25 julho, 2012

Os interesses da banca, dos construtores e dos políticos conduziram Portugal ao caos.



Neste video, bastante elucidativo e animado, explica-se como é que os nossos pseudo gestores políticos, nos deixaram chegar a este estado calamitoso.
- incompetência das entidades reguladoras que tudo permitiram
- inércia do Banco de Portugal
- ganancia dos empresários do sector imobiliário, sem limitações
- incompetência dos políticos sem visão a longo prazo
- incentivo aos cidadãos ao consumo, sem informação adequada.
- empréstimos enganosos e sem correcta avaliação, etc etc
veja no video como tudo acontece...
Tudo junto conduziu ás falências, desemprego, recessão e  destruição da economia. 

8 comentários :

  1. Até agora, quando havia uma crise num país, ela tinha efeitos limitados a esse país e a alguns dos seus parceiros comerciais.
    Com a "aldeia global" é o que se está a ver...
    Uma vantagem: a corrupção política tornou-se óbvia!
    Um desespero: a aculturação política de 80% das populações vai permitir o restabelecimento da corrupção na política a curto prazo.

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    1. A corrupção por onde passa não perdoa, cedo ou tarde os estragos vêem ao de cima.
      A crise não é assim tão global, basta ver a Finlândia, a Suiça, a Noruega, a Suécia, e outros países onde os corruptos tem penas pesadas... aí a crise não entra....

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  2. Infelizmente, a denominada "política" não resolve os problemas dos Países. A maioria dos políticos não passam de miúdos mais crescidos que levam vidas boémias, descontraídas e acima de tudo sem noção da realidade do País que supostamente deveriam governar...são meninos riquinhos que sempre tiveram tudo sem o mínimo de sacrifício. Basta ver que o nosso actual PM só começou a trabalhar quase aos 40 anos, quando hoje em dia temos miúdos de 14 e 15 anos que nas férias de Verão abdicam de bons momentos da sua adolescência para arranjar um trabalho que lhes permita juntar uns cobres.

    Há muita coisa para mudar no nosso País, mas relativamente à parte política, creio que cada cidadão deveria deixar de ver os partidos como clubes de futebol e o nível de facciosismo que a estes estão associados. Deve-se castigar a incompetência e punir a corrupção.

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    1. "Deve-se castigar a incompetência e punir a corrupção."

      Nem mais...

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  3. A corrupção e a incompetência NUNCA deviam chegar ao Poder.
    Se não, ainda que punidas e castigadas, deixam as consequências que nós, todos, sofremos.
    A raiz do mal, neste estilo de Democracia que temos, está na forma como nos partidos - pilares do sistema - se progride: "Cacicando" votos e entrando em "esquemas de financiamento" partidário(e pessoal...).
    Quem faz vida disto, não precisa de trabalhar e chega, com algum jeito, a PM: Barroso, Santana, Sócrates, PCoelho e, no futuro (se houver...), Seguro...

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  4. O CONTRIBUINTE TEM DE DEFENDER-SE!!!!!!
    Nacionalização de negócios “madoffianos”, PPP’s, etc…
    E mais, venda de empresas estratégicas para a soberania (e que dão lucro)!?!?!
    Democracia verdadeira, já! -> leia-se, DIREITO AO VETO de quem paga (vulgo contribuinte).
    [veja-se o blog «fim-da-cidadania-infantil»]
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    P.S.
    O Direito ao Veto de quem paga (vulgo contribuinte) também será uma forma de proteger políticos sérios face às ameaças de pessoas sem escrúpulos (que se consideram donos do dinheiro dos contribuintes): veja-se, por exemplo, o caso que aconteceu na Junta de Freguesia da Segura, Castelo Branco, em Junho de 2012.
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    P.S.2.
    DISPENSA-SE: o pessoal que anda por aí a barafustar... reivindicando que os políticos sejam uns 'paizinhos'!...
    PROCURA-SE: pessoal que queira TRABALHAR no sentido de controlar a actividade política:
    - os políticos não são, nem podem ser, uns 'paizinhos'!
    - os cidadãos não podem ver os políticos como uns 'paizinhos'... devem, isso sim, é exigir uma maior fiscalização e controlo sobre a actividade política!
    - toca a abrir a pestana: DIREITO AO VETO de quem paga (vulgo contribuinte) - veja-se o blog «fim-da-cidadania-infantil».

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    1. O que os políticos fizeram aos portugueses, explicado de forma simplista.
      O povo é o Patrão dos políticos (é o que realmente deveríamos ser). Os políticos são os empregados, (é o que realmente eles deveriam ser), do país e do povo.
      Mas a realidade inverteu-se e o quadro actual é este - os empregados (políticos) da grande empresa (Portugal), decidiram que teriam de ser eles a fazer e a aprovar as normas da empresa...Sem que o patrão se apercebesse mudaram as leis...
      Fácil será calcular o que os empregados fizeram ao patrão, protegidos por essas leis!!!
      Primeiro tiraram-lhe os direitos de interferir. Depois saquearam-no, sem vergonha, sabendo que ele não podia interferir. Tomaram a empresa de assalto.
      Decidiram quem ganhava quanto, quem tinha direito a cargos top, quem ganhava balúrdios e finalmente decidiram que o patrão viveria na miséria, para sobrar mais para eles. Decidiram que eles tinham impunidade, mas o patrão não. Decidiram que eles jamais poderiam deixar de ser ricos e distribuíram o dinheiro da empresa por amigos e família, inventaram reformas, subsídios, para o parasitismo se prolongar até á morte, etc.etc Decidiram que podiam ganhar as eleições, mesmo com votos insignificantes, decidiram que a abstenção é para ser usada em seu proveito.
      O resto da história é sobejamente conhecida... No entanto deixo-os com os factos históricos... pelas palavras de um amigo.
      "Este impasse, que todos sentimos, só se desfará - democraticamente - com a constituição de um novo partido político empenhado, em devolver o poder constitucional ao Povo de quem, matreiramente, foi retirado:
      Em 1976, foi aprovada pela Assembleia Constituinte (AC) a Constituição da República Portuguesa.
      A AC foi eleita democraticamente, pelo voto popular, do mesmo modo que hoje se elege a Assembleia da República, mas expressamente para elaborar a Constituição.
      O Grande Golpe terá estado nos números 1 dos artigos 285 e 286, a seguir transcritos:
      Artigo 285.º
      1.A iniciativa da revisão compete aos Deputados.
      Artigo 286.º
      1.As alterações da Constituição são aprovadas por maioria de dois terços dos Deputados em
      efectividade de funções.


      Acesse ao Artigo completo: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/05/como-e-onde-os-politicos-decidiram.html#ixzz21ijfKJwh

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  5. Quando os accionistas,(Povo), são muitos quem manda na empresa são os Conselhos Geral e de Administração (A. República e Governo).

    O Jardim Gonçalves (BCP) e o Oliveira e Costa (BPN) seguiram o modelo e banquetearam-se à grande.

    Claro que devíamos ter um cão de guarda para estas situações mas ele come, no mínimo, as migalhas dos ladrões do BPN...

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