18 janeiro, 2014

OS PARASITAS POLITICOS E A REDE QUE OS ALIMENTA, FRENÉTICOS.


Pedro Miguel Cruz o autor deste magnifico gráfico animado, decidiu colocar a sua inteligência e a dos seus companheiros, ao serviço da cidadania. Esta aplicação, permite mostrar que não devemos condenar, isoladamente, o PS, nem o PSD nem o CDS pelo caos que assola Portugal... devemos sim condenar todos os partidos que nos desgovernam desde 1975...
Desgovernam mas com um objectivo bem definido. Ganhar muito dinheiro e poder.
Este gráfico deixa a nú a razão porque estamos falidos, a razão porque somos tão mal governados, e o que ganharam os compinchas que nos governaram mal.
Foi por incompetência ou ingenuidade? Então porque estão nas empresas Top do país?
As empresas que os acolhem estão em alta, Portugal afunda-se. Onde estará o dinheiro? Quem o desviou /levou? Encontre as respostas neste gráfico.
Partilhe, divulgue seja um cidadão fiel ao seu país, e não ao partido que o traiu, rouba e engana.
ECOSSISTEMA POLÍTICO-EMPRESARIAL 
Uma aplicação interactiva permite examinar o ecossistema político-empresarial português. Foi criada por investigadores da Universidade de Coimbra e mostra o transito frenético entre os políticos da burguesia e o tecido empresarial, desde 1975 até 2013. Pode-se apreciá-la aqui:  http://pmcruz.com/eco/

Somos vitimas da mais dramática forma de corrupção do mundo, a mais destrutiva, a mais difícil de provar e combater... é a corrupção conhecida pelo fenómeno - políticos de negócios - onde toda a estrutura social, económica, jurídica, reguladora, fiscalizadora, etc é capturada pelos políticos para proteger os seus negócios e colocar o país ao serviço desses negócios.

"Ângelo Correia, ex-dirigente do PSD, é por agora o nome do ecossistema com mais ligações a empresas, num total de 51 - onde ocupou 55 cargos. Ex aequo em segundo lugar surgem o ex-dirigente do PSD Luís Todo Bom e o advogado Daniel Proença de Carvalho, ambos com 20 empresas. Pedro Passos Coelho passou por 11. Do actual executivo, aparecem no ecossistema Rui Machete (12 empresas) e José Pedro Aguiar-Branco (seis). Já entre as empresas retratadas, as que têm mais ligações são CGD, PT, Banco de Portugal, BCP, grupo Mello ou Champalimaud. O sistema de visualização de Pedro Cruz é interactivo, por isso quando se clica numa destas empresas os organismos com alguma ligação à instituição dirigem-se prontamente para a empresa em causa, o que permite ver como se cruzam percursos, mas também cores: os insectos social-democratas são laranja, os socialistas rosa, os centristas azuis e os independentes (poucos) cinzentos." fonte 

1975-2013 (Informações sobre o gráfico animado)
"Esta é uma vi­su­a­li­zação in­te­ra­tiva das re­la­ções de mem­bros de Go­vernos de Por­tugal com em­presas e grupos para o pe­ríodo de 1975 a 2013.
O tempo da vi­su­a­li­zação não re­pre­senta uma es­cala cro­no­ló­gica - em vez disso pre­feriu-se re­pre­sentar todos os po­lí­ticos e em­presas ao mesmo tempo para des­tacar o trân­sito fre­né­tico de po­lí­ticos por entre em­presas.
O uni­verso dos dados é abor­dado como um ecos­sis­tema — um con­junto de re­la­ções de in­ter­de­pen­dên­cias que são re­gu­ladas por con­di­ções fí­sicas, em que cada po­lí­tico tem uma sequência de em­presas para vi­sitar, per­se­guindo-as e sal­tando entre elas para re­co­meçar a sequência de cada vez que a com­pleta.

FORMA
As em­presas são cír­culos com área pro­por­ci­onal ao nú­mero de po­lí­ticos que ti­veram um cargo nela du­rante o pe­ríodo 1975-2013. Desta forma os cír­culos mai­ores re­pre­sentam em­presas por onde pas­saram mais po­lí­ticos.
Os po­lí­ticos são si­mu­lados como or­ga­nismos vivos, tendo uma série de em­presas a vi­sitar e cir­cun­dando cada uma por uma quan­ti­dade de tempo pro­por­ci­onal à du­ração de um cargo es­pe­cí­fico na­quela em­presa. A cor de cada po­lí­tico re­flete a úl­tima afi­li­ação par­ti­dária que se con­se­guiu de­ter­minar. Nos casos em que isso não foi pos­sível, são cin­zentos.
A ana­tomia de um po­lí­tico está re­la­ci­o­nada com o nú­mero de com­pa­nhias únicas que tem de vi­sitar como mostra a imagem se­guinte.
Anatomia dos políticos

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EXPLORAÇÃO
Para além de vi­su­a­lizar todas as re­la­ções deste ecos­sis­tema si­mul­ta­ne­a­mente, é também pos­sível ex­plorar uni­versos de trá­fego de pri­meira ordem.
Cli­cando numa em­presa, isola-se o ecos­sis­tema dessa em­presa, mos­trando apenas os po­lí­ticos que ti­veram um cargo nessa em­presa e todas as em­presas que também ti­veram esses po­lí­ticos or­bi­tando em torno da em­presa se­le­ci­o­nada.
Cli­cando num po­lí­tico vi­su­a­liza-se o seu per­curso por entre em­presas, assim como se acedem aos cargos po­lí­ticos e res­pe­tivas afi­li­a­ções par­ti­dá­rias.
DADOS
Os dados são quase na to­ta­li­dade re­ti­rados do es­tudo «Po­lí­tica e Ne­gó­cios» feito para o do­cu­men­tário «Donos de Por­tugal» de Jorge Costa. Como se lê no es­tudo, o grupo de pes­soas abor­dadas re­pre­senta apenas uma amostra da di­mensão real do trân­sito entre cargos go­ver­na­tivos e ór­gãos so­ciais de grandes em­presas ou grupos eco­nó­micos.
A pes­quisa em «Po­lí­tica e Ne­gó­cios» vai até me­ados de 2010 e in­cidiu apenas sobre mi­nis­tros e se­cre­tá­rios de Es­tado, pre­do­mi­nan­te­mente de se­tores es­tra­té­gicos (fi­nanças, eco­nomia e obras pú­blicas). Esta pes­quisa foi com­ple­men­tada com uma in­ves­ti­gação sobre a con­ti­nui­dade dos cargos até fins de 2013. Em adição a estes foram adi­ci­o­nados po­lí­ticos con­tem­plados no «Es­tudo ex­plo­ra­tório sobre as li­ga­ções po­lí­ticas das em­presas co­tadas em Por­tugal» (em actas da con­fe­rência XV En­contro Aeca, Ofir-Es­po­sende, 2012) e mais uma mão cheia de ou­tros que con­si­de­rámos re­le­vantes mas que ti­veram sempre cargos go­ver­na­men­tais de des­taque (se­cre­tário de es­tado, mi­nistro, pri­meiro-mi­nistro).
Deve-se des­tacar que a in­for­mação re­co­lhida provém de in­for­mação pú­blica sobre a cons­ti­tuição dos ór­gãos so­ciais das em­presas, de re­la­tó­rios de contas pú­blicos, de cur­rí­culos pú­blicos e al­gumas no­tí­cias na im­prensa on­line. Este tra­balho re­sultou na re­colha de mais de 110 po­lí­ticos e mais de 350 em­presas que vão sendo adi­ci­o­nados ao sis­tema assim que con­fir­mamos as pes­quisas. Ra­ti­fi­ca­ções e su­ges­tões sobre al­guma en­trada nos dados podem ser feitas para eco@​pmcruz.​com.
AUTORIAS
O meu nome é Pedro Mi­guel Cruz, gosto de dar forma às coisas e esta é a forma que dei a este as­sunto. Sou es­tu­dante de dou­to­ra­mento na Uni­ver­si­dade de Coimbra no CDV-CISUC. A Cátia Costa, também membro do CDV Lab, passou pelo mar­tírio in­dis­pen­sável, com rigor, per­se­ve­rança e te­na­ci­dade, de in­ves­tigar, es­crever e ra­ti­ficar quase 9000 li­nhas de dados. Sem o meu ori­en­tador, Pe­nousal Ma­chado, este tra­balho não teria a sua forma atual, nem tinha sido pos­sível pelo menos não na posse da sa­ni­dade mental a que agora me dis­ponho. Um obri­gado ao Ale­xandre Matos e ao João Bicker pelos ve­tores va­li­o­sís­simos. eco@pmcruz.com

Os grandes empresários de sucesso em Portugal, vivem do orçamento de estado, se não fosse assim nem existiam. E vão falar na TV dos seus sucessos, que são assaltos ao orçamento?



Videos que atestam a falência do País e os responsáveis. 
  1. PRESIDENTE DO TIAC GARANTE QUE O PAÍS ESTÁ MINADO DEVIDO AOS POLÍTICOS DE NEGÓCIOS
  2. GOVERNOS AO SERVIÇO DAS EMPRESAS PRIVADAS, SACRIFICA O POVO
  3. POBREZA INFANTIL DE PORTUGAL É DAS MAIS GRAVES
  4. POLÍTICOS NO NOVO NEGÓCIO DO ENSINO PRIVADO
  5. OCDE CONFIRMA, PORTUGAL ARRUINADO PELA CORRUPÇÃO
  6. NINGUÉM CONSEGUE DETER ESTA PROMISCUIDADE
  7. PAULO MORAIS EXPLICA QUEM ESTÁ REPRESENTADO NA AR
  8. PAULO MORAIS CONVIDA-OS A TER VERGONHA
Elogios ao autor do gráfico... merecidos
"Pedro Cruz, designer de 28 anos, foi eleito em 2013 um dos embaixadores do novo mundo da informação no “Corriere della Sera”: os sistemas de visualização de dados. A sua última ideia promete torná-lo conhecido cá dentro: transformou em animação a teia de relações entre governantes e empresas detalhada no livro e documentário “Donos de Portugal”. Numa semana o ecossistema, que mais parece um insectário, teve 25 mil visualizações.

A uns parecem formigas, a outros baratas. Mal se começa a explorar a animação, avançam para círculos e rodeiam-nos velozmente. Cada uma é um político que integrou o governo entre 1975 e 2013. Cada círculo é uma empresa e serve esta deambulação para mostrar quem passou por onde e em que companhia. 

Quanto mais políticos, maior é o círculo da empresa. Quanto mais empresas, mais cheio é o bicho. Pedro Cruz o autor da animação em que é possível interagir com 119 políticos e 350 empresas portuguesas, que dá um novo formato à investigação publicada em 2010 no livro "Donos de Portugal".(...)

Aos 28 anos, Pedro Cruz já não é um anónimo no meio das artes visuais: em 2013 foi mesmo eleito no "Corriere della Sera" um dos embaixadores deste "novo mundo" da informação, como lhe chamou o diário italiano, por transformar grandes quantidades de dados em sistemas visuais apelativos. Por cá, explica, a arte das "visualizações" - nome que prefere a infografia pois são mais dinâmicas e não tencionam comunicar um resultado, mas deixar margem para interpretações e "subnarrativas" - ainda tem pouca saída e poucos representantes.
Até aqui, o seu trabalho com mais sucesso - mais de 100 mil visualizações desde que foi publicado em 2009, fasquia que o novo ecossistema facilmente baterá - versava o declínio dos impérios marítimos no século xix e xx e valeu-lhe a primeira distinção da carreira, com a selecção para o festival de animação computacional SIGGRAPH, em Los Angeles, onde obteve o primeiro lugar numa competição para estudantes. Nos últimos anos já tinha feito alguns trabalhos mais abstractos sobre Portugal, como visualizações sobre tráfego em Lisboa, mas admite que interessou mais a pessoas com gosto pela área do que a lisboetas.
Pelo caminho passou pelo Instituto de Tecnologia do Massachusetts (MIT), onde foi ganhando gosto pelo título de designer e "explorador de visualização" em vez de engenheiro informático - esteve no laboratório de Carlo Ratti, referência na área, a par de Jer Thorp (ambos jurados na votação do jornal italiano ).
Depois de um mestrado em Visualização da Informação, está a fazer o doutoramento na Universidade de Coimbra e foi a braços com esse novo projecto que quis experimentar outros temas, que encontraram uma incubadora no projecto "Donos de Portugal". "Queria fazer visualização em assuntos que importem às pessoas, explorando tecnologias que cheguem a mais gente e apresentando a informação de forma lúdica, interactiva e que usando metáforas visuais adequadas possa envolver o interessado na exploração dessa visualização", explica.
O interesse público no tema do documentário "Donos de Portugal" foi evidente - em ano e meio de divulgação, superou meio milhão de visualizações. Como a recolha em que participaram Jorge Costa, Luís Fazenda, Francisco Louçã ou Fernando Rosas terminava em 2010, completou os percursos dos governantes até 2013 e incluiu informação de um estudo sobre as ligações políticas das empresas cotadas em bolsa, de Maria Teresa Bianchi.

O objectivo para o futuro é ir actualizando o ecossistema político-empresarial com outros nomes e ligações.
Ângelo Correia, ex-dirigente do PSD, é por agora o nome do ecossistema com mais ligações a empresas, num total de 51 - onde ocupou 55 cargos. Ex aequo em segundo lugar surgem o ex-dirigente do PSD Luís Todo Bom e o advogado Daniel Proença de Carvalho, ambos com 20 empresas. Pedro Passos Coelho passou por 11. Do actual executivo, aparecem no ecossistema Rui Machete (12 empresas) e José Pedro Aguiar-Branco (seis). Já entre as empresas retratadas, as que têm mais ligações são CGD, PT, Banco de Portugal, BCP, grupo Mello ou Champalimaud. O sistema de visualização de Pedro Cruz é interactivo, por isso quando se clica numa destas empresas os organismos com alguma ligação à instituição dirigem-se prontamente para a empresa em causa, o que permite ver como se cruzam percursos, mas também cores: os insectos social-democratas são laranja, os socialistas rosa, os centristas azuis e os independentes (poucos) cinzentos.
Nos comentários nas redes sociais não faltam elogios ao "serviço público" e também tiradas com humor. "O diagnóstico está feito. Tratamento: desinfestação", lê--se no Facebook. No doutoramento, Pedro Cruz quer explorar o potencial de retrato e caricatura nestes sistemas, mas por agora garante que a imparcialidade foi palavra de ordem, até porque deve ser essa a natureza das visualizações, a menos que se assuma o contrário. Mesmo a escolha de insectos foi neutra: bichos pelos quais não se nutre muita simpatia? "São organismos vivos", insiste Pedro Cruz, enviando um link para um vídeo no YouTube sobre cozinha gourmet com esta proteína. "Sobre insectos, há quem goste", contrapõe. Até à data, conta que as reacções foram todas boas. "Ainda estou à espera das más, Nunca mais vêm. Se calhar pode ajudar-me nisso, não?" Olhar muito para o ecossistema (em http://pmcruz.com/eco) comichão pelo menos dá." fonte




7 comentários :

  1. Mas ainda não apareceu nenhum partido que defenda o país e o povo...?
    Quando será que um partido se propõe defender-nos e tornar as leis iguais e mais justas para todos ???

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  2. Pura propaganda eleitoral.

    Onde está o dinheiro tirado aos portugueses equivalente a 40% do seu rendimento anterior durante 3 anos? Para que serviu?
    Onde estão os quase 70 mil milhões já emprestados pela troika?
    Onde estão os encaixes das privatizações?
    Quanto somam os cortes no SNS? E na Educação? E na Cultura? E na Ciência e Investigação?
    Quanto pouparam em pagamentos de PPP nos últimos 3 anos?
    E em rendas excessivas?

    Quantos anos mais vai durar o saque fiscal aos trabalhadores? Quando serão repostos os cortes em salários, reformas e pensões? Só os cortes, não aumentos?

    Quando começa o país a crescer acima de 2% do PIB? E o desemprego jovem e de longa duração a baixar? E os jovens quadros a regressar? E a taxa de natalidade a aumentar? E a pobreza e a fome a serem invertidas?

    São as questões que os portugueses querem verem respondidas urgentemente!

    Pelo poder.

    Onde esta a oposição que não se ouve nem se escuta?

    PARTILHE ESTAS PERGUNTAS. FAÇA-AS CHEGAR AO PODER E Á OPOSIÇÃO: Ajude os portugueses!

    Carlos Manuel Moreno, 18.1.2014

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  3. Olá Zita.

    A sério que às vezes parto-me todo a rir quando leio alguns comentários!

    Estar à espera que apareça um partido para defender-nos é no mínimo espirituoso! Todo e qualquer partido que apareça neste calhau não será para defender o povo, pois simplesmente não é essa a sua função.

    Pensava que o meu esquema já não era de muita utilidade, mas pelo que leio! Assim fica AQUI a ligação para o mesmo! E é muito simples e não nem preciso de perder horas em programação! Só utilizei muitas horas do meu tempo livre a ler muita informação! O esquema mostra a organização da grande sociedade ocidental. Mas é um esquema escalar. Basta trocarem os nomes para a realidade de cada país! Podem aproveitar e tentar preencher um esquema destes em branco com os nomes relativos a portugal!

    O povo tuga é um povo velho! Quer um fim de existência calmo e sossegado... Não quer andar à pancada, a violar, a roubar, a matar, como fizeram os nossos antepassados!

    Ou se liga o aspirador e aspira-se a casa... Ou nada feito! Como sabem só quando levamos no lombo é que nos damos conta de que afinal "também sou animal... e dói"

    Esta escumalha tem as polícias das elites a protegê-los (PSP/GNR) e alguns (pois todos desconfiam uns dos outros) têm segurança privada.

    Ao resto da populaça foi retirada a capacidade de auto-defesa e de executar justiça. Não acham vocês estranho que o principal PODER de todos não seja o POVO que decide quem o executa?

    Tudo ficou na mão deles! E nós somos meros escravos! E temos três funções principais, que devemos respeitar "TRABALHAR, CONSUMIR, CUMPRIR"

    Se quiserem mais continuo!

    Acho que nem preciso de escrever o que é preciso ser feito!

    Resta apenas saber se estão dispostos a PERDER.

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    1. Havia uma forma de esse povo velho ajudar a evitar a pancada e ajudar a eliminar as seitas que nos saqueiam, bastava deixarem de votar em seitas apenas porque acham que isso é lealdade. Já ajudava muito... se soubessem votar com lucidez e verdade. Se deixassem de alimentar esta farsa com os seus votos fanáticos e inconscientes. E se os novos se começassem também a informar sobre a realidade por trás dos partidos e da politica.

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    2. ZIta... Levaste o velho literalmente! Estava mais a falar em termos históricos!

      Mas também é como dizes! Infelizmente não teremos essa sorte... Os velhos (vivos) vêem televisão e acreditam nas tretas que a mesma debita, tal como acreditam nas estórias de encantar que ouvem nas homilias nas capelinhas e igrejinhas!

      E como as televisões são controladas pelos mesmos salafrários que controlam o sistema tuga! O resultado está à vista!

      Depois, e para piorar, toda esta gente foi convencida que tem que fazer uma cruz... É tipo uma obrigação mas sem o ser!

      Quanto aos jovens! Da maneira como estão a ficar ipodizados, e desconectados da realidade não virtual, não me parece que a coisa leve jeito! Ainda por cima quando para se porém a andar daqui para fora, hoje em dia é low-cost!

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  4. PS e PSD são 2 faces da mesma moeda. Ambos foram capturados pelos oligarcas que dominam este País, tal é a promiscuidade despudorada e descarada com muitos desses interesses obscuros. À cabeça surge sempre a M*ç**a**a e o Poder Financeiro, mas também os Oligopólios, as Sociedades de Advogados, as Assessorias Externas e certas Empresas de Construção Civil. Isto deve-se a um Sistema Eleitoral ao nível do Albanês que perpetua estes políticos de carreira, imberbes, medíocres e facilmente "permeáveis". São os "apparatchik" de um sistema que só deteriora a Democracia e impede o verdadeiro "julgamento" pelos eleitores. Esta Democracia é um embuste, um logro, apenas equiparável à decisão de umas eleições no âmbito de uma "moeda ao ar".

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  5. "Depois, e para piorar, toda esta gente foi convencida que tem que fazer uma cruz... É tipo uma obrigação mas sem o ser!"

    Não carrego curzes, acabou. Morte, morte aos politicos.

    ARTI

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