11 julho, 2012

Em Portugal somos mansos... Adoramos os nossos carrascos e jamais os enfrentamos

Somos os mais complacentes...
A corrupção prolifera graças à nossa permissividade e ao descaramento crescente dos políticos.
A pobreza, entre o povo alastra-se, graças à nossa passividade que chega ao ponto de votarmos nos que nos saqueiam.
O espectro da fome caminha a passos largos sobre as famílias portuguesas, mas sondagens confirmam que PSD e PS continuam os favoritos... apesar de claramente responsáveis pelo estado do país.
O SNS é desmantelado descaradamente, encarecido impiedosamente, afastado do povo injustamente, e continuamos tranquilos a prometer votos aos mesmos
O desemprego galga portas e janelas e vai invadindo milhares de lares, desabrigando centenas de famílias... mas o povo continua tranquilo, a adorar os nossos carrascos sem lhes resistir.
Os crimes dos que nos governam, são desvendados, desmascarados, perpetrados por todos os partidos, ao longo de 3 décadas destrutivas... mas o povo ainda não aprendeu... vota neles e não contra eles?
Os políticos e amigos, famílias e parceiros da fortuna, enriquecem, ganham poder desmesurado, abusam dos luxos e das regalias, distribuem dinheiro e cargos públicos por quem eles bem entendem, deixando de fora do oásis, todos os pobres que os sustentam.
Inventam leis... inventam regalias inventam subsídios ... tudo que possa insuflar os seus rendimentos parasitários... com a mesma desfaçatez com que inventam impostos, taxas e cortes que possa emagrecer os poucos que ainda trabalham, entre o povo... Mas os votos continuam a elege-los, porque as vitimas recusam-se a lutar contra eles.

Na Madeira, o próprio João Jardim assume que gastou à grande e à francesa, porque tem o direito de estar ao mesmo nível dos continentais... assume que prejudicou o equilíbrio da nação com as suas megalomanias manifestadas em obras, apenas úteis para os ricos.
E o seu povo obtuso e submisso, agradece e vota nele, por ter saqueado o país... (que também é deles...) mas que eles acham que é dos continentais. E ei-los agora felizes com marinas de luxo, heliportos, túneis e mais túneis, foruns... mas desolados, sem comida na mesa, ou esperança de emprego...
Para pessoas com a mínima inteligência este senhor é o exemplo de como não gerir o dinheiro. Para os madeirenses é um ídolo!! 
A nossa fama já chegou longe...

"The New York Times' diz que portugueses aceitam austeridade
A população portuguesa é a mais "complacente" entre os diversos países da "zona de austeridade" na Europa, "pouco protestando" contra os cortes orçamentais ou aumentos de impostos, lê-se na edição desta sexta-feira do 'The New York Times'.
"Talvez em nenhum outro lado, contudo, as pessoas estão tão submissas como em Portugal. Mês após mês, o governo implementou cortes orçamentais, aumentos de impostos e leis laborais exigidas pelos seus credores internacionais, com poucos protestos dos portugueses", escreve o jornalista do diário norte-americano.


Rádio Comercial | A Austeridade na Mixórdia de Temáticas de Ricardo Araújo Pereira
O Pedro é amigo... Portugueses perdoam tudo aos seus carrascos.



8 comentários :

  1. O que mais me custa

    Não é perder a vida conquistada.
    Mas sim, o país continuar no desgoverno.

    Entregue a políticos vendidos com licenciatura comprada.
    A ratos dos partidos, promovidos a toupeiras no governo.

    Servindo quem os suborna e traindo quem lhes paga.
    Prometendo-lhes o céu e apresentando-lhes o inferno.

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    1. Tudo dito em poucas palavras. Só não entendo é porque razão há milhões de portugueses a votar em ratos e toupeiras traidores e mentirosos.

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  4. Excelente trabalho que aqui produz! Mas não se iluda que as suas notícias e a de muitos outros alertando para a corrupção deste país não darão nem nunca darão em nada, excepto, sim, excepto com "p" e à portuguesa (outra corrupção, e desta vez da língua)se a breve trecho nos aparecer um D. Sebastião, pois, somos um povo de carneirada, a maioria não quer trabalhar, quer vida fácil e ser amigo de alguém poderoso e famoso, mesmo que corrupto. Grande parte dos que falam até fariam o mesmo se tivessem oportunidade disso. Somos uma versão mais soft dos gregos, no salve-se quem poder, e uma versão avariada no que respeita à contestação. Alguns, até acreditam que o 25 de Abril foi uma revolução "linda". Não, foi sim uma revolução de molengas contra sornas. Se tivessem morrido alguns e outros levados à barra do tribunal isto talvez tivesse dado em algo diferente. Como bem refere, um povo que vota continuamente nos mesmos depois de tudo, não merece outra coisa. A maioria das pessoas prefere não ouvir ou ler os jornais, não contestar e fazer a sua vidinha triste sem ralações. Quem pratica a corrupção sabe bem a quem a pratica. A um bando de mansos! Digo isto muitas vezes, ainda há-de ser instituída aquela lei saxónica da "Primeira noite", que consistia em que o senhor feudal dormisse a primeira noite com as noivas e o pessoal acatava. Por cá, se calhar, até com os noivos! Enfim... é o que temos...! Seja como for, o seu trabalho é de grande mérito e continue a alertar-nos para o que de vil se faz por cá. Pode ser... poder ser... que algum dia lhe dêem ouvidos. Mas duvido! Um abraço!

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  5. Este blog é uma referência da podridão a que isto chegou!

    À excepção dos governantes, todos os que por aqui passam o reconhecem.

    Parabéns à Zita, esta padeira de Aljubarrota dos tempos modernos.

    Mas o nosso inimigo está além do governo:

    Mora nos herdeiros do capital que nos explora há 150 anos e que tornou os vários governos nas suas marionetas.

    Mora também na nossa cultura. Se a situação por cá está má, emigra-se. Desde os descobrimentos que partimos daqui. Há sempre um primo, um tio, num país com vida melhor...

    Mora nos 38 anos de Democracia. Estados com democracias mais antigas foram encontrando filtros para travar os bandidos que querem cavalgar o poder.

    Está, enfim, em cada um de nós, pela nossa incapacidade em encontrar uma resposta rápida e eficaz para esta armadilha legislativa onde os corruptos nos apanharam...

    Mas não desistamos. Envolvamo-nos cada vez mais na coisa política. Enchamos os lugares que hoje são da malandragem, com gente honesta.

    E amanhã, a coisa muda!!!

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    1. A minha intenção não é mudar tudo sózinha, mas unir o povo à volta de uma mesma causa, e para isso eles devem saber qual é essa causa.
      O que eu defendo é um governo que se disponha a estar sujeito ao peso das consequências daquilo que faz. Um governo que coloque nas mãos da justiça e dos cidadãos o poder de o julgar e de o controlar.
      Só assim poderemos sentir que eles estão lá com boas intenções.
      Até lá já todos deveríamos ter percebido que não podem ter boas intenções, aqueles que anulam a justiça e despojam de poder o povo.
      E TODO O PORTUGAL TEM OBRIGAÇÃO DE SABER ISSO... E TODOS TEMOS O DEVER DE O DIVULGAR...
      Obrigada pelas suas palavras de alento.

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    2. BASTAVA O POVO SABER COMO SE VOTA CONTRA OS PARTIDOS CORRUPTOS E PORTUGAL SERIA LIMPO DA CORRUPÇÃO. VOTEM EM PARTIDOS SEM ASSENTO PARLAMENTAR SÓ ISSO TEM VALOR E PUNE OS PARTIDOS CORRUPTOS. Nos paises menos corruptos do mundo a democracia funciona porque as pessoas sabem votar e usam o voto, 90% votam... aqui só temos eleitores ignorantes por isso quem não funciona são os eleitores e não a democracia.
      A abstenção afinal obtém um resultado contrário, ao que pretendem os abstencionistas
      Por isso, o que me chateia na vossa abstenção é a falta de colaboração num trabalho importante. Não é uma questão de direitos ou deveres cívicos em abstracto. O problema é concreto. Temos uma tarefa difícil, da qual depende o nosso futuro, e vocês ficam encostados sem fazer nada.
      Isto tem consequências graves para a democracia. Quando a maioria não quer saber das propostas dos partidos, está-se nas tintas para o desempenho dos candidatos e nem se importa se cumprem os programas ou não, o melhor que os partidos podem fazer para conquistar votos é dar espectáculo. Insultarem-se para aparecerem mais tempo na televisão mentirem para agradar. Vocês dizem que se abstêm porque a política é uma palhaçada mas a política é uma palhaçada porque vocês não votam. Vocês não exercem o vosso dever de votar contra quem faz mal ao país. O vosso de dever e direito de punir os que lesam o país nas urnas.
      A culpa é vossa porque não é preciso muita gente votar em palhaços para os palhaços ganharem. Basta que a maioria não vote.. Basta abanar o pano da cor certa e, se mais ninguém vota, eles ficam na maioria. Mas se vocês colaborassem e se dessem ao trabalho de avaliar as propostas, julgar e punir os partidos que há 40 anos destroem o teu país, se os responsabilizassem pelas promessas que fazem e votassem contra os que mentiram, deixava de haver palhaços, interesseiros e imbecis na política.
      MAIS ARTIGOS SOBRE CIDADANIA E EDUCAÇÃO CIVICA, NESTE LINK, APRENDA A VIVER EM DEMOCRACIA SE QUER QUE ELA FUNCIONE::.. INFORME-SE VEJA ESTE LINK http://apodrecetuga.blogspot.pt/2015/10/percebam-que-abstencao-afinal-obtem-um.html#.WM_ogfmLTIU

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