30 novembro, 2013

O que vai acontecer aos portugueses quando sairmos do euro?


Este video explica coisas incríveis que todos deveríamos saber.
As dividas são matematicamente impagáveis. Não existe dinheiro sequer em toda a economia, suficiente para pagar todas as dividas aos bancos.

A ajuda internacional a Portugal, custa mais a quem recebe a ajuda, do que a quem ajuda... portanto a palavra ajuda, está mal utilizada.



A banca enriquece desmesuradamente pagando juros baixos aos depositantes e cobrando juros altos pelo que empresta... dinheiro criado do nada. 

A crise é uma situação muito favorável para os fortes e que mandam na UE. Graças à corrupção e má gestão dos políticos portugueses, o BCE ganhou 10 milhões de clientes/ ESCRAVOS.
Mais os milhões da Grécia... etc etc. 

Claro que não devemos estranhar que o BCE e a UE escolha os nossos ex politicos portugueses, para os ocupar cargos de topo lá por aquelas bandas, chama-se gratidão e estratégia.
Claro que não devemos estranhar que a UE pactue com o que se passou no BPN, e com o que se passa na EDP e nas PPP´s... quanto mais fundo o país descer, mais altos são os juros... mais dependentes ficamos, mais anos manterá os clientes do BCE, mais clientes terão a consumir produtos dos países produtivos.
Claro que não devemos estranhar que a UE nos dê subsídios para não produzir. Eles gostam de países dependentes e não produtivos, que consumam o que eles produzam.


“SÓ HÁ DUAS HIPÓTESES, SAIR DO EURO A BEM OU A MAL”.

Para o economista restam dois caminhos: sair do euro a bem ou sair a mal. A segunda solução vai sair-nos muito mais cara
Foi um dos poucos que no tempo das vacas gordas torceram o nariz ao euro. João Ferreira do Amaral fez na altura uma previsão que muitos acharam catastrofista. Passado o desastre, lançou recentemente o livro “Porque Devemos Sair do Euro”, em que diz que não nos resta outro caminho para sair da austeridade sem fim.

29 novembro, 2013

Deputados com aumentos para 2014, já em 2012 o governo pagou subsídio de férias a 1454 "boys". As elites


cortes isentos CGD, Tap, desigualdade social
Foi a este ponto que chegamos!
Subsídios de Férias e Natal dos deputados para 2014 aumentam 91,8%!
O orçamento para o funcionamento da Assembleia da República foi já aprovado em 25 de Outubro passado, fomos ver e notámos logo, contudo já sem surpresa, que as despesas e os vencimentos previstos com os deputados e demais pessoal aumentam para 2014.
Mais uma vez, como é já conhecido e sabido, a Assembleia da República dá o mau exemplo do despesismo público e, pelos vistos, não tem emenda.
Em relação ao ano em curso de 2013, o Orçamento para o funcionamento da Assembleia da República para 2014 prevê um aumento global de 4,99% nos vencimentos dos deputados, passando estes de 9.803.084 € para 10.293.000,00 €.
Mais estranho ainda é a verba relativa aos subsídios de férias de natal que, relativamente ao orçamento para o ano de 2013, beneficia de um aumento de 91,8%, passando, portanto, de 1.017.270,00 € no orçamento relativo a 2013 para 1.951.376,00 € no orçamento para 2014 (são 934.106,00 € a mais em relação ao ano anterior!). fonte

ESTA NOTICIA FOI DESMENTIDA 
Subsídios de férias e de Natal de deputados para 2014 aumentam 91,8%" - Esclarecimento
Sobre o texto que circula na internet “Subsídios de férias e de Natal de deputados para 2014 aumentam 91.8%”, esclarece-se:

28 novembro, 2013

Offshores da Madeira, o paraíso dos ricos e o inferno dos pobres, protegido pelos governos.


Neste video, descubra porque as offshores lesam o interesse nacional, mas continuam protegidas pelo governo. Sabia que a Pepsi, Dell, Swatch, American British Tobacco e muitas outras multinacionais usam o offshore da Madeira para fugir aos impostos? Sabia que isso lesa o interesse nacional? Veja o o video o compreenda somos traídos e roubados descaradamente, só não o sabe quem não quer.



Numa época em que Portugal está mergulhado na maior crise dos últimos cem anos, há uma ilha lusitana onde os piratas são invisíveis, mas o dinheiro desaparece.
SUITE 605 é a maior investigação realizada sobre a Zona Franca da Madeira. O autor de Revelações regressa para nos oferecer um cocktail explosivo que conta a história secreta de centenas de empresas que cabem numa sala de 100m2.
Uma pesquisa exaustiva a milhares de páginas de documentos classificados e o acesso a informação confidencial das empresas que nos últimos 17 anos desenvolveram negócios na Zona Franca da Madeira, ajuda-nos a destapar o véu de opacidade e a conhecer o inferno fiscal que deixa 30% da população da Madeira a viver abaixo do limiar da pobreza.
Reconheça a verdadeira identidade dos donos das empresas fantasma que não têm trabalhadores, não produzem riqueza, não pagam impostos, mas apresentam lucros fabulosos. Saiba quem são os super-gestores que administram centenas de empresas gratuitamente.
Nos últimos anos, a Madeira perdeu 900 milhões de euros devido às exportações fictícias que inflacionaram artificialmente o PIB.
SUITE 605 é o mapa geo-referenciado da maior "burla legal" que esvaziou os cofres públicos.
Os piratas e terroristas fiscais continuam à solta. Mas agora sabemos quem são.
Suite 605 de João Pedro Martins

As evidências já são muitas, percebe-se que tudo à nossa volta, está a ser desenhado pelos ricos e para os ricos e essa realidade impõe-se e aperfeiçoa-se, nas nossas barbas e apoiada por aqueles que juram proteger o país e o povo. Cada vez mais, os interesses obscuros dos ricos e poderosos, se sobrepõem aos interesses do insignificante cidadão e do bem comum. E o mais triste é que é a nossa ignorância que lhes permite prosseguir tranquilos.
Empresas multimilionárias para quem a crise é inofensiva, recusam-se pagar impostos aos países a que pertencem, refugiando-se na Madeira, ou outras offshores. Sejam empresas nacionais ou estrangeiras o importante é deixar para os mais pobres, incapazes de fugir ao fisco, a responsabilidade de pagar o estado que é de todos.
Segundo o autor, nada se faz para deter este descalabro, porque em Portugal temos políticos e ex políticos a beneficiar do esquema.

Resumo de passagens do livro
Estão instaladas na Madeira milhares de empresas... numa sala com 100 m2, ou seja cada empresa ocupa o equivalente a 1 azulejo, tudo para obter uma sede fiscal num paraíso fiscal.
Desta forma as grandes empresas nacionais e estrangeiras fogem aos impostos de forma legal.UM NINHO DE CORRUPÇÃO de acesso restrito apenas aos políticos e grandes empresários.
O entrevistado define a Madeira, como um viveiro de crime organizado, para lavar dinheiro e fugir ao fisco.
Refere um exemplo de 7 empresas que ajudaram Berlusconi numa mega evasão fiscal num negócio de aviões.
A Swatch é mais uma das grandes empresas a gozar deste privilégio. Em 2009 facturou, na Madeira 597 milhões de euros... sem produzir 1 único relógio em Portugal, apesar de a Suiça ser conhecida como um paraíso fiscal ainda cobra 15% de IRC, e na zona franca da Madeira paga 0% de IRC, 0,16% é a média de IRC da Madeira.

Uma das empresas teve entre 2005 e 2007, 3 mil milhões de euros de facturação, ou seja mais de 50% do PIB da Madeira, e por isso a Madeira tem o segundo maior PIB per capita logo a seguir a Lisboa, mas baseado numa riqueza falsa. E estes dados apesar de falsos são os expostos no site das contas oficiais do estado português. A farsa prossegue... e quem sofre são os madeirenses. Perdem direito a mais de 2 mil milhões de euros de apoios comunitários, apoios nacionais e em impostos.
A lei que permite criar uma empresa offshore da Madeira e transferir para ela os lucros de 100 empresas que operam no continente para não pagar impostos... é legal e sem risco e aprovado com leis feitas pelo nosso parlamento, escritas pelos nossos governantes e aprovadas pelos nossos presidentes da republica, pois a grande corrupção começa no poder politico. Corrupção não é apenas roubar, mas legislar para que o roubo seja legal. 

Uma empresa no continente paga 25% de IRC e na Madeira paga zero%.
Contudo esta situação viola a lei, pois segundo a justiça fiscal os impostos devem ser pagos onde se obtém os benefícios.
Na Madeira temos mais empresas de renome a fugir aos impostos através das leis portuguesas...a Pepsi e a maior produtora de aço do mundo... assim como a Rusal, maior produtora de alumínio no mundo e cujo proprietário está proibido de entrar nos EUA, na Inglaterra e no Canadá por alegadas ligações à máfia. Por incrível que pareça estas mega empresas estão sediadas na mesma sala.
Roberto Carlos e João José são os nomes dos testas de ferro do Funchal. Estes factos são conhecidos já na imprensa internacional, e os relatórios são públicos, na Itália, na Rússia e nas Nações Unidas, por cá, eles permanecem impunes.
Estas empresas custam ao estado português, pelos seus benefícios fiscais,1.100 mil milhões de euros. Dinheiro que deveria ir para o estado e para os madeirenses, e fica na mão dos ricos. 

Esta situação acaba também por violar mais uma das regras do Orçamento para 2011 que obrigava à publicação descriminada e individualizada de uma lista todos que usufruiriam de benefícios fiscais, até Setembro lista essa que nunca foi elaborada, nem pelo continente nem pela Madeira.
Realça a impunidade que vigora em Portugal marcada pelo facto de que o próprio director regional dos assuntos fiscais, é acusado pelo Ministério Público de um crime de evasão fiscal, com empresas na Madeira e nas ilhas Virgens e no entanto e mantém-se no cargo!!! E fora da prisão.
Para além de desobedecer ao imposto no orçamento, também desobedece à Troika, no ponto 1.18 do memorando, a Troika exige como medida urgente o congelamento de todos os benefícios fiscais sejam a nível nacional e regional. Porque não está o governo a cumprir??

Memorando Troika não cumprido
1.18. Introdução de uma regra de congelamento em todos os benefícios fiscais, não permitindo a introdução de novos benefícios fiscais ou o alargamento dos existentes. Esta regra aplicar‐se‐á a todos os tipos de benefícios fiscais, temporários ou permanentes, seja a nível das administrações central, regional ou local.
1.19. Redução das deduções fiscais e regimes especiais em sede de IRC, obtendo‐se uma receita de, pelo menos, 150 milhões de euros em 2012. Incluem‐se as seguintes medidas:
i. eliminação de todas as taxas reduzidas de IRC;
ii. limitação da dedução de prejuízos fiscais contabilizados em anos anteriores, sendo reduzido para três anos o período de reporte aplicável;
iii. redução dos créditos de imposto e revogação de isenções subjectivas;
iv. restrição de benefícios fiscais, nomeadamente aqueles sujeitos à cláusula de caducidade do Estatuto dos Benefícios Fiscais, e reforçando as regras de tributação das viaturas atribuídas pelas empresas;
v. propor alteração à Lei das Finanças Regionais a fim de limitar a redução das taxas de IRC nas regiões autónomas a um máximo de 20% quando comparadas com as taxas aplicáveis no continente.

NESTE VIDEO CONHEÇA O DESPESISMO, A ARROGÂNCIA, A PREPOTÊNCIA E ALUCINAÇÕES DE ALBERTO JOÃO JARDIM... QUEM MAIS PODERIA GOVERNAR ESTE BARCO EM PERFEITO DESGOVERNO, QUE É A ZONA FRANCA DA MADEIRA?
E O POVO ADORA... DESCONHECE, NÃO PERCEBE. E JARDIM MANTÉM A FARSA E A ILUSÃO DE QUE SÃO MELHORES.




NESTE VIDEO É EXPLICADO COMO FUNCIONAM AS OFFSHORES.



OS EFEITOS DESTRUIDORES DAS OFFSHORES
"O relatório elaborado pelo Consórcio Independente de Jornalismo de Investigação (ICIJ) sobre dezenas de milhares de empresas “offshore” caiu que nem uma bomba, mas para já a informação que consta no documento é apenas a ponta do iceberg.
A quantidade de informação recolhida e que está na origem do denominado “Offshore Leaks” é 160 vezes superior à do Wikileaks.
“É apenas o começo. Analisámos 10% de tudo o que diz respeito a empresários suíços. Continuamos a analisar os documentos”, afirma Catherine Boss, do jornal helvético Sonntagszeitung.
O consórcio sediado em Washington compilou para já uma lista de 130 mil pessoas com dinheiro em contas “offshore”. A fuga de capitais tem um efeito nefasto no nível de vida do cidadão comum como explica Michael Hudson do ICIJ.
“Os mais ricos têm muitas opções quando organizam financeiramente as suas vidas. Os cidadãos comuns do mundo inteiro têm muito poucas opções e normalmente acabam por pagar mais ou viver com menos serviços devido às fugas de capital dos seus países de origem.”
O documento é o resultado de 15 meses de investigação levada a cabo por 86 jornalistas de 46 países." fonte

UMA ALTERNATIVA À AUSTERIDADE? (Mark Blyth)
"Como alternativa, o autor da investigação defende a "repressão financeira" assim como um esforço renovado na coleta de impostos "sobre os mais ganhadores", a nível mundial, assim como a procura de riqueza que se encontra "escondida em offshores" e que os Estados "sabem" onde está.
"Na verdade, um novo estudo da Tax Justice Network calcula que haja 32 mil biliões de dólares, que é mais duas vezes o total da dívida nacional dos Estados Unidos, escondidos em offshores, sem pagar impostos" (página 358), conclui Mark Blyth no livro "Austeridade -- A história de uma ideia perigosa" (editora Quetzal, 416 páginas)." FONTE

ALGUNS CASOS ESTRANHOS, NACIONAIS
  1. "O BPP e o BCP partilharam uma offshore que tinha como accionista o tio de José Sócrates, diz a RTP."  fonte
  2. "As teias de Sócrates na mira da justiça nacional e estrangeira". FONTES
  3. Documentos das contas de Sócrates em offshores. FONTE
  4. Fuga ao fisco e branqueamento de capitais: da "Operação Furacão" ao "Monte Branco" fonte
  5. Sócrates compra casa em offshores





27 novembro, 2013

No primeiro trimestre, foram declaradas insolventes 2753 pessoas.





"No primeiro trimestre, foram declaradas insolventes 2753 pessoas. Um aumento de 140% face a 2011 e de 1283% em relação aos três primeiros meses de 2008. Já há mais pessoas a falir do que empresas. Todos os dias 30 pessoas são declaradas falidas em Portugal.

Perderam o emprego. Investiram num negócio que correu mal. Entraram numa espiral desenfreada de consumo, acumulando créditos sobre créditos. Ou simplesmente adoeceram. Seja qual for o motivo, há cada vez mais famílias cercadas por dívidas em Portugal.(...)
A crise que o país atravessa é uma das principais justificações para o disparar destes processos nos tribunais, pelas consequências que a instabilidade económica está a ter no emprego, no consumo e no poder de compra. Mas há outros motivos. Além de mais informadas, as pessoas sabem que, se optarem pelo caminho da insolvência, podem começar de novo daí a cinco anos, como prevê a lei.

Recuando a 2008, o registo de falências de particulares ficou-se por 197 no primeiro trimestre, de acordo com dados fornecidos pelo Instituto Informador Comercial, com base nas sentenças publicadas em Diário da República. Face a esse ano, as 2753 insolvências declaradas entre Janeiro e Março de 2012 representam uma subida exponencial de 1297%.
Mas, além do disparar de processos, há outro dado importante. É que, em 2008, os casos de pessoas insolventes representavam apenas 23% das falências judiciais, ficando a maior fatia para as empresas – 664 no primeiro trimestre daquele ano. A partir de 2011, os papéis trocaramse. E, nos primeiros três meses deste ano, as insolvências de particulares já representavam 64% do total (ver texto secundário).
Esta inversão não aconteceu graças a um recuo na falência de empresas. Aliás, também estes processos têm vindo a aumentar em Portugal, ocorrendo a um ritmo de 17 por dia desde Janeiro (mais 46% do que em igual período de 2011). A questão é que as insolvências de pessoas singulares estão a crescer a um passo muito mais acelerado.

Norte com mais casos
José Ribeiro Gonçalves é um dos administradores de insolvência em Portugal que acompanha estes processos. Na profissão desde 1994, nota que há três grandes perfis de pessoas que são arrastadas pelas dívidas para os tribunais. “Há os gerentes de empresas, que prestam avais pelos créditos dessas sociedades e que depois são executados. Há muitos casos associados a situações de desemprego, que causam um desequilíbrio entre as obrigações e os rendimentos. E também pessoas sem disciplina de consumo, que são seduzidas pelo crédito fácil”, disse.
Para José Ribeiro Gonçalves, a “recessão económica” foi e continua a ser o principal motor das insolvências singulares, assim como das empresas. E acredita que o número vai continuar a aumentar, até porque “há muitas pessoas e muitas sociedades que já estão insolventes há muito tempo, só ainda não se apresentaram aos tribunais”. O tempo que demoram a tomar este passo é, muitas vezes, o suficiente para deixar cair por terra qualquer hipótese de recuperação.

Os dados do Instituto Informador Comercial mostram que o disparar destes processos nos tribunais tem sido mais expressivo a norte do país. É no Porto que mais insolvências são declaradas, tendo alcançado um total de 794 no primeiro trimestre deste ano. Lisboa surge em segundo lugar, mas muito atrás, com 491 casos entre Janeiro e Março. No entanto, é em Coimbra que se tem assistido a aumentos mais significativos nas falências de particulares. O distrito registou apenas 83 casos nos primeiros três meses de 2012, mas o aumento face a 2008 foi de 4050% (ver infografia).

O evoluir destes casos está em sintonia com as dificuldades financeiras que muitas famílias actualmente enfrentam em Portugal, num ano de corte de salários e de subsídios, de aumentos de impostos e de escalada do desemprego, que subiu para 15% em Fevereiro (o terceiro pior resultado de toda a União Europeia).
Os pedidos de ajuda à Deco também reflectem esta realidade. Entre Janeiro e Março, 7834 famílias contactaram a associação para lidar com situações de sobreendividamento. Tratou-se de uma subida de 57% face ao mesmo período de 2011. Uma parte importante destas pessoas (27,8%) pediu apoio por causa da deterioração das condições laborais, seguindo-se a doença (10,9%).
A Deco faz depois um filtro aos pedidos de ajuda, excluindo os casos que já foram arrastados para a insolvência ou as situações que são provocadas pelos próprios sobreendividados. E, por isso, até Março abriu 1376 novos processos de acompanhamento – uma subida de 36 em relação ao ano passado.

Rosa, de empresária a dona de um frigorífico cheio de nada
Há cinco anos, Rosa Pereira era empresária. Dava emprego a sete pessoas. Tinha casa própria, comida no frigorífico, luz, água, dinheiro ao fim do mês. No início de Março, a última vez que esteve em tribunal a responder por uma insolvência, sentiu que “uma rosa morreu”. Com ela, uma vida de trabalho que acabou por a deixar encurralada em dívidas de 200 mil euros. Deixou de dar valor às coisas materiais, porque “não há dinheiro que compre tranquilidade”. Tem três falências a correr nos tribunais: duas de empresas e a sua própria insolvência pessoal. Os problemas financeiros começaram ainda em 2008. Foi arrastando até poder. Quando os bancos começaram a bater-lhe à porta, ameaçando apoderarse do seu património, sentiu-se “impotente”. Foi só aí, a meio do Verão do ano passado, que decidiu avançar para a Justiça. Ficou sem a casa, mas já consegue dormir.

Desde sempre ligada aos serviços de limpeza, Rosa decidiu abrir uma empresa no ramo em 2004, que chegou a empregar sete pessoas. O negócio foi crescendo e, quatro anos mais tarde, investiu numa lavandaria. Um passo em falso, admite. “A empresa nem sequer se pagava a si mesma. Em oito meses, fiquei a zeros. Tudo o que tinha gastei lá”, conta.
Quando se deparou com aquele estado de sítio, sem fundo de maneio e cheia de dívidas, descontrolou-se. “Entrei num desespero total. Estive três meses incontactável”, recorda. Em vez de fechar logo a lavandaria, decidiu-se dedicar-se ao negócio para tentar recuperar o dinheiro perdido e fez um despedimento colectivo na empresa de limpeza.
Hoje, a praticamente quatro anos de distância, assume que foi um erro. “Cheguei a Fevereiro de 2010 e acontecia o cúmulo de a lavandaria só facturar 20 euros por dia”, diz. Nessa altura, já tinha voltado às limpezas, pela própria mão e com a ajuda de apenas uma empregada. Mas o que ganhava de um lado não chegava para pagar os prejuízos do outro.
Além das despesas correntes, Rosa era fiadora dos empréstimos bancários contraídos pelas empresas. Tinha um crédito à habitação, créditos pessoais e dívidas ao fisco e à Segurança Social. Quando entregou o pedido de insolvência, as dívidas alcançavam os 200 mil euros. Só tomou a decisão quando um dos bancos a cercou de tal forma que não teve por onde fugir. “Pediam-me para pagar 20 mil euros em quatro meses. Assustei-me”, diz.
As três insolvências entraram no tribunal em Setembro. Quando a notificação com a sentença do tribunal chegou pelo correio, Rosa, solteira e sem filhos, estava sozinha em casa. “Senti que ia começar do zero, depois de tanto trabalho. Mas, ao mesmo tempo, senti tanta tranquilidade”, recorda. “De repente, deixamos de pensar que queremos um carro novo, uma casa melhor. Há bens muito mais importantes. E não há dinheiro que compre a tranquilidade”, afirma.
Uma vez declarada insolvente, ficou sem a casa. Ainda se lembra da última vez que lá entrou para entregar as chaves ao representante dos credores. Podia ter sentido desgosto. Não foi isso que aconteceu. “Abri muitas vezes o frigorífico e estava vazio. Houve alturas em que cortaram a luz, depois a água. Aquela rosa morreu”, repete. Quando o imóvel for vendido, o ganho será abatido à dívida. Ficará depois cinco anos a ceder uma parte dos rendimentos aos credores. Rosa tirou um curso para dar formação sobre limpezas. Hoje vive numa casa arrendada.

Empresas falidas
Os processos de falência judicial de empresas também têm vindo a aumentar em Portugal, tendo alcançado um recorde de 1551 no primeiro trimestre do ano, o que representa uma subida de 46% em relação ao mesmo período de 2011. O Governo está, neste momento, a finalizar um novo programa com vista à recuperação destas sociedades, uma vez que apenas 1% destas insolvências resultam em viabilização financeira. De acordo com os dados do Instituto Informador Comercial, assistiu-se, entre Janeiro e Março de 2012, à maior escalada das falências judiciais de empresas dos últimos cinco anos. Entre os primeiros trimestres de 2010 e 2011, o aumento foi de apenas 2%. Comparando os resultados deste ano com 2008, verificase uma subida expressiva de 134%, uma vez que há cinco anos foram declaradas pelos tribunais apenas 664 insolvências.

O sector do comércio a retalho tem sido o mais penalizado, acumulando um total de 226 falências entre Janeiro e Março de 2012, seguindo-se a promoção imobiliária (215), o comércio por grosso (203) e a construção (110). Em 2008, o cenário era diferente. Os retalhistas surgiam apenas na terceira posição, com 68 insolvências, atrás dos grossistas e das imobiliárias. No início do ano, o Governo anunciou um novo programa (o Revitalizar), que tem como objectivo aumentar o número de casos de recuperação. O plano prevê que as empresas em dificuldades possam negociar com os credores e apresentar uma proposta de viabilização antes de o processo chegar aos tribunais. Falta aprovar o novo código das insolvências para que estas medidas entrem em vigor."
Raquel Almeida Correia | Público | 11-04-2012

Neste video, Paulo Morais explica, "Os maiores responsáveis pela crise, são os que estão a ser poupados à austeridade"

Este foi o caminho injusto e errado que o governo escolheu, e os portugueses pagam com dinheiro e lágrimas.
  1. A Troika exigiu medidas menos duras para o estado social... 
  2. Erro do FMI reconhecido pelo FMI
  3. Empobrecer a classe média dá poder ás elites. Video Daniel Estulin.
  4. A única forma de se ter uma economia forte é ter uma classe média forte.
  5. as mentiras dos ricos para empobrecer os povos.
  6. Quem cria empregos? As mentiras para proteger os ricos dos impostos.
  7. Governo insiste pelo caminho errado
  8. Várias teorias sobre o erro do governo
  9. Outro artigo sobre o tema
  10. Quem pagou a austeridade?


26 novembro, 2013

DE ONDE VEM O PODER DA EDP SOBRE O GOVERNO? QUEM PAGA OS FAVORES?


VEJA ESTE VIDEO... E PERCEBA PORQUE SOMOS ESCRAVIZADOS PELOS AMIGOS DOS GOVERNOS. ESCRAVOS DA EDP, DA BANCA, DO BCE, DAS GRANDES ELITES/EMPRESAS NACIONAIS... SOMOS VITIMAS DA FALTA DE CORAGEM DOS QUE FINGEM QUE NOS GOVERNAM.
NÃO PERCA A ANEDOTA QUE ESTE VIDEO REVELA, A PARTIR DO MINUTO 2... SE NÃO FOSSE TÃO TRISTE ERA HILARIANTE. ANDAMOS A FINANCIAR OS ESPANHÓIS?




"Confraria Bancária Cavaquista" a sacar em grande da EDP!!!
"Este CGS (Conselho Geral e de Supervisão) da EDP é uma dourada manjedoura privada que o governo guarnece com dinheiros públicos - as escandalosas rendas! - que vai buscar aos salários e às pensões do povo solidário que nós somos.
À mesa posta está o Eduardo Catroga (recebe €45.000/mês) e mais 20 personalidades do arco da governação.
Estão, com aquele ar compenetrado da sua própria importância, e se dispõem patrioticamente a saquear a ralé, trabalhadores, intelectuais, professores, médicos, enfermeiros, engenheiros, militares, pensionistas, velhos e crianças, "pés descalços e barrigas ao sol".

Mas o  Eduardo Catroga afadiga-se por muitas mais remunerações. Olhem só o coitado: "Actualmente - diz-se no currículo que apresenta do site da EDP - é Presidente do Grupo SAPEC, Administrador da Nutrinveste, Administrador do Banco Finantia e Membro do Comité de Investimentos da Portugal Venture Capital Initiative, um fundo de capital de risco promovido pelo Banco Europeu de Investimento". Isto sim, é homem de muito alimento trabalho.

Vêem-se lá, no CGS da EDP, entre outros;
- Luís Filipe Pereira, ex-SE de Cavaco Silva e ex-min da Saúde de Durão Barroso,
- Jorge Braga de Macedo, ex-min das Finanças de Cavaco Silva,
- Maria Celeste Cardona, ex-min da Justiça de Cavaco Silva,
- Rui Pena ex-ministro da Reforma Administrativa do Governo PS/CDS, em 1978,
- Rocha Vieira, ex-Ministro da República para a Região Autónoma dos Açores e ex governador de Macau,
- Paulo Teixeira Pinto ex.presidente do BCP que recebeu 10 milhões de euros para largar o cargo e uma pensão de 40 mil euros por mês e se sente, "legitimamente", muito injustiçado porque o seu rival Jorge Jardim Gonçalves levou com uma pensão de 175 mil euros por mês.
- Também se sustenta àquele balcão da EDP o José Espírito Santo Ricciardi mas este  já não pertence aquele grupo de vassalos bem nutridos, este  pertence já ao grupo dos donos de Portugal e o que ganha ali não passa de uns desprezíveis trocos, ainda que façam jeito, é claro.” FONTE

Outros artigos interessantes sobre o loby EDP, lobies tão importantes só sobrevivem se forem amigos dos vários governos, PS, PSD, CDS... 
- PS criou as rendas excessiva da EDP
- Privatização da EDP, lesa portugueses em 117 milhões, investigação.
- Como eliminar pessoas que se opõem aos lobies, escândalo.
- Como aumentar o poder dos lobies?
- A equipa maravilha de ex políticos da EDP
- PS aumentou 500% os subsídios que se pagam à EDP
- 16 mil milhões para as barragens?
- Da politica para a EDP.
- PS ajuda a EDP
- EDP e o Moedas
- O esbanjamento
- Mais influencias...
- As amizades que já´vêm de longe
- A poderosa EDP, ganha terrenos
- Não perdem uma oportunidade para ir ao bolso
- Subsídios encapotados
- Os donos de Portugal


25 novembro, 2013

A crise não é culpa de todos. Essa é a mentira que os responsáveis querem espalhar, para se ilibarem.



 

O vice-presidente da Associação de Integridade e Transparência, Paulo Morais, neste video afirma que “a corrupção não é um problema da democracia” pois já vinha da ditadura, considerando que o regime “falhou completamente” a combatê-la e organizou-se para a fomentar.
“A política transformou-se numa mega central de negócios, os grupos económicos dominam os partidos e por essa via toda a vida política e a democracia está refém desta situação”, condenou.

Segundo Paulo Morais, “a sociedade portuguesa está hoje contaminada na sua opinião pública por mentiras permanentes”, tentando com “este livro repor alguma verdade” e “explicar que a crise não é culpa de todos”.
“Aliás, essa é uma forma de ilibar os principais responsáveis. Naturalmente todos somos responsáveis mas claramente há uns que são mais responsáveis do que outros e eu gostava de repor essa verdade para que não passe para a história que no final do século XX, início do século XXI, havia aqui um povo de gente que andava completamente perdida”, disse.

Segundo o vice-presidente da Associação de Integridade e Transparência, para além do “combate contra mentiras que são repetidas sistematicamente”, o outro motivo, e talvez o mais importante, que o faz escrever o livro foi “o combate ao medo”.
Na opinião do autor, “quando uma sociedade entra neste tipo de situação do medo permanente” está “a morrer”.

Já Marinho Pinto defendeu que, “em alguns países, a classe política portuguesa não sobreviveria uma semana” e os políticos “seriam varridos rapidamente para o caixote do lixo da história”.
“Eles [políticos] nunca chegaram ao poder por um golpe de Estado. Eles são escolhidos pelo povo português, que sabe do que se passa. É também ao povo português que devemos imputar a responsabilidade por esta situação”, defendeu.

Para o bastonário da Ordem dos Advogados existem “evidências, fumos ou indícios de corrupção, porque o povo português não exerce cabalmente a sua ação de vigilância, de crítica cívica”, tendo dado o exemplo de vários casos polémicos, como a compra de dois submarinos por mais de mil milhões de euros.

“O grande mal da sociedade portuguesa está no silêncio imenso que cobre esta sociedade de Norte a Sul do país. Em Portugal o silêncio – por cobardia, por medo, por oportunismo – rende sempre mais, é sempre muito mais vantajoso do que a denúncia, do que a crítica”, lamentou.

Na opinião de Marinho Pinto, “a corrupção subverte as regras da concorrência num mercado aberto”, sendo as empresas que triunfam neste cenário, as piores. fonte

A grande lista de corrupção 
A grande lista de compadrio, tachos, boys e girls 



24 novembro, 2013

Sacrifícios em vão!?Assim que o FMI bater a porta de saída, Portugal regressa ao regabofe... Tudo voltará à "normalidade"


soares troika citações O governo quer reformar tudo.
Mas o que precisava de uma boa reforma era a mentalidade dos portugueses.
Em breve, vai ser uma verdadeira festa, aliás, a habitual, quando o FMI soltar as amarras, fizer as malas e disser que o pior já passou. Começaremos de novo a caminhar para o abismo. Assistiremos novamente ao fenomenal encher de empresas públicas com pessoal amigo, primos e afilhados... até abarrotar... tantos despedimentos e sofrimentos de funcionários públicos, em vão, tantas indemnizações que nos custaram milhões, e tudo ficará como dantes...  
Uma festa para as obras públicas, os ajustes, as elites, os corruptos... tudo regressará à "normalidade!"
Este é um país condenado onde os maus hábitos não mudam e os bons hábitos jamais se cultivam.
Os portugueses continuarão tranquilos, atentos ás novelas e ao futebol, desligados da sua obrigação democrática e cívica de vigiar de perto quem nos governa.
-"Governo vai gastar 507 milhões com indemnizações na função pública." FONTE
-"O Governo prevê gastar em 2014 mais de 285 milhões de euros com a saída de funcionários públicos dos quadros do Estado" FONTE

Os sacrifícios doem muito... mas é a injustiça que os faz doer mais. 
- O que dói não é tanto a dureza das medidas de austeridade, mas a crueldade da injustiça que encerram.
- O que dói não é tanto os sacrifícios que fazemos, para pagar juros elevadíssimos, dói mesmo, é saber que eles servem para sustentar uma banca parasita. 
- O que dói nem são tanto os cortes nas reformas, dói mais por se saber que os impostos que pouparam com a fome e miséria de muitos idosos, serviu para encher o bandulho de fundações, institutos, observatórios,  PPP´s , banca e outros parasitas.
- O que dói nem são tanto os cortes nos salários, mas a falta de cortes em quem verdadeiramente não produz e ganha acima da média europeia.
-O que dói nos despedimentos da função pública, é a certeza de que daqui a poucos anos, o estado estará de novo sufocado em boys e girls excedentários, que insuflam a despesa pública, após uma corrida aos despedimentos onde milhares de impostos foram desperdiçados em indemnizações...
-O que dói não são só os cortes no SNS, mas as transferências de dinheiro público para esquemas obscuros de um serviço de saúde privado que nasce paralelo e injusto e se agiganta.
-O que dói nem são os cortes na Educação, mas as transferência de milhões de impostos para o ensino privado.
-O que dói nem são tanto as obras megalómanas que nos obrigam a pagar. sem consultar, mas os desvios de impostos que ocultam e a inutilidade das obras.
-O que faz doer mais os constantes aumentos de impostos, é assistir ao aumento dos impostos que são transferidos do orçamento para pagar às PPP´s, à EDP, e outras rendas afins.
-O que faz doer mais o aumento do IRC é a destruição da economia, nacional a amputação dos que querem produzir e criar emprego, e o enriquecimento das grandes empresas que sempre viveram protegidas pelo estado.
-O que faz doer mais toda esta crise calamitosa, é saber que a justiça e o governo continuam a não punir os saqueadores do BPN, a não extorquir o dinheiro que é nosso, e ainda lhe oferecem negócios pagos por nós.

A certeza de que tudo voltará à Normalidade.... 
DECLARAÇÕES  DO DR MÁRIO SOARES HÁ 30 ANOS
PARA ELE, ANTES ERA TUDO NORMAL AGORA É CRIME? 
EM AGOSTO DE 1983, O GOVERNO DO BLOCO CENTRAL, ASSINOU UM MEMORANDO DE ENTENDIMENTO COM O FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL. OS IMPOSTOS SUBIRAM, OS PREÇOS DISPARARAM, A MOEDA DESVALORIZOU, O CRÉDITO ACABOU, O DESEMPREGO E OS SALÁRIOS EM ATRASO TORNARAM-SE NUMA CHAGA SOCIAL E HAVIA BOLSAS DE FOME POR TODO O PAÍS.
O PRIMEIRO-MINISTRO ERA MÁRIO SOARES.
- “Os problemas económicos em Portugal são fáceis de explicar e a única coisa a fazer é apertar o cinto”.
DN, 27 de Maio de 1984

23 novembro, 2013

Engenheiros políticos... o paradigma dos políticos em Portugal. (anedota)


Todos os governos ajudaram a afundar o país, porque não precisam de se preocupar com as consequências. O que vier a seguir que trate de apanhar os cacos... O problema é que cada vez mais há mais cacos para levantar.
O caos é cada vez maior, o problema para resolver, é também cada vez maior...
A incompetência e a falta de ética são as de sempre... 
UM FIEL RETRATO DE PORTUGAL. 
O POVO TAMBÉM É O CULPADO... POIS FOI O POVO QUE ESCOLHEU O "REBOQUE" QUE SE SEGUIA.
Como tornar um pequeno problema num grande problema?
Como multiplicar os problemas? 
Basta perguntar aos políticos portugueses, eles sabem. 


22 novembro, 2013

Os portugueses, como rebanhos manipulados, estão desesperados por trocar o Coelho pelo Seguro...


OS PORTUGUESES VIVEM ALIENADOS DA VERDADE, GARANTE MEDINA


Como é possível os portugueses fecharem os olhos ao interesse nacional e entregarem-se de corpo e alma ás guerrinhas de partidos? Permitirem que Portugal sucumba vitima dessas guerras e interesses?
Milhares de portugueses insistem na ilusão de que mudar de governo resolveria os problemas nacionais.  (video onde Seguro explica como resolve os problemas)
Cegueira partidária e falta de visão é o que o justifica, pois todos sabemos que a seguir ao Coelho vem o Seguro, sem sombra de dúvida... portanto iríamos ter mais do mesmo, ou pior, com a agravante das perdas de milhões do estado português devido à crise politica inevitável. Mais as perdas de milhões em salários e despedimentos de Boys... porque assistiríamos à repetição do abuso habitual. O Seguro a despedir os boys do Coelho, pagar chorudas indemnizações de milhões, colocar os seus boys incompetentes como os anteriores, mas bons amigos e compinchas do PS, da maçonaria etc.
Depois iríamos assistir a um Seguro que tentaria manter e disfarçar as asneiras do PS/ Sócrates, mantendo as rendas que ele ofereceu ás PPP, à EDP, Parque Escolar, fundações e etc.

Mudar de governo apenas faria sentido se o povo tivesse a garantia que quem iria para o poleiro era alguém como competência, com mérito e honestidade comprovada, sem interesses em sustentar partidos e parasitas. Ou seja se houvesse garantias de que seria um Paulo Morais, um Marinho Pinto, um Gomes Ferreira, e outros coerentes cidadãos que temos por esse Portugal fora com provas dadas de mérito e ética.
Mas não... os portugueses deixam-se levar pelos interesses da seita do PS, que apenas quer ir para o poleiro, custe o que custar ao país, lesar o país nunca não os incomoda, o importante é que a crise está lixada e eles precisam de começar a espalhar os seus boys no poder para gamar aqui e ali, afinal o PS está falido, dizem as más línguas.
E o povo alinha, o povo quer mais do mesmo, o povo delira, sem medir as consequências, sem saber o que é melhor para os cidadãos, sem perceber que está sempre a ser o soldado numa guerra que é deles, dos partidos... onde nós só padecemos e eles saem sempre a ganhar.
Finalmente, é chegado o momento de eu reconhecer que o PSD também não é a solução, mas não é pior que gerar uma crise politica, para meter outro igual. Para que não deduzam erroneamente que sou fã do PSD, basta consultar a coluna ao lado direito do blog, para perceberem que sou apenas por Portugal. Eu sei que é um partido estranho, num país onde todos temos que pertencer a um rebanho partidário, a um rebanho de um clube de futebol, a um rebanho de uma religião... ou ao rebanho de uma das novelas... eu, por acaso não tenho feitio para rebanhos... e decidi aderir a um que tem poucos adeptos, - Portugal, justiça e verdade...

Ontem o grupo de patriotas deu o golpe final... Mário Soares e etc, como a desculpa, que querem defender a constituição, a tal que ninguém respeita? Sócrates, por exemplo não respeitou a constituição ao endividar o país ao ponto de perder soberania e colocar em causa a integridade de milhares de famílias, Sócrates fez avançar estradas no valor de milhares de milhões, sem visto do TC... Passos Coelho viola os direitos dos reformados... afinal quem respeita a constituição? Afinal quem quer esta constituição que dá tanto poder e impunidade a criminosos e anula o poder de defesa das vitimas? Uma constituição injusta, manipulada... A tal que foi feita de forma antidemocrática ao afastar do poder a vontade do povo. 
E quem se segue no poleiro? Pensem... acordem... o país é nosso, nós é que temos que o defender deles... e não deixa-los brincar com ele, como troféu das suas falsas guerrinhas de partidos. Tudo para saquearem muitos milhões e escravizarem um povo para seu luxo.

Salvação nacional 
A austeridade que nos impingiram é socialmente insuportável, injusta e está apontada aos alvos errados. O Estado português tem de pôr as contas em dia.
É verdade. Se a receita anual anda na ordem dos sessenta mil milhões e a despesa nos setenta, obviamente que este défice tem de ser diminuído ou até eliminado. O Estado tem de reduzir – e muito – as suas despesas. Mas deve penalizar os que provocaram a crise e não todos os outros.

21 novembro, 2013

Voluntários contra a fome ajudam Belmiro de Azevedo e Soares dos Santos?


banco alimentar donativos corrupção
"Negócio da fome
Aparentes ações de grande solidariedade, as campanhas de recolha de alimentos para carenciados constituem, isso sim, agressivas operações comerciais.
Quem acaba por mais lucrar são supermercados e hipermercados, que veem as suas vendas aumentar.
A seguir vem o estado, pois este acréscimo de consumo representa também aumento na coleta de impostos. E os pobres dos pobres que justificam as campanhas são, afinal, os menos beneficiados.
Em dias de recolha de alimentos, as grandes superfícies aumentam consideravelmente as suas vendas, sem sequer necessitarem de promoções ou até de qualquer trabalho de marketing suplementar.
As administrações do Pingo Doce e do Continente, que no seu conjunto detêm cerca de 90% do mercado de distribuição, devem rejubilar com esta campanha comercial, disfarçada de ação solidária.
Ano após ano, os Bancos Alimentares contribuem para o acréscimo da sua faturação em dezenas de milhões de euros. Parte significativa deste montante engorda os lucros das empresas de distribuição.
E não só. Também o estado tira proveito deste acréscimo de consumo, pela via do IVA que é cobrado, em muitos dos produtos a 23%, o que representa também milhões de euros.
Assim, os voluntários da Cruz Vermelha que participam na ‘Operação Sorriso' cumprem a função (involuntária) de promotores de vendas do Continente.
Os milhares de jovens que colaboram com o Banco Alimentar julgam estar a ajudar as famílias portuguesas, mas as famílias que mais beneficiam das campanhas de recolha de alimentos são as de Belmiro de Azevedo e de Soares dos Santos.

20 novembro, 2013

Grego decide incendiar a sua casa e destruir o carro, para não dar aos parasitas da banca.


Em desespero um cidadão, preferiu "expropriar-se a ele próprio", já que ia ficar sem nada... pelo menos não deu esse prazer aos abutres da banca, que pairam atentos à miséria alheia, sempre prontos a chular quem não se pode defender, da crise que eles provocaram.
Um acto de coragem e desespero... Serão estas as únicas armas que nos restam para lutar contra os gigantes que nos roubam, nos escravizam e desenham as leis e a justiça, à medida deles?

Vejam no video a "prenda" que sobrou para a banca.



O incêndio em video, do que sobrou da casa... para a banca...
Se a moda pega, não irá sobrar muito para os bancos leiloarem ao desbarato, as casas que expropriam, e que tanto custaram, já a pagar a muitas famílias.
Há casos de desleixo e má gestão, mas também os há que não são. Todos sabemos que basta uma família ser vitima do desemprego que se alastra, para que todas as desgraças se apoderem, da família em causa. São pessoas que deveriam ser apoiadas e tratadas como seres humanos em dificuldades, no entanto são impiedosamente atiradas para a miséria cada vez mais profunda, expropriadas, humilhadas, sem defesa possível. O desespero toma conta da razão... e a injustiça acaba por gerar uma necessidade incontrolada de fazer justiça, pelas próprias mãos.
Quando os governos geram um povo que já nada tem a perder... tudo se pode esperar, menos a tranquilidade.
Todos sabemos que eram necessárias muitas das medidas de austeridade, mas nem todas.
Todos sabemos que a sobrecarga fiscal da classe média, é uma imposição exigida pela classe alta.
Todos sabemos que destruir a economia, não pode dar bons resultados, mas ninguém pode ser responsabilizado por deixar um país reduzido a cinzas. O governo anterior, porque esbanjou, este porque não sabe solucionar.
Todos sabemos que sem uma classe média forte e com poder de compra, não há economia saudável.
Todos sabemos que quem cria emprego é a classe média, saudável. 
Mas os governos cegos por ordens superiores insistem em destruir a galinha dos ovos de ouro e quem mais sofre, é a galinha dos ovos de ouro...
Pois quem fica com os ovos, (banca e amigos dos políticos) está cada vez mais rico... quem matou a galinha dos ovos de ouro, não terá que responder pelos crimes... portanto o único que perde, neste filme de terror, é sempre a chacinada galinha dos ovos de ouro.
Estamos a sofrer, os cidadãos de vários países sofrem nas mãos de incompetentes e criminosos, impunes.

Portugal: Tribunais declaram falência de 30 pessoas por dia... No primeiro trimestre deste ano contabilizaram-se 2753 insolvências particulares, o que significou uma subida de 140% face a 2011. fonte

Grécia: Um grego de 50 anos, da localidade de Naupacto, cujos bens estavam para ser expropriados, preferiu destruí-los do que dá-los ao banco. Diversas pessoas afirmaram que ele atravessava um fase económica muito má, tinha dividas aos bancos devido ao fracasso da loja que tinha, no rés do chão da casa.
Quando chegaram os bombeiros, encontraram-no sentado a observar as chamas e com um cigarro na boca. Algumas testemunhas afirmam que o homem, que foi entregue à justiça, disse aos bombeiros :"Esses filhos da mãe não vão levar nada meu."
A politica de austeridade do actual governo grego, impostas para poderem receber ajuda da troika, provocaram reacções de rejeição em grande parte da população e geraramuma onda de protestos e greves no país. Alguns encontram a solução para a sua dificil situação, em medidas drásticas como o suicídio. FONTE

 A TROIKA MATA!
"Há 20 mil sem-abrigo em Atenas e suicídio aumentou 40%: 
A taxa de suicídio na Grécia parece subir a um ritmo ainda maior do que aquele a que sua economia se retrai. Os dados oficiais mais recentes, de Janeiro a Maio de 2011, apontam para um aumento de 40% na taxa de suicídio em relação a 2010.
Mas o aumento pode ser ainda maior. Muitas pessoas tentam ocultar um suicídio na família, alegando outras razões para a morte. É uma forma de evitar o estigma social e de garantir um funeral da Igreja ortodogrega — que não os faz, se a causa da morte for suicídio.
“Os gregos estão cada vez mais a suicidar-se, porque a sociedade está num momento tal de agonia e de dor, que apresenta sintomas traumáticos”, analisa Aris Violatzis. Antes da crise, em cada quatro telefonemas recebidos pela linha de prevenção do suicídio, apenas um se relacionava com insuficiência financeira. Hoje, aponta o psicólogo, são três em quatro. Recebem entre 30 a 80 chamadas diariamente. " (Público)



Comentadores políticos, fingindo que informam... desinformam e deformam a democracia.


Numa época em que os portugueses são acossados pela dúvida e incerteza sobre medidas do governo, sobre as causas da crise, sobre os planos futuros, as previsões, os culpados e os inocentes, a nossa classe politica, acorre a responder prontamente a essa necessidade, sem qualquer problema. É essencial manter os portugueses (des)informados, limpando a imagem dos políticos em geral e de alguns em especial. Há para todos os gostos.
O importante é garantir que sejam os políticos ou seus serviçais, os que ofereçam as respostas mais convenientes, que expliquem ao povo que não há corruptos, que desviem as atenções para para assuntos convenientes, que finjam que levantam o véu, finjam que elucidam e tranquilizam as vitimas dos políticos.

Qualquer português minimamente exigente, quanto àquilo que consome de informação, e que pretende estar bem informado, sabe onde deve procurar a verdade e quem deve rejeitar.
Basta analisar... ao longo das 69 horas semanais, e entre os 97 comentadores políticos, é fácil identificar os desinformadores. São os que apenas falam de generalidades, banalidades, nunca apontam (apontar é feio) nomes de políticos ligados a escândalos, jamais usam a palavra corrupção, tema proibido e tabu. Para eles não há políticos ou gestores públicos corruptos, nem há corrupção em Portugal.
Jamais usam as palavras; demagogia politica, manipulação, crimes políticos, jamais referem casos de enriquecimento estranho ou salários descabidos de gestores públicos.
Jamais falam da corrupção na justiça, das excessivas regalias dos políticos e gestores públicos.
Esses são os comentadores que não informam... conduzem discretamente, e dentro do possível, os telespectadores de forma a gerar uma opinião favorável dos políticos em geral, alguns vão mais longe e atrevem-se a favorecer um politico em especial, ou um partido.
Estes são os comentadores que não querem sujar as suas mãos, leais aos políticos, e à carreira politica, um tacho sempre em aberto.
Por isso, não se atrevem a denunciar personagens ou escândalos como o BPN, o escândalo Parque Escolar, o escândalo EDP, o escândalo das fundações, institutos, observatórios, e ainda o descalabro das PPP... Os escândalos dos colégios privados, da saúde privada, da justiça privada, da Assembleia da República privada, ou de um presidente que consente.
E mesmo que por alguma razão, tenham que tocar nestes assuntos, é sempre com ligeireza, nada de valorizar os assuntos e muito menos de especificar culpados. São coisas da vida, nada demais... acontece, mas já passa...

19 novembro, 2013

Os números do recenseamento eleitoral são uma farsa, para aumentar salários e albergar mais boys.


A putrefação do sistema político.
9,6 MILHÕES DE ELEITORES NUM PAÍS DE 10 MILHÕES? E NINGUÉM FAZ NADA, NINGUÉM PENSA?
A despolitização[1] ou a baixa cultura política em Portugal, constituindo óbices evidentes para alicerçar uma contestação ao poder, não é sinónimo de falta de sagacidade ou de total inação perante a situação política, económica, antes mostra repúdio ou desprezo pelo ignóbil mandarinato.
A reação, na perspetiva de voto ou no momento de preenchimento do papel, é uma atitude de baixa intensidade; revela tibieza de atuação mas a indignação está lá.
A importância de manter esta farsa chega ao ponto de os partidos pagarem quotas a milhares de militantes falecidos ou emigrados, para insuflar artificialmente o número de apoiantes. "PS: quotas pagas a mortos e emigrantes."

-O recenseamento eleitoral está adulterado porque dá vantagens para os partidos e os seus vereadores, em número e remunerações, sobretudo para o PSD/PS. Há no mínimo 73 concelhos onde o número de eleitores supera o da população total;
-A abstenção passou de 41% dos inscritos em 2009 para 47.4% em setembro último; e, os votos brancos e nulos cresceram para 3.6% dos inscritos. Esses factos criaram uma situação nova – superam o volume dos votantes nas listas candidatas a mandatos autárquicos;
-A organização política, constitucional, expele a esmagadora maioria da população da prática democrática em favor de castas de gente medíocre, sem escrúpulos e intratáveis para quem os conteste. Os resultados de setembro revelam o descrédito do sistema partidário em geral;
-Em muitas câmaras há um número excessivo de vereadores o que corresponde à assunção pela vereação de funções meramente burocráticas com a desvalorização da estrutura administrativa das autarquias. Impõe-se um reforço das competências das assembleias municipais na elaboração de normas e na fiscalização dos executivos;
-A votação nas listas concorrentes reduziu-se em cerca de 720000 passando para 107 (contra 176 em 2009) o número de concelhos onde as listas tiveram mais de 60% dos inscritos. Inédito é o aparecimento em setembro de 17 concelhos onde as listas concorrentes não alcançaram 40% dos inscritos.
-Na conquista de mandatos, às 83 perdas do PSD/CDS correspondem ganhos dos grupos de cidadãos (47) e do PC (38), sendo marginal o sucesso do PS (6) pese embora a festa feita por aquele grémio no rescaldo das eleições. Há, contudo, que relativizar a importância dos resultados dos grupos de cidadãos nos casos em que não passam de emanações partidárias;
-A representatividade dos elencos camarários é muito baixa face à população e não existem mecanismos de responsabilização perante as decisões tomadas pela população, afastada de qualquer processo decisório efetivo;
-O PS representa apenas 19.3% da população recenseada susceptível de voto no partido, sofrendo uma quebra de 12.1% face aos votos recolhidos em 2009. A obtenção das 149 presidências de câmara em 2013 é conseguida com o apoio de apenas 11.4% da população total recenseada;

-O PSD e os seus atrelados recolheram o apoio de 18.3% da população inscrita nos municípios onde concorreram, com uma quebra de 24.8% relativamente a 2009. As suas 111 presidências foram conseguidas com 9.5% da população total;
O PC aumentou em 2.4% a sua votação global em 2013 mantendo o mesmo grau de representatividade relativamente ao total dos inscritos (5.8%). No conjunto das 33 autarquias onde o PC assegurou a presidência como concorrente mais votado, os seus apoiantes aumentaram 19.7%;
-Os grupos de cidadãos aumentaram em 91% o volume de inscritos a cujo voto concorreram mas, os seus votantes não representam mais do que 3.6% da população recenseada;
-O BE, apesar de apresentar uma participação eleitoral mais concentrada territorialmente sofreu uma derrota esmagadora sob qualquer prisma, excepto no número de mandatos no qual a redução de eleitos é apenas de uma vereação;

1 - A utilidade dos fantasmas como eleitores
É sabido que o atual sistema político não trata bem a democracia, a começar pelo recenseamento eleitoral. Só se preocupa com os cruzamentos de dados que conduzem a um aprofundamento do saque fiscal, sendo bem mais benévolo quando se trata de favorecer capitalistas endividados ou envolvidos em fuga ou fraude fiscal.
A questão dos eleitores fantasmas é conhecida há muito e isso começou a colocar-se pouco depois do recenseamento inicial, efetuado para efeitos das primeiras eleições, em 2005. A avaliação da globalidade desses chamados fantasmas não é difícil; basta tomar os valores da população total e subtrair as crianças e os jovens com menos de 18 anos.


2.009
2.013
População total
10.563.014
10.487.289
População < 18 anos
1.977.656
1.879.436
Eleitorado real
8.585.358
8.607.853
Eleitorado considerado
9.377.343
9.501.103
Eleitores fantasmas
791.985
893.250
                                       Fonte: Eurostat

Essa sobreavaliação do eleitorado não é inocente, pois favorece a classe política monetariamente, como demonstrámos anos atrás (2).
Podem abundar na classe política ineptos e corruptos mas, certamente escasseiam os descuidados quanto a criativas possibilidades de rendimentos interessantes e prebendas associadas aos cargos.

O cálculo do número de vereadores em cada concelho (para as freguesias o problema terá um impacto semelhante) não se faz em função dos efetivos da população mas, tomando em consideração o número de eleitores que, estando sobreavaliados permitem em vários casos, o aumento do número de eleitos. É o que se chama um desvio de quantidade.

18 novembro, 2013

Exemplo de como funciona a pressão e submissão dos governos? Corrupção Angola e Portugal.





As relações com Angola, beneficiam as elites e não Portugal.
"Que não se enganem os angolanos: a razão porque o governo português pede desculpa nada tem a ver com respeito por eles ou pelo seu governo.
É pura necessidade. Há um Portugal que precisa do dinheiro dos angolanos, que quer agradar ao seu ditador e aos que roubam o seu povo. Mas a verdade é que a maioria dos portugueses não vê um cêntimo do dinheiro do BIC ou do BES, do BPI, da GALP ou da ZON, que unem o Grupo Empresarial MPLA e o Grupo Empresarial Bloco Central.
A minha vida não melhorou com os investimentos angolanos em Portugal, a da maioria dos angolanos não melhorou com os investimentos portugueses em Angola. A elite angolana limita-se a lavar dinheiro em Portugal, a comprar o silêncio cúmplice das nossas elites e a entrar na Europa pela porta dos fundos. E a elite portuguesa limita-se a tentar sacar uns trocos do pornográfico saque aos angolanos.

(...)Não há ameaça velada de José Eduardo dos Santos (que quer comprar o silêncio de todos os portugueses através da chantagem, num tempo de necessidade), não há risco para os emigrantes portugueses em Angola, não há dinheiro de Isabel dos Santos, não há compras de grupos de comunicação social feitas por testas de ferro do governo de Luanda que possam travar o espírito livre de quem dá valor às suas convicções.

17 novembro, 2013

Os monopólios privatizados são lesivos do interesse dos consumidores. Assim foi com a PT, com a EDP, e será com os CTT



 NA EUROPA TAMBÉM. 
A privatização anunciada dos CTT é, por si só, uma má notícia. 
Mas a forma como está a ser conduzida é uma catástrofe.
Os correios não devem ser privatizados.
Constituem uma garantia de coesão territorial, pois são a única rede pública verdadeiramente disseminada por todo o país.
Só uma gestão pública poderá manter esta característica. Com os privados, balcões deficitários encerrarão, mesmo que tenham relevante função social.
Além do mais, as competências atribuídas aos CTT conferem-lhes posição de monopólio. São os CTT que atestam, por exemplo, os registos e legitimam as comunicações de requerentes com a Administração Pública.
E os detentores de algum tipo de monopólio não devem, por princípio, ser privatizados. Não é por acaso que os correios são públicos na maioria dos países da Europa, ou até nos Estados Unidos.
Os monopólios privados sempre foram lesivos do interesse dos consumidores. Assim foi com a PT, com a EDP, e assim será certamente com os CTT privatizados. Sem regulação eficaz, os serviços serão piores e mais caros e anteveem-se até apoios artificiais, como novas obrigatoriedades de pagar registo em comunicações com o estado.

Mas se o governo quer privatizar, pelo menos que o faça de modo transparente. A forma anunciada de dispersão do capital é estranha. Um leilão competitivo em bolsa é aceitável. Já não se compreende é a venda direta a instituições financeiras para que o disseminem no mercado, garantindo, assim, comissões aos bancos e a entrega do capital a posteriori a determinados grupos sem qualquer escrutínio público.
Acresce que o governo dá sinais contraditórios: enquanto o ministro Pires de Lima justifica e defende o encerramento de balcões, o seu colega de governo, Poiares Maduro, profetiza a reabertura dos mesmos.
Para baralhar ainda mais, o governo anuncia a colocação de "balcões (públicos) do cidadão" nos correios, serviço pelo qual o estado terá de pagar indemnizações compensatórias, num modelo de parceria público-privada dissimulada.
Esta privatização, com um sistema de colocação de capital obscuro, vítima de informações contraditórias e cujo modelo de negócio é alterado à última da hora, vai ser uma trapalhada. Phone-ix!
Paulo Morais

16 novembro, 2013

Portugal já não é bem um Estado. Soberania não tem, governo tem pouco, e o próprio povo já começou a ir embora.


ricardo araujo pereira corrupção angola portugalNão resisti a partilhar este artigo do genial Ricardo Araújo Pereira, que com o seu humor brilhante, consegue levar a politica a mais portugueses. Consegue salpica-la de humor e de intriga, de tal forma que a torna mais apetecível. Algo que, evidentemente, é urgente ser feito. É urgente que os portugueses se interessem pelo que os políticos são e fazem.
Ricardo Araújo Pereira, possui o dom de expor a politica realçando os ingredientes mais apreciados pelos portugueses. Mostra que a politica tem tanto de humor, intriga, crime, drama, inveja, falsidade, mentira, corrupção, etc como qualquer reles novela ou campeonato de futebol, e até mesmo, reality shows, que tantos portugueses apreciam. Portanto portugueses apreciem... 

Corta!
Primeiro foi o corte nos salários, depois o corte nas prestações sociais, a seguir o corte nas reformas, mais tarde o corte nas pensões de sobrevivência. 
Como não percebo nada de economia, pensei que o próximo corte seria nos pulsos. Afinal, é outra vez nos salários e nas pensões.
Sinceramente, não sei se foi melhor assim. Não só revela falta de imaginação como parece adiar o inevitável.
Além disso, a insistência nos cortes já parece denunciar uma patologia. Passos Coelho é o Estripador de São Bento. E, tal como o outro, não me parece que a polícia vá conseguir apanhá-lo.
Ao mesmo tempo que o governo corta nos salários dos portugueses, Angola parece interessada em cortar com o governo.
Deus não dorme. O ministro dos Negócios Estrangeiros bem pediu desculpa, mas o crime que o nosso país cometeu é indesculpável. A demissão de Rui Machete é obrigatória. É preciso ser muito incompetente para, num país cuja especialidade tem sido a subserviência aos estrangeiros, não conseguir atingir um nível de sabujice minimamente satisfatório.

A culpa, no entanto, não é só dele.
Parece que a pouca democracia que temos ainda é demais para o gosto do presidente angolano. 
Mantém-se a separação de poderes, e os tribunais podem julgar impunemente os amigos de José Eduardo dos Santos. É incrível, mas o regime do Estado português não agrada a ninguém.
Como resolver todos estes problemas? Mantenho uma esperança muito grande no guião da reforma do Estado, que Paulo Portas irá apresentar, supõe-se, na mesma manhã de nevoeiro em que D. Sebastião regressará.
Julgo que há qualquer coisa sobre isso nas trovas do Bandarra, embora ele preveja que D. Sebastião apareça primeiro. Como guionista, creio que o atraso na entrega do guião é inadmissível, sobretudo por se tratar de um documento muito fácil de escrever.
Em primeiro lugar, Portugal já não é bem um Estado. Soberania não tem, governo tem pouco, e o próprio povo já começou a ir embora. Não havendo já quase nada para reformar, é difícil compreender a demora.
Em segundo lugar, o guião tem pouca acção, nenhum diálogo e a cena é sempre a mesma. É um guião de uma palavra só, aquela que se costuma escrever no final: corta! Não deve dar muito trabalho.
Ricardo Araújo Pereira

"Falta pouco para ministra virar pessoas a ver se caem trocos"
O humorista Ricardo Araújo Pereira, autor do livro ‘Novíssimas crónicas da boca do inferno’, comentou na antena da SIC Notícias, a actualidade política nacional. No tom corrosivo que lhe é apanágio, e falando sério a brincar, alertou: “Falta pouco para a ministra das Finanças andar na rua com dois homens encorpados a virar as pessoas ao contrário para ver se caem trocos”.

15 novembro, 2013

O DESPESISMO QUE NÃO SE DETÉM. MEDALHAS PARA ALGUNS, DESPESA PARA TODOS?



Mais uma fonte de despesismo, típica de um país de pseudo vedetas... as medalhas!!
@ - Câmara Municipal da Maia. Mais de 18 mil euros para medalhas e troféus para o município.
@ -  Força Aérea, Ministério da Defesa abriu um concurso de 45.455 euros (+ IVA) para comprar umas medalhas “comemorativas”.
@ - Estado Maior da Força Aérea acaba de abrir um concurso público no valor de quase 61 mil euros para adquirir medalhas. A grande fatia deste valor vai para as medalhas de comportamento exemplar. Conheça em pormenor os valores para cada tipo de medalhas:
 - Aquisição de Medalhas de Mérito Militar: 15.426.00 EUR
 - Aquisição de Medalhas de Mérito Aeronáutico: 1.214.40 EUR
 - Aquisição de Medalhas de Comportamento Exemplar: 43.747.20 EUR
 - Ordem Militar de Avis: 450.00 EUR
@ - GNR, só no início de 2013, foram 112.120 euros por 50 medalhas D. Nuno Álvares Pereira - 1 ª Classe foram gastos 10.750 euros. Isso mesmo, 215 euros por medalha. Encontra aqui a explicação sobre a atribuição destas medalhas, que incluem ainda as 2.ª, 3.ª e 4ª classes.
Aqui segue a lista: 
-3300 medalhas de Comportamento Exemplar; 
-15 medalhas da Ordem de Avis; 
-40 medalhas de Serviços Distintos de Segurança Pública; 
-1500 medalhas de Assiduidade de Segurança Pública e 
-1000 fivelas para medalhas de Assiduidade Pública. 
Um verdadeiro orgulho para o país. O senhor ministro da tutela aprova estas despesas?
Mais ...  " A GNR prepara-se para gastar cerca de 200 mil euros em condecorações – o suficiente para comprar pelo menos sete carros patrulha." FONTE
@ - Esposende deu o exemplo e gastou 6.240 euros em condecorações municipais de ouro e prata. Uma festa!
corrupção apodrecetuga base gov
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@ - Mortágua decidiu gastar mais de 7.500 euros em medalhas de ouro para agraciar aqueles que lhe prestam bons serviços. Ignora-se o destino das medalhas mas quem as receber pode sempre optar por derrete-las e usar o respectivo dinheiro em algo útil.
corrupção apodrecetuga almada
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@ - Almada gastou 94.174,72€ na aquisição de relógios e em 2009 pagou 73.750€ por medalhas de prata e bronze. O fornecedor de tudo isto foi um gabinete de Estudos e Projectos de Arquitectura, com sede em Alcobaça, de seu nome AMEIAS. A mesma Câmara gastou há dois anos 83.640€ no almoço do Dia Internacional da Mulher. 
EM 2010, MUNICÍPIO DE ALMADA GASTA 275.000€ DOS DINHEIROS PÚBLICOS EM TRÊS ALMOÇOS, RELÓGIOS E MEDALHAS - 97.174,72€ na aquisição de relógios e 73.750€ em medalhas de prata e bronze (ver documento).
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@ - Almeida gastou mais de 7.500 euros por cinco medalhas de ouro. Estas medalhas custaram mais de um euro a cada um dos munícipes, tendo em conta que o concelho tem pouco mais de sete mil habitantes. 
(Imagens são do site do Governo.)

-"PSP louva agressor de mulher." Fonte
-"No dia em que deixou o Governo, o Conselho Nacional do PSD aprovou um voto de louvor a Miguel Relvas, pelo seu desempenho como ministro." fonte

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