14 julho, 2012

A promiscuidade entre a Lusófona e o governo, em plena harmonia.

A promiscuidade dos que nos governam continuam a destruir o país e a abalar de forma irreversível a estabilidade nacional.
Mas a eles, os protagonistas das promiscuidades, das chantagens, das corrupções, dos abusos de poder, dos abusos do dinheiro público... não causa abalo nenhum, distribuem tachos e rendimentos, acumulam cargos e mais cargos, primando pela incompetência em todos eles, mas garantindo um presente e um futuro de luxo, para todos.
Esta situação foi exposta, a Lusófona e o Relvas estão a ser escrutinados, desmascarados, mas o mais  importante não é a Lusófona nem o Relvas, porque se fossem apenas estes os focos de compadrio, favores, intercâmbio de tachos,  promiscuidade, etc Portugal estava salvo...O problema é que esta imagem que acima vemos, representa o estilo de quase todos os que estão no governo, ou á espera para entrar.
Representa ainda a forma como as empresas se submetem aos interesses particulares dos políticos por razões que todos sabemos que saem muito caras a Portugal e aos portugueses... As empresas submetem-se e favorecem, para serem posteriormente, favorecidas, directa ou indirectamente ás custas dos nossos impostos.

Perante este caos, tanto os políticos como os contribuintes pensam que resolvem tudo com demissões... mas o problema de fundo continuará lá... O Relvas continuará a exercer o poder abusivo que detém há muito tempo, o Relvas jamais deixará de ser o "amigo" de Passos Coelho, o Relvas jamais deixará de ser chantagista (segundo a Helena Roseta e a jornalista do público) e manterá a sua postura que lhe é própria.
Depois ...esta atitude faz parte da estratégia de um "bom politico", é aquele que se articula bem e está bem conectado, senão vejamos um exemplo que foi divulgado, e mostra bem o que se valoriza nas esferas politicas e das grandes empresas em Portugal.
Um Email, trocado entre Oliveira e Costa e o sr Vakil, onde se descreve o que se pretende das pessoas escolhidas para os cargos de chefia do BPN. Repare bem quais as característica que são valorizadas.
 Currículo vitae dos eleitos; 
- ter ocupado um cargo politico
- proximidade com políticos no activo
- provas dadas de gostar de fazer "favores"
- "bem inseridos na maquina do partido"
- "bem inseridos meio politico e discretos"
- boas "relações pessoais"
Em momento nenhum os intervenientes usam as palavras comuns, quando se trata de escolher profissionais para cargos... Porque será que não se avaliaram os pretensos candidatos com palavras como;
- competência?
- experiência?
- capacidade ?
- formação académica... ?
- Mérito e provas dadas?
- honestidade?
(Aceda aqui ao Email original - apodrecetuga)

Demitir governos ou políticos não muda nada, apenas aumenta o despesismo e a instabilidade... Serão milhões de impostos para indemnizar todos os que saem, e milhões de impostos para contratar os novos boys e girls do novo governo... Será mais do mesmo e sempre. Mante-los lá, é uma ofensa aos cidadãos e geram despesismo, demiti-los gera ainda mais despesismo... e como diz o outro, só se mudam as moscas!

 Lei de Cavaco dá reformas douradas a docentes do privado
"A Caixa Geral de Aposentações (CGA), a "segurança social" dos funcionários públicos, também paga pensões a reformados do setor privado, muitas delas milionárias.
No próximo mês de maio, por exemplo, começa a pagar uma reforma de 5000 euros a um dirigente de um externato particular, ao abrigo de uma lei antiga feita aprovar pelo então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva.
De acordo com a lista dos novos aposentados em maio, um ex-diretor pedagógico do Externato Marquês de Pombal Ensinus ficará com uma pensão de 5030 euros mensais brutos. Este estabelecimento pertence ao grupo Lusófona." (DN)

"Fernando Santos Neves, que atribuiu 160 créditos em 180 a Miguel Relvas no Curso de Ciência Política e Relações Internacionais, demitiu-se do cargo de Reitor da Universidade Lusófona do Porto."  jornaldenegocios

"Os diretores da Faculdade de Ciência Política, Lusofonia e Relações Internacionais da Universidade Lusófona colocaram os lugares à disposição da Reitoria e da administração."  fonte

6 comentários :

  1. Há décadas que o cidadão portugues é roubado por aqueles que dominam os partidos.Já estivemos três vezes em situação de pré-falência. Só que o buraco agora é muito maior e os instrumentos para o resolver muito mais limitados. E digo isto à vontade porque há mais de duas décadas que, por opção política, não voto. Sem uma justiça que funcione, os políticos fazem o que querem, impunemente. E como são só eles que a podem mudar, bem podemos esperar sentados. Eu só voltarei a votar no dia em que puder votar em nomes. Não são precisos círculos eleitorais, com os riscos de caciquismo que acarretam, para que seja o cidadão a escolher os eleitos. Basta alterar o sistema eleitoral para votação de nomes em listas apresentadas pelos partidos ou em pessoas que reunam condições para se apresentarem.
    Já todos sabemos que os partidos são agências de emprego e que a AR é uma central de negócios ( vide os vários programas do Medina Carreira). É urgente propor soluções. Qualquer governo saído do actual sistema político é mais do mesmo. O que tem este blog a propor?

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    1. A minha intenção não é mudar tudo sózinha, mas unir o povo à volta de uma mesma causa, e para isso eles devem saber qual é essa causa. O que eu defendo é um governo que se disponha a estar sujeito ao peso das consequências daquilo que faz. Um governo que coloque nas mãos da justiça e dos cidadãos o poder de o julgar e de o controlar. Só assim poderemos sentir que eles estão lá com boas intenções. Até lá já todos deveríamos ter percebido que não podem ter boas intenções, aqueles que anulam a justiça e despojam de poder o povo. E TODO O PORTUGAL TEM OBRIGAÇÃO DE SABER ISSO... E TODOS TEMOS O DEVER DE O DIVULGAR...


      Precisamos de uma real democracia de uma justiça que funcione de votos que realmente mostrem a vontade do povo de politicos honestos de politicos trabalhadores precisamos de menos impostos precisamos de emprego, poder de compra precisamos de dignidade e apoio social aos mais desprotegidos precisamos de cortar nos luxos e regalias dos politicos precisamos de acabar com o poder da banca precisamos de nos unir e alcançar isto tudo Mas como? PRECISAMOS DE UM VISIONÁRIO QUE DESCUBRA COMO SE PODE DIZER AOS DITADORES QUE SE APOSSARAM DE PORTUGAL - - OLHEM LÁ VOCÊS ESTÃO A SER MAUZINHOS, SAIAM LÁ DESSE POLEIRO GOSTOSO E INTOCÁVEL REPLETO DE DINHEIRO E PODER, E DEIXEM O POVO TER DIREITOS E REESCREVER AS LEIS. PORQUE CERTAMENTE JÁ TODOS SABEMOS O QUE PRECISAMOS, NINGUÉM SABE É COMO LÁ CHEGAR.

      Não votar é votar no PSD, CDS, PS lembre-se. A minha ideia é votar em partidos/poderes periféricos para retirar poder a estes partidos donos de Portugal

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  2. Precisamos de ter garantias que esse "Visionário" não está, à partida, vendido a nenhuma das mafias familiares da finança nacional, não tem ligações ou dependências pessoais com os partidos "do arco do poder" tradicional e que possui uma estrutura de honestidade intelectual que não lhe permitirá vir a vender-se aos facínoras que nos têm enganado até aqui.
    Convirá também ter alguma empatia fácil com o eleitorado...

    Candidatos?

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    1. Essa parte é fácil de garantir a partir do momento que acedam a mudar as leis que tem sido feitas para legitimar crimes políticos e usurpar direitos e poder ao povo.
      Se os políticos estiverem sujeitos à lei e ao escrutínio dos donos do dinheiro que gerem, certamente terão mais cuidado com o que fazem e como o fazem.

      Será que algum destes senhores que desesperadamente lutam pelo poleiro, debatendo-se contra tudo e contra todos, em campanhas ferozes, desonestas e desprovidas de verdade, estariam dispostos a empreender esta mesma luta feroz, se o poleiro tivesse leis?
      Será que estes "bandidos" famintos por fama dinheiro e poder fácil, lutavam, ou mesmo, aceitavam um cargo politico se os cofres tivessem vigilância? Se as portas tivessem segurança? Se as paredes fossem transparentes? Se os seus negócios fossem desvendados ou gravados? Se os incompetentes fossem despedidos, e os criminosos punidos com crimes contra a nação?
      Certamente que iriamos assistir a um fenómeno raro e inesperado. Afastaríamos, sem recurso à violência, todos os criminosos, manipuladores, demagogos e incompetentes da politica.
      E em simultâneo tornaríamos o famoso poleiro, apenas apetecível a profissionais com ética, competência e dispostos a governar para fazer de Portugal uma "empresa" de sucesso.
      Este é apenas um caso comum de causa efeito. Governar atrai toda a espécie de bandidos pois não exige honestidade, competencia, moral, ética, profissionalismo... seria por ai que tudo devia começar.

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  3. Todos os que estão na AR são coniventes com o sistema que nos trouxe à situação actual. Lembrem-se que todos estiveram de acordo, já em plena crise, para votar, à sucapa, uma lei para aumentar os subsídios que lhes seriam atribuidos. Alguma vez ouviram algum deputado das franjas partidárias ter como bandeira a revisáo do código penal ou da lei eleitoral? Os deputados não são eleitos do povo; são designados pelas cúpulas partidárias. E estão lá para apioar essas cúpulas que lhes arranjaram aquele emprego. É um " toma lá, dá cá".
    Por outro lado, para governar o país não basta saber mudar a lei penal. É preciso saber muito para conhecer as interacções de uma sociedade moderna. Não é coisa para amadores. É obra para gente séria, honesta e conhecedora. Penso que era Platão que dizia que o grande perigo da democracia é a demagogia e que esta pode conduzir ao caos e à ditadura. Nós estamos numa partidocracia que é uma ditadura dos partidos. Não saltemos para a demagogia. O sistema democrático ainda não está instalado. Onde não há justiça, não há democracia. E onde ninguem pode ser eleito sem passar pelo crivo, apertadíssimo, dos partidos, também não.

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  4. http://www.scribd.com/doc/100127706/Motorista-Para-o-Dr-Miguel-Relvas-Por-73466-Euros

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