto de Lisboa, cuja recente prorrogação de contrato obteve sem qualquer concurso público. Doravante, irá ter garantida mais uma renda permanente, proveniente do negócio dos lixos, com a atribuição que Passos Coelho lhe outorgou: a posse da Empresa Geral de Fomento.
António Mota financia campanhas políticas, relaciona-se intimamente com governantes. Cavaco Silva apadrinha e preside às suas ações caritativas. O seu grupo confunde-se com o regime. Paulo Morais
cargos favores mota engil
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MAIS COINCIDÊNCIAS ESTRANHAS...

VANTAGEM DE TER SIDO MINISTRO
VENDE-SE CARGO A TROCO DE OBRA
1- Jorge Coelho‘deu’ à Mota-Engil maiores negócios das SCUT e posteriormente tornou-se presidente executivo da Mota-Engil.
Não há ilegalidade, mas há muita promiscuidade. A construtora passou a ter dois ex-ministros e um ex-secretário de Estado das Obras Públicas na direcção.
a) - Jorge Coelho atribuiu mais de mil milhões de euros em concessões rodoviárias a consórcios liderados pela Mota-Engil enquanto ministro. E agora prepara-se para liderar aquela que é a maior construtora portuguesa- Mota Engil . Ilegal? Não. Mas levanta questões de ética e de potenciais conflitos de interesses.
João Cravinho, o antecessor de Jorge Coelho na pasta das Obras Públicas disse ao Expresso, sem querer comentar este caso em particular, que “é intolerável definir parcerias público-privadas e depois gerir esses interesses particulares”. Mas a Mota-Engil é uma empresa de ex-governantes.
b) - Durante a sua passagem pelo Ministério do Equipamento Social (Obras Públicas), 1999 e 2001, Jorge Coelho tem intervenção em duas das principais auto-estradas SCUT atribuídas à Mota-Engil: Na altura, era secretário de Estado Luís Parreirão, que há quase seis anos é um dos principais gestores da Mota-Engil e responsável pelas concessões.
c) - Com uma extensão total de 104,8 km, a SCUT IC1 foi adjudicada por 293 milhões de euros. A SCUT do antigo IP5,  foi adjudicada por 717 milhões de euros. O concurso arrastou-se e acabou por ser adjudicado um mês depois pelo seu sucessor Ferro Rodrigues, mas foi totalmente conduzido por Coelho.
d) - É também Jorge Coelho que assina o segundo acordo de reequilíbrio financeiro com a Lusoponte, onde a Mota-Engil é accionista de referência.
e) - A Mota tem tradição em contratar ex-ministros das Obras Públicas. O social-democrata Valente de Oliveira é vogal da administração da Mota-Engil, onde entrou depois de protagonizar aquele que ficou conhecido como o caso ‘Grande Porto’. Esta SCUT, com 537 milhões de investimento, acabou nas mãos da Mota depois da Ferrovial ter ganho o concurso decidido por Ferro Rodrigues e ter sido desclassificada por questões processuais. No final, o Estado desembolsou 100 milhões de euros adicionais.
f) Gestão ruinosa de Portugal ao sabor dos interesses da Mota Engil:: e que tal encher um país de estradas para a Mota Engil ficar milionária?
Portugal é o país “Campeão do Mundo” em parcerias publico-privadas (PPP), com o maior gasto em PPP em relação ao PIB (quase 11%) (Fonte: Observatório PPP da Universidade Católica). As Parcerias Público-Privadas têm contribuído para um agravamento da dívida pública, com injustificadas taxas de rentabilidade para os consórcios privados que as promoveram.
A maioria das transferência de recursos públicos para o setor privado tem beneficiado apenas quatro grandes empresas (cinco, agora que a EDP foi privatizada pela chinesa Three Gorges): Mota-Engil, BES, Mello e Soares da Costa. Estima-se que o Grupo Espírito Santo beneficará no total dos encargos brutos das PPP de 4.737 milhões de euros, a Mota-Engil em 5.083 milhões de euros, o grupo José de Mello em 3.207 milhões e a Soares da Costa em 2.877 milhões (Exame, 2011 – Quem ganha os milhões das PPP?).
g) Portugal campeão mundial em estradas, quando é para servir interesses da Mota Engil somos top? Portugal é o 4º melhor nas estradas. O relatório global do World Economic Forum de 2012 refere que Portugal tem das melhores infra-estruturas rodoviárias do mundo, é um país seguro, mas tem um longo caminho a percorrer na Justiça e um Estado que desperdiça dinheiro. À frente de Portugal está apenas a França, Emirados Árabes Unidos e Singapura.

2 - De um dia para o outro, concessões rodoviárias, que custavam nicles ao tesouro público, passaram a custar 600 milhões. Quem saiu beneficiado? Uma empresa do universo Mota-Engil, essa entidade omnipresente.
a) -  Sócrates e Paulo Campos mudam a lei para beneficiar objectivamente uma construtora em total prejuízo do dinheiro público. Perante este facto objectivo, o Ministério Público não pode actuar, não pode perguntar, não pode indagar?
b) - Paulo Campos. O autor moral desta governação-amiga-da-construtora-amiga está no
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parlamento, aliás, está nas comissões que tratam directamente de obras públicas.
c) - "Marques Mendes afirma que renegociação de concessão de auto-estradas entre o Governo de José Sócrates e o grupo da Mota-Engil, em 2010 representam 1,4 mil milhões de euros de prejuízos para o Estado.
"A não haver uma justificação muito clara e muito objectiva, eu diria que estamos perante um caso de polícia", avisou Marques Mendes. E as pessoas podem ser levadas a pensar que se está perante um caso de “promiscuidade ou de negociata pelo meio”.
d) - Os números foram apontados, a propósito da polémica com Paulo Campos, ex-secretário de Estado e agora deputado do PS, na comissão de Economia e Obras Públicas. O caso ganhou nova polémica com a empresa KPMJ a frisar que os dados que Campos usou , não era da sua responsabilidade, ao contrário do que inicialmente se pensava.
No negócio de 2010 que passou de custos zero para prejuízos para o Estado de 1,42 mil milhões Euros por exigências (aceites) da Mota Engil.
e) - Para Mendes, que o Grupo Mota Engil “faça uma exigência dessas é um problema seu”, porque “está a defender o seu interesse particular”. “Agora, que o Governo tivesse aceitado aquela exigência isso é que é absolutamente irresponsável. Porque é suposto o Governo defender não o interesse particular mas sim o interesse público”, acrescentou.
“Assim se fez a gestão ruinosa e irresponsável de José Sócrates e Paulo Campos [ex-secretário de Estado das Obras Públicas]”, concluiu.

3 - O Ministério Público apreendeu documentos no âmbito da Operação Furacão que indiciam o envolvimento da Mota-Engil no pagamento de ‘luvas’ a decisores políticos.
Num total de seis milhões de euros a quatro decisores políticos, que directa ou indirectamente estiveram relacionados com o concurso daquela SCUT.
4 - COMPRAR POR 60 MILHÕES, AO ESTADO, TERRENO QUE VALIA MAIS DO DOBRO.
"O Bloco de Esquerda (BE) solicitou esclarecimentos sobre a venda dos terrenos da Tertir em Matosinhos (zona do Freixieiro) e em Alverca.
Helena Pinto, autora do documento, suscita dúvidas sobre a forma como decorreu o processo, nomeadamente o valor pago ao Estado pela empresa, cerca de 60 milhões de euros, "só o terreno onde está instalado o Terminal do Freixieiro está avaliado em cerca de 130 milhões de euros".
O responsável  assegura que os 60 milhões pagos ao Estado pelos dois terminais foram calculados através "de uma avaliação efectuada pela própria Parpública".(Parpublica, o garante da defesa dos
interesses do estado!!)
a) - Entrega de Alcântara a empresa da Mota-Engil pode ser inconstitucional. O prolongamento do prazo de concessão do maior terminal de contentores no porto de Lisboa até 2042, assinado entre a administração portuária e uma empresa da Liscont ( grupo Mota-Engil) e defendido pelo Governo, sem concurso público, é fortemente criticado.
Para o fiscalista, o polémico negócio pode pôr em causa o princípio constitucional da concorrência.
"O Estado não pode vincular-se de forma quase perpétua a uma empresa" diz ainda que o contrato com a Liscont "pode ser lesivo para o erário público".
b) - "Não assinaria este contrato." É desta forma que Damião de Castro, presidente do porto de Lisboa entre 2002 e 2004, reage ao documento que o PÚBLICO lhe pediu para analisar, sem entrar em mais pormenores. Numa intervenção pública recente Damião de Castro disse ser inútil a longo prazo o alargamento do terminal de contentores de Alcântara e defendeu a sua transferência para a Trafaria, na Margem Sul, até por causa da contestação que existe ao alargamento do terminal, que já motivou a entrega de uma petição com mais de dez mil assinaturas no Parlamento.
c) - A Administração do Porto de Lisboa (APL) revelou que o MP interpôs uma ação judicial para pedir a "anulação e a nulidade" da prorrogação do contrato de concessão do terminal de contentores de Alcântara.
d) - BE Referindo que ficou "muito claro que este era um péssimo negócio para o Estado português, onde não estavam acautelados os interesses públicos, e que era um negócio que ia dar muitos milhões de lucro à Liscont".
d) - "Estamos perante um contrato que levanta as maiores dúvidas sobre a sua legitimidade e o seu interesse para o país" , sustentou o deputado comunista Manuel Tiago, acrescentando que o "interesse da empresa" Liscont "está bem acima nas prioridades desse contrato" .
Roseta acusa Governo de favorecer Mota-Engil
Vereadora diz que executivo prolongou concessão da exploração do terminal de contentores de Alcântara à empresa presidida por Jorge Coelho, sem concurso público
f) Sem concurso público. Helena Roseta diz que o Governo favoreceu Jorge Coelho ao aprovar um decreto-lei que prolonga por mais 27 anos a concessão da exploração do terminal de contentores de Alcântara à Mota-Engil, empresa a que o socialista preside, refere o «Rádio Clube Português».
Segundo a vereadora da Câmara Municipal de Lisboa não se entende por que razão o Executivo não promoveu um concurso público,
Refira.se que a Administração do Porto de Lisboa vai explicar à autarquia o projecto de ampliação do terminal de contentores de Alcântara. O projecto prevê a triplicação da capacidade da infra-estrutura, facto que tem gerado contestação pública. 


5 - PJ fez buscas a empresa da Mota-Engil, ao Porto de Lisboa, a consultoras e a um arquitecto.
Ao todo, apurou o DN, foram realizadas 15 buscas, nas quais foram recolhidos vários documentos com interesse para a investigação, que suspeita de favorecimento do Estado ao grupo empresarial liderado pelo ex-dirigente socialista Jorge Coelho.

6 - Mota-Engil controla 70% das operações portuárias. É a maior e mais importante empresa do ramo da construção civil e obras públicas em Portugal, mas a Mota-Engil detém uma liderança ainda mais evidente e incontestada no complexo e diversificado ramo da operação logística, e o transporte ferroviário de mercadorias.
Esta predominância na actividade portuária foi conseguida com a compra do grupo Tertir, anunciada em 2006.
"Já agora vai uma achega sobre a negociata dos terrenos da Tertir.
1 - Os terrenos eram da TERTIR.
2 - Os terrenos e a Tertir foram comprados pela MOTAENGIL.
3 - O JORGE COELHO passou a ser um dos patrões da MOTAENGIL.
4 - O JORGE COELHO foi Ministro das Obras Públicas, quando NARCISO MIRANDA foi seu Secretário de Estado.
5 - O projecto da nova sede da MOTA-ENGIL terá sido encomendado ao GENRO do NARCISO MIRANDA. (Jaime Paulo Oliveira Resende) fonte

7 - O director geral da Takargo garantiu que o uso de combustível mais barato pelos comboios da empresa não representa nenhum favorecimento, uma vez que a transportadora da Mota Engil está apenas a utilizar uma isenção permitida pela legislação nacional.
A Takargo, o único operador ferroviário privado licenciado para o transporte de mercadorias, pertence ao universo Mota-Engil. 
De acordo com a edição de hoje do DN a utilização deste combustível representa para o Estado menos 200 mil euros de receitas fiscais todos os meses.

8 - António Mota, presidente do grupo Mota-Engil, está a ser ouvido no DCIAP, pela equipa de investigação da Operação Furacão, tendo sido constituído arguido por indícios da prática de crimes de fraude fiscal agravada e branqueamento de capitais, soube o SOL.
Detectou-se, em buscas efectuadas em 2005 a quatro bancos (BPN, Finibanco, BES e BCP), um esquema de fuga ao fisco e branqueamento de capitais, descobriram-se facturas falsas emitidas a sociedades offshore pela Lusoscut – o consórcio de empresas liderado pela Mota-Engil.
a) - Mota já liquidou parte dos impostos devidos ao fisco, mas falta-lhe pagar centenas de milhares de euros. Mas uma fonte próxima do inquérito Furacão acrescentou, ao JN, que "a situação da Mota-Engil não é fácil de deslindar, envolve valores muito elevados e continua em investigação", pelo que ainda podem vir a ser apurados novos valores em dívida.
b) - Esta versão é diferente da que Proença de Carvalho, advogado do presidente da Mota-Engil comunicou aos jornalistas, ao lado de António Mota: "A empresa regularizou a situação fiscal que está em causa há vários anos".
c) - O processo tem mais de 500 arguidos e, como os esquemas engendrados pela Mota-Engil para fugir ao fisco eram muito complexos, a administração fiscal só recentemente apurou novos valores da alegada fraude do grupo. Na primeira fase da investigação, contabilizara um valor na ordem dos milhões de euros, que a Mota-Engil já liquidou.

9 - A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) está a investigar a Mota-Engil, para perceber se terá havido abuso de informação privilegiada.
Em causa está um acordo entre o Estado e a AENOR, uma empresa da Mota-Engil responsável pelas concessões de duas SCUT que o Governo quer portajar.
O contrato que prevê as alterações nestas SCUT foi assinado em Julho, mas só foi tornado público em meados de Outubro
Neste intervalo de tempo, as acções da construtora valorizaram 42,4 por cento. Ganhos que geraram as suspeitas da CMVM. (Fonte salteadoresdaarca.com)
Sobre uma queda geral na bolsa a imprensa afirma que "A destoar completamente desta razia, esteve a Mota-Engil que viu a sua capitalização engordar em 5 milhões de euros."
a) - O Governo já adjudicou a concessão da Grande lisboa, disse Paulo Campos, secretário de Estado das Obras Públicas e Comunicações.
"Hoje mesmo recebi o relatório da Comissão de avaliação da Concessão e hoje mesmo já o despachei",
"Daqui a alguns dias saberão quem é o feliz adjudicatário", acrescentou.
Mota-Engil é apontada, como vencedora. Alguns dealers têm, inclusivamente, justificado a recente
valorização da Mota-Engil com a possibilidade de vitória da concessão da Grande Lisboa.

10 - A GNR vai levantar dois autos de contraordenação à construtora Mota-Engil por extração de inertes em dois locais não licenciados no concelho de Alijó, disse hoje à Lusa fonte daquela força policial.
A extraçao do saibro estaria a ser utilizado nas obras de construção do IC5.  Era extraído numa extração em zona de Reserva Ecológica Nacional (REN).
"A extração de saibro, está sujeita a processos de regulamentação muito exigentes. Esta exploração não obedeceu a qualquer tipo de licença", salientou.
O vereador salientou que se trata de uma "atividade que gera fortes impactos ambientais e que, exercida ilegalmente, se revela altamente lucrativa".

11 - «Jorge Coelho entrou no capital da Valor Alternativo, empresa que gere um fundo cujos titulares estão a ser investigados por burlas com o IVA, por sugestão de Dias Loureiro. O ex-ministro da Administração Interna do PS investiu cerca de cem mil euros, o que corresponde a uma participação de 7,5%. Dias Loureiro também é sócio minoritário, com uma quota de 30,5%.» [Correio da Manhã]

12 - Dias Loureiro e Jorge Coelho são accionistas da Valor Alternativo, uma sociedade anónima gestora que administra e representa o Fundo de Investimento Imobiliário Valor Alcântara, que foi constituído com imóveis adquiridos com o produto de reembolsos ilícitos de IVA, no montante de 4,5 milhões de euros. A Valor Alternativo e o Fundo Valor Alcântara têm a mesma sede social, em Miraflores, Algés, e os bens deste último já foram apreendidos à ordem de um inquérito em que a Polícia Judiciária e a administração fiscal investigam uma fraude fiscal superior a cem milhões de euros.» in “Publico

13 - A situação não deixa de chocar o sector perante o cenário que se desenha. Na facturação da Mota, o peso das encomendas do Estado ronda os 60%, e a empresa não esconde a ambição de assegurar uma boa parte dos 20 mil milhões de euros de investimento em infra-estruturas públicas já anunciado pelo Governo para os próximos cinco anos. A construtora está a preparar-se para concorrer a todas as concessões rodoviárias, ao aeroporto, à nova ponte sobre o Tejo, ao TGV, às barragens e a todos os grandes projectos em curso.
14 - Sócrates muda a lei para renegociar as SCUTs lesando o estado
15 - Obras com clausulas ocultas para lesar o estado e favorecer construtora
16 - Tribunal de contas confirma--- houve negociações que lesam o estado aceites por quem representa o estado.

E quando Portugal fica falido, há quem tenha o mundo a seus pés... que conveniente. E a Mota Engil ainda teve o descaramento de se gabar por ter tido a habilidade de sobreviver à crise... ainda goza com os que a sustentam? Os contribuintes lesados e explorados.
- "Mota Engil escapa à crise"... (2/2/2012)
-- Mota-engil com investimentos de mil milhões no peru
-- Mota-Engil tem as suas primeiras obras no Brasil e na Colômbia
-- Mota-Engil ganha obras de 500 milhões de euros em África
-- Portuguesa Mota-Engil investe em fábrica de pregos em Angola
-- Mota-Engil ganha obra de 158 milhões na Polónia 
-- Carteira da Mota-Engil na Polónia vale 600 milhões
-- Mota-Engil cria empresa em Angola em parceria com a Sonangol
-- Mota-Engil inicia obra rodoviária em Moçambique no valor de 108 Milhões de Euros fonte
-- Mota-Engil e Visabeira ganham obra de 30 milhões em Moçambique
-- Mota-Engil compra 50% da Construtora Brasil
--Mota-Engil em destaque no primeiro dia da visita de Paulo Portas ao México
A empresa já concluiu obras orçadas em 650 milhões de euros, e possui uma carteira de encomendas de pelo menos mais 267 milhões de euros, como confirmou o responsável da empresa.
“O México tem muita coisa para fazer não apenas em termos sociais mas também em infra-estruturação, tem as ligações mas falta tudo em termos de caminhos-de-ferro (…), por isso pensamos que é um mercado a quem temos de dar prioridade, dentro da prioridade que para nós é hoje a América Latina, que engloba o México, o Peru, a Colômbia e o Brasil nesta primeira fase”, referiu o presidente da Mota-Engil.
Actualmente, a Mota-Engil é a maior empresa portuguesa a investir no México no sector da construção e está e suscitar um interesse crescente em outras áreas de actividade. No total, possui 1.300 trabalhadores no estrangeiro. fonte

Um percurso de gestor que exerceu com brilho, de acordo com António Mota, dono da Mota-Engil, citado por Fernando Esteves: “Vi-o a conseguir coisas incríveis. Ele é valioso para qualquer empresa porque, entre outras coisas, um capital de conhecimentos que mais ninguém possui.” Facilidade que é explicada pelo próprio: “Quando entrei, uma parte dos ministros com quem tínhamos de falar eram pessoas que eu conhecera enquanto governante. Tinham sido meus colegas! E acontecia o mesmo com os embaixadores – o de Portugal no Brasil, que na altura era o Seixas da Costa, foi meu colega no Governo durante seis anos. Ajudou-nos muito no projecto de instalação no país.”

O ESTRANHO CASO DA EGF
Os candidatos à aquisição da EGF são os seguintes: um consórcio das empresas brasileiras Odebrecht e Solví, a Mota-Engil (através da subsidiária Suma), a construtora espanhola FCC, a empresa belga Indaver, um consórcio que junta a empresa Egeo (portuguesa) à sociedade gestora de fundos de investimento Antin Infrastructure Partners (francesa), o Grupo DST (português) e a companhia estatal chinesa Beijing Capital Group associada à Capital Environment Holdings de Hong Kong.
Saltam logo à vista três clientes da MLGTS (isto é, a sociedade de advogados que está a assessorar o Governo, precisamente, na privatização da EGF): Odebrecht, Mota-Engil e DST. Mas também há uma interligação com a Egeo, empresa de gestão e tratamento de resíduos que é parcialmente detida pelo Grupo Oliveira (entre outras participações, o Grupo Oliveira é proprietário da empresa têxtil Riopele e controla 5% do capital da REN através da Oliren SGPS, a “holding” da família Oliveira).
Ora, António Lobo Xavier, sócio da MLGTS, acumula as funções de vogal do Conselho de Administração da Riopele (do Grupo Oliveira, que tem uma participação no capital da Egeo). Mais directa é a relação de Lobo Xavier com o Grupo Mota-Engil: como já foi referido anteriormente, exerce o cargo de vogal do respectivo Conselho de Administração.»
[in "Os Facilitadores", págs. 207-208].
[...]
«Governo aprova a venda da EGF à Mota-Engil
O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira a privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF) tendo seleccionado a oferta apresentada pelo consórcio Suma, da Mota-Engil, que apresentou uma oferta mais de 50% superior à média das avaliações da empresa.»
[in "Jornal de Negócios", edição "online", 18 Set. '14]. ARTIGO COMPLETO: 
"Já se sabia que na avaliação da Parpública a Mota-Engil foi classificada em primeiro lugar, tendo apresentado uma oferta de compra da EGF no valor de 149,9 milhões de euros, contra 145,3 milhões da FCC. Esta última tem argumentado que a Mota-Engil não cumpre todas os pressupostos. Mas o Executivo acabou por escolher a empresa liderada por Gonçalo Moura Martins. Fonte

PARQUE ESCOLAR, CRIADA POR SÓCRATES, GARANTE TACHOS
A empresa de Jorge Coelho ganhou 162 milhões em adjudicações do Parque Escolar.
A Mota Engil é a campeã das adjudicações de obras de requalificação de escolas públicas entregues pela empresa Parque Escolar. Em conjunto as obras ganhas pela segunda e terceira classificadas não atingem este montante.
Segundo um relatório da Inspecção Geral de Finanças à Parque Escolar, a Mota Engil ganhou 17 das 181 empreitadas em escolas, e “é de longe a que possui o maior volume (em valor e em número) de obras”, relata o documento. Só num concurso que juntava a modernização das escolas secundárias de Santa Maria da feira, Oliveira Júnior e Ferreira de Castro, a construtora de Jorge Coelho arrecadou 41,5 milhões.  (...) construtora do grupo Lena, amealhou 42,4 milhões. 

MONTE ADRIANO É MAIS UM DISFARCE DA MOTA ENGIL
O deputado António Couto dos Santos, eleito pelo PSD, é hoje vice-presidente da CS, mas na legislatura anterior foi membro suplente da Comissão de Obras Públicas, Transportes e Comunicações, ao mesmo tempo que integrava o Conselho de Administração da MonteAdriano, empresa de engenharia e construção. A MonteAdriano tem 58 adjudicações por ajuste directo, de autarquias e empresas públicas, registadas no portal Base, perfazendo um valor total de 62.715.402,65 euros. Um número que seria ainda mais avultado se a pesquisa abrangesse outras empresas do grupo, como a Fundasol, Betominho ou Habimarante.
Além dos ajustes directos, a MonteAdriano venceu, em consórcio, a empreitada para a execução de obras de modernização da Fase 3 do Programa de Modernização das Escolas com Ensino Secundário, no valor de cerca de 36 milhões de euros. Este contrato foi adjudicado pela Parque Escolar no dia 16 de Novembro de 2010.
Em Julho do mesmo ano, Couto dos Santos apresentara na AR um projecto de resolução, co-assinado por vários colegas, recomendando ao Governo que procedesse a uma reavaliação da rede escolar estabelecida pela resolução do Conselho de Ministros n.° 44/2010.
Outro facto relevante: a MonteAdriano detém participações em todas as concessões rodoviárias da Ascendi Group (detida em 60% pela Mota-Engil e em 40% pelo Grupo Banco Espírito Santo). Traduzido em percentagens: 6,60% na Concessão Grande Lisboa, 7,70% na Subconcessão Douro Interior, 8,01% na Subconcessão Pinhal Interior e, através da Monte Serviços Partilhados de Administração e Gestão (Mospag), 5,39% na Concessão Norte, 6,6% na Concessão Costa de Prata, 6,6% na Concessão Beiras Litoral e Alta e 6,6% na Concessão Grande Porto.
No dia 5 de Janeiro de 2011, Couto dos Santos, em conjunto com outros seis deputados do PSD, assinou a Pergunta n.° 1559/XI/2 dirigida ao então ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça. Referia-se ao eixo rodoviário Aveiro-Águeda, integrado na Subconcessão Auto-Estradas do Centro.
“Em Abril de 2010, o Governo deixou cair parte da Concessão do Centro, reduzindo o objectivo a concurso, mantendo contudo o seu principal objectivo: a ligação entre Coimbra e Viseu. O eixo Aveiro-Águeda foi um dos prejudicados”, lamentaram os deputados do PSD, que questionaram o ministro: “Qual é o prazo estimado para se saber definitivamente se esta é ou não uma das obras prioritárias para o País no âmbito do processo de avaliação em curso dos investimentos públicos?”
O concurso público para a construção e exploração da Subconcessão Auto-Estradas do Centro chegou a ter dois finalistas, antes da suspensão para reavaliação do projecto em 2010: os consórcios Aenor - Centro e Grupo Rodoviário Centro. O consórcio Aenor – Centro integrava, entre outras empresas, a Mota-Engil, Opway, Banco Espírito Santo e MonteAdriano.
Contactado em Agosto de 2011, Couto dos Santos relembrou que foi membro suplente, e não efectivo, da Comissão de Obras Públicas. “Não cheguei a participar em nenhuma reunião porque entendi que havia, de facto, um conflito de interesses”, admitiu. Porque é que a Comissão de Ética não sancionou essa situação logo no início da legislatura? “Não se trata de uma questão legal, mas parte da ética pessoal de cada um”, respondeu.
Mesmo na CS poderão vir a ser debatidos assuntos com ligação directa ou indirecta à MonteAdriano. Em 2008, por exemplo, a MonteAdriano estabeleceu um contrato com o Ministério da Saúde para a ampliação do Serviço de Urgência do Centro Hospitalar da Póvoa de Varzim, com um valor estimado de 609.553,08 euros. Couto dos Santos possui também uma participação de 90% no capital da APFEC, empresa de gestão de património imobiliário e consultoria, e outra de 10% no capital da Losa Foz, empresa de promoção imobiliária. "Os Privilegiados" livro de Gustavo Sampaio

Jorge Coelho.
Licenciado em Gestão de Empresas (UTL). Começou na UDP mas mudou-se para Militante do PS.
Chefe de gabinete do secretário de Estado dos Transportes  (1983 a 1985)
Deputado (1987 a 1995)
Chefe de gabinete do secretário de Estado adjunto dos Assuntos Sociais, Educação e Juventude do Governo de Macau (1988 a 1989)
Secretário adjunto para a Educação e Administração Pública do Executivo de Macau (1989 e 1991)
XIII Governo Constitucional (1995 a 1999):
- Ministro Adjunto - Ministro da Administração Interna
XVI Governo Constitucional (1999 a 2002):
- Ministro Adjunto
- Ministro de Estado e do Equipamento Social. Na pasta das Obras Públicas atribuiu à Mota-Engil as concessões de duas Scut. Ninguém colocou um travão nesta sociedade paralela entre politicos e empresários que se tem prolongado e lesado o estado, até hoje.
Demitiu-se em 2001 em consequência do acidente de Entre-os-Rios.
Ex-consultor das empresas Martifer, Visabeira e Novabase
Administrador da CONGETMARK

FONTES CONSULTADAS
Parpublica.Outra história de gestão DANOSA e de impunidade. video
http://www.rtp.pt/noticias/?t=GNR-levanta-dois-autos-de-contraordenacao-a-Mota-Engil-
Negócios que corrompem o dinheiro do povo. video
Mudaram a lei para legalizar estes crimes contra o povo. video
http://aeiou.expresso.pt/e-que-tal-reestruturar-o-dr-jorge-coelho
http://aeiou.expresso.pt/capitalismo-chico-esperto
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3696
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/scut-portagens-estradas-
http://2010.sol.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3578
http://fliscorno.blogspot.com/2008/04/jorge-coelho-perfil-cv-biografia.html
http://vagaliberdade.forumotion.com/t3219-coelho-deu-a-mota-engil-maiores-negocios-das-scut
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2010/04/19/contentores-mppede-anulacao-e-nulidade-da-prorrogacao-
ttp://www.destakes.com/redir/01496a538d85594983170aa3f7f4c2e1
fonte fonte, fonte fonte
http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocios.pt/
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1665326
http://www.dn.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1686692
http://www.publico.pt/politica/noticia/a-

12 comentários :

  1. Sabia que Portugal tinha uns políticos fruto da revolução dos cravos, que não valem o ar que respiram, mas e após começar a ler esta matéria, foi-me subindo uma onda de revolta na minha mente e tal qual uma tsunami foi ganhando elevadas proporções. Antes de chegar ao fim da leitura, uma vontade bem cimentada estava em minha mente: acabar com essa raça de gente é uma obra de caridade e quem o fizer deve ser tratado como herói pelo serviço prestado à Nação Portuguesa.
    Começo a entender os porquês das torres gêmeas irem abaixo a 11 de setembro 2001, segundo dizem (os americanos são trambiqueiros até dizer chega) as noticias relacionadas com o facto, Osama bin Laden, foi o responsável . Portugal necessita de ter os seus Osamas Bin Laden, que planejem uma boa estratégia para acabar com essa raça duma só vez.
    Estou disponível, e como é por uma boa causa, ponho desde já o meu esqueleto ao serviço da dita cuja. Apareçam os homens e as Bristes de Almeida e vamos a eles que se faz tarde.
    O que já fez esse salafrário do Jorge Coelho é mais do que suficiente para arrastar para a miséria todos os portugueses, que fruto do seu trabalho carregam o país nas costas durante gerações, e ainda anda esse ladrão de colarinho branco cheio de GÓ GÓ a pavonear-se nas “passarelas” do poder e não lhe acontece nada?
    Os nossos antepassados do TEMPO DAS CARAVELAS, devem estar a dar volta nos túmulos morrendo de raiva, vendo o que se está a passar com o legado que nos deixaram ficar já todo desbaratado, mais o país completamente falido.

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    1. Obrigado desde já pelas palavras e pela ajuda e incentivo que incutem.
      É realmente estranho saber que existe esta sub espécie de cancro que corrói as entranhas das sociedades, e ninguém se escandaliza, ninguém levanta uma mão contra.
      A impunidade é sem dúvida o seu maior alimento.. Prossegue o seu percurso doentio sem medo de nada nem ninguém, reincidindo no crime e nos actos imorais... intocável.
      A classe politica e a justiça servem-lhe de tapete, para atenuar os solavancos que possam dificultar-lhe o percurso na ascensão.
      A revolta é o sentimento natural que isto provoca, mas mais revoltante são aqueles que não se revoltam e acatam pacificamente, todos os sacrifícios que este tipo de empresas impõem a uma sociedade. Submissão, sobrecarga de impostos, perdas de direitos e de autonomia etc.
      A nação é destes lordes da economia e da politica, que a usurparam e que usam o povo apenas como escravos dos impostos e figurantes de uma democracia teatral.
      Obrigado mais uma vez pela partilha, pelo desabafo que permite a mais portugueses sentirem que é normal sentir-se revolta quando o descaramento ultrapassa tudo e todos.

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    2. Quero apenas deixar aqui a minha humilde opinião sobre esta cambada que logo a seguir ao 25 de Abril se apresentou de armas e bagagens para nos dar cabo da vida e, ainda por cima querendo que os vejamos como salvadores da pátria em vez de coveiros da mesma que é isso que eles foram e continuam a ser.enojam-me e chegam a dar-me vómitos certos discursos de charlatões que nada mais fizeram nesta vida que não fosse aproveitarem-se do povo ,Vão para o governo e governam-se saem do governo para se governar melhor ,pois enquanto por lá permanecem vão fazendo a cama cá fora mas, quando a coisa começa a não dar em conformidade com os seus objectivos ganaciosos eilos que voltam como agora está a contecer,aparecendo nas televisões com discursos de charlatão e como se nada fosse, prontinhos para assumir o poder e continuar a explorar-nos e não só. Às vezes sinto pena deste meu povo mas outras sinto que só teem aquilo que merecem pois ainda não passou assim tanto tempo ,estão a sofrer na pele as canalhices que essas figuras lhe infligiram e já estão desejando que eles voltem. Acordem de uma vez , abram os olhos ,deixem de ser parvos .Por acaso em tantos anos de DEMOCRACIA barata já repararam nalguma lei que prejudique esses vampiros que da esquerda á direita nos sugam até ao tutano.
      Sou de acordo que nos juntemos e com palavras e todos os meios que estiverem ao nosso alcance lutemos para nos ver livres desta praga que assola o nosso país.

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    3. qual a admiração destes factos? Isso é novo? Nem pensar, já antes do 25 de abril de 74, já existia uma empresa a garantir posição no governo. Essa empresa chamava-se Soares da Costa, e tinha um ditador na presidência que vigiava o fotografava os trabalhadores à distancia. vamos ver quem agora quer ter destaque na politica e não tem ligações ao Salazar? Cavaco silva, o informador da PID, Marcelo Rebelo de Sousa, filho de ministro do Salazar, Mário Soares, de famílias bracarenses ligadas ao Salazarismo. enfim e um rol de muitos mais que podemos divulgar. A revolução nunca foi para libertar o país de uma ditadura, serviu unicamente para mudar os ditadores das cadeiras. Os nossos militares, os ditos capitães de abril, esses foram e são os bin laden de portugal, pois nunca gostaram do nosso país, a não ser para o usar para proveito proprio.

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    4. TEMOS OS POLITICOS QUE MERECEMOS SOMOS NÓS QUE OS MOLDAMOS
      UM POVO QUE NÃO VOTA NEM SABE USAR O VOTO JAMAIS SERÁ REPRESENTADO, TEMIDO OU SEQUER RESPEITADO E JAMAIS SABOREARÁ AS VANTAGENS DA DEMOCRACIA...
      Em Portugal vence sempre a abstenção e a ignorância e os corruptos.
      O povo não sabe que o voto não serve apenas para votar a favor dos que mais se apoiam, serve também para votar contra os que mais roubam e mentem.
      O critério decisivo da democracia é a possibilidade de votar contra os partidos que há 40 anos destroem o país
      Karl Popper, sobre democracia, responsabilidade e liberdade.
      (…)
      Inicialmente, em Atenas, a democracia foi uma tentativa de não deixar chegar ao poder déspotas, ditadores, tiranos. Esse aspecto é essencial. Não se tratava, pois, de poder popular, mas de controlo popular. O critério decisivo da democracia é – e já era assim em Atenas – a possibilidade de votar contra pessoas, e não a possibilidade de votar a favor de pessoas.
      Foi o que se fez em Atenas com o ostracismo. (…)
      Desde o início que o problema da democracia foi o de encontrar uma via que não permitisse a
      ninguém tornar-se demasiado poderoso. E esse continua a ser o problema da democracia. (…)

      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/o-criterio-decisivo-da-democracia-e.html#ixzz3qcV7Aoi8

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  2. Obrigado por publicar estas atrocidades, mas em especial por colocar os nomes dos gangsters!
    Peço-lhe um favor adicional: Publique o que puder sobre o património destes meliantes, para ficarmos mais elucidados quanto a como vivem estes 'lordes'...

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  3. Obrigado pelo EXCELENTE trabalho. Há que continuar e persistir pois parece que nada alcança estes malfeitores que nos hipotecam a vida por gerações, dirigindo o país orientados pelos SEUS interesses e enterrando o povo no pagamento do resultado das suas incompetências e oportunismos. Há que desmascarar e divulgar!!!

    http://www.youtube.com/watch?v=VAJVbz1FZgc


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    1. Tento continuar esta missão dantesca e pouco frutífera.

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  4. Esta missão é imprescindível, não é infrutifera, nem inglória, nem vâ tem ajudado a denunciar estas impunidades, estes conluios, absurdos, díspares permitidos e apoiados pelos vários governos, sem consequências judiciais ou criminais. A tentativa, a persistência destas corrupções alertam as mentes e os espíritos dos mais desatentos ou desinformados, dos acomodados ou beneficiados com estas realidades escondidas, camufladas.

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    1. Para quê chover no molhado quando toda a gente sabe que tudo isto e outras coisas são + ou - verdades cozinhadas pela troika portuguesa, constituida pelos chamados partidos da (des)governação, a saber : PPD-PSD, CDS-PP e PS-rosa ???? Quem aqui escreve e bem, dá-se ares de pessoas muito cultas, com o fim de poderem argumentar que a maioria do Zé Povo é inculto, desatento, desinformado e quejandos, mas estão enganados, pois quando ele despertar para o reviralho, quero ver quem fica desgovernado .....

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  5. Jorge Coelhoapenas tentou salvar a sua "face política" quando se demitiu após o caso da queda da ponte de Entre-Os-Rios. O que não era do domínio público é que estava bem escorado na sua vida profissional e ligações de jogos de influências

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