03 agosto, 2012

Portugal sem corruptos era o paraíso... Suiça um exemplo

Reflectindo sobre as causas que arruínam Portugal.
Sempre fomos resistentes e conseguimos vencer muitas batalhas ao longo dos séculos...
Infelizmente nunca conseguimos preparar-nos para derrotar o maior inimigo de Portugal... Os traidores que se foram infiltrando e fingindo que querem governar Portugal, têm-se governado a eles e devastado a economia do país e dos portugueses.
Este inimigo, que ninguém consegue combater e poucos conseguem identificar, cresce todos os anos, e quer sempre mais e mais dinheiro, alheio.
Habituou-se aos luxos do parasitismo, habituou-se a enganar o povo nas coisas mais elementares, habituou-se a fazer da lei o seu abrigo, habituou-se a enriquecer família e amigos sem escrúpulos ou pudor.
Habituou-se a poder esbanjar sem restrições pois ninguém os trava e a impunidade incentiva-os.
E são estes inimigos que destruirão Portugal e os portugueses até ás cinzas, vencemos a França, vencemos os Ingleses, vencemos a ditadura... mas somos impotentes contra estes inimigos, cínicos e falsos, brincando à democracia, fingindo que o povo é quem mais ordena.
Eles apoderaram-se da lei, da mente dos portugueses ( manipulação mass media), do país, e fingem-se sempre inocentes e bem intencionados.

Suiça vs Portugal (veja os slides )
Para todos os portugueses reflectirem.
Um país sem recursos e pequeno, pode ser um país autónomo?
Se tivéssemos cidadãos interventivos e atentos, exigindo políticos competentes e íntegros, Portugal jamais teria de sucumbir nas garras da corrupção.
Países sem crise e sem corrupção
Há pessoas que acreditam que a corrupção é inevitável. Veja uma compilação de vídeos, para perceber como poderia ser Portugal, se os portugueses fossem menos tolerantes com os corruptos. Existem países com muito pouca corrupção, quase sem desemprego onde as pessoas detestam receber subsídios e pagam impostos com agrado. Parece incrível mas é a verdade. Países onde os politicos são honestos patriotas e se preocupam com o bem comum. Andam de transportes públicos e não possuem luxos nem tiques típicas de ditadores frustrados.

Suécia versus Portugal, democratas versus parasitas,conheça a verdadeira democracia.
Imagine Portugal sem corrupção. Dinamarca um exemplo de democracia 

13 comentários :

  1. Para já, para já, na minha opinião, a contestação deve seguir o seguinte caminho:
    - REIVINDICAR o Direito à defesa do contribuinte!!!
    .
    -> De facto:
    Votar sim!
    … mas…
    Votar não é passar um cheque em branco!!!
    Leia-se: O CONTRIBUINTE TEM DE DEFENDER-SE!!!!!!
    .
    .
    TOCA A ABRIR A PESTANA:
    - o cidadão não pode ficar à mercê de pessoal que vende empresas estratégicas para a soberania – e que dão lucro (!?!?!) -, e que nacionaliza negócios “madoffianos” (aonde foram ‘desviados’ milhões e milhões); ex: BPN.
    - Democracia verdadeira, já! -> leia-se, DIREITO AO VETO de quem paga (vulgo contribuinte).
    [veja-se o blog «fim-da-cidadania-infantil»]

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    1. Qualquer dos actuais canalhas foi, um dia, bom rapaz...
      Por vezes flhos de gente humilde, alguns bons estudantes, tiveram juventudes sãs, amizades normais.

      O que os coverteu em bandidos? A facilidade e a impunidade!
      Foi fácil chegarem ao poder.
      E, uma vez no poder, o crime é impune!

      A nosso ver, o mal reside na ausência de regular (anual) monitorização da acção dos políticos.

      É por isso que após muitos anos de constatação destes crimes e avaliação da forma de os impedir, concluímos que só há um instrumento confiável - mas que nem esta gentalha dos partidos nem a dita justiça querem ouvir falar - poderá ajudar os regularmente expoliados.

      Polígrafo para Políticos e Juízes!
      E teremos um país, e um mundo, novo!

      É a nossa luta, mesmo que não seja a da nossa geração.

      O futuro dar-nos-á razão. Pena é que até lá, muitos mais de nós continuem a ser roubados e, humilhantemente, a votar nos criminosos do costume.

      Sugestão:

      Porque não arrancamos com um partido onde a monitorização regular pelo polígrafo da actividade política de TODOS os seus dirigentes, seja uma imposição estatutária?

      Já repararam na tranquilidade que isso pode transmitir ao eleitor actual que, como nós, se sente completamente indefeso nas mãos dos ladrões que nos desgovernam, riem-se na nossa cara perante a nossa impotência, com mordomias absurdas, habilitações falsas e enriquecendo em meses?

      Na nossa passividade e inibição mora a continuidade do futuro brilhante dos criminosos no poder.

      Queremos mudar e estamos convictos que temos O MELHOR caminho para a verdadeira mudança: legal e pacífico mas, tremendamente radical!

      Alguém quer escrever o seu nome na História ao lado do nosso?

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  2. Maria José Morgado afirmou que ao fim de pouco tempo na política há indivíduos que, de rendimentos normais passam, em pouco tempo, a auferir rendimentos milionários.

    Já ouviram falar na "inversão do ónus da prova"?

    Em vez de ser o dinheiro dos nossos impostos a pagar, para provar que A ou B é corrupto - o que depois de muito dinheiro gasto, nunca nada se consegue provar - é o suspeito de corrupção a ter de provar onde conseguiu o dinheiro que tem no banco ou para adquirir os bens que ostenta.

    A Constituição não permite?
    Altere-se a constituição.

    Embora caminhe para lá, isto ainda não é um narco-estado e muito menos uma justiciocracia (embora o órgão de soberania Tribunais já tenha vários sindicatos).

    Já agora: Para quando os sindicatos dos Deputados, Governo e Pr. da República?

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    1. Outra boa ideia... mas falta o o essencial...
      "first things, first" ... como pode ver pela minha resposta ao comentário anterior.

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  3. «...COMO PENETRAR NO IMPÉRIO DOS DITADORES...»
    .
    Na minha opinião esta perspectiva está errada!
    Explicando melhor, a 'coisa' não pode ser vista como «trigo limpo, farinha Amparo»... isto é, ou seja, no seio de políticos não-corruptos poderão sempre existir políticos corruptos - e vice-versa -,... consequentemente, como é óbvio, é MUITO MUITO importante que os políticos não-corruptos se sintam apoiados pelos contribuintes... e, como é óbvio, o Direito ao veto do contribuinte... será uma forma de os contribuintes apoiarem os políticos não-corruptos.

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    1. Pois e quem é que lhe vai dar o direito ao VETO? É isso que ainda não percebeu? Ninguém vai dar direitos ao povo ou tirar direitos aos ditadores... será que ainda não perceberam isso?

      Se os direitos fossem a pedido, bastava então pedir que acabassem com as reformas precoces e de luxo dos politicos, bastava pedir que os politicos deixassem de favorecer os grupos das construtoras e da saúde privada, bastava pedir ... Mas não é assim infelizmente.

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    2. Devo ainda acrescentar outra coisa... óbvio que os politicos não corruptos sabem que os contribuintes os apoiam... mas que podem eles fazer com o apoio dos contribuintes, que não tem direitos, contra o desapoio dos politicos corruptos que tem direito a tudo???

      Na Islandia criou-se uma assembleia constituinte composta de cidadãos apartidários que tomam as decisões mais importantes do país. Mas há que perceber que eles tiveram a sorte de lhes aparecer um presidente que quis ajudar o povo a exterminar os corruptos e não os ajudou a safar -se coisa jamais possivel em Portugal.

      (Ólafur Ragnar Grímsson, Presidente da Islândia) -Talvez não tivesse havido outra opção além dessa: os bancos eram tão grandes que não havia maneira de os resgatar. Mas não interessa se havia ou não opções. A Islândia não aceita a noção de o cidadão comum ter de pagar toda a factura das loucuras dos bancos, como aconteceu com essas nacionalizações feitas noutros lugares pela porta do cavalo.

      O crescimento económico, potenciado ainda por medidas como a criação de uma comissão constituinte de cidadãos sem filiação partidária que agora é consultada em quase todas as decisões políticas e pela contínua busca e julgamento dos responsáveis pelo estalar da crise.


      Acesse ao Artigo completo: http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/10/islandia-foi-saqueada-como-portugal-mas.html#ixzz22UqAnT52

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  4. Desculpe menvp mas, pode-me esclarecer:

    O veto do contribuinte vai se manifestar de que forma?
    Referendo?
    Por sondagens?
    Com que frequência no tempo? Anual, a qualquer momento?

    E como acha que é possível elaborar um programa de governo - sério - se qualquer probabilidade de investimento pode ser travada pelo veto do contribuinte?

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  5. Só se começa a mudança de regime com a intervenção do exército! Os militares são o último reduto da defesa de uma nação! Se for preciso haver uma guerra civil então que haja ! O Povo tem de acordar do sono perfundo que se encontra. O 25 de Abril foi feito por uma parte do exercito e não pelo povo! Até mesmo a Restauração o povo não fez nada! Só depois da declaração da independência é que o povo veio à rua....

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  6. Boas,

    Nesta comparação importa também atender às circunstâncias da evolução política dos dois países (Portugal/Suíça) ao longo da sua existência. Nós somos (e os Suíços, naturalmente) o resultado das decisões políticas, económicas, etc que se tomaram ao longo dos séculos. A situação actual não resulta apenas das escolhas efectuadas nos últimos 10-20 anos. Sem querer diminuir a importância da eficiente gestão de recursos (financeiros e humanos que os Suíços fazem), do grau de democracia participativa, da efectiva transparência das decisões políticas, importa também não esquecer o peso do sigilo bancário suíço no bem-estar dos helvéticos.

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    1. A sua análise é pertinente e real, mas recordemos outros países igualmente pequenos que erradicaram a corrupção e conseguem ser prósperos... já os países pautados pela corrupção, estão a tombar que nem tordos.

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  7. «Só se começa a mudança de regime com a intervenção do exército!»
    .
    Eu não defendo uma mudança de regime... mas sim... uma maior fiscalização e controlo sobre a actividade política!


    «O veto do contribuinte vai se manifestar de que forma?»
    .
    Todos os gastos (despesas públicas) do Estado que não sejam considerados de «Prioridade Absoluta» [nota: a definir...] devem estar disponíveis para ser vetados durante 72 horas pelos contribuintes {nota: através da internet no (que deverá ser criado) "Site de Referendos" -> aonde qualquer português com número de contribuinte, e maior de idade, poderá entrar e participar}.
    Para vetar [ou reactivar] um gasto do Estado deverão ser necessários 100 mil votos [ou múltiplos: 200 mil, 300 mil, etc] de contribuintes.
    Uma nota: De forma a evitar os 'vetantes sistemáticos'... cada contribuinte deveria estar limitado ao máximo de 15 vetos por mês.

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  8. Já vi esta apresentação a circular por aí na net, mas sinceramente custa-me chegar a outra conclusão:

    Quem preparou esta apresentação (provavelmente um português) esquece-se que antes de fazer semelhante coisa, há que estudar um pouco de história!

    E diz-nos a história que a Suiça (a exemplo da Alemanha, Holanda, países nórdicos, etc.) deve a sua actual situação à inspiração CRISTÃ EVANGÉLICA (protestante) aplicada na ética de gestão e direcção política das suas sociedades!

    ANTES de sermos CORPO, somos ALMA e ESPIRITO. Portanto, ANTES de pensarmos em mudar o que quer que seja do ponto de vista material, temos que obter inspiração DIVINA para podermos obter um resultado minimamente aceitável a exemplo do que é mostrado neste artigo.

    Leiam também Max Weber.

    Já agora, valia a pena pensar nisto...

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