29 dezembro, 2012

Angela Merkel quis testar fidelidade dos governos. Português o mais fiel.(Anedota)

anedota passos coelho relvas
Angela Merkel resolveu testar a fidelidade dos governantes europeus, ver até onde estavam dispostos a ir para proteger a UE e a Alemanha. Decidiu começar pelos gregos, pelos portugueses e pelos espanhóis.
Foi indicado aos governantes que teriam de mostrar a sua fidelidade para com o bem da UE, acima de qualquer outro. Colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter a certeza que seguem as instruções e estão dispostos a tudo para proteger a UE, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a pessoa que mais gostam, a sentada numa cadeira. Têm que matá-la.
Responde o governante Grego, após ver que era a esposa:
- Peço imensa desculpa, mas não sou capaz, nem vale a pena tentar... demito-me!
Ao Espanhol deram as mesmas instruções. Ele pegou a arma e entrou na sala. Durante 5 minutos tudo muito calmo. Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei mas não consigo, prefiro perder o mandato, mas não sou capaz, de matar a minha assessora.
Chegou enfim a vez do Português, Passos Coelho, matar o seu mais adorado ser! Deram-lhe as mesmas instruções.
Ele entrou... depara-se com o Relvas... Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.... A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis partidos. Após alguns minutos fica tudo muito calmo. A porta abre-se lentamente e Passos Coelho sai, limpa o suor e diz:
- Bem que me podiam ter avisado que as balas eram de borracha. Tive de o matar com a cadeira!!

2 comentários :

  1. A cumplicidade entre Miguel e Pedro é muito maior do que se pensa.
    São gémeos do crime político nas suas variáveis: mentira, traição e corrupção.

    São produto da mais refinada das jotas, a JSD.

    Essas escolas de envenenamento, diletância e maldicência política onde fizeram carreira, formaram equipa e se doutoraram, com distinção.

    Verdadeiras universidades de malfeitores da política que hoje nos governam, apoiados pela ignorância, indiferença e provincianismo da esmagadora maioria dos eleitores que, intelectualmente, não conseguem destrinçar as consequências sociais entre os resultados de um jogo de futebol e de uma disputa eleitoral.

    Por isto, eu acho que o Miguel tem direito a ser Doutor (com maiúscula e por extenso...)

    Doutor em Vigarice e Maldicência, golpeando sem dó todos os que, honestamente, estudaram, trabalharam e têm existências honradas.

    O ar assaloiado e envinhado do Miguel com que diariamente o espelho o fustiga, obriga-o a zurzir regularmente os alvos da sua inveja!

    Mas, Miguel: Aquela plástica em que está a pensar, para quando deixar de ser ministro e ir, talvez, para Paris, resolvia-lhe já esse seu desgosto... Vivo como você é, o SNS fazia-lhe isso "à borla". Aproveite.




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  2. -
    http://jumento.blogspot.pt/2012/12/artures-2012.html

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