13 agosto, 2014

Suécia, os bons exemplos que em Portugal ninguém quer seguir. A cidade mais limpa do mundo.


O aclamadissimo e elogiadissimo Socrates, o homem das energias, nunca se lembrou desta,  talvez porque não dava lucro à EDP?

"Boras, Suécia: a cidade mais limpa do mundo.
Com cerca de 105 mil habitantes e 1.500 indústrias, a pequena cidade de Boras, no oeste da Suécia, conserva o título de cidade mais limpa do mundo.
A cidade reaproveita 99% de todos os seus resíduos de três diferentes formas: 42% são incinerados e convertidos em energia eléctrica, 30% são tratados biologicamente e transformados em biocombustível e 27% são reciclados. Apenas os restantes 1% são enterrados, devido aos elevados impostos cobrados para a utilização de aterros sanitários.
Os lucros obtidos com este sistema de recuperação de resíduos são de tal forma grandes que a cidade chega a importar lixo da Noruega, de forma a produzir mais energia limpa.
Os habitantes desempenham um papel fundamental neste sistema de sustentabilidade – através da reciclagem, por exemplo. As pessoas separam o lixo e levam-no até aos pontos de recolha, à semelhante do que acontece em Portugal com os nossos ecopontos.
Os resíduos orgânicos são guardados em sacos pretos e o restante lixo em sacos brancos. Ambos são recolhidos por camiões e então encaminhados para as fábricas de biogás, no caso dos sacos pretos, e para incineradoras com fornos não poluentes, no caso dos sacos brancos.

Foi da Universidade de Boras que partiu o projecto – o modelo foi iniciado em 1988, com 300 famílias. Hoje a entidade presta apoio global para a expansão deste tipo de estratégias de reaproveitamento de resíduos noutros países.
Boras
O modelo já chegou a cidade brasileiras, como Macaé, no Rio de Janeiro, Sobral, no Ceará, e Pomerode, em Santa Catarina.
A cidade de Boras é realmente um exemplo além-fronteiras. Além das suas práticas sustentáveis, tem imensos parques e espaços verdes que se estendem até às zonas edificadas. Mesmo a área de natureza mais intacta do município é de fácil acesso, ideal para relaxar e praticar exercício.
Aliado à sustentabilidade ambiental, está o progresso. Boras é uma cidade em expansão, casa para
11.500 pequenas e grandes empresas em várias áreas de negócio, e com 500 novas empresas criadas todos os anos.
O próximo objectivo da cidade passa pela eliminação total do uso de combustíveis fósseis. fonte

Neste artigo, que contém alguns vídeos reveladores, perceba como os lobies dominam e esgotam os nossos impostos.
As novas barragens não vão produzir energia, mas vão custar 16 mil milhões aos contribuintes?

A "limpeza" e pro actividade na Suécia, expande-se também ao exemplar espírito cívico dos Suecos. Um país onde não existem grandes incentivos para que os corruptos e oportunistas, procurem desesperadamente o poder público e a politica. Os cargos públicos são autênticos actos de altruísmo e humildade.
Veja o video e perceba o que é realmente a democracia justa e desenhada para servir o país e não os políticos.



Na Suécia governar é um verdadeiro acto de cidadania que visa o bem comum.
Ao contrário de Portugal em que governar é um acto que sai muito caro aos portugueses e visa quase exclusivamente o bem dos que se apoderam do governo, através das mordomias e falcatruas dos que governam.
Em Portugal fazer parte do governo significa entrar para a elite dos ricos e poderosos do país, sem mérito ou esforço, apenas abusando de dinheiro e poder alheio e da confiança conquistada com demagogias falsas.

  • Neste video constatamos que realmente não somos governados mas abusados.
  • Na Suécia não existe residência oficial para os altos cargos, apenas para o Primeiro Ministro. 
  • Deputados e vereadores de câmara não recebem salário nem tem direito a gabinete.
  • Trabalham a partir de casa, e sem salário apenas com uma bonificação simbólica para representar os cidadãos. 
  • Um deputado ganha apenas o dobro de um salário de professor. Não tem gabinete nem subsídios de residência ou deslocação, e usa a sede do partido para reuniões ou a biblioteca pública.
  • Na Suécia não existe a imunidade politica. 
  • Não existem motoristas, assessores, e quando precisam de ficar na capital partilham apartamentos pequenos e despedidos de qualquer luxo. 
  • A corrupção é quase nula.



21 comentários :

  1. A culpa é sempre do Sócrates

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    1. É bem verdade, é sempre ele.
      Eu acho que a culpa é do Benfica.

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    2. É pena é o artigo nem estar a dizer nada sobre a culpa do socrates, mas claro que ele é um inocente e Portugal está falido por causa do coelho, antes disso nada se passou, foi o paraiso, o socrates fartou-se de lutar contra a corrupção e o maior feito dele foi quando tramou o gang do BPN e os meteu todos na cadeia... ou será que os ajudou e nacionalizou o buraco do gang e ofereceu-o ao zé povinho para pagar?

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    3. não zita,
      as camaras aos governantes não estariam nos seus escritorios, mas nas suas camas, moteis, hoteis, pópós, e não seria uma diversidade sexual, garanto.

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    4. não,
      é do socialismo, socrates pensava que era esperto, socrates é apenas o mais facil para diminuir o socialismo predador. mas haverão outros.
      HITLER ERA SOCIALISTA, (NAZI - Nazional Zocialisten) lembras-te?

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  2. Provavelmente se estivesse no local onde deveria estar que é a cadeia já não vinha tanto á baila o seu nome, pois ai pelo menos estava a pagar pelo mal que nos fez.
    Mas para que não fique triste ele foi apenas um dos culpados pelo estado do nosso pais, pois infelizmente a má gestão que arruinou o pais já vem de antes do Sócrates.

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  3. o Sócrates devia ser preso ou torturado.

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    1. apenas responsabilizado e mostrado publicamente como dejecto.

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  4. O que destaco dos nossos queridos eleitores é que ou são distraidos ou masoquistas. Não vejo em Portugal grande revolta pelas Aguas de Portugal irem vender a unidade de reciclagem por uns milhoes largos e nem uma misera contribuição ser atribuida aos valorosos municipes que se dão ao trabalho (e muito bem) de acartar sacos e sacos de residuos para locais especificos e nem um centimo de redução da parcela cada vez mais elevada de residuos que pagamos na conta mensal seja creditada. Isto deve ser sina de escravo que ainda não foi exorcizada da mentalidade destes valorosos adeptos das corporações salazarentas.
    Veja-se até os comentarios usuais e as preocupações sobre os temas que a valorosa Zita aqui apresenta = normalmente é para defender a "religião do seu coração" ou achar que os outros só falam para denegrir os seus santos, e nunca poem a hipotese de que se quer discutir os assuntos independente da canzoada que lá está no momento.
    Leiam com atenção este post que veriam aqui grandes motivos de reflexão e debate mas sim para começar um movimento de agregação de quem acha que devemos ser ativos na solução dos nossos problemas e não palhaços ou marionetes dos oportunistas ou incompetentes que já nos levaram a trea bancas rotas e endividadios até aos netos.
    Na Dinamarca a lei obriga a quem quer montar uma torre eolica a oferecer quoata prioritaria aos habitantes da freguesia onde é montada. Em Portugal consta que os presidentes da junta são disputados com benesses para assinarem as autorizações. Com eleitores tão espertos e conscientes não admira que tenhamos estes governates a nacionalizarem BPN, BES....

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    1. Por essa mesma razão deixei de reciclar, anda um cidadão a separar tudo por categoria, a armazenar pois o ecoponto é longe e todas as semanas lá ia eu feito parvo acartar com garrafas (que são pesadas) e papel para quê.
      Vamos ao supermercado e temos de pagar os sacos para trazer as compras, será que esse custo não deveria ser imputado a quem vende?
      Depois é os ecovalores dos pneus, quer dizer, dou 100€ por um pneu e ainda tenho de pagar taxas ambientais dos que tirei e que vão ser reciclados com lucro por alguém, outro bom exemplo que querem nos obrigar a pagar é uma taxa nos combustiveis por poluirem, mas nós o cidadão que paga impostos por tudo e por nada ainda temos de arcar com estes custos e as grandes empresas que os produzem e os vendem ainda ficam isentas disso.
      Sem esquecer a brutalidade que pagamos para as Energias Renováveis na fatura da luz.
      Então vou reciclar para quê, não me interpretem mal, mas será que tudo isto não é uma desculpa para nos tirarem mais uns euros, se existir vontade para preservar o ambiente tem de ser de livre vontade e não por obrigação.
      No dia em que me pagarem para reciclar então volto a fazê-lo, até lá que me perdoem mas não obrigado, já basta tudo o que enumerei antes.

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    2. Caro Anónimo,

      Quando falo na imaginária fusão é precisamente para colocar os portugueses a pensar. Pois é óbvio que é quase impossível de atingir, e a seguir reforço com as "décadas" para que se pense na utopia de tal fusão.
      Uma coisa que devemos entender é que somos um grupo de pessoas que de dia para dia estamos mais divididos, e nem todos os bispos e intelectuais deste país irão conseguir aglomerar novamente.Como se isso não bastasse, temos divergências fulcrais para nos unirmos como uma civilização, povo uno. Isso acabou!
      A união passa sempre pela maioria, ora isso não existe, quer em Portugal como no resto do Planeta. Quem se sente vivo, são a meia dúzia que tem o dinheiro enquanto os outros biliões definham até à morte. São espezinhados, é lhes negado tudo o que possa torná-los mais vivos e consequentemente menos subservientes (e não são palavras minhas). Ora, por aquilo que estudei, só me lembro de um tempo assim que deram o nome de Feudalismo.
      Podemos fazer um simples exercício de imaginação para percebermos como estamos presos e que as coisas afinal não são o que pensávamos que eram, e que faz muito tempo que assim são.
      Para mudarmos o estado actual da nossa situação, bastaria sairmos todos à rua e exigirmos a deposição do Governo. Mas pensa que por acaso eles iam abdicar simplesmente? Nem pensar! Choviam cargas policiais, exército, etc... Claro que 1º começavam a tentar o diálogo para adiar até que a coisa ficasse mais calma e sem dúvida seriam obrigados a encontrar uma solução para mais uma vez nos enganar, só se o não conseguissem é que partiriam para a violência. Resumindo para mudar a situação tem de ser pela força, a bem não saem. O que seria fácil de entender se percebêssemos que estamos a lidar com criminosos, muitos deles psicopatas, que só têm como principal objectivo perpetuar a sua bela vida, sem olhar a meios para atingir os fins. Há quem ainda pense que os Governos que temos tido são legítimos. E com estas e outras chegámos aqui.

      Para finalizar, digo-lhe nem na minha vida útil, nem na do meu filho algo vai mudar, para o bem colectivo. Posso parecer pessimista, mas posso também dizer-lhe que em 40 anos, já desci vários níveis de pessimismo e sinceramente não sei qual é o último. A realidade é muito mais cinzenta que a que me ensinaram.

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    3. se queremos energia a serio temos de parar com o paradigma do petroleo e voltar para a fusão a frio, de resto é apenas folclore autarca, socialista, anti-local.

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  5. A Suécia apesar de não ser um Democracia, tem vários sistemas que a tornam mais igualitária para o povo, e quem nos dera a nós portugueses termos chegado perto desse nível.
    Como disse anteriormente não é uma Democracia, mas é uma civilização em que me adaptava com facilidade. No entanto eu gostava de ver os portugueses a Descobrir novamente. Descobrir como se pode criar uma estrutura civilizacional que nos permita um desenvolvimento exponencial. Para recuperarmos algum do tempo perdido e para que possamos sobreviver como civilização. Para devolvermos o orgulho aos portugueses. Para que nos possamos sentir vivos de novo.
    É possível, mas muito tem de mudar. Alguém disse um dia que não nos governamos nem nos deixamos governar. Isso para mim quer dizer que não sabemos o que queremos, a não ser que queremos existir e que nos deixem em paz. Mas isso não chega. O Mundo tal como o conhecemos hoje, é o produto de muitas lutas de poder, e não vão terminar porque nós somos os portugueses.
    O melhor que nos podia acontecer neste momento era fundir-mo-nos com outro país mais forte, mas esse tempo ainda vai demorar umas boas décadas, por variadas razões, a mais importante é ainda não o idealizarmos. Era bom porque ganhávamos uma estrutura que não temos. Se nos fundíssemos com a Suécia acabava-se a mama, podíamos finalmente ter uma vida decente, digna, na nossa encarnação. Resta saber se os suecos tinham interesse em adquirir a nossa civilização e fundi-la. Eu se fosse sueco não queria, A quantidade de dores de cabeça e a alta probabilidade do falhanço da fusão, seriam mais que suficientes para me afastar. Mas isto, claro sou eu. Eles poderiam ter uma ideia diferente.
    Uma coisa é certa isso nem sequer será ponderado.

    Na falta da eventualidade descrita no parágrafo anterior, só nos restam 2 soluções:
    Uma, continuarmos como estamos até que alguém se organize e faça algo por nós.
    Outra, começar a apresentar soluções para mudar o estado actual das coisas.

    Até agora, só ouço queixas e lamentos e aguardo firme e hirto até que me chegue a voz da Revolução e caso não chegue nesta encarnação, talvez nos encontremos na próxima. Só espero é não ter a infelicidade de pertencer aos burgueses deste país quando estiverem a ser derrubados. Também já era azar a mais.

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    1. Deixe que lhe diga que esse teoria da fusão é muito utópica, não podemos mudar o que somos e de um dia para o outro acordar-mos Suecos. Tem muito a ver com mentalidades que como sabe são muito semelhantes no Sul da Europa mas muito diferentes no Norte. O que deveriamos fazer era olhar para estes exemplos e exigir da parte dos nossos governantes o mesmo tipo de atitude.
      Infelizmente para muito gente, como por exemplo o anónimo que veio criticar por falarem do Sócrates, as coisas parecem estar bem, aliás, de momento não porque está outra força politica no governo, mas logo que esteja lá o PS ele fica todo contente, nem que mais uma vez afundem mais o país, não interessa, é o partido do coração, é como os filhos, há os bons e os maus, mas por muita porcaria que façam serão sempre amados pelos pais. E assim, com esta mentalidade nunca atingiremos o nível de evolução da Suécia e de outros paises do norte da europa, porque insistimos em votar mal, em partidos ao invés de pessoas, e sempre nos mesmos.

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    2. Caro Anónimo,

      Já tentei responder-lhe à uns dias atrás, mas ao publicar, não publicou e perdi o texto todo e a paciência para o refazer naquela altura.

      A teoria da fusão junto com o seu pertinente cepticismo serviram o meu propósito inicial, que é de chamar à atenção a quem está menos atento, para o que nos vai realmente acontecer num futuro não muito distante. E para reagirmos enquanto podemos.

      Eu sei que a minha falsa teoria nunca se iria concretizar, salvo uma mudança nunca antes vista em qualquer outra civilização até hoje. É mais fácil todos os 10 milhões de nós acertarem à vez no Euromilhões.
      No próximo parágrafo mostro as opções que temos. E continuo a aguardar uma reacção mais forte.

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  6. não percebo porque os deputados ganham um vencimento superior aos dos professores!!! qual a razão de ser??!! não percebo!! todas as profissões devem ser respeitadas de igual forma, nenhuma profissão se deve sobrepôr a outra, acho que aqui se está a criar uma casta, paga com o erário publico!

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    1. um professor do ensino publico devia ganhar apenas metade do que ganha.
      a função publica só transmite propaganda, caca, burocracia e autoritarismo ás gerações.
      as escolas privadas deviam ser mais fomentadas, e acabar com o ensino obrigatório publico - só na união sovietica se viu disso.
      um deputado pode ser mau mas tem a confiança eleita do sufragio.

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    2. Sr Augusto Ramos, se o ensino público só transmite coisas negativas deve-se a quem?
      Na minha casa sou eu que tomo as decisões, não porque mando, mas porque o restante agregado familiar me incentiva a decidir e eu faço-o para contribuir para o bem estar desse mesmo agregado.

      Não posso concordar em fomentar as escolas privadas ou em discriminar ambas. Uma é uma empresa legitimamente criada para vender educação pois gera lucros, enquanto a outra não tem como finalidade dar lucro aos seus accionistas e/ou sócios. Uma serve o interesse privado e outra o público (que incluí os privados).

      Se a pública não transmite nada positivo é porque está mal administrada, não podendo ser imputada culpa aos funcionários, pois os funcionários (professores, auxiliares, etc...), só cumprem ordens. E se o Sr tiver um mau funcionário o que faz? Eu despeço-o com justa causa e procuro outro melhor (isto de uma forma simplista).
      Tal como os filhos são o espelho dos pais, assim os funcionários são espelho da entidade patronal.

      Trazer outros regimes aos quais não creio que tenha competências suficientes para o analisar, nem a própria humanidade, em nada o ajuda a justificar e clarificar a sua opinião, antes o tornam aos olhos de quem vê, num racista, que não está minimamente preocupado com os seus semelhantes, mas a ditar como os outros devem proceder.

      Como lhe disse anteriormente, as pessoas são respeitadas pelo que ajudam a sua comunidade, não por aquilo que utópicamente gostariam que acontecesse, pois ideias todos temos, mas nem todos, nem todas, pomos em prática. Assim como nem todos chegamos a Homens, apesar do nosso corpo se ter desenvolvido a cabeça não acompanhou. E não existe mal nenhum nestas palavras, é a Natureza. A nós compete-nos aceitar ou fazer por mudar, não... não existe rede para aparar a queda.

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  7. As barragens não vão produzir energia, o objetivo nunca foi esse, mas sim acumular o excesso de produção de energia eólica em horas em horas mortas, que ao não ser usada para consumo, é usada na bombagem de enchimento das barragens. Num site que apresenta uma infindável lista de corruptos, são estes posts que pretendem concentrar tudo num bode expiatório - Sócrates - que estragam a coerência. Sem dúvida que encheu os bolsos nas suas negociatas particulares, mas este projecto do plano nacional de barragens e outros tais como o simplex, a proibição de acumulação de reformas com vencimentos na função publica, banda larga a nível nacional, e muitos outros não têm nada a ver com corrupção.

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    1. Não existe governante algum por mais mau que tenha sido que não tenha criado algo de positivo, não porque essa possa ser a sua intenção, mas porque tem de fazer alguma coisa nos quatro anos que lá está. E tal como em tudo na vida, existem sempre o lado positivo e o negativo. Ainda que esta bipolaridade, a actual corrente de pensamento no Planeta, não nos leve a lado nenhum. Este pensamento bipolar atrofia-nos e escraviza-nos. O Planeta não é bipolar, porque comprámos nós essa ideia, porque a deixámos semear na nossa cabeça?

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