30 novembro, 2012

Portugueses pagam golf aos deputados, porquê?

deputados golf pago com impostos
Mais regalias sustentadas pelos
impostos portugueses  

"Existe uma Associação de Ex-deputados da Assembleia da República (AEDAR) que, segundo o orçamento da Assembleia da República recebeu só este ano mais de 42 mil euros para a sua actividade. Se lhe parece muito, convém referir que sofreu um duro corte de 4,9 por cento face a 2011.
E o que faz a associação? A ver pela página no Facebook, com apenas 25 gostos, organiza passeios a Tomar e tertúlias com temas tão pertinentes como "Inovação Aprende-se". No blogue da associação o último post data de Julho e refere-se a outro colóquio, desta vez com o tema "Como conviver com o seu corpo". Um tema pertinente em tempos de troika.
Num exemplo de falta de transparência, o blogue da associação não explica como é gasto o dinheiro de todos nós. Fica-se apenas a saber que "o relatório, enviado a todos os associados da AEDAR, foi aprovado por maioria, tendo os participantes louvado a boa gestão e iniciativa da AEDAR"
. fonte

Por mais que chulem, parece-lhes sempre pouco. Mais uma verba ofensiva onde abusam claramente da paciência e dos impostos dos contribuintes para financiar um clube de golf? Mas não lhes parece suficiente, ainda têm o descaramento de se auto presentearem com instalações pagas pelos contribuintes. 
Mas estes snobs parasitas, não conseguem parar de se mimar com o nosso dinheiro? Não se envergonham? 

Golfe dos deputados não sofre cortes em 2013
"O Orçamento da Assembleia da República para 2013 vai manter as verbas destinadas à Associação de ex-Deputados e Grupo Desportivo para a organização de eventos desportivos, nomeadamente torneios de golfe.
Estas entidades receberam em 2012 cerca de 57 mil euros tendo organizado um torneio de golfe na Quinta da Marinha.
O Orçamento vai manter as dotações para a Associação de ex-Deputados (que recebeu 42,5 mil euros em 2012) e o Grupo Desportivo Parlamentar (que recebeu 15,2 mil euros).
Fonte da secretária-geral da Assembleia da República, afirmou ao referido diário que as entidades «são associações privadas sem fins lucrativos, que beneficiam de instalações cedidas pela AR e de apoio financeiro para as suas actividades»sapo.pt/
"Um montante que se destina também a custear o gabinete que a associação possui na assembleia, com uma funcionária a tempo inteiro e um técnico de contas, para além de apoiar antigos deputados com reformas baixas." tvi24.iol. 

"Austeridade com corrupção é "cocktail explosivo" para 2013. O presidente da associação cívica Transparência e Integridade (TIAC) avisou hoje que, no próximo ano, o país poderá estar perante um "cocktail explosivo" que combina a austeridade com o fraco combate à corrupção." fonte

Uma situação só "tolerada" em países que não prezam a democracia e o bem comum.
Texto que expõe de forma concisa, o regime que sentimos em Portugal.
"Podemos criticar o governo, por vezes com palavras cruas. Ainda. Podemos ir para a rua gritar o que nos vai na alma. Ainda. E podemos votar de tantos em tantos anos, levados, levados sim, pela propaganda, pelo marketing político, pela publicidade enganosa, por quem tem mais dinheiro para oferecer, por mercados e feiras, num arraial de promessas, sorrisos e enfastiados beijos, esferográficas, sacos de plástico, bonés, porta-chaves com o logótipo do produto à venda, constituído por candidatos a deputados, a ministros e primeiros-ministros, a presidentes de câmaras, da República, disto e daquilo, para isto e para aquilo menos para a causa, a coisa pública. 
No entanto, vivemos em ditadura. A ditadura de quem ganha eleições para manter os privilégios de alguns em detrimento da maioria. 
A ditadura de quem impõe sacrifícios contra a opinião e os interesses de quem os elegeu. 
A ditadura de quem nos trata como números, meros dados estatísticos e pagadores de impostos, nunca pessoas com sentimentos, desejos, necessidades, tantas vezes das mais básicas. 
A ditadura de quem, cegamente, segue em frente na destruição do Portugal construído nas últimas décadas. De quem nos aponta o bom caminho, o único caminho, o caminho ditado, ditatorialmente, pelos nossos credores e santos protectores. 
Podemos não ser presos por dizer o que pensamos. Ainda. Mas, para além do voto, não temos mais voto na matéria. E estamos a ser vigiados, os nossos passos são controlados, a nossa indignação contrariada pela repressão policial, abatida indiscriminadamente sobre gente pacífica e não tanto sobre uns quantos rapazolas inspirados, instigados sabe-se lá por quem, sabe-se lá para quê.
Vivemos em ditadura. A palavra democracia não é para aqui chamada." (Ouropel)

Video de Medina Carreira, ditadura selectiva.

31 comentários :

  1. Ah e tal e coisa o comunismo não é isto. Isto não é comunismo...
    Ah e tal e coisa isto não é socialismo. O socialismo não é isto...
    Ah e tal e coisa isto não é democracia...

    Só o fascismo é que parece ser fascismo.

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    1. Sim Zita, tem alguma razão mas só alguma.

      Mas pediu uma definição para este regime, ora aí vai:

      DEMOCRACIA. Poderia chamar-lhe merdocracia, cleptocracia, etc.
      mas só estava a utlizar pleonasmos.

      Agora já aparecem por aí alguns a falar em meritocracia, blá, blá blá. Têm razão mas na ANTIGUIDADE isso tinha um nome - ARISTOCRACIA
      - O Governo dos melhores (mais capazes) para "administrar" o BEM COMUM.

      P.s. (salvo seja) - Não tem nada que ver com "sangue azul", tá bem?

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    2. BASTAVA O POVO SABER COMO SE VOTA CONTRA OS PARTIDOS CORRUPTOS E PORTUGAL SERIA LIMPO DA CORRUPÇÃO. VOTEM EM PARTIDOS SEM ASSENTO PARLAMENTAR SÓ ISSO TEM VALOR E PUNE OS PARTIDOS CORRUPTOS. Nos paises menos corruptos do mundo a democracia funciona porque as pessoas sabem votar e usam o voto, 90% votam... aqui só temos eleitores ignorantes por isso quem não funciona são os eleitores e não a democracia.
      A abstenção afinal obtém um resultado contrário, ao que pretendem os abstencionistas
      Por isso, o que me chateia na vossa abstenção é a falta de colaboração num trabalho importante. Não é uma questão de direitos ou deveres cívicos em abstracto. O problema é concreto. Temos uma tarefa difícil, da qual depende o nosso futuro, e vocês ficam encostados sem fazer nada.
      Isto tem consequências graves para a democracia. Quando a maioria não quer saber das propostas dos partidos, está-se nas tintas para o desempenho dos candidatos e nem se importa se cumprem os programas ou não, o melhor que os partidos podem fazer para conquistar votos é dar espectáculo. Insultarem-se para aparecerem mais tempo na televisão mentirem para agradar. Vocês dizem que se abstêm porque a política é uma palhaçada mas a política é uma palhaçada porque vocês não votam. Vocês não exercem o vosso dever de votar contra quem faz mal ao país. O vosso de dever e direito de punir os que lesam o país nas urnas.
      A culpa é vossa porque não é preciso muita gente votar em palhaços para os palhaços ganharem. Basta que a maioria não vote.. Basta abanar o pano da cor certa e, se mais ninguém vota, eles ficam na maioria. Mas se vocês colaborassem e se dessem ao trabalho de avaliar as propostas, julgar e punir os partidos que há 40 anos destroem o teu país, se os responsabilizassem pelas promessas que fazem e votassem contra os que mentiram, deixava de haver palhaços, interesseiros e imbecis na política.
      MAIS ARTIGOS SOBRE CIDADANIA E EDUCAÇÃO CIVICA, NESTE LINK, APRENDA A VIVER EM DEMOCRACIA SE QUER QUE ELA FUNCIONE::.. INFORME-SE VEJA ESTE LINK

      http://apodrecetuga.blogspot.pt/2015/10/percebam-que-abstencao-afinal-obtem-um.html#.WM_ogfmLTIU

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  2. Bom dia

    Realmente neste País vale tudo, quanto mais sugam mais roubam aos portugueses, com mais impostos e taxas encapotadas. Este País é a república das bananas o País do faz de conta, que funciona a justiça.
    Isto de facto, é revoltante andamos a financiar o golf por exemplo dos chulos. Eu era criança já ouvia o velho ditado quem não tem dinheiro não tem vícios. Portanto os chulos se quiserem jogar golf, que paguem do próprio bolso. Ora contar com os dinheiros públicos, qualquer é rei com a carteira dos outro. Ainda hoje dia (30/11/12)ouvi na rádio as noticias que crianças cheguem aos hospitais doentes, devido à fome. Quem se pode orgulhar deste triste Portugal? Andámos a financiar chulos para ir jogar golf, e mais aumenta-se mais impostos para as pessoas passarem mais fome. É vergonhoso esta corja que nos governam ou melhor nos desgovernam. Neste País da treta as pessoas honestas e sérias tem muita dificuldade em viver ou melhor em sobreviver.

    Estes palhaços dos governantes, aumentam mais os impostos, há mais pessoas que fogem. Isto não é normal, num País digno, num País realmente a sério (claro que não é o caso de Portugal pobre, este triste País) que salários de merda (recebemos 500€) tenham uma carga fiscal tão elevada.

    Temos de mudar, claro que não é meter o jotinha do José Seguro, temos que cortar de uma vez por todas, com estas mordomias que estão associadas aos nossos impostos. Os impostos devem ser canalizados para o ESTADO SOCIAL, o devido apoio as pessoas que realmente necessitam, não alimentar parasitas, que sugam e mais sugam o dinheiro.

    Este País, já cheira mal de tanta podridão. É demais não há dinheiro que resista, estes palhaços dos nossos políticos roubam, desviam para eles, para os amigos.

    ASSIM NÃO VAMOS LÁ. (Ninguém consegue remar contra a maré), estes políticos de merda, não se preocupam com a população. Temos por exemplo como a taxa de emigração a aumentar e alguém (do governo) já fez alguma coisa para inverter a situação. Claro que não.


    Cumprimentos

    Fernando

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  3. A culpa é do vinho do Salazar pá.

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  4. Este antro de víboras que serpenteiam pela Assembleia, em vez de irem jogar golfe para um campo todo verdinho, deviam era ir para o recreio de uma prisão jogar á macaca. Ai sim era o lugar adequado.

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    1. Boa sugestão... voto a favor

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    2. A todo esse antro da assembleia o melhor seria alguém ( o povo)retirar esse covil de hipócrisia, ladrões , retirar bens que adquiriram através de desfalque e, sim prisão mas, sem mordomias . ......

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  5. Não sabia que havia uma associação de ex-deputados e que ainda recebia dinheiros públicos para jogarem golfe ..Já não têm vergonha na cara e o que falta saber os outros escândalos que se encontram escondidos do público...Tudo isto é um pesadelo e volto afirmar só com uma revolta armada com o apoio do exercito ou a criação de um exercito popular o resto é conversa!!

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    1. Basta consultar a coluna aqui ao lado direito no blog, que encontrará muitos escândalos que se julgavam escondidos.
      A minha missão neste blog é divulgar e pedir a todos os que possam, que ajudem a divulgar, aquilo que aqui denuncio, NÃO APENAS MERAS NOTICIAS, MAS A GRAVIDADE DAS NOTICIAS.

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  6. Por favor, é preciso um balde de água para acordarem?

    Enquanto o povo permitir tudo o que tem acontecido, este Governo não vai parar! Ou acham que isto vai ficar por aqui?
    Isto é apenas a ponta do Iceberg...
    Acho que devemos ser pouco mais de 20% de Portugueses LÚCIDOS, porque ainda vejo muita gente a dormir e acomodar-se a tudo e à espera que alguém faça algo por eles.
    Temos aquilo que semeamos ao longo destes anos e a ÚNICA Manifestação visivel tem sido o descontentamento e chamar os Políticos de ladrões, no entanto quando andam pelas ruas com campanhas eleitorais pagas por nós, ainda, já não basta a falsidade e as promessas dos Partidos, ainda tenho que gramar com a atitude absurda de um povo de os adorar como estrelas de Hollywood!
    Já um velhote da Vila onde morava dizia: "Quem lida com um coixo, ao 3° dia coxeia..."

    Uma cambada de incompetentes?
    É o que se vê em todo o lado como descrição ao governo.
    Mas será que são mesmo?
    Fazem o que querem neste País, abusam do poder, roubam e adaptam e modificam leis por interesse... Não é só de agora!

    Precisamos de agir rapidamente!
    Governo fora e eleger outro partido, mas por favor, já que muitos não entendem nada de Política, façam um favor por mim e por vocês, PSD PS e CDS = NÃO!
    Depois não é por um governo na rua e esquecer tudo o que se passou.
    TODOS que por lá passaram criminosamente têm que ser investigados e punidos pelos seus actos ilegais.

    Ainda me resta um pouco de esperança, pequenina mas suficiente para me manter por cá durante alguns meses. Mas se nada mudar, vou Emigrar...

    by Paulo Ferreira

    Parabéns pela vossa Página!!

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  7. Como leitor regular deste blog (desde há um ano) verifico um descontentamento generalizado com a classe política e uma apreensão crescente com a situação em que o país está mergulhado.

    Mas, se os comentários deste blog são um espelho do país constatamos também que não uma plataforma de entendimento quanto a soluções para a actual situação.

    Os ismos sobejamente referidos nos comentários deste blog não são despiciendos a este debate.

    As ideologias não são social nem politicamente neutras. Os regimes políticos que a Humanidade conheceu ao longo da sua História nunca constituíram formas puras dessas ideologias.

    Os regimes políticos são também a concretização prática dessas ideologias. Reflectem a percepção, a interpretação que os dirigentes políticos efectuaram dos modelos ideológicos.

    Com o fim da Guerra Fria (1991) e o colapso dos regimes comunistas da Europa de Leste assistiu-se a um "esbatimento" ideológico. Isto é, considerou-se que um dos lados (da Guerra Fria) venceu e assim sendo, os seus valores, a sua ideologia, o seu sistema económico foram triunfalmente considerados vitoriosos e entendeu-se que o mundo pós-Guerra Fria os deveria adoptar sem reservas. Isto foi, no essencial, o conteúdo do famoso discurso da Nova Ordem Mundial de George Bush (pai).

    Volvidos 20 anos verificamos o avolumar das contradições internas da economia de mercado desregulada, da globalização desordenada e assimétrica que a vertigem financeira impôs a praticamente todo o globo.

    A actual crise na zona Euro e em grandes bastiões da economia de mercado (EUA, Japão) vão relançar o debate ideológico.
    O Comunismo como ficou historicamente demonstrado não constitui alternativa viável (lembrem-se da Albânia, da Coreia do Norte da antiga URSS). Os fascismos nas suas diversas interpretações também não (o Nazismo, o Fascismo italiano, o Salazarismo).

    Por outro lado, vemos países que temos dificuldade em catalogar (ex. Rússia, China) visto não serem democracias no sentido ocidental da noção, a exibirem sinais de relativa prosperidade económica.
    Por razões de vária ordem, China e Rússia, parecem escapar à crise que afecta as economias ocidentais. E o que há de comum a estes dois países?
    Ambos possuem Estados fortes! Em vez do discurso neoliberal do "menos Estado", estes dois países (China e Rússia) reforçaram nos últimos 20 anos a posição do Estado na economia.

    Senão vejamos:

    Actualmente o Reino Unido vive uma situação muito idêntica à da zona Euro. A situação está atenuada pelo facto do Reino Unido funcionar praticamente como um paraíso fiscal (veja-se a quantidade de empresas que alteram para lá o seu domicílio fiscal). As PFI´s (Private finance initiatives) a que os governos de Blair tão abundamente recorreram são a versão inglesa das nossas PPP´s. E o resultado está à vista!

    Os EUA vão adiando a resolução da crise de 2008 imprimindo mais moeda e fazendo disparar o déficit federal para níveis record e absolutamente astronómicos.

    Na zona Euro a situação é já conhecida.

    Porém, países como a Índia, a China, a Rússia ou a Coreia do Sul, nos últimos 20 anos, mantiveram/desenvolveram estados fortes e intervenientes. Não abdicaram do controlo do fluxo de capitais, da emissão de moeda, nem do controlo de sectores estratégicos (transportes, educação, saúde, energia, telecomunicações, indústria extractiva, construção naval, indústria pesada - siderúrgica e metalúrgica).

    E os resultados estão à vista!

    Por cá temos os neoliberais no poder sempre prontos a apelidar de "Comunista" a quem tem propõe soluções diferentes das preconizadas pela Escola de Chicago, mas não sentem nenhum embaraço em alienar sectores estratégicos e vitais do país a uma ditadura comunista (ex. venda da EDP aos chineses da Three Gorges).

    Cumps.,
    Falso Vate

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    1. Só um PEQUENO pormenor: Os fascismos foram derrotados belicamente não implodiram ao contrário do comunismo e do que está a acontecer com o capitalismo.
      Do mesmo modo os regimes conservadores (clericais) de tendência fascista (Salazar e Franco) também não implodiram (Salazar estava morto a quando do 25 do a.).
      Sobre o processo de desenvolvimento económico por exemplo da Alemanha nacional-socialista, e mesmo a Itália fascista, antes da Guerra, basta fazer um pequeno esforço isento e sério (sem aqueles balelas parvas de que enriqueceram porque roubaram os judeus – e mesmo se fosse esse o caso poderia-se dizer que então tinham razão para o fazer pois seriam eles que tinha o dinheiro tudo) para realçar o salto económico produzido. Não foi por menos que Mussolini e Hitler foram capas de revistas internacionais da altura como exemplos a seguir, sobretudo quando a “besta bolchevique” estava no auge.

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    2. Ambos possuem Estados fortes! Em vez do discurso neoliberal do "menos Estado", estes dois países (China e Rússia) reforçaram nos últimos 20 anos a posição do Estado na economia.

      Eu defendo um estado forte e nacionalista.
      Mas não gosto do modelo chinês. É uma economia de escravos a produzir lixo tecnológico. O Governo Russo é razoável em algumas coisas mas também não serve.E tem muita corrupção e muito oligarca despótico.Mas não há duvida que defendem bem o que é deles e não andam a vender os seus recursos a multinacionais estrangeiras.E nem acatam toda as pantominas que lhes tentam impingir.

      Mas para tal funcione bem há vários pré-requisitos que tem de ser observados.

      1º - Limpar a máfia da maçonaria, da banca e dos grandes grupos económicos, do corruptos em geral, dos pedófilos etc.

      2º - Garantir que quem vai ocupar lugares de relevo no estado, empresas publicas, autarquias etc seja gente com carácter, com um currículo adequado e que não possa vir do mundo financeiro, nem obviamente tenha alguma vez estado envolvido em alguma fraude ou corrupção.

      3º - Criar uma constituição patriótica, e um código de conduta e um conjunto de valores base para todos os que tem cargos políticos.
      Não defendo propaganda nacionalista. Apenas nas datas onde isso é importante tipo 1 de Dezembro ou o 10 de Junho ou outros. Mas terá de estar presente diariamente em que representa o governo e obviamente nas forças armadas.

      4º - Nacionalizar a banca, voltar-mos a imprimir moeda nacional(escudo). Nacionalizar empresas estratégicas como as de energia, aguas, transportes, estradas etc. Nacionalizar a 100% o ensino e a saúde. Os crápulas estão-se a marimbar para estes serviços públicos porque eles põem os putos deles em privadas e vão a hospitais privados. Assim a nova classe politica teria de zelar por esses serviços, nem que fosse apenas pelos simples facto de eles próprios terem de usufruir deles.

      5º - Com as nacionalizações acima referidas, o estado praticamente consegue lucros sem necessidade de impostos.
      O único imposto pedagógico que admito é o IVA, para impedir o consumismo desenfreado.
      IRS e IRS vão com os porcos. Não havendo este pote, a canalha corrupta afasta-se.
      A TSU tem de se manter para permitir as reformas.
      Com isto todo o resto da economia tenderia a crescer uma vez que o estado deixa de chular os empresários e trabalhadores. Apareciam muitas novas empresas, muito mais gente teria oportunidade e o desemprego caia em flexa.


      6º - Em termos políticos o governo nacionalista sujeitaria-se 5 em 5 anos a um escrutínio popular. Se fosse reprovado, iamos para eleições, onde outras personalidades se canditariam para chefiar o governo.E se um novo governos fosse eleito este teria também de ser nacionalista e reger-se pela constituição.
      Isto evita o apodrecimento típico em ditaduras clássicas, onde o poder inicialmente até pode ser aglutinador mas depois de instalados começam a acomodar-se a querer perpetuar-se no poder mesmo que para tal tenha de se recorrer á repressão.
      A assembleia teria apenas 50 deputados.Chegam perfeitamente. Nas autarquias também teria de haver uma redução de vereadores. Os governos regionais teriam de encolher para metade, e perderem alguma autonomia.

      7º - Outras coisas importantes: Acabar com o lixo mediático, com a baixaria de nível dos produtos televisivos. Acabar com o tráfego de droga, com a prostituição, com a pedofilia, com o flagelo dos incêndio de verão, com o crime em geral.






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    3. Há previsões para Portugal que apontam uma taxa de desemprego na ordem dos 30%, não penso que a sociedade portuguesa resiste a isso. O país vai estar mesmo pronto a implodir em 2013.

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  8. Acerca da taxa de desemprego, alguém acredita nesta taxa de desemprego? Esta taxa na realidade é bem superior, porque cada vez há mais pessoas a ficar sem trabalho. E não aparecem novas empresas e aquelas que estão no mercado não contratem mais mão de obra. Portanto, esta taxa está encapotada para esconder o numero real de desemprego, ou seja, pessoas que estão no desemprego se forem para um curso promovido pelo iefp, portanto logo não entra para a taxa de desemprego e pessoas que não estão inscritas nos centros logo não contam para a percentagem da respectiva taxa.

    Portugal cada vez mais na miséria, e os parasitas (politico) a manter ou a aumentar as respectivas regalias/mordomias.

    Estamos mesmo na cauda da Europa, nem pesca nem agricultura e o tecido empresarial está um caos. Portugal é o País com maior desigualdades sociais. Um País é bom se tiver uma boa classe média. Quem trabalha não consegue fazer poupança, o custo de vida sempre a aumentar e os impostos cada vez mais altos.
    A economia está tudo interligado, ou seja, se as pessoas perdem poder de compra, logo não se compra os produtos, logo as empresas que produziam determinados produtos, não consegue escoar os produtos; logo tem de despedir pessoas para fazer face as suas despesas.

    Mas Portugal tem políticos brilhantes, realmente aumenta-se os impostos, reduzem-se o poder de compra. E a economia vai crescer. Claro que estou a ser irónico. Mas quando há políticos como o Relvinhas que têm um canudo, não percebe rigorosamente de nada em prol da sociedade. Serve sim para fazer as suas negociatas corruptas.

    Cumprimentos, tenham um bom fim-semana

    Fernando

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  9. Ao anónimo das 15.20:

    Os fascismos alemão e italiano foram derrotados em conflitos que eles próprios iniciaram.
    No caso do Nazismo, desde a tomada do poder (1933) que Hitler prepara a Alemanha para a guerra.

    No caso da Itália, Mussolini aliado de Hitler acompanhou-o no devaneio belicista.
    Quanto à Itália fascista também implodiu! Os desaires militares italianos no Norte de África e na Abissínia puseram a nu as debilidades da política expansionista e da máquina militar italianas. Depois à medida que os Aliados avançam na ocupação da Itália (Sicília e depois a partir de Anzio e de Monte Cassino em 1944), a revolta contra Mussolini e o seu regime ganha redobrado alento. A Itália cinde-se em dois estados até ao final da guerra.
    O ditador acaba enforcado numa bomba de gasolina em Roma (Abril de 1945).
    O peso eleitoral do partido comunista italiano do pós-2ª Guerra e a sua participação nos governos ilustram a desagradável memória relativamente ao regime fascista.

    Quanto ao Estado Novo (1933-74) também implodiu. Entre as causas desta implosão estão a Guerra Colonial, a industrialização incipiente e tardia, o condicionamento industrial que gerou oligopólios ou quase-monopólios das famílias clientelares do regime.
    Toda aquela gente que encheu as ruas em 1974 ou as largas dezenas de milhares que emigraram nos anos 60 e 70 eram uma ampla minoria insatisfeita?

    Quanto à Espanha, Franco soube bem melhor que Salazar prepara o futuro do seu país. Veja a política industrialista e de fomento económico de Franco logo após a Guerra Civil. Soube preparar a transição para a Democracia e saiu do Saara minimizando a humilhação e o desperdício de dinheiro e de vidas.

    Os EUA de Roosevelt ou a Suécia de Per Albin Hansson não necessitaram de impor uma ditadura aos seus cidadãos para enfrentar com êxito a crise dos anos 30.
    Bem vistas as coisas, Hitler recorreu aos meios expedientes dos EUA e da Suécia para relançar a economia. Em suma, intervenção maciça do Estado na economia.

    Também discordo que a “Besta bolchevique” (personificada em Estaline) estivesse no auge. A URSS só alcançará o auge (militar, tecnológico, de propaganda do regime, de área de influência global) durante a década de 70 e os inícios dos 80.
    Nos anos 50 e 60 estiveram durante muito tempo à frente dos americanos na “Corrida Espacial”. E nos anos 70 e inícios dos 80 a Europa ocidental viveu refém da ameaça dos SS-20 soviéticos e da protecção do “guarda-chuva” nuclear americano – era a política da “Detente” ou da “resposta flexível”.

    Costumo dizer que a diferença entre o Nazismo e o Fascismo era apenas o tamanho dos bigodes dos seus maiores expoentes - Estaline e Hitler.
    Ambos são regimes autocráticos e totalitários, variando apenas a justificação ideológica para exercerem o poder (a luta de classes para uns, o combate ao bolchevismo para outros, etc).
    Mas mais do que tratar dos “ismos” do passado (debate que ficará para outra oportnidade), interessa-me debater o presente e perspectivar soluções de futuro.


    Cumps.,
    Falso Vate


    Caro Pedro Lopes:

    Não defendo o regime chinês. Apenas o refiro (como aludi à Coreia do Sul ou à Índia, p.e.) como um exemplo da forte presença estatal na economia e para demonstrar a suprema hipocrisia dos que alienam sectores estratégicos a inimigos ideológicos.

    Devemos ser suficientemente prudentes, analisar a evolução de outros países ao longo de um período de tempo adequado, que nos permita determinar quadros estruturais e não apenas conjunturais.

    Cumps.,
    Falso Vate



    Caro Rio sur Seine

    Já referi tal cenário em comentários anteriores (ver o meu comentário de 14/11/2012 ou de 08/11/2012, p.e.).

    Cumps.,
    Falso Vate


    Caro Sr. Fernando

    Concordo consigo! A taxa de desemprego real/efectiva do nosso país não deverá andar muito longe dos valores da Grécia e da Espanha.

    Investiguem o modo como já no primeiro governo de Sócrates (e anteriores), os centros de emprego contabilizavam o número de desempregados.

    Cumps.,
    Falso Vate

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  10. Peço desculpa pelos lapsos:

    - Onde se lê: "Hitler recorreu aos meios expedientes dos EUA" deve ler-se "Hitler recorreu aos mesmos expedientes dos EUA";

    -e onde se lê: "a diferença entre o Nazismo e o Fascismo" deve ler-se "a diferença entre o Comunismo e o Nazismo".


    Cumps.,
    Falso Vate



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    1. Caros comentadores devo louva-los pelo que acrescentam ao blog. Pela paciência e pelo conhecimento.
      Eu sou uma mera cidadã, que apenas divulga, noticias, ou melhor o que de grave se esconde nas noticias. Mas os comentadores, tem sido generosos, trazendo um pouco mais de profundidade aos temas, para os que optam por algo mais profundo, o que é muito útil. E por isso agradeço a todos, que dentro do seu estilo engrandecem a minha missão de acordar Portugal.

      Agradeço a todos, porque cada um com o seu estilo, uns mais pragmáticos, outros mais profundos, outros mais abrangentes, outros mais chocantes... e todos juntos esperemos que haja cada vez mais portugueses a acordar.
      Pelos comentários que recebo, ou deverei dizer, recebemos, tanto aqui como na pagina do facebook, noto que há muitos portugueses a despertar, de forma dolorosa, para a verdade que nos ameaça.
      Por isso obrigado a todos.

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    2. Já agora gostava que me dessem umas dicas sobre este tema, que tanto tem flagelado a economia portuguesa, algo visível até para os menos atentos. Onde chegam as lojas chinesas, morre tudo à volta.

      Já tentei pesquisar, mas não encontro dados que fundamentem esta versão,
      http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/06/lojas-chineses-arrasam-comercio.html

      Mas também nao encontro nenhuma outra versão.
      Se me pudessem ajudar a mim e aos portugueses a perceber porque não se trava este descalabro? Porque tem que ser assim? Quem aceitou este tipo de situação e a deixou invadir o país?

      Inclusive ja pesquisei em Espanha, onde se queixam do mesmo, mas não se entende porque os governos não fazem nada.

      Por isso agradecia, opiniões e informações sobre este tema.

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    3. "Onde chegam as lojas chinesas, morre tudo à volta."

      É verdade. Está tudo completamente inundado de lojas chinesas. Muitas delas são grandes espaços, mesmo no centro de Lisboa, que deviam ser espaços caros para alugar ou comprar. O Governo chinês financia-os á grande.

      Isto tem de acabar. O Comércio chinês é péssimo. Não beneficia ninguém a não ser eles mesmos.
      Comigo 80% deles voltavam para a china. Ainda por cima vendem mercadoria falsa, de má qualidade.É tudo de borracha mal cheirosa. Qualquer aparelho avaria á primeira utilização.

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    4. Na Madeira há cada vez mais lojas chinesas e até o famoso Bazar do Povo,perto do Mercado dos Lavradores,pertencente ao Grupo Sá(supermercados),em processo de insolvência está agora nas mãos dos chineses...

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    5. A priori, parece-me que se poderão identificar duas razões eventuais:

      - a abertura dos mercados europeus decorrente do Acordo Mundial de Comércio (AMC/WTA = World Trade Agreement). Trata-se como já referi em comentários anteriores (3/11/2012, p.e.) de uma consequência directa e preocupante deste globalismo económico e financeiro anárquico.

      - a outra, creio que residirá na intervenção directa do governo chinês. Penso que só com o apoio do Estado é que será possível manter a tremenda quantidade de espaços comerciais chineses de norte a sul do país. Nos grandes centros urbanos de Portugal vimos assistindo nos últimos anos, não só à ocupação de zonas comerciais nobres pelo comércio chinês mas também, e esta é uma tendência mais recente, à construção de raíz de áreas comerciais que operam foram dos centros urbanos como verdadeiros "outlets" "contornando" assim a regulamentação comercial dos municípios.

      Parece-me que seria também importante verificar os termos do acordo de devolução de Macau à soberania chinesa (1999), especialmente no que toca à concessão de nacionalidade portuguesa e permissão de permanência de cidadãos chineses em Portugal.

      Uma pergunta para concluir:

      Como pagam os comerciantes chineses as avultadas rendas dos enormes espaços comerciais nos centros das cidades?

      É preciso vender muita (mas mesmo muita!) quinquilharia só para pagar a renda!
      E não nos esqueçamos dos demais encargos (salários, electricidade, água).

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    6. Ups, esqueci-me de assinar o comentário anterior (23.23).

      Cumps.,
      Falso Vate

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    7. Pela minha parte agradeço à D. Zita a tenacidade com que aqui denuncia as situações escandalosas que proliferam neste país e a oportunidade que nos proporciona para manifestarmos o nosso desagrado e expormos os nossos pontos de vista.

      Cumps.,
      Falso Vate

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    8. Obrigado pela vossa colaboração. Aparentemente a situação das rendas, segundo o mail que me foi enviado ao blog, é paga pelo governo chines. Por isso é que acho isto tudo muito estranho tendo em conta que os países civilizados da Europa, não permitem esta invasão de chineses. E também já li algures, sem poder confirmar que este foi mais um dos negócios onde cavaco silva beneficiou os estrangeiros a ele e prejudicou Portugal, pois dizem, que foi no mandato dele que se negociou esta situação ruinosa. Infelizmente já pesquisei imenso e não encontro nenhum acordo com a China, pelo menos registado.

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  11. Assim a tipo talho de foice mas mais "dedicada" ao Falso Vate:

    http://dragoscopio.blogspot.pt/2012/11/forum-descolhonizacao-5-autopsia-duma.html

    "...Os cravos do 25 de Abril, que muitos, candidamente, tomaram por símbolo de uma primavera, fanaram-se sobre um monte de esterco.

    Ao contrário das esperanças de alguns, não se começou vida nova, mas rasgou-se um véu que encubria uma realidade insuportável. Para começar, escreveu-se na nossa história uma página ignominiosa de cobardia e irresponsabilidade, página que, se não for resgatada, anula, por si só todo o heroísmo e altura moral que possa ter havido noutros momentos da nossa história e que nos classifica como um bando de rufias indignos do nome de nação. Está escrita e não pode ser arrancada do livro. É preciso lê-la com lágrimas de raiva e tirar dela as conclusões, por mais que nos custe. Começa por aí o nosso resgate. Portugal está hipotecado por esse débito moral, enquanto não demonstrar que não é aquilo que o 25 de Abril revelou. As nossas dificuldades presentes, que vão agravar-se no futuro próximo, merecemo-las, moralmente Mas elas são uma prova e uma oportunidade. Se formos capazes do sacrifício necessário para as superar, então poderemos considerar-nos desipotecados e dignos do nome de povo livre e de nação independente.»

    - António José Saraiva

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  12. Caro António José Saraiva


    O modo como se desenrolou o processo de descolonização revela a tremenda pressão externa a que o país estava sujeito no sentido de “sair” das colónias.
    Não nos esqueçamos que o regime do Estado Novo teve a histórica oportunidade de compreender os sinais do mundo do pós-2ª Guerra Mundial.

    Pelo contrário, o Estado Novo enquistou-se, e a nomenklatura do regime foi incapaz de se adaptar à nova lógica bipolar do mundo da Guerra Fria.
    Não percebeu que não era mais possível conter pela força os movimentos independentistas que grassavam nas colónias e que na década de 1960 conduzirão ao aparecimento de um novo mapa político em África e na Ásia.

    Foram incapazes de aprender com o desaire francês na Indochina e na Argélia.
    De Gaulle soube reconhecer esses sinais e retirar a França das colónias na África Ocidental (são hoje a Costa do Marfim, o Senegal, a República Centro-Africana, etc).

    Foram incapazes de aprender com a retirada britânica da Península Arábica e do Golfo Pérsico (Aden, Kuwait) e do extremo asiático (Singapura).

    Foram incapazes de aprender com o fim da presença holandesa no sudeste asiático (Indonésia).

    Como poderia um pequeno país como Portugal, exíguo em habitantes para uma presença militar mais forte, com uma indústria atrasada, incipiente e protegida da concorrência pelo privilégio estatal, diplomaticamente isolado, enfrentar com êxito uma guerra colonial em múltiplas frentes longínquas (Cabo-Verde, Guiné-Bissau, S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e Timor)?

    Não assistia aos povos africanos o direito à auto-determinação? A constituírem-se como Estados independentes? Ou os princípios das Nações Unidas são só para aplicar quando conveniente?
    Temos de ser coerentes ou caso contrário o jugo espanhol estava legitimado em 1640! Invadiram em 1580 e portanto qualquer resistência seria ilícita ou ilegal?

    Nos anos 50, Salazar já não dispunha da necessária clarividência intelectual e política para “ler” a realidade de um mundo em profunda transformação geopolítica.
    Como foi possível pensar que seríamos capazes de superar o boicote dos nossos aliados nas votações na ONU ou no fornecimento de equipamento militar?
    Como foi possível pensar que seríamos capazes de enfrentar movimentos de guerrilha financiados e equipados pelos EUA e pela URSS, e apoiados pelas populações locais?
    O desaire americano no Vietname mostrou que não basta dispor de uma máquina militar poderosa e sofisticada.

    A “debandada” dos militares portugueses reflecte bem o ânimo, o estado de espírito daqueles que na picada, no terreno arriscavam a vida.
    A hierarquia militar desperta tarde para a realidade. Spínola só se movimentou quando percebeu a inevitabilidade da queda do regime. Até lá beneficiou do “status quo” (era um dos maiores accionistas da Siderurgia Nacional, ganhando com o esforço de guerra).
    Quando a tropa portuguesa retira de Luanda estão já a desembarcar as primeiras centenas dos 75 000 cubanos que nas semanas seguintes consolidarão a independência angolana.

    Portugal é “apanhado” a partir de 1961 (a retirada da Índia e o início da Guerra Colonial em África) no jogo de xadrez geoestratégico que os EUA e a URSS disputavam desde 1945 e não foi capaz de avaliar devidamente a situação.
    Na política externa o regime do Estado Novo cristalizou-se e efectuou uma “fuga em frente”, sem ponderar outras opções.
    Marcelo Caetano tenta “conter os danos”, ensaia uma tímida abertura que os “ultras” do regime abafam. Tentou ainda a via negocial clandestina com os movimentos independentistas, mas já era tarde. Demasiado tarde.

    Meses antes, em Washington e Moscovo, os dados sobre o futuro de Portugal e das suas colónias haviam sido lançados e o resultado nunca seria bom para nós.

    Cumps.,
    Falso Vate

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  13. Não comento quem não merece o meu voto.

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  14. OK estou de acordo com todos.
    Acontece que a cambada governamental, sabe muito bem, que o povo contesta,reivindica, e entretanto a caravana deles passa,garbosa e com grande pompa!!!

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    1. BASTAVA O POVO SABER COMO SE VOTA CONTRA OS PARTIDOS CORRUPTOS E PORTUGAL SERIA LIMPO DA CORRUPÇÃO. VOTEM EM PARTIDOS SEM ASSENTO PARLAMENTAR SÓ ISSO TEM VALOR E PUNE OS PARTIDOS CORRUPTOS. Nos paises menos corruptos do mundo a democracia funciona porque as pessoas sabem votar e usam o voto, 90% votam... aqui só temos eleitores ignorantes por isso quem não funciona são os eleitores e não a democracia.
      A abstenção afinal obtém um resultado contrário, ao que pretendem os abstencionistas
      Por isso, o que me chateia na vossa abstenção é a falta de colaboração num trabalho importante. Não é uma questão de direitos ou deveres cívicos em abstracto. O problema é concreto. Temos uma tarefa difícil, da qual depende o nosso futuro, e vocês ficam encostados sem fazer nada.
      Isto tem consequências graves para a democracia. Quando a maioria não quer saber das propostas dos partidos, está-se nas tintas para o desempenho dos candidatos e nem se importa se cumprem os programas ou não, o melhor que os partidos podem fazer para conquistar votos é dar espectáculo. Insultarem-se para aparecerem mais tempo na televisão mentirem para agradar. Vocês dizem que se abstêm porque a política é uma palhaçada mas a política é uma palhaçada porque vocês não votam. Vocês não exercem o vosso dever de votar contra quem faz mal ao país. O vosso de dever e direito de punir os que lesam o país nas urnas.
      A culpa é vossa porque não é preciso muita gente votar em palhaços para os palhaços ganharem. Basta que a maioria não vote.. Basta abanar o pano da cor certa e, se mais ninguém vota, eles ficam na maioria. Mas se vocês colaborassem e se dessem ao trabalho de avaliar as propostas, julgar e punir os partidos que há 40 anos destroem o teu país, se os responsabilizassem pelas promessas que fazem e votassem contra os que mentiram, deixava de haver palhaços, interesseiros e imbecis na política.
      MAIS ARTIGOS SOBRE CIDADANIA E EDUCAÇÃO CIVICA, NESTE LINK, APRENDA A VIVER EM DEMOCRACIA SE QUER QUE ELA FUNCIONE::.. INFORME-SE VEJA ESTE LINK http://apodrecetuga.blogspot.pt/2015/10/percebam-que-abstencao-afinal-obtem-um.html#.WM_ogfmLTIU

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