09 novembro, 2011

Governo isento de sacrifícios, aumenta a sede de justiça popular .

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Conheça de perto a realidade que aflige o povo português. Neste artigo de Paulo Morais, espelha-se bem aquilo que está a conduzir o povo, para um nível de descontentamento já em vias de ser expressado por actos, e não apenas por palavras... 
Por incrível que pareça os sacrifícios continuam a ser impostos ao povo, os cortes continuam a ser feitos aos pobres, a vida dos portugueses está a mudar radicalmente, os supermercados estão mais vazios de pessoas e de artigos, os carrinhos passam semi-vazios.
No entanto, os gestores públicos que ganham fortunasusufruem de luxos principescos, permanecem por muitas gerações no seu trono intocáveis, apesar da incompetência que exibem
Os deputados, continuam a usufruir de regalias que, noutros países mais ricos, nem se vislumbram.

Os políticos ampliam os subsidiados aos partidos e às campanhas. Não satisfeita a sua ganância  com os subsídios regulares, pagos com os nossos impostos, legalizam dissimuladamente os "subornos", de empresas privadas assim, como a posterior retribuição, obviamente com dinheiro público. Tudo ao abrigo de uma democracia doente, degenerada, que eles distorcem e vergam aos seus interesses.
Todo o regabofe que tão bem se conhece e se sabe excessivo...prossegue impávido e sereno perante a revoltante ruína popular.

Angústia do povo e o regabofe das elites.
"O desemprego e o défice público não param de crescer em Portugal. É um Estado que se afunda e arrasta consigo os cidadãos para o abismo. O desemprego, em Portugal, continuará a agravar-se.  
688.900 portugueses capazes, com competências profissionais, que poderiam gerar riqueza, não só não a produzem, como consomem recursos ao país e estão encostados. Mas, mais grave, há mais 200 mil concidadãos nossos que nem sequer recebem subsídio de desemprego e, portanto, estão à mercê da caridade familiar e das instituições.
Imagino a angústia de quem, no pleno vigor da sua vida física e profissional, se levanta de manhã sem saber como gastar o tempo. Sobra o tempo, falta o dinheiro e a depressão instala-se. Não há como comprar medicamentos e até alimentação. As dívidas acumulam-se. As crises familiares são uma consequência comum, pois em "casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão".
A sua aflição só pode aumentar quando, ao verem as notícias, os desempregados se apercebem que a classe política anda apenas a tratar de vida, a alimentar negociatas, a dar empregos à malta do partido, a fugir à justiça… em suma num regabofe.
Já se antecipam aumentos de impostos, numa economia exangue. As empresas não suportam mais encargos, encerram e o desemprego aumenta. À custa da destruição da restante actividade económica, prosperam apenas os empresários apadrinhados pelo regime, construtores e banca."

1 comentário :

  1. MARINHO PINTO será o Homem indicado para dar uma volta a Portugal.
    Gostaria de ver junto dr. PAULO DE MORAIS.
    Um para incendiar isto tudo , outro para apaziguar com sabedoria.

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