10 março, 2012

Em Portugal financiam-se aventuras de investidores incompetentes, até colocar Portugal no "buraco", na Islândia colocam-se os incompetentes no "buraco"

paraiso crime
Paraíso à medida dos
criminosos - Portugal 
Os responsáveis pela ruína de Portugal continuam a usufruir tranquilamente do dinheiro que usurparam ao abrigo da impunidade a que estão habituados.
A lei é igual em todo o mundo - Roubar é crime, lesar o estado é crime maior... Em que paraíso é que vivem os nossos criminosos do BPN e restantes cúmplices, para permanecerem intocáveis?
Na Islândia já há muito se iniciou uma cruzada activa e revolucionária da caça aos corruptos e à corrupção, pois todos sabemos que a única forma de travar este "mau hábito" é a punição... Em Portugal continuamos a protege-los incentivando o crime.

"Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita. (In, TSF.)

1 comentário :

  1. O que mais me afecta não é o roubo, a criminalidade, a falta de competência, a corrupção, o compadrio, a falta de justiça, a inoperância dos organismos de estado, as aldrabices dos políticos, ex colaboradores da "PIDE" em lugares de destaque num "ESTADO DE DIREITO" e outras atrocidades que se têm cometido nesta "POBRE NAÇÃO"... o que me afecta é o silêncio daqueles que se consideram pessoas de bem e CIDADÃOS DE CARÁCTER!

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