21 novembro, 2011

Precisamos de menos e melhores políticos.


corrupção politicos
FACE OCULTA
Em nome da crise, todos os sacrifícios vão para o povo...
- pagamos mais impostos.
- vamos pagar mais portagens. 
- acabaram apoios aos desempregados. 
- vão cortar subsídios de Natal e de Férias.
Mas em nome da crise, não há racionalização de gastos muito menos, sacrifícios para as classes dirigentes. 
É urgente a redução drástica do número de políticos, pelo menos para metade, pois num país com dez milhões de pessoas, precisa-se de... 
- um presidente?
- um primeiro-ministro e respectivas cortes?
- um governo e um parlamento nacionais?
- dois governos e dois parlamentos regionais?
- mais de 300 câmaras e assembleias?
- mais de quatro mil presidentes de junta de freguesia?…
- a somar directores-gerais...?
- funcionários superiores...?
- assessores...?
- administradores ... e outros doutores?
 Há ainda que cortar...
- ministérios cuja acção tem resultados nulos (Agricultura) ou até perversos. ( Educação). 
- Repensar a função das freguesias, 
- eliminar autarquias sem sentido, cujas competências próprias são pouco mais do que a gestão de cemitérios e cuja principal actividade é mendigar apoios às câmaras. 
- fundir municípios para poupar recursos. Mas sobretudo para evitar que coexistam concelhos com quatro mil habitantes e outros com 200 mil, cujas câmaras dispõem do mesmíssimo modelo de gestão, ineficaz na maioria dos casos.
- Eliminar institutos públicos dispendiosos e inúteis, como o Instituto de Emprego ou o Inatel, 
- organizações fantasmas como a Comissão Nacional de Eleições e mais umas dezenas de inutilidades.
- Privatizar o sector empresarial do Estado, fonte de todos os prejuízos, de toda a corrupção e compadrio, ninho de escândalos como o "Face Oculta".
Afinal, um dos nossos maiores problemas consiste no facto de que, neste regime caduco, são mais os chefes do que os índios. ( com base num artigo de Paulo Morais)

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