28 janeiro, 2017

Portugal não tem dinheiro. Não tem fluxos de capital nem stocks de capital. Não tem um sistema bancário funcional.


Clara Ferreira Alves desmascara o real caos que está a empurrar o país para mais uma bancarrota... mas os responsáveis continuam escondidos. 
Não se pode ter uma conversa sem ouvir “a minha ideia é fazer um hostel”. As pessoas desaguam na rara atividade económica que dá algum lucro. Para arredondarem os fins de mês e as pensões ou como modo de vida no desemprego. Enquanto durar o turismo, este é o resíduo de prosperidade que um sistema fiscal brutal e uma pobreza geral autorizam.
Portugal não tem dinheiro. Não tem fluxos de capital nem stocks de capital. Não tem um sistema bancário funcional. Não tem um crescimento económico que assegure o pagamento da dívida sem pedir mais emprestado. E não tem capacidade para sustentar o Estado social e a administração pública.

Nos hospitais públicos falta equipamento, faltam medicamentos inovadores, faltam técnicos e as esperas são quilométricas sempre que há um surto de doenças de inverno. Os hospitais servem de asilo a velhos cujas famílias não têm meios de os cuidar.

Na educação, basta averiguar a penúria das universidades e a sua incapacidade para renovar os quadros docentes e pagar salários decentes (existem jovens professores a trabalhar sem remuneração), para perceber a ginástica dos orçamentos e a falta de recursos financeiros que ditarão o envelhecimento e a degradação do ensino superior público.

A máquina da justiça é o que é, incapaz de produzir uma acusação a tempo e horas e entregue à demagogia dos tablóides, corporativa e disfuncional.
A rede de transportes públicos é desorganizada, obsoleta e controlada por sindicatos comunistas que resistem à mudança e determinam o calendário de trabalho com greves. Em compensação, a extensa rede de autoestradas apresenta a sua esplendorosa desolação devido ao preço das portagens. A estrada nacional Lisboa-Porto está atulhada de camiões.

Em Lisboa, o metro está decadente e é curto, servindo a periferia e não os habitantes e trabalhadores da cidade, a Carris circula vazia às horas de ponta no centro, os comboios da CP estão podres e os carros suburbanos enchem os cofres dos parques privados e da EMEL. A poluição e o congestionamento são insuportáveis, o ar na Avenida da Liberdade é irrespirável.
Responsáveis, para variar, não há, como na Caixa Geral de Depósitos, no BES/Novo Banco ou no Banif.
A camarilha que manda nisto tudo protege-se atrás dos partidos e só muda de poiso.




22 comentários :

  1. TEMOS OS POLITICOS QUE MERECEMOS SOMOS NÓS QUE OS MOLDAMOS
    UM POVO QUE NÃO VOTA NEM SABE USAR O VOTO JAMAIS SERÁ REPRESENTADO, TEMIDO OU SEQUER RESPEITADO E JAMAIS SABOREARÁ AS VANTAGENS DA DEMOCRACIA...
    Em Portugal vence sempre a abstenção e a ignorância e os corruptos.
    O povo não sabe que o voto não serve apenas para votar a favor dos que mais se apoiam, serve também para votar contra os que mais roubam e mentem.
    O critério decisivo da democracia é a possibilidade de votar contra os partidos que há 40 anos destroem o país
    Karl Popper, sobre democracia, responsabilidade e liberdade.
    (…)
    Inicialmente, em Atenas, a democracia foi uma tentativa de não deixar chegar ao poder déspotas, ditadores, tiranos. Esse aspecto é essencial. Não se tratava, pois, de poder popular, mas de controlo popular. O critério decisivo da democracia é – e já era assim em Atenas – a possibilidade de votar contra pessoas, e não a possibilidade de votar a favor de pessoas.
    Foi o que se fez em Atenas com o ostracismo. (…)
    Desde o início que o problema da democracia foi o de encontrar uma via que não permitisse a
    ninguém tornar-se demasiado poderoso. E esse continua a ser o problema da democracia. (…)

    ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/o-criterio-decisivo-da-democracia-e.html#ixzz3qcV7Aoi8

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    1. (O que eu acho, é que devia ser seriamente repensado todo este sistema de democracia "representativa". E serem (seriamente) estudadas e consideradas formas alternativas e (muito) mais directas da mesma. Sendo que, para isso, nem é preciso ir muito longe - e basta olhar para o caso da (constantemente ignorada) Confederação Helvética, ou Suíça.)

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    2. Cara Zita o português (com muitas excepções) é um cata-vento. Vira-se para o lado que lhe é mais cómodo. Só que não analisa se tal comodidade a curto ou médio prazo não lhe vem a ser catastrófica.

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    3. O voto branco e nulo, tem poder?
      As mentiras são muitas, são estratégias sujas para manter as vitimas longe do tribunal onde os seus carrascos estão a ser julgados, e poderiam ser condenados: as urnas.
      "É de respeitar a posição de quem prefere não optar, mas o voto branco não funciona para quem quer tomar posição na luta social e política.
      Uma impressionante cadeia de emails anónimos tem divulgado uma mentira.
      Um apelo ao voto branco "contra estes políticos" garantia que, "se a maioria da votação for de votos em branco, são obrigados a anular as eleições e fazer novas, mas com outras pessoas diferentes nas listas".

      Tanto circulou a mentira, que a Comissão Nacional de Eleições teve de lançar um esclarecimento sobre a lei: "Os votos em branco e os votos nulos não têm influência no apuramento dos resultados - será sempre eleito, à primeira ou segunda volta, o candidato que tiver mais de metade dos votos expressos, qualquer que seja o número de votos brancos ou nulos." A abstenção nem é digna de referencia pois todos sabem que a esta tem diversas causas, e portanto não pode ser uniformizada. Não se pode apurar que o abstencionista quer isto ou aquilo, porque na realidade o abstencionista apenas não quis ou não pode votar, porquê? Apenas se pode especular.

      Os votos brancos e nulos já atingiram percentagens importantes. Somados, em eleições presidenciais anteriores, chegaram a 2% a 3%, ultrapassando mesmo alguns candidatos. Cabe perguntar: quem o recorda? Quem se incomodou? Quem vibrou e quem tremeu? Os votos brancos e nulos são uma má opção de protesto, desde logo porque podem não ser protesto nenhum. São apenas uma expressão vazia, onde cabe o apelo autoritário, a hesitação radical (que não se decide a tempo), a desilusão do momento. É de respeitar quem prefere não optar, mas o voto branco não funciona para quem quer tomar posição na luta social e política. Jorge Costa, Jornalista
      NOTA OFICIOSA DA COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES

      A polémica sobre o assunto é grande, e dispendiosa, mas já devíamos ter percebido que se somos contra este regime, contra os partidos que o mantêm, PS/PSD/CDS, contra os que há mais de 35 anos corrompem a democracia, temos que usar o voto válido contra eles.

      A polémica gira em volta do valor da abstenção, do voto em branco ou nulo. Entre os factos e as opiniões, reina a confusão.
      A legislação não é fácil de encontrar, mas existe e não deixa dúvidas, não existe um número de votos mínimos para que estes se convertam em mandatos. Quer Votem 90% ou 10% dos eleitores, a eleição prossegue, elegendo aquele que tiver mais votos válidos e os votos válidos, são assumidos como 100% e é desses 100% que partem as contas para dividir os deputados. Tudo o resto, brancos, nulos e abstenção, desaparecem da equação. (veja em baixo o video que explica as contas do método de Hondt, de forma muito fácil)

      Artigo 152.º
      Representação política
      1. A lei não pode estabelecer limites à conversão dos votos em mandatos por exigência de uma percentagem de votos nacional mínima.
      2. Os Deputados representam todo o país e não os círculos por que são eleitos.


      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/11/o-poder-do-voto-voto-em-branco-e-nulo.html#ixzz4VNivWKNk

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    4. A abstenção afinal obtém um resultado contrário, ao que pretendem os abstencionistas


      Por isso, o que me chateia na vossa abstenção é a falta de colaboração num trabalho importante. Não é uma questão de direitos ou deveres cívicos em abstracto. O problema é concreto. Temos uma tarefa difícil, da qual depende o nosso futuro, e vocês ficam encostados sem fazer nada.
      Isto tem consequências graves para a democracia. Quando a maioria não quer saber das propostas dos partidos, está-se nas tintas para o desempenho dos candidatos e nem se importa se cumprem os programas ou não, o melhor que os partidos podem fazer para conquistar votos é dar espectáculo. Insultarem-se para aparecerem mais tempo na televisão ou porem o Marinho Pinto como cabeça de lista, por exemplo. Vocês dizem que se abstêm porque a política é uma palhaçada mas a política é uma palhaçada porque vocês não votam.
      A culpa é vossa porque não é preciso muita gente votar em palhaços para os palhaços ganharem. Basta que a maioria não vote. Também é por vossa culpa que os extremistas estão a ganhar terreno, e pela mesma razão. É fácil pôr os fanáticos a votar. Basta abanar o pano da cor certa e, se mais ninguém vota, eles ficam na maioria. Mas se vocês colaborassem e se dessem ao trabalho de avaliar as propostas dos partidos, se os responsabilizassem pelas promessas que fazem e votassem de acordo com o que acham ser a melhor solução, deixava de haver palhaços, interesseiros e imbecis na política.

      Quando opta por não votar pode estar a atingir o resultado contrário daquilo em que acredita.
      Esclareça-se e compreenda porque é importante votar em consciência contra os partidos corruptos.
      Faça uma escolha, opte por votar com quem mais se identifica, e quem menos o lesou, o poder é seu! Use-o para ajudar todos nós.


      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/10/percebam-que-abstencao-afinal-obtem-um.html#ixzz4VIExhUcU

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    5. Então se não existe algum partido em quem confio diga-me voto em quem ? Vejo que você teve o cuidado de nunca mencionar o PCP e o BE estará a querer dizer-me que o meu voto de protesto deveria ser num destes partidos "camaradas "????

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    6. esses partidos que se sentam na AR há anos e nada fizeram para salvar o país claro que não merecem o voto, tem que se votar em novos partidos que propõem democracia directa e que denunciam a corrupção com coragem.

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  2. Não contem com esta criatura, "Clara Ferreira Alves", para denunciar nada de importante... Pois esta:

    - é um membro proeminente da imprensa controlada pelos (corruptos) grandes interesses económicos (Grupo Impresa, membro do Clube Bilderberg)
    - participou, ela própria, numa reunião deste Clube Bilderberg (fundado por nazis e pela oligarquia europeia: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/a-vitoria-do-brexit-podera-ser-algo-de-88896) onde vão, todos os anos, jornalistas receber ordens destes mesmos grandes interesses económicos
    - faz propaganda globalista/europeísta, a favor destes mesmos grandes interesses económicos multinacionais: http://expresso.sapo.pt/opiniao/opiniao_clara_ferreira_alves/por-um-exercito-europeu=f888207
    - e (a provar a sua "honestidade" enquanto jornalista) escreveu ainda uma crónica, na referida imprensa controlada, a dar a entender que estava em Lisboa, quando nesse mesmo fim-de-semana estava a participar em tal reunião secreta: http://paramimtantofaz.blogspot.pt/2011/06/primeira-cronica-de-clara-ferreira.html (procurem pelas hiperligações e fotografias correspondentes)

    (Se não sabem o que é o "Clube Bilderberg", então não sabem realmente nada de política internacional... Mas, para aqueles que, neste país, ainda lêem livros e estão interessados em saber em que mundo é que realmente vivem, deixo aqui a dica de que ainda estão a tempo de ler o seguinte livro, que foi alvo de censura no nosso país: http://6.fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg)

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    1. Muito bem.
      Provavelmente não conhecerão ou pensarão que é um clube de poker...
      Ainda bem que existem ainda pessoas que sabem que tudo obedece a uma grande manobra de diversão.

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  3. Quanto ao que Clara Ferreira Alves dirá (não encontro nenhuma hiperligação, com as palavras-chave presentes na colocação), a julgar pelo que leio, não é mais do que uma simples constatação matemática...

    Com uma dívida externa de cerca de 130% do PIB (já reparam que estamos no "top 5" dos países do mundo com maior dívida? - http://pt.tradingeconomics.com/country-list/government-debt-to-gdp - que orgulho!) e a aumentar (com sucessivos "défices" - que, conscientemente, não são eliminados pelos sucessivos governos) no decorrer de um Colapso Económico ao qual não é possível dar a volta... É óbvio que o país está *falido*. (E que, não vai sair desta situação durante umas boas décadas.)

    Mais uma vez, esta "jornalista" não está a denunciar nada que qualquer pessoa minimamente atenta não seja capaz de se aperceber...

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  4. E, reparem bem na questão do "top 5"... Somos, oficialmente, o 5º país mais irresponsável do Mundo!

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  5. Há muito tempo que Medina Carreira levanta este e outros problemas nacionais.
    Até hoje nenhum politico ou cacique partidário foi à TVI confrontar e/ou desmentir Medina Carreira.

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    1. nem mais https://www.youtube.com/watch?v=3l44sk5YXP0&index=4&list=PLPAKyd_5x-2sHYA2y83e6d_YFpJbySsm5

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    2. https://www.youtube.com/watch?v=A6zuObK25Go&list=PLPAKyd_5x-2sHYA2y83e6d_YFpJbySsm5&index=12

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  6. Sr.ª Zita Paiva,

    Preciso de lhe enviar uma mensagem importante, por correio electrónico. Mas, não encontro nenhum endereço deste tipo, nas suas páginas de serviços da Google... Será que me podia dar um endereço para o qual eu lhe possa escrever? (Pode ser um temporário...)

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    1. boas tardes tem em cima no topo do blog do lado direito por baixo da imagem vermelha um formulário para contacto.

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    2. Ah, OK. A opção estava meio "escondida", então.

      Obrigado pela informação.

      Já enviei então a minha carta, há poucos minutos.

      (Tal como digo eu na mesma, por favor, quando puder confirme-me só que a recebeu.)

      Cumprimentos.

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  7. Sinalizar problemas... por vezes indica uma oportunidade.
    .
    Neste caso: a sinalização de problemas é uma oportunidade para para reivindicar, junto dos políticos cartelizados, MAIS E MELHORES CANAIS DE TRANSPARÊNCIA ao serviço do contribuinte/consumidor.
    .
    .
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    .
    Anexo:
    Para defender a democracia têm-se de trabalhar!!!
    -» O contribuinte não pode passar um cheque em branco a nenhum político!
    O contribuinte tem que se dar ao trabalho!
    .
    ---»»» Democracia Semi-Directa «««---
    .
    -» Isto é, votar em políticos não é (não pode ser) passar um cheque em branco... isto é, ou seja, os políticos e os lobbys pró-despesa poderão discutir à vontade a utilização de dinheiros públicos... só que depois... a 'coisa' terá que passar pelo crivo de quem paga (vulgo contribuinte).
    -» Explicando melhor, em vez de ficar à espera que apareça um político/governo 'resolve tudo e mais alguma coisa'... o contribuinte deve, isso sim, é reivindicar que os políticos apresentem as suas mais variadas ideias de governação caso a caso, situação a situação, (e respectivas consequências)... de forma a que... o contribuinte/consumidor esteja dotado de um elevado poder negocial!!!
    -» Dito de outra maneira: são necessários mais e melhores canais de transparência!
    .
    .
    Exemplo 1:
    Todos os gastos do Estado [despesas públicas superiores, por exemplo (para que o contribuinte não seja atafulhado com casos-bagatela), a 1 milhão], e que não sejam considerados de «Prioridade Absoluta» [nota: a definir...], devem estar disponíveis para ser vetados durante 96 horas pelos contribuintes na internet num "Portal dos Referendos"... aonde qualquer cidadão maior de idade poderá entrar e participar.
    -» Para vetar [ou reactivar] um gasto do Estado deverão ser necessários 100 mil votos [ou múltiplos: 200 mil, 300 mil, etc] de contribuintes.
    {ver blog « http://fimcidadaniainfantil.blogspot.pt/ »}
    .
    .
    Exemplo 2:
    Concorrência a sério!
    Leia-se: não há necessidade do Estado possuir negócios do tipo cafés (etc), porque é fácil a um privado quebrar uma cartelização... agora, em produtos de primeira necessidade (sectores estratégicos) - que implicam um investimento inicial de muitos milhões - só a concorrência de empresas públicas é que permitirá combater eficazmente a cartelização privada.
    Explicando melhor: o contribuinte/consumidor precisa de empresas públicas em sectores estratégicos da economia... presentes no mercado de forma transparente e honesta, isto é, sem cartelização nem dumping.
    {ver blog « http://concorrenciaaserio.blogspot.pt/ »}
    .
    Uma opinião um tanto ou quanto semelhante à minha: Banalidades - jornal Correio da Manhã (antes da privatização da transportadora aérea):
    - o presidente da TAP disse: "caímos numa situação que é o acompanhar do dia a dia da operação e reportar qualquer coisinha que aconteça".
    - comentário do Banalidades: "é pena que, por exemplo, não tenha acontecido o mesmo no banco BES".

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  8. Olá Zita!

    Conheço a solução para todos estes desequilíbrios!

    Aqui fica!

    De outra forma não vai lá!
    Não somos capazes.

    (Ainda não cliquei no "Publicar", e só espero não continuar a ser tratado como um robô!) ;-)

    voza0db

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  9. somos todos uma cambada de pacovios que falamos invejamose caluniamos o desgraçado do vizinho do lado mas nao somos capazes de nos impor a quem se acha mais importante que nos e rouba o resultado do nosso suor e agem como tivessem esse direito aliaas teem porque o nos Povo nada fazemos

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  10. Tem que haver um conjunto de pessoas que se envolvam num projecto para governar o pais. Eu pessoalmente gosto muito do sr Marinho e Pinto e do Paulo Morais. Mas tem que haver mais nomes a volta desse projecto. Pessoas com caracter, pessoas intelegentes, pessoas sem medo. Deixo o exemplo do Sr Marinho e Pinto. No seu partido teve la os tais presumiveis mafiosos de Braga. Presumivelmente enganou-se, ao rodear-se de pessoas que devia ter evitado. Pode ter ferido a sua idoneidade. Isto para exempleficar que sozinho nao vai conseguir formar um grupo de pessoas serias. Têm que se deixar de vaidades ou teorias ou correntes politicas. No mundo actual, as politicas têm que ser todas a mesma, por mais que queiram ter certas ideologias. A ideologia tem que ser humildade, honestidade e determinação por exemplo. Deixem-se de poracrias de erquerdas ou direitas, isso nao significa nada no mundo actual e muito menos se houver gente desonesta ou pouco intelegente a frente. Ha que ser muito intelegente na estrategia. Ha que ser subtil. Ha que educar o povo. So quando houver as pessoas certas no governo, este podera fazer as leis que faltam à nossa sociedade e que as faça cumprir. É muito dificil que se junte um grupo destas pessoas por varias razoes. Ha nao so em Portugal como no mundo um vento de mudança no que respeita a manifestacao de insatisfacao do povo, e que devera ser aproveitada. Faltam o grupo de pessoas crediveis.

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  11. Se o partido deve mais de 20 milhões, como esperar algo para o País....

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